Você é rico?
A Inundação do Hamas contra Israel nas profecias Bíblicas
Wilma Rejane
O que está acontecendo com o mundo? As guerras, desastres naturais e protestos estão em escalada mundial! Alguns responderão que esse é o mundo de sempre e acreditarão viver uma normalidade apenas mais divulgada por conta da globalização e internet. Para quem acompanha as profecias, preparando-se em espírito e em verdade diariamente para volta de Jesus Cristo, a resposta é clara, embora seja contestável por maioria: "chegamos ao final dos tempos, a última geração, ao cumprimento do que está escrito em Apocalipse com aval de todos os outros textos dos apóstolos e profetas".
O que é preparar-se em espírito e verdade? É arrepender-se de viver conforme os desejos humanos, praticando o que sabidamente desagrada a Deus e entregar-se diariamente aos cuidados de Jesus Cristo obedecendo a direção e vontade do Espírito Santo. É entregar o coração, a alma, a vida ao Criador, renunciando aos desejos lascivos, a mentira e ao orgulho contra o Criador. E na direção de Deus, observar o mundo e os acontecimentos pela ótica Bíblica, conferindo o que dito e revelado. Os noticiários nos dizem os fatos, mas o que está oculto, por trás dos fatos, somente à Luz verdadeira de Jesus pode determinar.
O mundo foi surpreendido pelo ataque surpresa do Hamas contra Israel, todos estão a se perguntar, como um exército tão bem preparado em homens e equipamentos não foi capaz de prever tamanha destruição? Cenas de barbárie nunca transmitidas anteriormente em guerras estão divulgadas em vídeos para conhecimento de todos, crianças de colo degoladas, condomínios de casas invadidos e famílias inteiras mortas, feitas reféns, cenas apavorantes de terroristas do Hamas "inundando" Israel de sangue e o mundo perplexo se perguntando "por que"?
O aumento da iniquidade é condição de cumprimento para o tempo do fim. O Hamas, grupo armado palestino, na manhã de sábado, quando Israel ainda comemorava o ano novo judaico, atacou brutalmente Jerusalém matando centenas de civis e militares. Pasmem! O ataque aconteceu no dia 10 de Tevêt no calendário judaico, no mesmo período que marca o início do cerco de Jerusalém pelos exércitos do imperador da Babilônia, que levou à conquista da cidade, à destruição do Templo Sagrado e à expulsão do povo de Israel de sua terra.
O mais incrível e profético sobre o ataque veio de uma declaração de um dos fundadores do grupo Hamas, ele afirmou:" O cerco contra Israel tem o nome de Operação Al-Aqsa Flood", traduzindo o nome da operação se chega a "Inundação de Al-Aqsa". Essa Inundação do Hamas está profetizada nos livros dos profetas que afirmam um cerco acontecendo, derrubando muros de proteção contra Israel. Dessa forma, explica-se que de modo miraculoso e profético foi que aquele muro construído para separar Gaza de Jerusalém ruiu! O muro tinha sensores subterrâneos, sistema de radares, reforço de ferro nas bases, câmeras de segurança, todo um aparato que se mostrou inútil! Só pode ter sido profético, permissão de Deus para cumprimento do que falou profeta Oséias:
Palestinos nas profecias Bíblicas e eventos finais
De Ernest L. Martin
Traduzido e adaptado por:
Wilma Rejane
Uma reflexão inédita sobre as cores dos cavalos do Apocalipse
Wilma Rejane
O arco mais famoso da Bíblia é o Arco-íris, símbolo da graça e misericórdia Divina, sinal de que a terra jamais seria destruída por dilúvio novamente (Gênesis 9:11-16). Porém, além da menção do Arco-íris, há dezenas de citações bíblicas sobre o Arco, instrumento de guerra, constituído de pedaço de madeira forte com uma corda flexível, presa nas suas extremidades para facilitar o lançamento de flechas.
No capítulo 6, versos 1 e 2 do livro de Apocalipse há menção a um cavalheiro empunhando um arco, vejamos:
E, havendo o Cordeiro aberto um dos selos, olhei, e ouvi um dos quatro animais, que dizia como em voz de trovão: Vem, e vê. E olhei, e eis um cavalo branco; e o que estava assentado sobre ele tinha um arco; e foi-lhe dada uma coroa, e saiu vitorioso, e para vencer.
A referida passagem inaugura a abertura do primeiro selo de Apocalipse que provoca a liberação dos cavalos branco, vermelho, preto e amarelo ou verde musgo.
A primeira dúvida que surge no leitor é sobre a identidade do cavalheiro, quem seria? Ele não é Jesus, uma vez que Jesus é o Cordeiro que abre o selo autorizando a cavalgada do cavaleiro e seu arco no cavalo branco. O cavalo branco não simboliza paz pelos motivos abordados a seguir.
