Pedro e a fogueira das vaidades

 

Enquanto isso, Pedro estava em pé, se aquecendo, quando alguém lhe perguntou: “Não és, tu também, um dos discípulos dele?” Pedro nega dizendo: “Não, eu não sou!” João 18:18

Wilma Rejane

Era uma noite fria e triste para os discípulos de Jesus. Pedro observava de longe os acontecimentos, estava assustado e surpreso com o desfecho da prisão de Jesus. Logo Pedro que havia jurado dar a vida por Jesus (João 16:37), agora o negava. Ao redor da fogueira, Pedro se aquece e camufla sua verdadeira identidade por temer ser também perseguido e morto. È provável que o discípulo tenha se arrependido posteriormente, pois ao ressuscitar, Jesus o busca, o perdoa e aquece seu coração definitivamente! 

Deus falou comigo através dessa passagem da fogueira de Pedro. É chegado o tempo em que os verdadeiros discípulos de Jesus serão perseguidos, necessitando renunciar ao mundo ou a Cristo. Naquela noite fria Pedro escolheu se aquecer à beira da fogueira, ele não queria ser rejeitado pelos homens, não queria sofrer, não queria ser reconhecido como discípulo, enfim não queria enfrentar a solidão que os verdadeiros discípulos estão predestinados a enfrentar. 

Estamos no mundo, mas não pertencemos a ele (João 17:14) e a maior riqueza que temos é ter acesa no peito a chama do Espírito Santo, a presença Divina que nos guia em todos os momentos da vida bons ou maus. Jesus nunca, jamais, abandonará seus verdadeiros discípulos, é Ele e somente Ele quem nos aquece nas noites densas e frias. Muitos negarão a Jesus nos últimos dias por não suportarem as dificuldades que sobrevirão ao mundo; pestes, fomes, perseguições, desemprego, opressão, desastres, dentre outros (Mateus 24). Contudo, a principal mensagem do Evangelho é: " Me obedeçam, me escutem, me sigam e estarei com vocês até o fim do mundo" (Mateus 28:20).

Andar na presença de Deus: o que é isso?

 


João Cruzué

Qual será o significado de andar na presença do Altíssimo? De Isaías a Malaquias, todo os profetas com livros na Bíblia andaram na presença de Jeová, ouviram a sua mensagem e falaram em nome dele.  Houve um tempo na vida de Abraão que Deus cobrou dele uma mudança de atitude: "Abrão, Eu sou o Senhor Deus Todo Poderoso, anda em minha presença e seja perfeito."  O grande propósito de Deus, para se cumprir em todo plenitude na vida do futuro patriarca, dependia de algo que estava faltando. 


O que nos falta, o que precisamos mudar, o que precisamos começar para que você e eu nos entreguemos por completo à vontade de Deus, para que Ele cumpra o seu glorioso propósito em nossa vida? Abrão não perguntou para Deus o que faltava, pelo menos a Bíblia não registra, mas para quem está interessado em se aproximar do Senhor, isto nem é preciso, porque o Espírito Santo já vem martelando no assunto há algum tempo.

Abrão chegou a mentir por falta de confiança em Deus:

--Olha, Senhor, eu fiquei com medo de perder a vida, por isso, falei para o faraó que Sara era minha irmã... Ah! Senhor, eu concordei com Sara no assunto do herdeiro e achei razoável me deitar com a concubina egípcia...

Nos dias de Ló



Wilma Rejane

Nos dias de Ló é uma expressão usada por Jesus para definir a situação humana no fim dos tempos.

Como também da mesma maneira aconteceu nos dias de Ló: Comiam, bebiam, compravam, vendiam, plantavam e edificavam ; Mas no dia em que Ló saiu de Sodoma choveu do céu fogo e enxofre, e os consumiu a todos.  Assim será no dia em que o Filho do homem se há de manifestar.” Lucas 17:28-30.

Nos dias de Ló, a vida seguia o curso natural e o cotidiano era repleto “de cotidiano”: comer, beber, comprar, vender, tudo era tão necessário e urgente que não havia espaço para Deus. A chuva de enxofre chegou e encontrou em Sodoma e Gomorra homens fazendo coisas iguais ao que faziam todos os dias. Ocupados demais em garantir um lugar na terra, deixam de alcançar lugar no céu.

