Quando derrotas se tornam em vitória



João Cruzué

Não importa quantas batalhas da vida você perde; o importante é, no final, ganhar a guerra. Conta uma lenda que Einstein certa vez, brincando sobre conceitos da Relatividade, disse mais ou menos isso: Fique uma hora com a pessoa que você ama e vai parecer que foi um minuto, coloque a mão sobre a chama de uma vela por um minuto, e vai parecer que foi uma eternidade. Quero escrever sobre a relatividade das perdas, quando você anda na presença de Deus.

Susan M. Boyle ficou muito deprimida quando perdeu a final do concurso Britain's Got a Talent. Um concurso de calouros realizado pela Rede de Televisão britânica ITV. Ela passou quatro dias internada na psiquiatria, chateada pela divulgação de um número de telefone errado que a produção do programa divulgou. Por causa dessa trapalhada o primeiro lugar do concurso foi para o grupo de dança Diversity.

Alguma vez, nestes últimos três anos, você já ouviu falar do Diversity? Em termos mundiais, do que lhe valeu o primeiro lugar? Foi uma vitória relativa. Já com a divulgação da música " I dreamed a Dream" Susan Boyle, a que ficou em segundo, se tornou conhecida mundialmente da noite para o dia. Mudou-se para os Estados Unidos, gravou pela Sony Music e vendeu 10 milhões de cópias desse álbum de novembro/09 a setembro/10. Em uma semana - de 23 a 30 de novembro de 2009 vendeu mais 8 milhões de cópias, recorde levado para o Guiness Book.

Nelson Piquet, o brasileiro tricampeão mundial de F1, disse uma célebre Frase: "Quem fica em segundo é o primeiro dos perdedores." Mas, quando Deus tem um compromisso com você, isso também é relativo, Susan Margareth Boyle é a exceção mais destoante.

Steve Jobs era o gênio por trás da Apple, a companhia que criou o primeiro microcomputador pessoal. Sua liderança era inegável, mas sua arrogância; insuportável. Foi despedido pelos próprios sócios. Este prejuízo e abandono foram decisivos para que ele reencontrasse o caminho para cima. Foi aceito anos depois na antiga companhia, trabalhou, criou, fez as escolhas certas e, no ano passado, antes de morrer, a Apple era a empresa mais valiosa do mundo, cerca de 391 bilhões de dólares.

Quero dar também dois testemunhos pessoais. Em 1996 eu estava vendendo o ponto de um comércio onde minha esposa e eu não fomos bem sucedidos. Na hora de passar o ponto à frente, porque o tínhamos comprado (e caro) o locador disse assim: "Vocês podem vender, mas na hora de combinar o aluguel com o novo dono eu vou dobrar o preço." Como deu para perceber, ele iria melar todo o negócio. Saímos no prejuízo. Na época, uns R$ 4.500,00. Hoje, 15 anos depois, uns R$15.000,00. Saímos no prejuízo. Uma kombi velha de um amigo retirou nossas mercadorias e móveis e entregamos o ponto ao seu locador. Uma semana depois, surgiu um trabalho para mim. Ganhei R$9.000,00. O dono daquele ponto ficou seis anos sem conseguir locá-lo.

Em 2019, não te esqueças de mim!

Flor Não-te-esqueças-de-mim.


Wilma Rejane

Os jardins são ambientes que geralmente nos fazem bem: respirar um ar mais puro, contemplar a beleza e diversidade das plantas, perceber os maravilhosos detalhes da criação de Deus no desabrochar das flores. Sempre gostei de jardins e hoje, no findar do ano de 2018 e inicio de 2019, utilizo a metáfora da pequena flor  “Não-te-esqueças-de-mim” para lhes trazer uma encorajadora mensagem de ano novo. Uma mensagem que primeiramente tocou meu coração.

