Porque Deus não é propriedade de uma só denominação



Wilma Rejane

O trabalho e a fé do menino Mateus provocam em mim alegria indescritível! Deus age através de pessoas tão simples como essa criança, desprovida de ganância financeira ou de qualquer outro tipo. Qualquer pessoa com discernimento espiritual saberá identificar a ação Divina por meio dessa criança que é Adventista. E aqui, amados irmãos, fica a lição de que não devemos menosprezar denominações outras por não concordarmos com suas doutrinas. Deus não as despreza. O mundo está carente de Deus e onde o Evangelho for exaltado, ali o Senhor trabalhará transformando vidas. Deus tem me despertado para esse aspecto interdenominacional. Não estou falando de ecumenismo, nem de liberalismo, falo de Evangelho, da voz do Salvador dizendo: "Quem não é comigo é contra mim e quem comigo não ajunta, espalha" Lucas 11:23. Que a Luz do Evangelho brilhe em toda a terra, aquecendo corações obscurecidos pelas trevas do pecado e da ignorância. Amo a Cristo e para aos que Ele enviar digo: amém, amém, e amém!





O cálice amargo da angústia

Alegrai-vos com os que se alegram; e chorai com os que choram. Romanos 12:15



Wilma Rejane

Naquele dia os portões da cidade de Jerusalém não se fecharam, era Páscoa e normalmente a cidade recebia muitos visitantes. Jesus e os onze apóstolos passaram pelos largos portões, atravessaram o vale de Cedrom e se acomodaram em um jardim de oliveiras chamado Getsêmani. Ele costumava se reunir ali com os discípulos, também sozinho, em oração. Era noite, fria e tenebrosa.  Jesus pressentia seu flagelo e uma necessidade inadiável de orar. Oito dos apóstolos ficaram pelo caminho, nas proximidades do jardim.Tiago, João e Pedro acompanharam o Mestre sentando-se a apenas alguns metros de distância.

Disse-lhes então: “A minha alma está profundamente triste, numa tristeza mortal. Fiquem aqui e vigiem comigo. Indo um pouco mais adiante, prostrou-se com o rosto em terra e orou: Meu Pai, se for possível, afasta de mim este cálice; contudo, não seja como eu quero, mas sim como tu queres. Então, voltou aos seus discípulos e os encontrou dormindo. Vocês não puderam vigiar comigo nem por uma hora? perguntou ele a Pedro. Vigiem e orem para que não caiam em tentação. O espírito está pronto, mas a carne é fraca.” Mateus 26:38-41

Naquela noite, enquanto Jesus orava expelindo sangue por todos os poros, seus apóstolos dormiam. Eles não suportaram o cansaço físico, tão pouco consideraram a urgência do momento. Seus espíritos se acomodaram ao que a mente lhes oferecia. Queriam repouso. Apesar da dramática situação de Jesus, em nenhum momento nos é dito que Pedro, Tiago e João se assustaram com a cena incomum, se compadeceram, inquiriram Jesus sobre o fato de estar ensanguentado.

Os apóstolos dormiram. Enquanto isso; Jesus transpirou sangue, orou por três vezes e foi auxiliado por anjos (Lucas 22:39 – 46). Eles não viram, foram abatidos pelo desânimo. Não imaginavam Jesus capturado e morto. Não compreendiam o emblema vivido por Jesus naquele jardim: sua intensa aflição e tristeza.

Esse episódio que antecede a crucificação, nos ensina sobre muitas coisas e é abundante a literatura que trata do valor da oração a partir da aflição de Jesus no Getsêmani.  Aqui, contudo, destaco a reação dos apóstolos Pedro, Tiago e João, como companheiros de Jesus naquele momento tão decisivo em que a angústia da morte O cercava.

Agora o Senhor me abandonou...



“... eu não me esquecerei de você!” (Isaías 49.15).