O pecado de Sodoma é assim definido por Isaías:

Eis que essa foi à iniquidade de Sodoma, fartura de pão e próspera ociosidade teve elas e suas filhas, mas nunca amparou o pobre e o necessitado”, 16 :49.

E por Ezequiel:

" Ora, este foi o pecado de sua irmã Sodoma: Ela e suas filhas eram arrogantes, tinham fartura de comida e viviam despreocupadas; não ajudavam os pobres e os necessitados. Eram altivas e cometeram práticas repugnantes diante de mim. Por isso eu me desfiz delas conforme você viu.” Ezequiel 16:49,50

Desse modo, de acordo com o contexto Bíblico, nos dias de Ló,  Sodoma e Gomorra eram referência em corrupção humana, agravada pela comodidade,  consequência da fartura de pão e ociosidade. 

Aqui encontram-se lições indispensáveis para aqueles que almejam servir a Deus de modo agradável: é impossível servir a Deus sem importar-se com o próximo. Prosperidade material nem sempre é indicativo de bênção, nos dias de Ló, foi indicativo de maldição. A bênção da prosperidade consiste em ser ela uma bênção para si e também para o próximo, é quando a gratidão a Deus é tão vital quanto o servir ao próximo e este servir não significa dar tudo o que o outro pede, mas o que o outro precisa, assim interpreto. 

É interessante perceber –  isso me chama atenção –  que passados mais de quatro mil anos, milhares de gerações após os dias de Ló, os homens desta época ainda se assemelham aos homens daquela época. Jesus voltará, em um tempo que a ciência estará avançadíssima, a tecnologia terá produzido inventos eficientes e supermodernos, ainda assim haverá homens estagnados em seus cotidianos, fazendo todos os dias as mesmas coisas sem buscarem conhecimento sobre a vontade de Deus. Quem sabe, cada um estará absorto, tão dominado pelo fantástico mundo internético e tecnológico que esquecerá de olhar ao redor, ou pior: esquecerá de olhar para si mesmo. 

A oração das filhas de Zelofeade

 



Wilma Rejane

Zelofeade era um pai da tribo de Manasses, a menor tribo de Israel, numericamente falando. No livro de Números capitulo 27 ele é citado por suas cinco filhas: Macla, Noa, Hogla, Milca e Tirza. Estas procuraram Moisés para reivindicarem o direito a herança: Zelofeate havia morrido no deserto de Moabe e segundo a lei daquela época, filhas mulheres não tinham direito a herança.

Nosso pai morreu no deserto, e não estava entre os que se congregaram contra o Senhor no grupo de Coré; mas morreu no seu próprio pecado, e não teve filhos. Por que se tiraria o nome de nosso pai do meio da sua família, porquanto não teve filhos? Dá-nos possessão entre os irmãos de nosso pai. ” Números 27: 3,4.

Primeiramente e antes de tudo digo que este artigo não tem objetivos feministas de aludir à causa de igualdades de direitos mediante gêneros masculino e feminino. Também não tem por objetivo combater o sistema patriarcal do Oriente na antiguidade. O que se pretende enfatizar aqui é a providência Divina atuando frente as desigualdades sociais que existem desde sempre em qualquer tempo e lugar. As filhas de Zelofeate são representantes de uma transformação social ímpar, consequência de uma cooperação familiar necessária. São um exemplo de fé porque ousaram se apresentar diante de um tribunal constituído por Deus a fim de serem auxiliadas.


Não devemos esquecer de meditar nos Salmos


Algumas semanas atrás alguém me perguntou: “como eu posso ser um discípulo se eu preciso enfrentar tantos altos e baixos, fé e dúvida, confiança e medo? Eu sinto como se estivesse fazendo alguma coisa errada”. Se alguém me perguntasse isso um ano trás, eu provavelmente teria respondido com uma solução e uma citação relevante. Mas, nesse dia, eu sugeri apenas que ele lesse os Salmos

Esse não era o meu relacionamento com os Salmos doze meses atrás. Antes desse último ano, eu só lia os Salmos para completar o plano de leitura anual da Bíblia. Já havia decidido que sou do tipo “lado esquerdo do cérebro” demais para aproveitar os Salmos e que talvez eles só fossem úteis para os tipos mais criativos.