Você conhece a flor Não-te-esqueças-de-mim? Ela é muito pequena, tem cinco pétalas e geralmente está em ramalhetes de variadas cores: tons de azul, lilás, branca e outras. É uma flor que está nos jardins de todo o mundo e no Brasil também é conhecida por Miosótis. Há uma parábola alemã que diz que quando Deus havia acabado de nomear todas as plantas, uma foi deixada para trás, sem nome, até que uma suave voz exclamou: “Não Te esqueças de mim, ó Senhor Deus”. Deus respondeu que assim chamaria aquela flor.

A parábola alemã tem o objetivo de relembrar a sublime história que torna conhecida a flor em alguns países. E nessa mensagem, aproveito o fato dessa pequenina flor ter cinco pétalas para enfatizar cinco coisas que devemos guardar sempre no coração, cinco coisas que como filhos de Deus não podemos esquecer. Assim o “Não- te- esqueças- de- mim” que dá título à mensagem, além de ser uma referência a flor de mesmo nome, é como uma súplica fundamentada no Evangelho de Cristo, nosso Senhor.

O cinto de pano de Jeremias e o ano novo.

O Senhor guarda a todos os que O amam - Salmo 145:20




WilmaRejane


A mensagem de Deus para a nação de Israel através da simbologia de um cinto de pano, ainda é atual e profundamente reflexiva.  Jeremias é convocado a viver o oráculo de Deus que anunciava a queda de um povo corrompido, prestes a ser levado em cativeiro. E Deus usa a imagem alegórica do cinto para revelar o estado espiritual em que se encontrava as pessoas da época. Essa experiência de Jeremias tem falado de forma impactante ao meu ser e por isso escolho esse tema como devocional de boas vindas para o ano novo.

O ano era 580 a. C e Israel estava se esquecendo das Promessas que Deus havia feito a seu povo, por essa razão se desviava do verdadeiro culto, refugiando-se nos ídolos. A ingratidão e esfriamento da fé estava presente nos rituais realizados sobre os montes e em toda parte. E Deus fala com Jeremias:

  • “Assim me disse o Senhor: Vai, e compra um cinto de linho e põe-no sobre os teus lombos, mas não o coloques na água. E comprei o cinto, conforme a palavra do Senhor, e o pus sobre os meus lombos. 

  • Então me veio a palavra do Senhor pela segunda vez, dizendo: Toma o cinto que compraste, e que trazes sobre os teus lombos, e levanta-te; vai ao Eufrates, e esconde-o ali na fenda de uma rocha. E fui, e escondi-o junto ao Eufrates, como o Senhor me havia ordenado.

  • Sucedeu, ao final de muitos dias, que me disse o Senhor: Levanta-te, vai ao Eufrates, e toma dali o cinto que te ordenei que o escondesses ali. E fui ao Eufrates, e cavei, e tomei o cinto do lugar onde o havia escondido; e eis que o cinto tinha apodrecido, e para nada prestava. ” Jeremias 13:1-7


Significado da simbologia:


O cinto de linho sobre os lombos era sinal de comunhão com Deus, de revestimento espiritual, pureza . Esse ornamento fazia parte da roupa sacerdotal (Êxodo 29:5). Israel vestida com cinto de linho sobre os lombos, indicava uma nação de sacerdotes, de pessoas vivendo sobre o concerto das Promessas feitas aos patriarcas: Abraão, Isaac e Jacó.

Jeremias compra o cinto de linho, e por que não o acha ou ganha do próprio Deus? Porque a graça de Deus está disponível para todos, mas temos que nos esforçar, buscar a Deus e viver em santidade. A paz de espírito, o recebimento das Promessas é condicional, paga-se um preço para manter o cinto sobre os lombos.

Naquela noite em Belém...



