quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

X-Men em: O Futuro Já Foi Corrigido



Deus no Gibi

Se você pudesse voltar no tempo, até qualquer ponto da sua vida, e tomar uma atitude que modificasse o seu futuro… o que faria? Pense um pouco. É a chance de se declarar para aquela pessoa por quem sempre teve uma paixão secreta. A possibilidade de fazer o curso com o qual sempre sonhou, iniciando uma carreira nova, que te traga mais realização e sucesso. Ou então, é a oportunidade de amar sua família, para a qual sempre deu pouca atenção.

Quanta coisa poderia ser alterada, se tivéssemos a chance de reviver o passado. Aquela briga que não teve perdão. A imprudência que trouxe tantos problemas. A gravidez indesejada. Uma palavra dita na hora errada. Uma fofoca cruel. Uma partida. Mais atenção para a saúde.

E você faria essas mudanças mesmo sabendo que, pela teoria das viagens no tempo, qualquer modificação no passado alteraria radicalmente o futuro – que agora você  conhece como presente? Que nó isso dá na cabeça, hein?

Mas funciona assim: com a esperança de viver dias mais felizes, Patrícia não se casa com João. Nessa segunda chance, ela prefere o José, construindo um novo futuro. A questão é: essa mudança fará Patrícia se livrar de todos os problemas que a incomodam? Ou estará exposta a uma outra realidade – não necessariamente melhor que a anterior? Que outros problemas vão surgir à sua frente, a partir do relacionamento novo?

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

O que a Bíblia diz sobre doação de órgãos?




Wilma Rejane

A questão gera muitas dúvidas: seria licito ser doador ou receptor de órgãos? Qual a recomendação Bíblica para tal procedimento? Na época que compreende o período Bíblico,tanto do Antigo quanto do Novo Testamento, a medicina não estava tão avançada à ponto de utilizar instrumentos e métodos que utiliza hoje. Contudo, vemos Jesus devolver visão aos cegos, fazer paralitico andar, ressuscitar mortos em estado de putrefação (Lázaro) e outros milagres. O poder de Deus está acima da medicina e é adicionado através da fé. Há um mundo superior a este em que vivemos que é governado por um Deus bondoso e misericordioso que age em nós através do Nome e da Pessoa de Jesus Cristo: onipotente, onisciente e onipresente.

Agora, acreditar na medicina não significa não acreditar em Deus e por isso, Deus também opera por meio da medicina. Aliás, entre os discípulos de Jesus existia um médico chamado Lucas que foi muito útil ao ministério. Ele escreveu um livro que leva seu nome (Evangelho de Lucas) e também Atos dos apóstolos tendo sido testemunha viva de muitos milagres. Compreendendo assim que a medicina é propósito de Deus para a humanidade, fica mais fácil aceitar que: quer seja cristão, ateu, budista,o que for, a medicina trabalhará a seu favor.

Podemos relacionar algumas passagens Bíblicas com a doação de órgãos, vejamos:


sábado, 21 de fevereiro de 2015

Execução de cristãos pelo ISIS gera testemunhos de fé



Via Christian Today
Adaptado e comentado
Por Wilma Rejane

O irmão de dois dos cristãos coptas assassinados na Líbia na semana passada, agradeceu publicamente aos assassinos do ISIS (grupo islâmico) , por não terem editado o vídeo da decapitação em que  cristãos fizeram oração a Jesus Cristo antes de serem executados.

Eles falaram ao vivo para o programa de adoração no canal Árabe Christian SAT-7 dia 17 de Fevereiro. Beshir Kamel disse que estava orgulhoso de seus irmãos Bishoy Estafanos Kamel (25) e Samuel Estafanos Kamel (23), porque eles eram "uma medalha de honra ao cristianismo ".

Cenas pungentes dos assassinatos foram vistos ao redor do mundo. As últimas palavras de alguns dos mortos foram: "Senhor Jesus Cristo".

"A declaração de fé de nossos irmãos mortos fortaleceu  nossa fé, nossas famílias estão felicitando uns aos outros, não estamos em desespero, estamos orgulhosos por termos cristãos de nossa aldeia como mártires".


quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Não às drogas!




Wilma Rejane

Mateus 27:34 "Deram-lhe a beber vinagre misturado com fel; mas ele, provando-o, não quis beber."