Então, conforme eu vinha estudando, comecei a notar um tema recorrente – quase todo mundo que eu admirava gostava muito dos Salmos: de George Muller a J. Hudson Taylor, de Eugene Peterson a Tim Keller. Conforme eu fui lendo os evangelhos, percebi que Jesus também gostava muito dos Salmos – citando ou fazendo referência a eles nos ensinamentos nos montes, no templo e na cruz.

Um mesmo pensamento começou a me perseguir – se eu estou aprendendo a viver como Jesus, como eu posso ignorar os Salmos? Eu comecei a perceber que um discipulado realmente centrado no evangelho requer que nos tornemos amigos de Davi, Asafe, Salomão, os filhos de Corá, Moisés, Etã, o ezraíta e todos os outros salmistas desconhecidos.

A partir daí, comecei a ler e orar os Salmos como parte integral do meu próprio discipulado. Em pouco tempo, os Salmos influenciaram a forma como eu discipulava outras pessoas – especialmente na forma com que os Salmos validam nossas emoções, moldam nossa imaginação e nos ensinam a orar.

O propósito da provação; uma perspectiva a partir da vida de Jó

 


Wallace Sousa


 “Mas ele sabe o meu caminho; prova-me e sairei como o ouro” (Jó 23.10).

Estou certo, que neste mundo sempre passaremos por momentos em que as pressões da vida presente nos levarão ao quase desespero, objetivando trazer-nos desconfiança quanto às promessas de Deus para nossas vidas. Quando passamos por intempéries e adversidades, nos parece que a simples ou plena convicção que temos de pertencer a Deus se torna um tanto irrelevante. Sabe-se, porém, que quando Deus nos leva a passar por provas, objetiva nos instruir e treinar.

Os acontecimentos narrados no livro de Jó se passam nos dias dos patriarcas, sendo, Jó, realmente uma pessoa. O profeta Ezequiel faz menção dele em seu livro. Veja o texto:

“Ainda que estivessem no meio dela estes três homens, Noé, Daniel e Jó, eles, pela sua justiça, livrariam apenas a sua alma, diz o Senhor Jeová” (14.14).

O texto trata sobre o sofrimento do justo. Sempre vamos indagar: “Porque tanta gente boa sofre?” Porque tanta catástrofe, injustiça social, corrupção, desastres? É claro que o objetivo desta reflexão não é tratar especificamente do tema do livro, mas traçar pormenores sobre as provações que passou Jó, e que também passamos no dia a dia bem como seus propósitos.
Provações, elas sempre têm um propósito.

Jó era um patriarca da terra de Uz. Seu nome parece significar “voltando sempre para Deus”. O texto sagrado cita quem era Jó:


Reconstruir a vida

Não devemos desistir de buscar a Deus por causa da rudeza do mundo, da maldade das pessoas


Wilma Rejane

Neemias foi contemporâneo de Esdras. Ambos viveram em uma fase difícil da história de Israel, quando o povo havia sido levado cativo para Babilônia e os que ficaram na cidade de Jerusalém, conviviam com um cenário desastroso. A cidade estava destruída. Casas e muros derrubados,  construções em pedras despedaçadas pelo contato com o fogo e fúria dos inimigos.

“Os sobreviventes, lá na província que escaparam do cativeiro estão em grande dificuldade e vergonha, o muro de Jerusalém é dividido, e as suas portas foram destruídas pelo fogo.” Ne 1:3

Copeiro do rei Artaxexes, considerado funcionário de confiança da corte, Neemias servia na capital de Susã, a 150 milhas do Rio Tigre, que atualmente é o Irã. Ele adquiriu permissão e favores do rei para voltar a Jerusalém e reconstruir a cidade e suas fortificações. O ano é aproximadamente 432 a. C. O que aprendemos com Neemias? Essa é mais uma narrativa Bíblica fortalecedora, restauradora!  Neemias era um homem de fé e temor a Deus, morando em um luxuoso palácio, nada lhe faltava, mas seu coração desfalecia pelos compatriotas  judeus. Ele deixa o palácio e segue em missão para Jerusalém. Um homem que revela a grandeza da intercessão, da oração humilde, sincera e cheia de amor ao próximo. Além disso, a capacidade de discernimento de Neemias é algo que devemos buscar a fim de não cedermos às ciladas do inimigo.