Folhas de outono. Os últimos raios de sol brilham sobre os campos ceifados. Pensativo, seguro uma folha colorida de plátano em minha mão. Caminho pelas folhas secas do chão. Sinto falta das plantações ondulantes de cereais – o amarelo vivo das flores dos campos de colza, o zumbido das abelhas à luz do Sol. Em breve os trajes cinza-pretos do inverno cobrirão o alegre colorido. Isso desperta um pouco de melancolia, de tristeza. Logo se repetirá: preparar os cobertores! Ligar o aquecedor! Acostumar-se aos dias sombrios!

Nessas épocas o inimigo dispõe de alta conjuntura. Quando lá fora está enevoado e turvo, a alma rapidamente entra em baixa. O Diabo agora tem promoções especiais de óculos escuros. Com frequência você verifica a pulsação da sua alma e olha para as ondas revoltas das circunstâncias. E rapidamente a pessoa sente estar em pesadas lutas espirituais, a exemplo de Elias: “Eu sou o único que restou...” (1Reis 18.22).

Talvez o lugar ao seu lado tenha ficado vazio? Os filhos já saíram do ninho aconchegante e alçaram voo próprio? Ficou tudo quieto ao seu redor? Então as suas orações agora possuem valor incalculável. Em pensamentos você acompanha os seus amados e espera que eles andem no caminho correto com o Senhor Jesus. Tenha a firme esperança de que suas orações não são em vão e que, ao final, o Senhor Jesus será vencedor.

Ou o outono tomou conta do seu interior? Então lembre sua alma que você não está só, nem abandonado! Que o Senhor Jesus está ao seu lado e segura a sua mão. Que o onipotente Deus dirige cada passo de sua vida e lhe envolve amorosamente. Que ele o segue e mantém os olhos atentos sobre você. Que os eternos braços dele estão estendidos para evitar que você possa cair. Esses pensamentos não são um ótimo consolo para você?

Quando o fim não é o fim






Wilma Rejane

Qual o seu maior sonho? "viver para sempre na companhia das pessoas que amo". Esta seria uma resposta possível para aqueles que encontram sentido e felicidade nos relacionamentos familiares e sociais de modo geral. Nessa ânsia de eternizar relacionamentos, alguns passam a buscar desesperadamente maneiras de reencontrar quem já partiu do mundo dos vivos. O reencontro seria uma forma sublime de consolo. Constatar que o outro está bem, que não esqueceu de você, que não demonstrou mágoa ou falta de perdão e sobretudo que ainda é possível vê-lo; quando quiser. E que estará em sua  vida, como um anjo bom a te guardar e até guiar. 

Acontece, que o milagre da vida, já em seu começo prediz a morte.O choro do parto, por exemplo, é uma forma de celebrar o desapego,  de reclamar a passagem do confortável para o imprevisível. A cada dia o planeta se renova ( e se desgasta) entre certidões de nascimentos e óbitos. Mas Deus não nos fez para o caos, Ele planejou tudo de modo perfeito, no livro do profeta Isaías, está escrito: " Deus formou a terra, não para ser um caos, mas para ser habitada" Isaías 45:18.  O homem não está desamparado, nem só. As respostas para a complexidade da vida (e da morte) nos foram dadas, como um tesouro que precisa ser buscado. 

O que pretendo com esse artigo sobre vida e morte é fazer compreender que cada pessoa é um ser único com atributos peculiares, criado como um milagre para cumprir uma missão e também um propósito de Deus. Tanto a vida quanto a morte fazem parte desse propósito. Agora, a forma como lidamos com essas vertentes define nosso ser, ações e reações na vida. Muitas vezes, a inerente busca por respostas nos faz deparar com caminhos estranhos, alheios ao plano de salvação.

O propósito

Como posso recomeçar a viver?

