A dúvida da ciência e a certeza da fé
A economia na multiplicação de pães e peixes

A Identidade no Fogo da Provação: O Exemplo de Jó
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Melissa Troutman
As Escrituras nos apresentam o retrato de um homem que conheceu a dor profunda e a privação: Jó. O livro que leva seu nome começa descrevendo não a sua riqueza, mas o seu caráter:
"Havia um homem na terra de Uz, cujo nome era Jó; e este homem era íntegro e reto, temente a Deus e que se desviava do mal." — Jó 1:1
Embora fosse extraordinariamente rico, a narrativa prioriza quem Jó era por dentro. Ele era completo em sua moralidade, reto e temente a Deus. Logo em seguida, conhecemos sua família numerosa — sete filhos e três filhas, símbolo de plenitude e bênção naquela cultura — e, por fim, seus imensos bens materiais, que o tornavam o maior homem do Oriente (Jó 1:2-3). Jó tinha tanto caráter quanto prosperidade. Ele tinha tudo.
Até que, com a permissão divina, Satanás o testa. Em um único dia, Jó perde seus filhos, seus servos e todos os seus bens, reduzidos a cinzas. Pouco depois, perde também a saúde.
O que chama a atenção é como Deus o descreve após essas perdas devastadoras:
"Então o Senhor disse a Satanás: 'Observaste o meu servo Jó? Não há ninguém na terra como ele, homem íntegro e reto, temente a Deus e que se desviava do mal. Ele se mantém firme na sua integridade...'" — Jó 2:3
Deus usa exatamente as mesmas palavras do início da história (Jó 1:8). Isso nos mostra que o caráter de Jó permaneceu inabalável. Fosse desfrutando da abundância ou assentado sobre as cinzas da escassez, ele continuava sendo o servo fiel de Deus.
Se alguém tinha motivos para sofrer uma crise de identidade, era Jó. Ele deixou de ser empresário, pai, líder e homem saudável. Seus amigos mal o reconheceram tamanha era a sua desfiguração. Jó chorou, lamentou e fez perguntas profundas nascidas de uma dor agonizante. Contudo, mesmo na escuridão, ele adorou e se apegou ao seu Redentor. O que permitiu a Jó erguer mãos vazias em adoração foi o fato de sua identidade estar firmada unicamente em Deus.
A janela de Êutico
A história de um jovem chamado Êutico que caí de uma janela do terceiro andar, enquanto apóstolo Paulo pregava, está descrita no livro de Atos, capítulo 20, versos 7 à 12. O culto acontecia na cidade de Trôade, atual Turquia, em aproximadamente 50d.C.
O nome do jovem não foi omitido, Lucas, relator e testemunha ocular do acontecido, fez questão de registrar, o que não deixa de ser uma ironia já que Êutico significa "Afortunado" ou "De boa sorte". O rapaz despencou do terceiro andar e sobreviveu. O nome era extremamente comum entre a classe trabalhadora e escravos na Grécia e em Roma.
O culto aconteceu no domingo à noite ou no sábado à noite, dependendo de como calculavam o dia. Se Êutico era um trabalhador ou escravo, ele tinha enfrentado uma jornada exaustiva de trabalho o dia inteiro antes de ir para a reunião.
Lucas faz questão de mencionar que havia muitas lâmpadas no local. As lâmpadas eram alimentadas por óleo de oliva, o que significa que o ambiente estava superaquecido, enfumaçado e com baixo nível de oxigênio.
Consideremos a hipótese de o sono de Êutico ser uma reação física natural a um corpo exausto em um ambiente abafado. Há uma forte dose de humanidade e empatia nessa descrição.
A escolha pela janela pode ter sido uma tentativa de se manter desperto observando o movimento da cidade ou respirando um ar mais puro.
O oposto também pode ser verdadeiro: Êutico escolheu a janela porquê queria encostar e repousar. Fato é que a janela se tornou um ponto crítico, de perigo e morte.