Wilma Rejane

"E o anjo lhes disse: Não temais, porque eis aqui vos trago novas de grande alegria, que será para todo o povo:Pois, na cidade de Davi, vos nasceu hoje o Salvador, que é Cristo, o Senhor.E isto vos será por sinal: Achareis o menino envolto em panos, e deitado numa manjedoura.E, no mesmo instante, apareceu com o anjo uma multidão dos exércitos celestiais, louvando a Deus, e dizendo:Glória a Deus nas alturas, Paz na terra, boa vontade para com os homens." (Lucas 2:10-14)

O coral de anjos foi o primeiro evento comemorativo do nascimento de Jesus. Havia uma atmosfera festiva de louvor a Deus pela encarnação do Verbo, do Filho de Deus entre os homens: Jesus, a melhor notícia já anunciada para humanidade. Naquela noite em Belém não haviam banquetes, nem  luzes coloridas piscando pela cidade, não haviam trocas de presentes. O que havia era a chegada de um novo tempo em que Deus estaria pessoalmente entre os homens para lhes falar sobre Amor. Deus amando aos homens e ao mundo terreno de tal forma que lhes presenteava com o que havia de mais nobre, valioso, generoso e justo: Jesus (João 3:16)

Deus nos presenteou revelando-nos o mistério da Salvação, da vida eterna. Nos presenteou com o perdão de pecados, com a morte da morte e a ressurreição. Nos presenteou com a graça, transbordante, aniquilando a condenação, a culpa, o engano. O Natal chegou através de coisas simples, em uma pequenina cidade de Israel que vivia sob domínio romano. José e Maria,o casal que abrigava o Salvador não fazia parte da elite econômica, eram sim ricos aos olhos de Deus porque O temiam e O amavam com todo o coração. José e Maria eram o ideal de família e de humanidade que corroboravam com o Natal.

Depoimento de um leitor sobre o Blog A Tenda na Rocha




Boa noite Wilma Rejane,

        Aqui é o Gabriel, tenho 24 anos e moro atualmente na cidade de Joinville. Faz alguns anos que acompanho o seu blog "A Tenda na Rocha" que para mim foi uma direção concebida pelo próprio Espírito Santo para minha jornada com Cristo.  Faz três anos que conheci o Evangelho - digo conhecer no sentido de aceitar-,  e foi através do seu blog que realmente fui obter intimidade com Deus. O primeiro estudo que li foi "O Preço da Renúncia" que é o meu favorito, pois, foi através deste que eu vim a me converter renunciando minha vida e vivendo para Cristo. 

Wilma, apesar de não conhece-la pessoalmente saiba que tenho um grande apreço por sua história e dedicação ao Evangelho. Agradeço a Deus primeiramente pelos inúmeros e incontáveis gestos de amor que tem conosco e a você por transmitir a Palavra com tanta maestria e esmero. Que Deus cada vez mais venha ser louvado por sua vida!

Muito obrigado,

Do seu leitor,
Gabriel

Maria havia esquecido...




Era madrugada de domingo e ela acabara de chegar ao cenário que, a primeira vista, se apresentava desconcertante. Maria emudeceu. Diante do sepulcro aberto e vazio as dúvidas a atormentavam, seu coração palpitava e seus olhos encheram-se de lágrimas. Seu Mestre havia sido levado, pensava ela.É curioso notar que ao longo de três anos caminhando lado a lado com Jesus, ouvindo-o dizer inúmeras vezes que três dias após sua morte Ele ressuscitaria para cumprir o plano pré-determinado por Seu Pai, em nenhum instante Maria pensou nesta hipótese. A ideia de ressurreição para o judeu do século I era tão ou mais absurda do que é para nós, hoje, no século XXI. Fato é que nenhum daqueles que durante três anos andaram e ouviram Jesus de Nazaré estavam de campana em frente ao sepulcro em que Ele fora sepultado aguardando sua ressurreição naquele maravilhoso e histórico domingo na cidade de Jerusalém.

Lá estava Maria, perdida, atônita! Completamente dominada pela circunstância. Ela havia esquecido-se das palavras de seu Mestre. Esqueceu-se de crer. De repente, eis que surge a pergunta: Mulher, por que choras? Era Ele. O Cristo Ressurreto que escolhera revelar-se glorificado naquele exato momento pela primeira vez e a uma mulher, bendita mulher. Mas não foi suficiente. Mesmo diante do Rei dos reis, ressurreto e glorificado, ela não pôde ver. Confundiu-o com um jardineiro qualquer e aflita perguntou: onde puseram meu Senhor? Estava cega, havia perdido completamente o fundamento no qual tinha construído toda sua vida.