Porque uma árvore seca ou cortada pode voltar a brotar Jó 14;7-8

Wallace Sousa

"Necessário vos é nascer de novo…” Jo 3.3-12

Esta reflexão teve origem quando me lembrei de um episódio do excelente Seriado CSI. Nesse episódio um corpo carbonizado é encontrado pela polícia e identificado como um ex-detento, recém-libertado, da prisão. No final, descobrem que ele – o ex-detento – estava vivo e havia, inclusive, ajudado na simulação de sua própria morte.

Ao justificar-se perante a equipe de investigação, ele diz que tinha que cuidar da filha pequena e recomeçar a vida e o único emprego que havia conseguido lhe pagava 5 dólares a hora. Dessa forma, a melhor maneira de recomeçar e dar início a uma nova vida a partir do zero, deixando o passado para trás, era morrendo. Ao ouvir a confissão, o investigador lhe diz: “você deveria ter aceitado os U$ 5!”, pois ele iria, novamente, para trás das grades.

spoiler acaba aqui, mas se você quiser assistir o episódio, já que há sempre o reprise, acontecem outras coisas interessantes que omiti propositadamente, tanto por não terem relação com o tema do post como para deixá-lo à vontade, caso queira assistir essa excelente série, que mescla humor, drama e tragédia de forma magistral (IMHO), além de uma alta dose de mistério, que aguça a nossa inteligência (não que eu tenha sobrando, risos) e a inerente curiosidade humana.

A partir desse episódio, refleti e tracei um paralelo entre a história fictícia e a promessa de Jesus de um novo nascimento àqueles que o recebem como Senhor e Salvador. Desejando que lhes possa ser útil para refletir e agradável para ler.


Salmo 23 e as escolhas da vida



Autor: João Cruzué

Se há um salmo na Bíblia que retrata bem uma época na vida de Abraão, é o Salmo 23. E esta época seria os dias seguintes à  separação entre ele e o sobrinho Ló. Um ficou com as terras mais férteis, as campinas mais verdejantes, e o outro com os morros do prejuízo. Quem tem a promessa de Deus nunca fica no prejuízo. Vamos meditar um pouco na palavra de Deus.

Os pastores dos dois parentes começaram a contender. O tio disse ao sobrinho: Ora,  não convém que haja contenda entre mim e ti, e entre os meus pastores e os teus pastores, porque somos irmãos. A primazia da escolha era do mais velho, mas Abraão franqueou a oportunidade a Ló. 

Ló não perdeu tempo. Levantou os olhos e viu toda a campina do Jordão, que era bem regada e parecia com o Éden. Em consequência dessa escolha, o tio ficou com pastagens inferiores. E mesmo que a princípio não tenha dado importância, mais tarde, certamente depois de ouvir os comentários da esposa e dos empregados, uma sombra de desânimo passou diante de seus velhos olhos.Deus estava atento e percebeu. Tanto percebeu que decidiu levantar o ânimo de Abraão, já velho e com mais de 80 anos. Assim falou o Senhor: Levanta agora os teus olhos e olho desde o lugar onde estás, para a banda do Norte, e do Sul, e do Oriente e do Ocidente.

Todo dia com Deus




Poema: Wilma Rejane
Vídeo: Verdadeiro Amor


"As muitas águas não podem apagar este amor, nem os rios afogá-lo..." Ct 8:7

 Quando acordar e não mais sorrir pela beleza do dia,
Pela doce sinfonia do canto dos pássaros,
Pela dádiva de um demorado banho,
De um abraço, um beijo, um encontro,
Saberei que estou perdida....

Quando não mais sentir prazer em Te buscar,
Em orar e no Teu colo me debruçar,
Estarei em profundo sono,
Em caminho ermo, abandono
Saberei que estou perdida...

Quando o outro, cansado do mundo,
Me estender a mão, em busca de conforto,
E eu recolher meus braços,  desviar os olhos,
Negar o afago, conselho,
Saberei que estou perdida...

Quando o barulho do mundo,
Das violas, das horas,
Me atraírem para a traição
De mim mesma, da minha metade,
Me roubarem a renúncia e a cruz
Estarei perdida....