A janela pode representar o limite entre o lado de dentro (a comunhão, o ensino, a luz) e o lado de fora (a escuridão da cidade, o mundo). Êutico não estava totalmente fora, mas também não estava totalmente engajado no centro da sala.
Quem se posiciona "na janela" corre o risco de cair para fora ao menor sinal de fraqueza. Na teologia bíblica de Lucas, o sono físico muitas vezes serve de alerta para o sono espiritual (o relaxamento da vigilância).
" Um jovem chamado Êutico, que estava sentado numa janela, adormecendo profundamente durante o prolongado discurso de Paulo, vencido pelo sono, caiu do terceiro andar e foi levantado morto." Atos, Capítulo 20, versículo 9.
Paulo desceu ao encontro do jovem, deitou-se sobre ele abraçando-o e dizendo "Não vos perturbeis, a sua alma nele está", Paulo repete exatamente os gestos do profeta Elias (1 Reis 17) e de Eliseu (2 Reis 4) ao ressuscitarem filhos de viúvas.
Para a igreja primitiva, esse milagre foi a prova cabal de que o ministério de Paulo tinha a mesma autoridade e o mesmo poder dos maiores profetas do Antigo Testamento. Isso era crucial porque Paulo estava se despedindo daquela comunidade e eles precisavam confiar na solidez da doutrina que ele estava deixando.
O que acontece depois do milagre da ressurreição de Eutico.
Paulo não encerra o culto e manda todo mundo para casa assustado. O texto diz que ele sobe novamente, parte o pão, come e continua conversando até o amanhecer.
A palavra grega usada no final do texto para dizer que eles ficaram "consolados" (parakaleo) carrega um sentido de fortalecimento profundo. O milagre e a mesa compartilhada transformaram o que seria uma tragédia e um trauma comunitário em uma madrugada de celebração e fortalecimento da fé.
A história de Eutico, no fim das contas, é um estudo sobre os limites da fraqueza humana superados pela superabundância da graça divina.
Betesda ontem e hoje
Wilma Rejane
"Ora, havia ali, junto à Porta das Ovelhas, um tanque chamado, em hebraico, Betesda, o qual tinha cinco alpendres." (João 5:2)
O antigo tanque de Betesda localizava-se ao norte de Jerusalém, próximo ao Mercado das Ovelhas. Escavações realizadas em 1888 revelaram a existência de colunas ao redor do local e, em uma delas, uma pintura posterior a Cristo representando um anjo agitando as águas. Havia um borbulhar periódico da água e, sempre que isso ocorria, os enfermos se lançavam ao tanque em busca de cura. O nome Betesda pode ser traduzido como "Casa da Misericórdia", "Casa da Graça" ou "Lugar de Derramamento". Suas águas provinham da fonte de Giom, que brotava de uma rocha e irrigava os jardins do palácio de Salomão.
Betesda tornou-se um local de peregrinação. Centenas de pessoas se reuniam ali esperando o mover das águas e a realização de milagres. O lugar também movimentava o comércio: famílias levavam seus enfermos e pagavam caro por um espaço próximo ao tanque. Muitos permaneciam, limitados pela enfermidade e pela multidão. Apesar das dificuldades, Betesda representava esperança.
Betesda e as controvérsias
Alguns estudiosos questionam a narrativa do anjo que agitava as águas. Argumentam que, devido à proximidade com o santuário de Asclépio ou Serápio, deuses associados à cura, Betesda teria se tornado um centro de práticas místicas e idólatras.
A arqueologia confirma que os romanos estabeleceram relações entre o tanque e o culto a Serápio, tendo sido encontradas colunas, efígies e símbolos ligados à cura durante as escavações lideradas por Conrad Schick.
Por outro lado, também foi comprovada a existência dos cinco alpendres descritos no Evangelho, destinados a abrigar os enfermos do sol e do frio. Além disso, o local situava-se próximo à Eira de Araúna, onde Davi contemplou um anjo do Senhor:
"E o anjo do Senhor estava junto à eira de Araúna, o jebuseu." (2 Samuel 24:16)
Assim, ainda que existissem influências pagãs, a crença na atuação de anjos é profundamente bíblica e anterior aos cultos greco-romanos.
