Wilma Rejane
Wilma Rejane
Por João Cruzué

Nohemy Vanelli
Amada irmã,
Desde cedo aprendi o valor do trabalho. Como vendedora de púrpura, me dedicava a negociar, planejar e administrar, sempre com esforço e integridade. Mas, acima de tudo, meu coração ansiava por Deus. Buscava o Senhor em oração, e foi assim que minha vida mudou.
Em um dia comum de trabalho, encontrei homens que falavam sobre Jesus. Enquanto ouvia, algo poderoso aconteceu: Deus abriu meu coração para entender a verdade do Evangelho (Atos 16:14). Minha fé se tornou real, e minha casa inteira foi transformada.
Talvez você seja como eu—uma mulher que trabalha, lidera, cuida do lar e da família, administra negócios ou lida com muitas responsabilidades. Às vezes, pode parecer que a correria do dia a dia nos distancia de Deus. Mas quero te lembrar: nosso serviço, quando feito para Ele, se torna adoração. Podemos honrá-Lo em tudo o que fazemos, seja em grandes projetos ou nos detalhes mais simples da rotina.
“Porque tudo o que foi escrito antigamente foi escrito para nossa instrução, para que, pela perseverança e pela consolação das Escrituras, tenhamos esperança.” Romanos 15:4
O mundo está cada dia mais rude e as pessoas distantes e apáticas, apesar de tudo, há corações que aquecem, derretem as geleiras da indiferença e prosseguem com fé e esperança, por Cristo, com Cristo. É estranho perceber o mundo sendo transformado em campos de guerras, conflitos agravados aos extremos e diálogos que soam como pólvora. Ter esperanças em um mundo melhor, contudo, não é utopia, é seguir uma perspectiva Bíblica, sobre a paz nas nações profetizou Isaías:´"...Uma nação não mais levantará sua espada contra outra nação, nem será necessário que se preparem para batalhas." Isaías 2:4
Esperança não é apenas uma palavra bonita, consoladora, amenizadora do caos. Esperança é parte necessária e essencial da vida cristã, pois, pela esperança da Salvação eterna viveram os profetas bíblicos, os apóstolos, os discípulos, e viverá a igreja em todas as eras, uma vez que Jesus Cristo é esperança vital que nos sustenta. Um dos significados para palavra esperança é Elpis e ocorre em I Tessalonicenses 1:3: "Lembrando-nos sem cessar da obra da vossa fé, do trabalho do amor, e da paciência da esperança em nosso Senhor Jesus Cristo, diante de nosso Deus e Pai". No idioma grego, se refere a “permanecer confiante em uma promessa” (Strong 1680), ter esperança na graça de Deus para vencer o mundo terreno firmado na promessa de eternidade com Cristo.
Profeta Daniel tem me inspirado profundamente quando penso na transformação do mundo e proximidade do fim dos tempos. Daniel foi levado cativo para a Babilônia quando tinha apenas dezesseis anos, era um jovem judeu, cheio de vigor, sabedoria e planos, teve que recomeçar sua vida como estrangeiro, cativo, vivendo no palácio sob as ordens de um rei idolatra e rude. Rebatizado de Beltessazar que significa "Bel protege a vida do rei", Daniel estava pressionado a esquecer seu próprio nome e identidade, porém, venceu todas as dificuldades e perseguições se tornando mais forte, sábio e próximo de Deus. Daniel era um homem cheio de esperanças!

Wilma Rejane
Você já se deparou com algum vídeo ou artigo afirmando ser Jared Kushner anticristo? Há centenas de influenciadores afirmando que Jared cumpre as características do anticristo. Tentando desvendar à verdade sobre o tema é que escrevi esse artigo.
Escolhi um trecho do livro de Daniel, capítulo 11, verso 37, onde são descritas características importantes, traços da personalidade e da tradição religiosa da pessoa do anticristo. Existem outras passagens Bíblicas, mas essa é bem conhecida e embora seja curta, permite uma análise de componentes públicos sobre o anticristo, vejamos:
"E não terá respeito aos deuses de seus pais, nem terá respeito ao amor das mulheres, nem a qualquer deus, porque sobre tudo se engrandecerá. "
Consultei o texto em hebraico, transliterado para o português, vejamos se realmente as características listadas no versículo, se encaixam com Jared Kushner:
Permitam-me começar com um ponto que tenho frequentemente levantado em meus escritos e palestras sobre profecias bíblicas, cumpridas e não cumpridas. O princípio é este: a profecia bíblica nunca se cumpre aproximadamente; ela sempre se cumpre exatamente como está escrita, como é profetizada. Portanto, devemos evitar o que chamo de "exegese jornalística". Essa é a tendência de muitos crentes de ler a imprensa diária e começar a especular. Devido a um ponto de semelhança entre um evento atual e uma profecia bíblica, eles acreditam que a profecia se cumpriu. Posso dar muitos exemplos passados e atuais dessa tendência.
No entanto, o procedimento adequado para interpretar as Escrituras é primeiro interpretar o texto em seu próprio contexto e, em seguida, verificar passagens relacionadas e ver exatamente o que o texto realmente ensina. Não devemos nos envolver em especulações sobre como a profecia pode ou não se cumprir. Assim, se um evento atual realmente se encaixa perfeitamente em uma profecia, então essa profecia se cumpre, mas não antes.
Então, o que as Escrituras realmente ensinam sobre a aliança que dará início aos sete anos de tribulação? Há duas passagens principais: Daniel 9:27 (no contexto dos versículos 24-27) e Isaías 28:14-22.
Daniel 9:27 - E ele firmará aliança com muitos por uma semana, e na metade da semana fará cessar o sacrifício e a oblação; e sobre a asa das abominações virá o assolador, e até à consumação; o que está determinado será derramado sobre o assolador.
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A aliança é feita especificamente entre Israel e o Anticristo. Na Bíblia, ela nunca é chamada de aliança de paz, embora seja uma aliança que garantirá a segurança militar de Israel. É porque a liderança de Israel depositará sua confiança nessa aliança e no Anticristo, que finge ser seu amigo, e não no Deus de Israel, que a assinatura dessa aliança desencadeará a tribulação. Somente na metade do período de sete anos, quando a aliança for quebrada, a liderança de Israel finalmente reconhecerá a verdadeira natureza daquele com quem assinou a aliança.
O plano de Trump se encaixa no que a Bíblia realmente diz? A resposta simples é: Não! O plano de paz de Trump pretende ser um tratado entre Israel e os palestinos. Deve ser assinado por Israel e pelos palestinos, e não por Israel e Trump. Se Israel assinar este pacto, não será porque confia nos palestinos para garantir sua segurança militar. Nenhum líder israelense — seja de direita, esquerda ou centrista — jamais aceitará ou confiará em qualquer líder árabe para garantir a segurança militar de Israel.