Antes que venham os dias maus




Autor: João Cruzué

Quão fracos e impotentes somos diante das adversidades da vida. Há alguns anos, minha cunhada Dalva foi acometida de câncer, apesar dos cuidados dos médicos, esposo, amigos, parentes, ela partiu, deixando muita dor. Eu sei que a morte é um inimigo real que ronda a todos nós. Fingimos que não acontecerá conosco, mas precisamos levar em conta essa possibilidade. E para que não passemos pela vida infelizes e estéreis,  creio que  é muito bom fazer uma pequena  reflexão em Eclesiastes 12.1.

Sempre detestei visitar pessoas em hospitais, até o dia que fui trabalhar em um, durante seis anos. Ali, você pode ver de tudo, a realidade que não aparece nas ruas: os infortúnios, doenças graves, acidentes, feridos de todo tipo, crianças adultos e velhos. Lá eu pude ver duas coisas: a dor e a fragilidade humana.

Acredito no poder da oração e já pude dar graças a Deus por ver uma parente curada de câncer, voltando viva para casa. Por outro lado, também já orei e jejuei por muitos dias e o resultado foi nulo. Eu posso aceitar a decisão do Senhor em deixar uns e levar outros, mas nunca vou compreender bem as decisões Dele.

A história de meu pai




Wilma Rejane

Recebi convite para ministrar o sermão especial dedicado aos pais no segundo domingo de Agosto na igreja batista em que congrego. Aceitei de pronto, embora sabendo que esse seria um desafio de ordem maior por dois principais motivos: meu pai é falecido e em vida havia sido muito ausente. Passei a semana procurando passagens Bíblicas e histórias sobre pais para ilustrar o sermão e depois de ter lido(inclusive) um pequeno livro da editora sextante, intitulado “Histórias para aquecer o coração dos pais”, confidenciei ao meu esposo Franklin:

  • Sabe aquele livro que você me deu de presente? Tem tantas histórias lindas entre pais e filhos, chorei ao lê-las e também por descobrir que não tenho histórias desse tipo para contar sobre meu pai.

Ele fez uma pausa e respondeu:

  • O fato de não ter histórias já é uma história. Você nunca comentou sobre isso em nenhum sermão, quem sabe essa é a oportunidade que Deus irá usar para falar com as pessoas sobre relacionamentos familiares.

E acatando o conselho de meu amado esposo abro “a caixa secreta”sobre eu e meu pai, uma história que sempre me faz chorar, especialmente por saber que poderia ter sido diferente se pelo menos um de nós, na época,  conhecesse o incomparável amor de Jesus.


Uma data

O dia dos pais é uma data originada nos Estados Unidos quando uma filha, chamada Sonora Louise , motivada pela amor que sentia pelo pai militar, recorre a Associação Ministerial de Spokane e Entidade de Jovens Cristãos em Washington para oficializar uma data em que todos pudessem comemorar e demonstrar gratidão aos pais. Em 1972, depois de muitas comemorações lideradas por Sonora, o presidente Richard Nixon, assina uma proclamação presidencial declarando o terceiro domingo de Junho “Dia dos pais”. Por motivos comerciais, o Brasil importou a comemoração, transferindo para segundo domingo de Agosto.

Muito antes de existir data comemorativa para os pais, existiu o plano Divino da família,  onde pais e filhos foram chamados para amar uns aos outros, sendo testemunhas de Deus na construção de uma sociedade melhor, de um mundo mais justo: “não é bom o homem estar só.” Gn 2:18, é no relacionamento familiar que o homem ganha identidade, recebe valores para a vida. Na ausência de uma família, o homem pode se achar só, contudo, seria irreal ignorar que dependeu de relacionamentos familiares para ser gerado. Somos um, em mistura de antepassados, resultado de genes entrelaçados. Também seria irreal ignorar que há famílias e famílias: lares habitados, calorosos e abençoados e casas divididas.

Deus escolheu uma família em Belém na Judeia para abrigar Seu filho Jesus no cumprimento do plano salvífico para humanidade. José e Maria, sublimes exemplos de pais que bem souberam conduzir a família alicerçados na Palavra de Deus. Tiveram problemas, mas permaneceram unidos na busca por soluções. Em uma carpintaria José passava a maior parte de seu tempo, ensinou o oficio aos filhos e da mesma forma que polia a madeira e cortava as arestas dos móveis encomendados, labutava juntamente com a esposa na educação familiar, uma tarefa sofrida que exigia paciência, cooperação e sobretudo fé. E se pensarmos que na época de José não existiam ferramentas como serras elétricas para derrubar árvores e facilitar o trabalho, poderemos dizer que toda a família era engajada na carpintaria. Posteriormente, vemos toda família também unida na missão de propagar o Evangelho do Reino de Deus. As mãos de todos naquela família deveriam ser calejadas, porém, amaciadas pelo amor com que serviam uns aos outros. Que exemplo de família!