“À noite me levantei, e uns poucos homens, comigo; não declarei a ninguém o que o meu Deus me pusera no coração para eu fazer em Jerusalém .

Então, lhes disse: Estais vendo a miséria em que estamos, Jerusalém assolada, e as suas portas, queimadas; vinde, pois, reedifiquemos os muros de Jerusalém e deixemos de ser vergonha.” Neemias 2:12 e 17.

Reedificar a cidade de Jerusalém representava também  recobrar os ânimos dos moradores, a alegria de espírito, a comunhão espiritual com Deus. Jerusalém estava nua, desprotegida. Sem fronteiras, os inimigos adentravam livremente na cidade, saqueando o que restava, inclusive as vidas. Disse Jesus: “Eis que venho como ladrão. Bem-aventurado aquele que vigia, e guarda as suas vestes, para que não ande nu, e não se veja a sua nudez.” Ap 16:15.  Essa situação é tão idêntica ao homem caído, entregue ao pecado. Sua alma fica refém do diabo que tem acesso livre às portas de seu coração.  Neemias vem nos dizer que as fortalezas de pedra, destruídas e queimadas a fogo pelos inimigos, podem ser erguidas novamente, aleluia!


Palestinos nas profecias Bíblicas e eventos finais

 

De Ernest L. Martin
Traduzido e adaptado por:
Wilma Rejane 



A primeira referência Bíblica aos palestinos, primeiramente chamados de filisteus, está registrada em Gênesis, capitulo 10 (repetida em  I Crônica cap 1). É afirmado que eles tiveram origem a partir do ancestral dos egípcios (Mizraim Gn 10:13,14) e também foram consequência natural do povo chamado Casluhim. Amos 9:7 e Jeremias 47:4 dizem que eles vieram da área de Caftor, tudo indica que essa região foi o primeiro lugar onde se estabeleceram após o dilúvio de Noé.

Onde estava Caftor?

Está claro para os estudiosos modernos que Caftor é uma região costeira, uma área de ilha. Há escritos egipcios e assírios descrevendo o lugar como uma região central do Mediterrâneo. "Fora da Bíblia, Caftor ocorre nos textos cuneiformes do segundo milênio a.C. sendo traduzido como Kaptara, terra além do Alto Mar. Em textos egípcios, Caftor é chamada de Keftiu, palavra usada para designar a Ilha de Creta." Zondervan's Pictorial Encyclopedia of the Bible, vol. Enciclopédia Ilustrada Zondervan da Bíblia, vol. I., p. I., p. 749 749


Caftor é Ilha de Creta


A ilha de Creta, foi portanto, o local onde os filisteu se estabeleceram após o dilúvio, eles, contudo se espalharam para mais longe: costas do sul da Ásia Menor , Ilha de Chipre, no Norte Africano das regiões costeiras e outras ilhas do mar Egeu que foram influenciadas por suas convicções culturais, religiosas e politicas. Há provas documentais provenientes do Egito de que no final dos séculos a. C os filisteus eram parte integrante de uma combinação de terras invadidas junto ao mar Egípcio . os registros se referem aos filisteus como: povos do mar. Inscrições do faraó Mernephat mostram os egípcios derrotando esse povo do mar. 

O número dos combatentes, com suas caravanas, indicam que eles estavam vindo para colonizar a área. Alguns deles vindos da Líbia e norte da África. Escavações arqueológicas na costa sudoeste da Palestina comprovam que a cerâmica e outros vestígios são muito semelhantes a vestígios encontrados em Creta. A maioria dos estudiosos não têm dúvida de que os Filisteus eram originalmente ligados a Ilha de Creta. Seja como for, do ponto de vista Bíblico eles vieram de Creta e regiões vizinhas. No tempo de Abraão eles já aparecem estabelecidos em uma ponta leste da terra de Canaã - ou sudeste da Terra Santa. Mais tarde, em épocas gregas em uma confederação de cinco cidades (Pentapólis).