Prisioneiros romanos, antes de serem executados, recebiam bebida entorpecedora para que a dor lhes fosse abrandada. Jesus recusou tomar a bebida que os soldados lhe ofereceram. Ao invés disso, escolheu beber até a última gota do cálice do sofrimento que Deus havia preparado para Ele. Aquela realidade precisava ser enfrentada, não cabia recusa, mas resignação e confiança. A confiança de que Deus estava no controle e não havia desamparado-O. Há momentos em nossas vidas que desejaríamos que fosse um sonho distante ou mesmo um pesadelo, é duro admitirmos certas situações, mas Jesus, ao não aceitar um analgésico para sua dor nos ensina que precisamos estar lúcidos e confiantes nos momentos difíceis.

As drogas desse mundo permitem a ilusão dos sentidos, o engano. A carga dos pecados recorrentes, distanciam o homem de Deus, a tal ponto de causar efeito semelhante (Isaías 59:1-2) Na mesma cruz em que Jesus recusou se entorpecer ele bradou: "Deus meu, Deus meu, porque me abandonaste?" ( Mateus 27:46).Ele não estava abandonado, mas os nossos pecados, o meu e o seu  estavam sobre Ele e a miserável realidade da corrupção da alma ofuscou Sua confiança. Não, Jesus não viveu um engano, Ele transmitiu exatamente o que acontece com nossa mente, espírito e corpo quando estamos infestados pelo pecado: perdemos a visão de Deus, a Verdade que nos restaura como filhos de Dele.

A epístola de Tito diz:

"Porque a graça salvadora de Deus se há manifestado a todos os homens, ensinando-nos que, renunciando à impiedade e às concupiscências mundanas, vivamos neste presente século sóbria, e justa, e piamente. Aguardando a bem-aventurada esperança e o aparecimento da glória do grande Deus e nosso Senhor Jesus Cristo; o qual se deu a si mesmo por nós para nos remir de toda a iniquidade, e purificar para si um povo seu especial, zeloso de boas obras." Tito 2:11-14.


segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

Cinquenta tons de marrom

Cinquenta tons cocô

"Não porei coisa má diante dos meus olhos."
Salmo 101:3
João Cruzué


Soube que por estes dias vai começar o lançamento no cinema da versão dos livros de E. L. James. Uma suposta dona de casa que começou a escrever pornografia e sadomasoquismo para outras donas de casa. Vi muitas vezes este livro nas mãos de senhoras dentro de trens e metrôs. Como passo na frente da Livraria Loyola da Barão de Itapetininga, a caminho do trabalho, por vários meses os três livros desta trilogia estavam na prateleira na porta da rua. Este post tem uma história muito interessante que vai resumir bem minha opinião sobre os livros da senhora James.

Minha prima, a professora  Raphaella, estava para ganhar seu primeiro bebê, quando saiu o tal livro "Cinquenta Tons de Cinza". Ela,  preocupada com enxoval e fraldas, aproveitou para dizer o que pensava do livro, com este outro título bem sugestivo: "cinquenta tons de cocô". O título, embora ambíguo, referia-se a uma fralda cheia de cocô de neném. Um degradê de marrom-m... Pelo outro lado semântico, também externava sua opinião do que pensava sobre o livro.

Observei bem o time do lançamento deste livro. Ele veio imediatamente após a trilogia Crepúsculo, que falava sobre o amor entre jovens vampiros. A indústria mundana do "entretenimento" é muito eficiente: Primeiro esgotou seu poder de fogo em cima de jovens e adolescentes, para depois, com a sra. E. L. James trazer os livros de pornô-sadomasoquismo para donas de casa. Vampiros e sadomasoquismo. Uma fartura de coisas mundanas para gente curiosa.



Os sonhos que inspiraram a canção de Karem Feitosa




Wilma Rejane

Não sei quanta história existe por trás dessa canção, quantas lágrimas regaram a terra seca para enfim chegar o manancial. Mas o Espírito Santo do Senhor é Aquele que traz a existência: Deus decreta e o sonho se realiza.

Há quem diga que Deus não sonha ou não tem compromisso com o que sonhamos e que nem só de sonhos vive o homem. Contudo, quando olho para os Evangelhos, vejo um Deus que se importa com nossa felicidade e se dispõe a realizar os anseios mais profundos do nosso coração.

Deleita-te também no Senhor, e Ele te concederá os desejos do teu coração. Salmos 37:4.