O verdadeiro significado de Betesda
Mesmo que muitos atribuíssem os milagres a Asclépio, isso não altera o fato de que Deus é o autor de toda cura. Ainda hoje, muitas vezes Deus age e outros recebem o crédito. Betesda também retrata uma realidade religiosa presente em todos os tempos: pessoas que buscam os benefícios divinos sem conhecer verdadeiramente o Senhor.
Para muitos, o tanque era apenas um ritual; o poder estava nas águas, não no Deus que as criou. Alguns recuperavam a saúde física, mas permaneciam espiritualmente sedentos.
Sinceridade e hipócrisia
Wilma Rejane
Quem anda em sinceridade, anda seguro; mas o que perverte os seus caminhos ficará conhecido. Provérbios 10:9.
O que significa ser sincero? A raiz da palavra sinceridade em Provérbios 10:9, no idioma grego é eilikrines; Strong 1506. Literalmente, testado pela luz do sol. A ideia é a de julgar algo através da luz do sol para expor quaisquer imperfeições. A palavra descreve metais que misturam substâncias e líquidos desconhecidos.
Na Bíblia a palavra é usada em sentido ético e moral para se referir a ser isento de falsidades, íntegro, puro e sem motivos escondidos. Ser sincero passa pela via da moralidade, da inteireza de caráter, da perfeição das ações. Denota alguém que não é oscilante, dúbio, inconstante, mas inteiro em seu agir. E essa inteireza implica em "ser um com Deus".
Uma pessoa sincera não negocia seu caráter, não teme ter os seus caminhos descobertos, anda seguro mesmo quando é alvo de acusações. Aconteceu com profeta Daniel, cotado para ser nomeado ministro da corte no período Babilônico, por inveja, foi acusado de traição. Contudo, nada foi encontrado contra ele que provou ser um homem sincero.
Ser sincero não equivale a ser perfeito. É possível que alguém sincero tenha problemas pessoais, familiares, de saúde dentre outros. É possível que o mundo se oponha à pessoa sincera e dessa forma surjam dificuldades de toda ordem. É possível, uma vez que a maldade e mentira se tornaram, desde muito tempo, a maioria.
Exemplos? Há antigos e que nunca deixaram de ser atuais como José do Egito que era sincero a ponto de conquistar a confiança das pessoas onde estivesse, do cárcere à posição de governança. Ele era sincero em sua essência e quando ninguém o observava como quando fugiu das investidas da mulher de Potifar que desejou ter um caso com ele.
Ser sincero é ser testado pela luz, uma luz que testa o que pode está às claras ou às escuras. O que é feito publicamente ou na solidão. Ser sincero como Daniel e José foram. Estes homens atravessaram muitas dificuldades, foram provados, mas nunca envergonhados.
É possível um psicopata se arrepender, se tornar cristão?
Wilma Rejane
Esse tema tem sido abordado em vários artigos do blog e sempre é motivo de comentários e controvérsias. A principal questão colocada por aqueles que são afetados direta e indiretamente por psicopatas é: “eles podem se converter a Cristo? Existe de fato, provas científicas, dados, pesquisas, testemunhos de psicopatas transformados de forma definitiva, sem reincidência?"
A medicina afirma não haver cura para esse transtorno de personalidade, o que pode acontecer é o tratamento à base de medicamentos e terapias, e segundo a especialista Dra. Ana Beatriz Barbosa, o percentual de melhora clinica é desanimador. Em seu livro “Mentes Perigosas”, Dra. Beatriz enfatiza:“É mais sensato falarmos em ajuda e tratamento para vítimas dos psicopatas do que para eles mesmos” (BARBOSA, Pág. 166, 2008)
E a Bíblia, lança alguma luz sobre o tema?