Se o contexto é de males, como pode o cavalo branco simbolizar a paz? Como pode a chegada do cavaleiro da paz causar peste, guerra, fome, violência e infortúnios? Interpreto que a cor branca do primeiro cavalo não representa paz, mas simboliza poder sobre os demais cavalos uma vez que a cor branca carrega em si todas as cores e a cor preta, por sua vez, absorve todas as cores. Utilizando de uma explicação cromática, presente nos manuais de cores, temos a seguinte disposição: cor branca= reflete todas as cores; cor vermelha=primária; cor preta=absorção de todas as cores; cor verde=secundária.
De modo fabuloso e Soberano, Deus inspirou o apóstolo João a descrever nas cores dos cavalos do Apocalipse, a representação de todas as cores existentes no Universo, a saber: Primárias, secundárias, terciárias e neutras. O que isto significa? Domínio, Excelência, Controle, Soberania, Graça e tantas outros adjetivos que não cabem nessas poucas linhas.
Temos ainda outro aspecto crucial, de extrema importância a ser observado em Apocalipse 6. O cavalheiro entra em cena com um arco nas mãos e o arco na Bíblia pode representar Misericórdia e Graça, mas também Juízo! Representa Misericórdia e Graça quando o arco é o Arco-Íris. Representa juízo quando o arco é acompanhado de males e calamidades, tal qual um arco, arma de guerra. Portanto, o arco que o cavalheiro do cavalo branco carrega é expressão do juízo de Deus sobre a terra! Sobre toda a terra! Em Oséias 2:18, está escrito:
O Anticristo surgirá no Oriente Médio
Prof. Johan Malan,
Universidade de Limpopo
África do Sul
Há normas bíblicas claras de que o Anticristo surgirá no Médio Oriente, num país ao norte de Israel. Alguns de seus rumos apontam inequivocamente nesta direção, por exemplo, o Assírio (Isaías 10.12-14) e o Rei do Norte (Daniel 11.36-45). Ele também será o rei da Babilônia do tempo do fim, que liderará uma aliança babilônica de falsas religiões (Apocalipse 17) e controlará a economia mundial (Apocalipse 18).
Estas profecias implicam que o Anticristo emergirá do mundo islâmico moderno. Quando o seu império mundial for destruído durante a Segunda Vinda de Cristo (Apocalipse 19:19-21), também provocará a destruição final do poder do Islão, representado pelo Império Babilónico restaurado (Jeremias 50 e 51; Apocalipse 18).
Tendo em vista estes acontecimentos, os desenvolvimentos no mundo islâmico, também devem ser considerados no contexto das profecias bíblicas relacionadas com a ascensão do Anticristo no fim dos tempos. Não cometa o erro de considerar o papa como o Anticristo, pois ele nunca poderá ser o Assírio ou o Rei do Norte nos termos da posição de Israel. Nenhum dos homens que normalmente são eleitos como papais será capaz de cumprir o papel típico do Anticristo, que será um governante e conquistador jovem e dinâmico que irá capturar a imaginação das massas (Apocalipse 13:3-4).
Várias autoridades na profecia bíblica, entre elas também Hal Lindsey, chegam a conclusões erradas de considerar um futuro papa como o Anticristo. Eles argumentam que o Império Romano restaurado será a base do poder do Anticristo e que Roma também será a capital deste império no fim dos tempos. O grave erro que cometem é que o Anticristo não será apenas o chefe do Império Romano restaurado, mas será simultaneamente o chefe do Império Babilônico/Assírio restaurado, do Império Medo Persa e do Império Grego.
Em Apocalipse 13, ele é representado como uma besta com sete cabeças e dez chifres. As sete cabeças indicam sete impérios mundiais que tinham governos rebeldes que governavam em associação com religiões falsas e oprimiam as nações. Eles estavam permeados pelo mesmo espírito satânico (anticristão). No ano 95 DC, quando João quebrou suas visões na Ilha de Patmos, cinco desses impérios já haviam caído, o sexto, o Império Romano, estava governando, enquanto o sétimo, o império do Anticristo do fim dos tempos, ainda era futuro (Apocalipse 17:8-10). Os primeiros cinco que já foram destruídos são: 1- antigo Império Babilônico de Ninrode, 2- Império Assírio, 3- Império Babilônico restaurado de Nabucodonosor, 4- Império Medo Persa e 5- o Império Grego.
O tempo da graça, o tempo do juízo e a anti-histamina
O anúncio do corvo em meu jardim
Wilma Rejane
Esse texto é o relato de fatos que vivi em Julho de 2021, contei para familiares e guardei-os em meu coração, contudo, Deus tem me incomodado para tornar publico tais fatos.
Tudo começou quando iniciei a releitura do livro de Josué, já no primeiro capítulo, versículo 11, senti um impacto ao ler:
Passai pelo meio do arraial e ordenai ao povo, dizendo: Provede-vos de comida, porque dentro de três dias passareis este Jordão, para que entreis a possuir a terra que vos dá o Senhor vosso Deus, para a possuirdes. Josué 1:11.