A alegria do Senhor é a nossa força e sem força não há realizações, porquanto tudo vem do Senhor.

E essa breve meditação sobre sonhar e realizar tem o objetivo de apresentar a Karem Feitosa cantora e compositora que a alguns anos é leitora do Tenda na Rocha e nos fez o seguinte oferecimento:

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

Era uma vez uma caixinha de promessas...



De Wallace Sousa,
Com muito bom humor!

Sobre este post só vai entender quem sabe o que é caixinha de promessa… se você não sabe, confessa nos comentários! risos

Quando me converti, dar e receber caixinha de promessas era praxe, e consultar “o que Deus quer falar comigo hoje”, tirando um versículo dentre as dezenas ali dispostas, era coisa corriqueira. Daí, infelizmente, começou um desvirtuamento da coisa, e as benditas caixinhas de promessa começaram a se transformar em “caixinhas de horógospóco”, e os crentes já não liam a Bíblia e ficavam só pegando os versículos-bênção, deixando os versículos-bomba para outro desavisado pisar em cima. Um tiro no pé, sabe?

Como eu me converti no Século XX ainda, e as caixinhas de promessa ainda não tinham seus modelos genéricos e de baixo custo, a gente fazia um improviso, genericamente falando: fechava a Bíblia, fechava os olhos, fazia uma oração meia-boca, abria a Bíblia e botava o dedo em cima. Onde caísse o dedo, a gente lia e então começava o esforço hermenêutico para entender “o que Deus falou”. Infelizmente, faltava um pouco de crítica nessa “arte literária”, afinal, foram tantos os descalabros teológicos que me admiro não ter surgido nenhuma nova opção teológica, sem noção, claro.

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

Compreendendo o dom de línguas



Wilma Rejane

O fenômeno ocorrido no dia de Pentecostes, em 33 d.C. quando os apóstolos e outros discípulos receberam do derramamento do Espírito Santo, com a evidência do falar em línguas, ainda hoje é motivo de controvérsias. A Igreja cresceu, se expandiu para fora dos limites de Jerusalém e atualmente o dom de Línguas é também propagado por outras religiões, gerando assim dúvidas, mitos, exaltação e rejeição por parte dos crentes.

O tema é polêmico e o objetivo desse artigo é tão somente, através do confronto com as Escrituras, reafirmar a importância desse dom, por muitos, considerado inútil. Para outros, considerado extinto.

Na profecia de Isaías.

Apóstolo Paulo, em exortação a Igreja de Coríntios cita uma passagem do Antigo Testamento, livro de Isaías 28: 11,12. “Assim por lábios estranhos, e por outra língua, falará a este povo. Ao qual disse: Este é o descanso, daí descanso ao cansado; e este é o refrigério; porém não quiseram ouvir” .

Deus proveria o dom de línguas para igreja, como  refrigério, descanso.  Em grego temos “menuchah”, se referindo a um lugar de descanso, sossego, refrigério, consolo, paz, silêncio e condição de repouso. É derivado de “nuach” um verbo que significa: descansar, acalmar, tranquilizar, consolar. Partindo desse radical, podemos fazer uma releitura do Salmo 23:2 da seguinte forma: “guia-me mansamente as águas de menuchah (as águas tranquilas)”.

Sabemos que em Cristo Jesus, recebemos a paz que excede todo entendimento. Somente Ele é capaz de promover a satisfação plena do homem, em todos os aspectos. Essa paz se tornou possível porque Cristo veio como homem, nasceu morreu e ressuscitou, ascendeu ao céu e prometeu  nos enviar um consolador, O Espírito Santo de Deus.

É sobre esse tempo que fala Isaías, o dom de línguas é o único que não está evidente no Antigo Testamento, ele é profetizado e está como sinal para a igreja testemunha de Cristo. E a igreja de Cristo é esta assentada sobre a pedra da revelação, dos dons, da operação do Espírito Santo, cuja obra produz o novo nascimento. Um nascimento espiritual que dá acesso a salvação. 