Por muitas datas...

As mãos de meu pai estiveram sempre tão distantes que nunca senti a temperatura de sua pele ou a segurança de me sustentarem em algum percurso curto ou longo . Faz oito anos que ele se foi e é claro que guardo muitas lembranças, mas não insisto em trazê-las para o presente para não reviver o que tanto me fez sofrer. Meu amado pai já carregava uma historia familiar triste, seu pai (meu avó) havia abandonado a família “vou ali comprar um cigarro” e dessa ida, se passaram mais de trinta anos de ausência. Voltou para casa à beira da morte, pediu perdão a esposa e filhos e partiu definitivamente. A única vez que vi meu avô paterno foi poucos dias antes de sua morte.

10 artigos sobre pais














Quem é Siló nas profecias Bíblicas?




Que venha Siló, e a Ele se congregarão os povos. Gn 49:10


Wilma Rejane

Estudar sobre o significado de Siló, me encheu de alegria e gratidão a Deus. Lembrei das tantas vezes em que a vida me fez pensar que a derrota havia me alcançado de uma vez por todas, e passados  dias, meses ou mesmo anos, pude compreender que na “casa do luto” existe e reside novos começos possíveis aos que jamais perdem a fé e a esperança na fidelidade de Deus.

Siló é citado pela primeira vez no livro de Gênesis. No começo da história de amor, entre Deus e o homem. Siló está no principio, como uma profecia  de Jacó (Israel) para Judá, para seu filho Judá e toda a tribo de mesmo nome e ainda para todos os povos:“ O cetro não se arredará de Judá, nem o legislador dentre seus pés, até que venha Siló, e a Ele se congregarão os povos” Gn 49:10

Quem é Siló? O que esta palavra significa? É quase impossível decifrar o significado de Siló se não fizermos um estudo detalhado incluindo Antigo e Novo Testamento. No verso de Gênesis, Siló está como nome próprio, uma palavra composta da reunião de dois vocábulos: shel e loh, significando “a quem alguma coisa pertence, a quem pertence o domínio, o que tem o reino” ( Strong 07886). Porém, e por muito tempo, Siló foi a denominação dada a uma região de Israel.

“ E toda a congregação dos filhos de Israel, se ajuntou em Siló, e ali armaram a tenda da congregação, depois que a terra foi sujeita diante deles” Js 18:1

“ Subia, pois, este homem da sua cidade, de ano em ano a adorar e a sacrificar ao Senhor dos exércitos em Siló, e estavam ali os sacerdotes em Siló” I Sm 1:3

Siló era o mais importante local de culto de toda a Palestina, ficava a 38 quilômetros ao Norte de Jerusalém, na região de Efraim. Multidões concorriam a Siló para adorar, sacrificar a Deus e consultar os sacerdotes, dentre eles Eli e também ao profeta Samuel. A arca da Aliança permaneceu nessa cidade por mais de um século, no talmude está escrito que na verdade, foram 369 anos de permanência da Arca da Aliança em Siló.

Jesus restaurou meu casamento

Viviane e sua linda família



Por Wilma Rejane
Testemunho recebido via e-mail
Escrito e vivido por:

Viviane Morais,  36 anos, casada com o Rodrigo e mãe da Isabela(14anos) e Sophia (3 anos). De Guaxupé - MG.

No momento Deus tem me usado para ajudar outras pessoas que passam por situações difíceis no casamento, estão em processo de separação.Tenho observado cada detalhe do agir de Deus e ficado maravilhada com a sua perfeição.E senti que isso irá me preparar e me dar mais sabedoria para escrever um livro.

Cheguei a ficar separada por cinco meses , mas o que Jesus me deu o inimigo não roubou de mim (assim como o filho da sunamita) , ele tentou mas está derrotado pelo sangue de Jesus . E hoje eu posso declarar que eu e minha família servimos ao Senhor , porque eu ganhei o meu esposo para Jesus , glórias a Deus ... nossas filhas são bênçãos que também estão na casa do Pai . Deus não só me proporcionou a benção da família restaurada , mas Ele tem usado a minha família para trabalhar na obra Dele . E eu quero servir a esse Deus de todo coração em quanto eu tiver fôlego! Esse Deus é de vitória, Ele trabalha em favor daqueles que Nele espera e descansa, que põe Nele a sua confiança .