O termo “psicopata” não é citado na Bíblia. O que existe é um esforço por compreender determinados comportamentos transgressores na Bíblia como sendo ou não derivados de transtornos psicopáticos. Por exemplo, o caso de Amnon, filho de Davi que violentou sexualmente sua irmã Tamar. Uma atitude que denota frieza, ausência de laços afetivos familiares, ausência de arrependimento ou consciência do pecado. Absalão, outro filho de Davi que motivado por cobiça, ganância, poder, tentou usurpar o trono do pai. Tem ainda Herodes, Judas (o que traiu Jesus), Saul, Acabe, Jezabel e...Vamos ficando por aqui. Não há qualquer relato de que essas pessoas tenham se arrependido dos crimes que cometeram e tenham mudado seus comportamentos.
Não sou especialista médica. Tenho pós graduação em Teologia e Filosofia . Estas áreas não me capacitam para domínio do tema , porém, me permitem fazer abordagens dialéticas com pesquisa de campo ou mesmo bibliográfica. Não estou proibida disto, nem adentro no tema como na ilegalidade. Agora, não sendo médica, claro que deixarei a desejar.
Feitos os devidos introdutórios, sigamos para a questão proposta: " psicopatas podem se converter ao Evangelho? Podem ser transformados? Se tornarem cristãos?
Existe no mundo um número surpreendente de pessoas que se emocionam com o Evangelho. Estas pessoas choram,sorriem, se alegram com a Palavra de Deus, mas não se convertem de fato. É tudo momentâneo, passageiro, sem raiz, nem ramo, nem frutos.
Há também um número considerável de pessoas que compreendem a Palavra de Deus, citam versos, debatem, ouvem, gostam ou não gostam, mas nada de novo acontece. É tudo mental, intelectual, sem transformação alguma.
Essas pessoas são descritas por Jesus na Parábola do Semeador:
"Escutai vós, pois, a parábola do semeador. Ouvindo alguém a palavra do reino, e não a entendendo, vem o maligno, e arrebata o que foi semeado no seu coração; este é o que foi semeado ao pé do caminho. O que foi semeado em pedregais é o que ouve a palavra, e logo a recebe com alegria; Mas não tem raiz em si mesmo, antes é de pouca duração; e, chegada a angústia e a perseguição, por causa da palavra, logo se ofende; E o que foi semeado entre espinhos é o que ouve a palavra, mas os cuidados deste mundo, e a sedução das riquezas sufocam a palavra, e fica infrutífera;Mas, o que foi semeado em boa terra é o que ouve e compreende a palavra; e dá fruto, e um produz cem, outro sessenta, e outro trinta." Mateus 13:18-23
O que não entende de modo algum a Palavra, não foi comovido em nenhum aspecto vital: nem mental, nem espiritual.
O que fica alegre, feliz, com a Palavra e depois a abandona é o emocional, superficial.
As vizinhas de Noemi
Wilma Rejane
Alguma vez ao ler o livro de Rute você refletiu sobre a importância das vizinhas de Noemi? Em como elas pronunciaram bênçãos sobre o lar de Noemi, orações de fé e sabedoria que se cumpriram fielmente? O livro de Rute, revela uma esperança redentora através de uma criança, um filho, semente do reinado de Davi, apontando para a redenção presente em Jesus Cristo. Porém, chamo sua atenção para à vizinhança, um coro de mulheres que aparece no início e no final do livro.
Noemi e Rute chegam à pequena Belém na Judéia, mesmo local do nascimento de Jesus Cristo. Noemi retorna após mais de dez anos de ausência. Havia partido com esposo e dois filhos em busca de uma vida melhor em Moabe. Ela é recebida de volta em Belém por suas vizinhas que presenciam sua chegada com a exclamação: " É esta mesmo a Noemi?!" (Livro de Rute capítulo 1, versos 19 à 21).