É fato, que a partir do novo nascimento, dispostos a enfrentarmos novidade de vida, nos lançamos em uma caminhada de renúncia, enquanto vida tivermos. Enfrentamos toda espécie de lutas, internas e externas. Muitos, são os que esfriam na fé, perdem o ânimo, caem, desistem, e sentindo-se fracassados, perdem a alegria da salvação. Isto é constatado no livro de Apocalipse. Quando Jesus se dirige as sete Igrejas, cada uma atravessava problemas no que tange a caminhada de fé:


segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

Sete marcas de um pecado mortal



Nem todo pecado significa a mesma coisa. Apesar de todo pecado te colocar sob a ira de Deus, e enquanto qualquer pecado é suficiente para criar um eterno abismo entre Deus e o homem, nem todo pecado é idêntico. No capítulo 9 do seu livro Overcoming Sin and Temptation [Vencendo a Tentação e o Pecado], John Owen quer que você pense sobre aquele pecado presente em sua vida, para analisar se é um pecado “ordinário”, ou se é um daqueles que são particularmente mortais e que, portanto, requerem algo mais do que o padrão comum de mortificação. A letalidade de um pecado não está tão relacionada à categoria desse pecado, mas a quão profundamente enraizado ele está em sua vida, e a como você tem respondido a Deus à medida que Ele tem revelado-o para você.

Aqui estão sete marcas de um pecado profundamente mortal:

1. Seu pecado é profundamente enraizado e habitual. Talvez haja alguns pecados que estão na sua vida por tanto tempo e com tanta incidência que você nem o acha mais chocante ou particularmente incômodo. Sua mente e consciência se endureceram para esse pecado e agora ele está profundamente entranhado em seus pensamentos e hábitos. Você, meu amigo, está em um lugar perigoso quando você se torna indiferente em relação a esse pecado. “A não ser que algum curso de ação extraordinário seja tomado, tal pessoa não tem base para esperar que o seu fim tardio seja pacífico”.

2. Você proclama a aprovação de Deus, mas sem combater o pecado. Você sabe que um determinado pecado é prevalente em sua vida, e mesmo assim você continua dizendo que é aceito em Cristo. Mesmo que Deus tenha revelado aquele pecado à você, e mesmo que você não tenha feito nenhum esforço real para mortificá-lo, você continua proclamando a graça de Deus em relação a você e você continua se confortando na paz do evangelho. Owen deseja que você saiba que não se pode pregar a paz de Deus para você mesmo enquanto abraça aquele grande pecado. O evangelho não oferece conforto àqueles que dançam lentamente com seu pecado favorito.


sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Maria Madalena, a discípula amada.



Wilma Rejane

"Quando Jesus ressuscitou, na madrugada do primeiro dia da semana, apareceu primeiramente a Maria Madalena, de quem havia expulsado sete demônios."Marcos 16:9

Magdala ou Madalena era uma próspera cidade situada cerca de três quilômetros de Cafarnaum, seu nome se traduz em "torre", para lá concorriam os comerciantes de peixes. Segundo o historiador Flávio Josefo,nos anos 30 depois de Cristo, Magdala tinha cerca de 40 mil pessoas e uma frota de 230 barcos para exportação de peixes. Também tinha a péssima fama de abrigar muitos prostíbulos, por isso, dizem, a cidade fora destruída nos muitos embates entre cruzados. 

É desse lugar que surge a discípula de Jesus mais citada nos Evangelhos: Maria de Madalena. Ela auxiliava Jesus com seus bens, sua renda (Lucas 8:3), o que indica que tinha certa posse. Não sabemos detalhes da vida desta mulher, sua família, trabalho, não é dito. Lucas diz que ela era uma entre tantas outras mulheres que haviam sido curadas de enfermidades e possessões demoníacas, contudo, destaca que somente de Madalena foram expulsos sete demônios(Lucas 8:2). Quais eram as enfermidades, quais os vícios, os pecados desta mulher? Não sabemos além do que as especulações permitem.

O testemunho de Madalena é uma prova do que um encontro real com Jesus pode proporcionar. Ela foi transformada de tal forma que sua gratidão pelo filho de Deus dava agora, todo o sentido a sua vida. Jesus olhou para a pecadora, perturbada, doente  e enxergou não apenas o presente, mas também o futuro. Ele viu o que ela era e o que viria a ser. Somente Jesus tem essa capacidade de conhecer o que está no profundo do coração humano. Madalena era alguém que havia perdido a identidade por causa da corrupção da alma. E Jesus conseguia vê-la limpa,liberta, feliz, mesmo quando ela ainda não era assim. O amor tem esse dom de enxergar além do que os olhos podem ver. 

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