Com um mês e meio da separação, eu orava muito. É que eu estava afastada dos caminhos do Senhor, já havia voltado umas três vezes mas nunca ficava firme, sempre falava que daquela vez era para valer e depois desanimava.Foi dessa forma que Deus primeiro me resgatou, fui pela dor... ah como queria ter ido por amor! Mas Deus sabe de todas as coisas. Agradeço à Ele por isso. Então eu orava muito, mas não tinha aprendido a descansar minha confiança em Deus. Eu agia por mim mesma e era ansiosa, tola!


Dor e lágrimas na jornada da vida


Wallace Sousa


E Deus limpará de seus olhos toda a lágrima; e não haverá mais morte, nem pranto, nem clamor, nem dor; porque já as primeiras coisas são passadas. Apocalipse 21:4

Se existe uma certeza para todo ser humano, além de que um dia haverá de enfrentar a morte, é a de que sentirá dor e derramará lágrimas. Para ser honesto, já nascemos causando dor e forçando lágrimas em olhos alheios, em um esquisito misto de dor, tristeza e alegria. Mas, em pouco tempo, seremos nós a experimentar isso por nós mesmos. É inevitável. É inescapável. E, para alguns, é também quase insuportável viver assim.

Desde que nos entendemos por gente, sentir dor e chorar são coisas praticamente corriqueiras e, durante algum tempo, cotidianas. Quando descobrimos que aquela sensação desagradável se chama dor, já estamos bem escolados (experimentados na dor e no sofrimento…). Derramar lágrimas é outra de nossas especialidades infantis. Eu sei disso, você sabe disso. Todo mundo sabe disso. Mas… alguém sabe explicar por que as coisas são ou têm de ser assim?

Se você não tem uma explicação razoável para isso, a Bíblia tem. Segundo ela, o motivo de tanta dor e lágrimas é a desobediência humana. Ou, falando em termos teológicos, o pecado do homem. Já em uma linguagem mais prática, é errar o alvo (tradução de pecar, do hebraico). Pecar é errar o centro da vontade de Deus para nós, capice? Isso não quer dizer que obedecer incondicionalmente a Deus vai nos garantir uma vida de alegria incessante e isenta de dores. Não, senhor: não quero iludi-lo pois, às vezes, obedecer a Deus pode significar justamente o contrário. Você pode ser lançado ao encontro de dor, sofrimento e, claro, lágrimas. Obedecer não é fácil, como acertar o alvo, na mosca, também não é.

Todavia, o alento que existe é que essa situação não é permanente, mas temporária. Sim, ela terá fim, ainda que demore (para os padrões humanos). O verso que abre esta simples reflexão traz essa afirmação de forma bastante clara: que a dor, as lágrimas e o sofrimento terão – um dia – fim. Na verdade, sairão de cena por um motivo bem simples de entender: elas deixarão de existir porque se tornarão desnecessárias, inúteis.

Diferença entre fraqueza humana versus pecado




Wendy Ulrich
De Utah, EUA.


As limitações e inadequações não são pecados e não nos impedem de ser puros e dignos do Espírito.

-“Sou digno de entrar na casa de Deus por não ser perfeito?”

-“Deus pode mesmo transformar minha fraqueza em força? Jejuei e orei durante dias para que esse problema fosse tirado de mim, mas parece que nada está mudando.”

Ao refletirmos sobre essas perguntas, é crucial compreendermos que, embora o pecado inevitavelmente nos distancie de Deus, a fraqueza, ironicamente, pode conduzir-nos a Ele.

Distinguir o Pecado da Fraqueza

Em geral, pensamos tanto no pecado quanto na fraqueza como manchas negras na tapeçaria de nossa alma, apenas com variações de tamanho e graus diferentes de transgressão. Mas as escrituras indicam que o pecado e a fraqueza são intrinsecamente distintos, exigem remédios específicos e têm o potencial de produzir resultados diferentes.

A maioria de nós conhece melhor o pecado do que gostaria de admitir, mas lembremos: o pecado é a escolha de desobedecer a Deus é o rebelar-se contra o Espírito Santo. O pecado é a escolha de confiar mais em Satanás do que em Deus, pondo-nos em posição de inimizade com nosso Pai. Ao contrário de nós, Jesus Cristo não tinha absolutamente nenhum pecado e pôde expiar nossos pecados. Quando nos arrependemos sinceramente — o que inclui mudar nossa mente, nosso coração e nosso comportamento, bem como fazer a restituição quando possível e não repetir esse pecado no futuro —, podemos ter acesso à Expiação de Jesus Cristo, ser perdoados por Deus e ficar puros de novo.