É importante em sentido histórico e profético perceber que os filisteus ocuparam Canaã muito antes de os Israelitas entrarem na área, no tempo de Josué, período da conquista por Israel. Os israelitas não conseguiram expulsá-los  e Deus disse que o povo filisteu estaria autorizado a permanecer lá como herança (juízes 2:3, 21:23 e 3:1-5) Os filisteus ficaram com um pé na terra de Canaã durante os períodos de Davi, Salomão e todos os reis de Judá e mesmo durante todo o período do cativeiro Babilônico como mostra os livros de Esdras e Neemias.

Toda a área principal em torno das cidades de Asdod, Ashkelon, Ekron, Gath e Gaza desde a costa até o sopé era (e é) território legítimo dos filisteus. É significativo que em todos os períodos históricos da Bíblia, os israelitas nunca ocuparam essas áreas em torno das cinco cidades dos filisteus e isso inclui até mesmo o esplendoroso tempo de Salomão. Não há evidências de que o povo judeu (da tribo de Judá) nunca tenha ocupado essas regiões das cinco cidades, mesmo a área tendo sido dada a Judá e em parte a Dan (por sorteio), no tempo de Josué. Por não terem os israelitas conseguido expulsar os filisteus dessas áreas, Deus informou que nos últimos tempos, as regiões seriam habitadas pelos filisteus. Esse ensino constitui a base jurídica para ocupação dos filisteus e seu direito a um Estado.

Sob o ponto de vista Bíblico, a Palestina não deveria ser incluída nos limites de Israel, mas por não ter Israel conquistado a terra e Dan ainda  ter deixado a região, Israel permitiu que os filisteus ali ficassem de forma permanente, Deus então legaliza a área para existência politica dos filisteus (Juízes 2:21:23) Filístia não fazia parte de Israel: "Também eu não expulsarei mais diante dele nenhuma das nações que Josué deixou quando morreu; para pôr elas, pôr Israel à prova, se guardará ou não o caminho do Senhor, como seus pais guardaram. Assim o Senhor deixou ficar aquelas nações e não as expulsou logo, nem as entregou na mão de Josué." Jz 2: 21,23.

Isso significa que o estado palestino deve possuir algum tipo de soberania nas áreas a sudoeste da terra de Canaã (desde o litoral ) do Sorek Wadi e para o sul em direção a fronteira do Egito. Essa área deverá ser atribuída a Palestina num futuro próximo. Curiosamente, Jerusalém nunca pertenceu aos filisteus. Segundo as profecias Bíblicas, todas as nações um dia vão querer participação em Jerusalém. O período de Salomão - onde sua esposa era representante das famílias do mundo - servirá de exemplo do que acontecerá pouco antes da segunda vinda de Cristo e no milênio quando Cristo governará sobre toda a terra. Os palestinos poderão ter algum representante em Jerusalém, mas segundo a Bíblia Jerusalém jamais poderá ser capital somente da Palestina.

Filisteus no Êxodo do Egito.

Devocional dia das mães

 

Wilma Rejane

Isaías 51:2: Olhai para Abraão, vosso pai, e para Sara, que vos deu à luz; porque, sendo ele só, o chamei, e o abençoei e o multipliquei.



O chamado de Abraão foi estendido para sua esposa que de forma sábia e paciente soube cumprir sua missão. E poderíamos dizer que ela errou ao oferecer Agar para Abraão para gerar-lhes um filho, mas mesmo nesse momento de erro do casal, percebe-se que a união e cumplicidade não os abandonou; foram capazes de assumir erros sem condenar o outro. 

Abraão foi o esposo que sonhou junto com Sara. E casal que tem sonhos em comum são fortalecidos em amor.

Maridos, que grande presente de Deus é ter um companheiro como Abraão que soube compreender tão bem o valor dos sonhos de sua esposa.

Esposas, que privilégio grandioso é deixar Deus trabalhar em nosso coração de modo a nos tornar agradáveis e amadas, confidentes, batalhando em oração para que prevaleça a vontade de Deus na vida do casal.


LinkWithin

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...