Sei quando Deus fala comigo através da leitura Bíblica, sinto a intensidade das Palavras, elas se tornam audíveis, me fazem parar, ler e reler provocando uma transformação no modo de pensar e agir. Foi o que aconteceu quando li Josué 1:11, o versículo continha uma prática, um direcionamento, uma ordem expressa de cumprimento.
Grifei o versículo em todas as minhas Bíblias e fiquei meditando nele, coloquei em oração e perguntei: "Senhor, devo juntar alimento porquê vou passar o Jordão, que Jordão é esse Senhor, essa mensagem é de interpretação particular para minha vida ou é para todo o mundo? Senhor, me dá um sinal, preciso saber".
E após muitos dias em oração sobre o versículo, ao entardecer, ouvi um canto de um pássaro vindo do meu jardim. Era um canto diferente, agudo, que parecia me chamar, ao chegar no jardim, me deparo com um pássaro preto que foi lentamente subindo a rampa da garagem em minha direção e ele cantava cada vez mais alto, fique surpresa com a cena porquê jamais tinha visto ou ouvido algo igual!
Escravos da liberdade
No antigo Israel, os escravos hebreus, pagavam suas dívidas através do trabalho. A força, os sonhos, toda a vida era dedicada ao seu senhor. Em Êxodo, vemos uma determinação divina para que os escravos fossem libertos no sétimo ano de serviço: "Quando você adquirir um escravo hebreu, ele servirá seis anos; no sétimo ano ele sairá livre, sem pagamento." (Êxodo 21:2). O regime de escravidão no mundo hebreu, existia por dois principais motivos: pobreza extrema e dívidas.
Um detalhe, é que escravos hebreus nunca eram chamados de escravos, mas servos. Escravos, sem direito a liberdade eram os não judeus, especialmente os cananeus. Não se sabe ao certo porque as leis de escravidão eram mais rígidas para estrangeiros, o certo é que tanto judeus, como não judeus, falharam gravemente no modo de tratar seus servos e escravos. No livro do profeta Jeremias (Capitulo 34) Deus adverte: "Vós resistis em libertar seus servos".
O mundo físico e espiritual também forma seus escravos e resiste em libertá-los e Deus nos convida através de Seu Filho Jesus a sermos servos. Esta servidão é o oposto da escravidão que exaure as forças humanas em causa alheia. Entregamo-nos a Jesus, como Senhor porque Ele pagou nossas dívidas, nos tornando livres do opressor que aprisiona a alma causando infelicidade e morte. Jesus é a nossa liberdade. Não precisamos realizar grandes obras, ajuntar exorbitantes quantias, nos esmerar em ser o melhor ou o mais belo. O mérito dessa liberdade não é nosso, mas de Deus.
O que está por vir
Amados leitores,
Em 20 de Dezembro de 2007, por meio da graça e direção Divina iniciou-se o trabalho de escrita neste blog, portanto, são aproximadamente 16 anos do que considero ministério. Quando iniciei tinha tempo suficiente para estudar a Bíblia por horas e empreender dias na elaboração dos estudos, tudo mudou e se transformou, o mundo também mudou e a cada dia nos aproximamos do cumprimento das profecias sobre o fim dos tempos.
Deus tem falado comigo através de sonhos e visões, alguns dos quais registrados no blog, outros, tenho compartilhado com pessoas próximas sem publicação na internet. E em minhas orações na madrugada, Deus tem me falado que "Chegou a hora de falar sobre o juízo que já começou sobre o mundo", Deus tem me dito que estou sendo tímida em transmitir o que tenho visto e ouvido em sonhos e visões e que devo cumprir de forma diferente o ministério da escrita, tudo o que for para edificação da fé e fortalecimento para os aflitos já está cumprido, daqui pra frente os artigos devem ser mais curtos e sobre "preparação para o fim".
Tenho relutado em mudar a direção, mas não o farei mais porquê serei cobrada, da mesma forma que serei cobrada se falar o que não me foi falado. Vejo muitos "copiando profecias" a dizer que "Deus falou" sem Ele jamais ter falado, e este é um dos motivos pelos quais tenho relutado em mudar a direção do conteúdo do blog, pelo temor.
Na verdade e inicialmente não acreditava que Deus estava a me falar, pobre pecadora que sou, até ver muitos dos sonhos acontecerem com riqueza de detalhes, por exemplo: sonhei que uma jovem de minha família estava se relacionando com quem não devia, a pessoa estava a fazer isso em segredo, tinha consciência que estava errada, então sonhei com o rapaz e no sonho vi toda a conversa entre os dois no WhatsApp, Deus no sonho mostrava que se o relacionamento continuasse ela iria sofrer um tiro e terminar seus dias em cadeira de rodas. Quando contei o sonho a jovem quase desmaia, passou mal e confirmou tudo que vi. Imediatamente desfez o relacionamento.







.jpg)