A identidade dos 144 mil selados do Apocalipse




Autor: Wilma Rejane


Os 144 mil selados estão presentes nos capítulos 7 e 15 do livro de Apocalipse, são descritos como pertencentes às tribos de Israel. O enigma gerado da descrição diz respeito a identidade dos selados: o significado seria literal ou simbólico?

Baseada em análises feitas anteriormente (AquiAqui,  Aqui), concluo que a visão de João tem significado simbólico, pois esta é uma característica do livro de Apocalipse, além do que, em Apocalipse 7, se encontra uma relação de tribos totalmente distinta de outras encontradas na Bíblia, vejamos:


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Os 144  mil selados  versa sobre o povo espiritual de Deus, sua igreja onde não há distinções raciais (Gálatas 3:28). Paulo diz que o herdeiro de Abraão é a pessoa que está em Cristo (Gálatas 3:29). Ele é o pai de todos os que acreditam (Romanos 4:11). O crente em Cristo é o verdadeiro judeu (Romanos 2:29). Pedro fala da igreja como uma nação santa e povo escolhido (1 Pedro 2: 9). Paulo disse da igreja: "Somos nós que somos a circuncisão, nós que adoramos pelo Espírito de Deus, que se gloria em Cristo Jesus" (Filipenses 3: 3).

Ter o selo de Deus significa pertencer a Deus -. Paulo explica que Deus "estabeleceu o selo de propriedade sobre nós" (2 Coríntios 1:22). Os cristãos podem ter certeza do cuidado divino de Deus, "O Senhor conhece os que são dele" (2 Timóteo 2:19). Os santos são selados pelo Espírito Santo "para o dia da redenção" (Efésios 4:30).

O selamento dos servos de Deus tem muito em comum com uma visão que o profeta Ezequiel experimentou. Ele viu figuras humanas em Jerusalém (que provavelmente é um símbolo para o remanescente justo entre as tribos de Israel) perturbadas pelos pecados cometidos na cidade (9: 4). Eles também receberam uma "marca" na testa, como um sinal de sua fidelidade ao caminho de Deus.

O livro de Oséias como chave para entender os 144 mil selados do Apocalipse




Autor: Yair Davidiy
Tradução: Wilma Rejane

Queridos leitores, este é já o terceiro estudo sobre os 144 mil selados do livro de Apocalipse. Dessa vez escolhi publicar um maravilhoso e completo estudo realizado por Yair Davidiy, um judeu que tem se dedicado a estudar profundamente as tribos de Israel, tendo escrito vários livros sobre o tema. Um de seus livros se chama " As tribos: as origens israelitas dos povos ocidentais". 

Não é pelo fato de o escritor ser judeu que estou dando crédito às suas considerações sobre o assunto, os créditos vêm pelo fato de encontrar nos estudos de Yair um rico referencial Bíblico, uma observação aprofundada reunindo fatos do Antigo e do Novo Testamento. Esse estudo, em especial, sobre o livro de Oséias, é algo que vem de encontro às minhas indagações sobre o destino das tribos e a redenção descrita em Apocalipse: "quem são os 144 mil?". Para compreender que 144 mil não é um número literal e nem diz respeito apenas aos judeus, mas também aos gentios, será preciso ler o artigo completo. É um pouco extenso, mas vale a pena. 

Ainda teremos mais um artigo sobre os 144 mil selados, com as considerações finais destacando que a ausência de Dã e Efraim no rol das tribos descritas em Apocalipse 7, advêm de toda uma linguagem simbólica utilizada por João; nessa linguagem, está presente a reunião da Antiga e da Nova Aliança de Deus com Seu povo, o Israel literal e o simbólico (a igreja de Cristo).

Espero que tudo quanto está sendo publicado aqui seja para sua edificação pessoal ( e porque não dizer também coletiva). Que seja como um alimento de renovo para fortalecer o espírito nesse mundo tão conturbado, pois Jesus virá e reinará para todo sempre. Ora vem Senhor Jesus e que Tuas firmes e eternas misericórdias sejam sobre teu povo por toda a face da terra, amém!