Tornar-se puro é essencial, pois nada impuro pode habitar na presença de Deus. Mas se nossa única meta fosse ser tão inocentes quanto éramos quando saímos da presença de Deus, melhor seria nem sair do berço até o fim da vida. Na verdade, viemos à Terra para aprender pela experiência a distinguir o bem do mal, crescer em sabedoria e conhecimento, viver valores que nos são caros e adquirir características divinas — um progresso que não podemos fazer nos limites seguros de um berço.


Podemos definir a fraqueza como a limitação de nossa sabedoria, santidade e nosso poder que é inerente a nossa condição humana. Como mortais, nascemos frágeis e dependentes, com várias debilidades e predisposições físicas. Somos criados por outros mortais fracos e vivemos cercados por eles. Seus ensinamentos, seu exemplo e sua maneira de tratar-nos também são falhos e às vezes nos fazem mal. Em nosso estado frágil e mortal, sofremos enfermidades físicas e emocionais, fome e fadiga. Vivenciamos emoções humanas como raiva, tristeza e medo. Falta-nos sabedoria, conhecimento, resistência e força. E estamos sujeitos a tentações de muitos tipos.

Embora não tivesse pecado, Jesus Cristo assumiu plenamente a fraqueza mortal, tal como nós (ver II Coríntios 13:4). Ele nasceu como uma criança indefesa num corpo mortal e foi educado por humanos imperfeitos. Precisou aprender a andar, falar, trabalhar e relacionar-Se com as pessoas. Sentia fome, cansaço, todas as emoções humanas e podia ficar doente, sofrer, sangrar e morrer. Ele “em tudo foi tentado, mas sem pecado”, submetendo-se à mortalidade a fim de poder “compadecer-se das nossas fraquezas” e socorrer-nos em nossas enfermidades ou debilidades (Hebreus 4:15).

Simplesmente não podemos nos arrepender do fato de sermos fracos — e a fraqueza em si não nos torna impuros. Não podemos crescer espiritualmente a menos que rejeitemos o pecado, mas também não crescemos espiritualmente a menos que aceitemos nosso estado de fraqueza humana, lidemos com ela com humildade e fé e aprendamos por meio de nossa fraqueza a confiar em Deus. Na verdade, o Senhor ensinou-o a ser humilde e a ter fé em Cristo. Se formos mansos e fiéis, Deus oferece graça — não perdão — como o remédio para a fraqueza. O Guia para Estudo das Escrituras define a graça como o poder capacitador de Deus para fazermos o que não conseguimos sozinhos — o remédio divino adequado por meio do qual Ele pode “[fazer] as coisas fracas [se tornarem] fortes”.

Deus criou o homem do barro e a ciência comprova



Wilma Rejane


A Bíblia não é uma fábula. Ela é o livro mais fantástico de todo o universo! É simplesmente maravilhoso saber que Deus providenciou esse tesouro que contêm os segredos da vida e da eternidade, a criação do homem, sua queda e redenção possível através do sacrifício de Jesus Cristo. Aqueles que compreendem e recebem a mensagem de Deus no coração tornam-se novos em espírito, nascidos de novo para uma nova e viva esperança presente na pessoa de Jesus. E essa mensagem que muitos definem como loucura ou fanatismo é  o desvelar do sentido da vida. Felizes os que crêem, pois somente se pode renascer pela dom da fé . 

"Para que a prova da vossa fé, muito mais preciosa do que o ouro que perece e é provado pelo fogo, se ache em louvor, e honra, e glória, na revelação de Jesus Cristo;Ao qual, não o havendo visto, amais; no qual, não o vendo agora, mas crendo, vos alegrais com gozo inefável e glorioso; Alcançando o fim da vossa fé, a salvação das vossas almas." I Pedro 1:7-9

A Palavra de Deus é revelação das coisas criadas, do amor Divino e do plano de Salvação. Contudo, Deus está para além de Sua palavra, pois, se revela de outras formas, no cotidiano da vida, de modo simples e tão elementar que muitos nem percebem. Atualmente existem inúmeros relatos de muçulmanos se convertendo através de sonhos, em lugares onde o Evangelho muitas vezes é proibido de entrar por qualquer meio ou via e Deus age.  A terra está cheia da glória do Senhor (Isaías 6:3) e por essa causa não fomos consumidos, pois ainda que o mal permaneça, o Bem já é vitorioso (Apocalipse 12:11).