Jefté: sucesso e drama na era dos Juízes

O que aconteceu com a filha de Jefté?


 Wilma Rejane


Jefté foi um dos juízes em um período caótico da história de Israel, 1380 a 1050 a. C: "Não havia rei em Israel, porém  cada um fazia o que parecia reto aos seus olhos" Jz 21:25. Vivia em Gileade, sendo membro da tribo de Manassés. A história de Jefté é curiosa, controversa e não conclusiva. Ele nasceu e viveu em um contexto familiar desorganizado. Sua mãe era prostituta, seu pai ( Gileade) tinha muitos filhos de outros relacionamentos. A Bíblia apresenta Jefté da seguinte forma: " Era então Jefté o gileadita, valente e valoroso, porém filho de uma prostituta, mas Gileade gerará a Jefté. Também a mulher de Gileade tivera outros filhos, já grandes que expulsaram Jefté de casa dizendo: Não herdarás em casa de nosso pai, porque és filho de outra mulher" Jz 11:1-2.


Assim, Jefté em todo e qualquer contexto histórico, diante de sua origem e consequências familiares, seria fadado ao insucesso. Alguém lançado à marginalidade, sem pai, mãe, irmãos e sem lar. Tendo que vencer os traumas para se posicionar de forma relevante na sociedade. O que acontece a Jefté, após ser expulso de casa? " Foi habitar na terra de Tobe; e homens levianos se ajuntaram a ele e saíam com ele" Jz 11:3. Se meteu com más companhias, mas a facilidade de adaptação ao novo lugar, demonstra que ele tinha capacidade de liderança. 

Então, Jefté era valente, valoroso e lider. Cheio de qualidades, em um contexto de dificuldades. Quantas pessoas não se identificam com Jefté? Ele precisaria não chorar o abandono e a desgraça familiar, mas investir esforços para ser feliz, através daquilo que lhe era próprio: liderança, força e valor. A história demonstra um homem motivado e disposto a vencer, tanto que chama à atenção dos anciãos de Israel e em um momento crítico da nação, ele é lembrado e solicitado: "Volte para Gileade, venha ser conosco para combater contra os filhos de Amon, seja cabeça entre nós" Jz 11:08.

Para quem não desanima nem se entrega a má sorte, chegará esse momento de reconhecimento e vitória. O Jefté valoroso era maior que sua história natural de desamparado familiar. E essa é uma lição para nós. Tem semelhança com "sair de detrás das malhadas", deixar o anonimato, ser exaltado por ter nascido humilhado, mas não passar a vida lamentando. O destino empurrava Jefté para o caos, ele porém, prevalecia pela coragem e vontade de ser feliz.

Juízes 11: 29 "Então o Espírito do Senhor se apossou de Jefté. Este atravessou Gileade e Manassés, passou por Mispá de Gileade, e daí avançou contra os amonitas". Israel venceu a guerra e a participação dele foi decisiva, até que o nomearam juiz da nação. Julgou Israel por seis anos, sendo sepultado nas cidades de Gileade (no plural). 


E Jefté, cujo nome significa "Deus abre" entra para o rol dos juízes de modo louvável. Deus de fato, abriu caminhos e deu oportunidades a esse guerreiro que soube ser diplomata e militar. Antes de partir para luta armada, ele tentou dialogar com as nações inimigas, propondo acordo ( juízes 11:12). Quem diária que alguém tratado com tanto desdém, soubesse tratar os outros de forma tão complacente? A história desse homem pode nos ensinar muito.

O voto de Jefté


Pequenos presentes de grande valor



Wilma Rejane


Um helicóptero sobrevoou a cidade jogando brinquedos, ouvi o barulho das crianças e sai até o portão. Eram dezenas delas carregando bolas coloridas e apesar de não caber mais presentes nas pequenas mãozinhas, olhavam sorridentes para o céu aguardando mais novidades. Os adultos também se mostravam surpresos e felizes, afina,l um gesto de tamanha bondade era raro de se ver, quem sabe somente de ano em ano, no Natal, quando os corações ficam mais solícitos a doação.