*****

A história de Oséias e sua esposa rebelde Gomer é uma das mais magníficas histórias de redenção e amor ilimitado em toda a literatura. É uma história verdadeira e uma profecia. É um drama épico em andamento. Neste clássico literário bíblico, o Deus de Israel está contando uma história. Ele está mostrando o romance divino entre Ele e o povo da Aliança. É um relato da idolatria de Israel, das suas dispersões e das suas subsequentes andanças amnésicas. A vida e a lenda de Gomer não são apenas um esboço da história do passado de Israel com sua idolatria, suas catividades e dispersões, e suas perambulações subsequentes. 

Quem são os 144 mil selados? Desconstruindo a abordagem literal



Wilma Rejane

Ao lermos o livro de Apocalipse, somos confrontados com uma simbologia característica que exige um estudo mais aprofundado sobre os temas ali colocados a fim de desvendar o sentido das imagens. Apesar disso, muitos são os que consideram o conteúdo do livro como literal. No caso específico tratado aqui, sobre os 144 mil selados que aparecem nos capítulos 7 e 14 do livro, o modo de interpretação literal julga ser esse o número de judeus salvos oriundos da grande tribulação. Há ainda quem interprete como sendo o número literal de salvos em toda história da humanidade (entre judeus e gentios). Essa última hipótese me desanima sobremaneira, pois, temos atualmente uma população mundial estimada em 7,6 bilhões de pessoas, um número estrondoso, mas que pode parecer ínfimo se comparado a gerações passadas, os salvos seria um grupo muito restrito. 

Em todos os casos, o que se observa é um esforço por resolver o enigma de modo que tudo se encaixe, e aqui reside um outro problema: nem tudo se encaixa quando a interpretação tem cunho literal e nem tudo se explica quando a interpretação é simbólica. Por estas causas, creio ser esse um assunto que gera muita especulação e teorias e até doutrinas. Portanto, humildemente, após estudos e orações, espero transmitir aos leitores o resultado do que considero Bíblico e sensato em relação ao tema, em uma abordagem que envolve todo um contexto. 

Peço que acompanhem em leitura as passagens em Apocalipse referentes aos 144 mil selados:

E depois destas coisas vi quatro anjos que estavam sobre os quatro cantos da terra, retendo os quatro ventos da terra, para que nenhum vento soprasse sobre a terra, nem sobre o mar, nem contra árvore alguma. E vi outro anjo subir do lado do sol nascente, e que tinha o selo do Deus vivo; e clamou com grande voz aos quatro anjos, a quem fora dado o poder de danificar a terra e o mar, Dizendo: Não danifiqueis a terra, nem o mar, nem as árvores, até que hajamos selado nas suas testas os servos do nosso Deus. 

E ouvi o número dos selados, e eram cento e quarenta e quatro mil selados, de todas as tribos dos filhos de Israel. Da tribo de Judá, havia doze mil selados; da tribo de Rúbem, doze mil selados; da tribo de Gade, doze mil selados; Da tribo de Aser, doze mil selados; da tribo de Naftali, doze mil selados; da tribo de Manassés, doze mil selados; Da tribo de Simeão, doze mil selados; da tribo de Levi, doze mil selados; da tribo de Issacar, doze mil selados; Da tribo de Zebulom, doze mil selados; da tribo de José, doze mil selados; da tribo de Benjamim, doze mil selados.

Depois destas coisas olhei, e eis aqui uma multidão, a qual ninguém podia contar, de todas as nações, e tribos, e povos, e línguas, que estavam diante do trono, e perante o Cordeiro, trajando vestes brancas e com palmas nas suas mãos; E clamavam com grande voz, dizendo: Salvação ao nosso Deus, que está assentado no trono, e ao Cordeiro.” Apocalipse 7:1-10

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