Recordar o poder de Deus é fortalecedor. Trazer à memória Seu amor por nós é motivo de gratidão diária. E como forma de recordar é que trago(no artigo a seguir), modestos (porém grandiosos) aspectos da criação do homem. O artigo a seguir reúne fé e ciência, uma mistura que muitos não acatam por acreditar que são elementos distintos. Não creio dessa forma, penso que a ciência tem um método racional e sistemático e que de forma alguma contraria a fé; quem disse que a fé é cega? A fé considera, pondera, examina, é um exercício constante de diálogo com Deus e isso é feito pelo homem espiritual que tem seu aspecto de natural (inclusive). Temos aqui fé e razão unidos necessariamente.

Vamos ao artigo... 


Nove lições para aplicar em tempos de crise




Wallace Sousa

Eu estava meditando, já há alguns dias, que precisava escrever novamente sobre motivação. Apesar de gostar de escrever sobre vários assuntos, a motivação é algo que me traz muito prazer em escrever. Uma coisa que os leitores não devem fazer ideia ou ter noção é que nós que escrevemos… ops, não conheço outros que escrevem sobre motivação para falar em seu nome…

Reformulando: eu que escrevo sobre motivação também tenho meus momentos “down“, pra baixo. Inclusive, passei por períodos que praticamente desisti de viver, perdi o prazer de viver. Sim, é verdade, passei por isso, e olha que não é a primeira vez que sofro disso.

Mas, calma, não quis me suicidar, nada disso, apenas achei que a vida tinha perdido o sentido ou que ela não tinha mais atrativos para mim. Não é estranho isso? Tenho uma esposa maravilhosa, trabalho no órgão que queria, num cargo cobiçado e desejado, meu ambiente de trabalho é agradável, mas… pra mim, nada disso parecia ser relevante.

Você já experimentou a sensação [desagradável] de gostar de uma comida e, de repente, ela perder o sabor, como se o gosto dela sumisse? Pois é, pois foi, aconteceu comigo.

Certa feita, conversando com um colega que é professor de cursinho, bem requisitado e bem conceituado, comentei que estava meio desanimado. Então ele olhou pra mim com certo espanto (se não foi, fingiu bem) e soltou a bomba: “mas como uma pessoa que escreve sobre motivação pode ficar desmotivado?”.

De fato, a pergunta dele me pegou em cheio, mas… respondi: “e como vou escrever sobre como vencer o desânimo e a desmotivação se eu não passo por isso, pra saber como é?”. Xeque, chefe. Ele concordou, e eu fiquei pensando: será que sou minha própria cobaia de meus textos? Talvez sim.

Projeto Nacional de Evangelização 2018

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A Palavra de Deus
Por: João Cruzué
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Uma pessoa conhecida nossa presenciou, não faz muito tempo, uma cena lamentável. Achei o assunto oportuno, para um comentário da situação atual da Igreja Evangélica no Brasil. Se, por acaso, você gostar deste artigo, por favor, faça o seu projeto e passe adiante este texto, sendo que desta vez não precisa colocar meus créditos. Seguinte,  o Brasil precisa de Jesus dentro de cada lar, para iluminar a mente de cada ente na busca de solução urgente para os grandes problemas do cotidiano: problemas de saúde, dependência de drogas, depressão, desemprego, fome, alcoolismo e suicídio. 

Não devemos nos enganar, achando que projetos políticos vai trazer honra para a Igreja e a solução para os problemas do país, porque isto não vai acontecer.  Também não devemos nos iludir, esperando pelo dia em que nosso líder máximo de nossa Igreja vai chegar em nossa congregação com um plano abrangente de evangelização das almas perdidas que se encontram escravizadas pelo diabo. Respeitando as exceções,  pode ser que ele não ache isto prioritário...

Vamos a alguns fatos.

1) Recentemente, sofri a perda de um parente querido. Tive a oportunidade de visitá-lo no Hospital. Eu já havia trabalho seis anos em um deles. Sei muito bem o que esperar de um Hospital público, apesar do empenho da maioria de seus servidores. O que revi ali me deixou muito preocupado. Em poucas palavras, entre a vida de um velho e a de um jovem, dada a falta de quase tudo, os médicos  estão, a contragosto, escolhendo de quem vai viver e, por conseguinte, quem vai morrer.  Na balança das escolhas, os velhos sempre saem perdendo.

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