A cena me fez refletir sobre Deus e Sua bondade. Todos os dias Ele envia presentes do céu para cada um de nós. Alguns reconhecem que tudo provêm do favor Divino, os bens mais preciosos que de tão acostumados que estamos com eles, sequer lembramos de agradecer : o ar que respiramos, a brisa que balança as folhas das árvores, os sorrisos que atravessam nossos caminhos. E estamos sempre aguardando mais do que nos falta ou do que temos de sobra.

Tudo é milagre, mas não nos damos conta, até que a ausência de qualquer coisa nos assalte e percebamos o imenso valor do que se perdeu. Usando um exemplo próximo e real, meu amado esposo Franklin quebrou um ossinho do pé direito chamado quinto metatarso, faz dois meses e já está recuperado, mas ficou a lição: o pequeno se tornou gigante e tivemos que  mudar toda rotina. Quanta falta fez caminhar!

Durante esse período, constatamos o desprezo das instituições para com os cadeirantes: dificuldade para encontrar rampas, preferência em filas, cadeiras de rodas em péssimo estado disponível nos supermercados (para quem chega de carro e usa só para se movimentar nos corredores do mercado),  empurrei  uma cadeira com pneu furado . E só nos demos conta da dimensão do problema, quando passamos por ele. Todos os dias pessoas com necessidades especiais são ignoradas em seus direitos de ir e vir, mas como estamos tão ocupados conosco, não nos incomoda.

E essas lições fazem falta em nossas igrejas. Imploramos por milagres, coisas grandiosas e sobrenaturais, enquanto isso o sobrenatural milagre do amor e da gratidão está distante, perdido em lugares sedentos e secos que aguardam pelo menos gotas de águas que sejam. Estamos como as crianças com olhos fitos no céu, de mãos cheias e querendo mais. E se pelo menos nossos corações tivessem a pureza da infância, o mundo seria outro, nós seríamos o outro, o amor seria viver e não 'troco'.

Acalmando o coração ansioso



Wallace Sousa

"Não andem ansiosos por coisa alguma, mas em tudo, pela oração e súplicas, e com ação de graças, apresentem seus pedidos a Deus. E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará os seus corações e as suas mentes em Cristo Jesus." Filipenses 4:6,7

A ansiedade é uma das grandes vilãs deste século. Aliás, para ser mais preciso, já no séc. XX a ansiedade, juntamente com a depressão, era considerada um mal bem presente na vida das pessoas. Eu já fui muito ansioso, então posso dizer que sei como esse sentimento é desagradável e difícil de se lidar.

A despeito de muitas tentativas que fiz de lidar com isso e, pra variar, quebrei a cara, a melhor e mais eficaz forma que eu encontrei de lidar com a ansiedade foi através da meditação e da confiança na Palavra de Deus.

Esse versículo que abre o post foi o melhor remédio que encontrei quando passei por situações onde a ansiedade ultrapassava os limites e vencia todas as minhas resistências, a despeito de meus melhores esforços. Outro versículo que também foi muito importante nessa luta contra a ansiedade foi este aqui:

Aquietai-vos, e sabei que eu sou Deus; sou exaltado entre as nações, sou exaltado na terra. Salmos 46:10

Entretanto, deixe-me dizer-lhe algo: tal como um remédio que, para fazer efeito, ele deve ser tomado conforme a prescrição médica, ou seja: nas doses recomendadas, nos horários prescritos e durante o período determinado, a Palavra de Deus também precisa ser observada segundo os mesmos critérios.

Por isso, não basta apenas você ler e não crer, ler e não praticar, ler e não observar, assimilar e viver de acordo. Imagine comigo: e se o médico lhe prescrever algo, você ler e não comprar o remédio, ou comprar e não tomar, não fazer uso dele, o que vai acontecer? De quem será a culpa se você não ficar curado daquela enfermidade? Do médico ou sua?

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