Noemi, acompanhada de sua nora Rute, estava abatida, amargurada. Ela responde às suas vizinhas com uma declaração de angústia: " Não me chamem de Noemi, mas de Mara, porquê o Poderoso me encheu de amargura. Cheia parti, porém, Ele me fez retornar vazia".
As vizinhas percebem a ausência do esposo, dos filhos, dos bens. Percebem o semblante, a aparência, a falta de sorrisos e entusiasmo. Noemi levava consigo uma estrangeira, moabita, uma étnia proibida por lei de frequentar à congregação de Israel. A lei proibia não apenas a presença nos cultos religiosos de Israel, mas também o casamento entre moabitas e Israelitas. ( Deuteronômio 23 ; 3 e Neemias 13:1 - 3).
Algumas outras perguntas poderiam ecoar naquela comunidade de mulheres que receberam Noemi e Rute. Contudo, a pergunta "É esta mesmo a Noemi?", resume de forma inequívoca o estado de lamento, perdas, luto e amargura em que estava. É incrível, portanto, o desenrolar da história, a forma suave e até romântica em que acontece a reversão do estado de Noemi e Rute, mostrando o amor e o cuidado de Deus para com elas que depositaram sua fé no Deus Redentor.
Observa-se que as vizinhas não expurgam Rute por ser moabita. Não abandonam a Noemi que naquele momento nada tinha a lhes oferecer. As vizinhas, no final do livro estão como espectadoras e partícipes da restituição dada por Deus a Noemi, elas até nomeiam de forma sábia o neto, o rebento, o "fio condutor" da promessa cumprida para que Noemi tenha um sucessor que lhe amparou e serviu na velhice. Vejamos o entusiasmo das vizinhas com o nascimento do neto e e oração delas:
Anime-se!
Seus pensamentos estão confusos e seu coração triste porque está lhe faltando quase tudo. E, quando você observa as pessoas à sua volta, principalmente seus parentes e as pessoas não crentes você repara que elas não passam por nenhuma falta. Então decepcionado(a) você procura um lugar solitário e ali derrama suas lágrimas e pergunta ao Senhor - por quê?
Se o Senhor está provando você, é porque Ele o ama. Os dias que você está passando no vale não são um tempo perdido: é um tempo de capacitação e investimento. Até Jesus passou por coisas assim. Há algo precioso que o Senhor vai confiar a você para fazer e é no vale que vai aprender a olhar e ver como Senhor vê. Mas não saia de porta em porta procurando por profetas para tentar saber a visão antes do tempo. O Espírito Santo vai falar ao seu coração no tempo apropriado.
Na primeira oportunidade que tiver, Olhe-se na frente do espelho. Olhe bem nos seus olhos, e diga para Jesus algo do fundo de seu coração.
O fim dos maus e o destino dos bons
Wilma Rejane
Você está percebendo um aumento de maldade no mundo? O quanto algumas notícias parecem surreal, retiradas de um roteiro de filme de terror, mas dizem respeito a uma terrível realidade? O lamento do profeta Habacuque parece ter sido escrito para nossos dias, ele diz:
"Por que me fazes ver tanta maldade? Por que toleras a injustiça? Estou cercado de destruição e violência; há brigas e lutas por toda parte. Por isso, ninguém obedece à lei, e a justiça nunca vence. Os maus levam vantagem sobre os bons, e a justiça é torcida" Habacuque 1:3-4.
Habacuque nos lembra que maldade e injustiça sempre existiram. a diferença é que hoje é praticada diante de circuitos de câmeras, espalhadas por redes de internet, cogitada à luz do dia ou da noite, em assembleias ou quartos fechados. O mundo está mais populoso e mais próximo. A maioria, contudo, nunca esteve tão distante de Deus e do outro. A maldade se tornou regra e a bondade exceção.
Outras revelações sobre A Parábola do Filho Pródigo
Wilma Rejane
O pouco com Deus é muito
Wilma Rejane
A Escritura sempre mostrou que Deus não depende de grandes recursos humanos. Ele honra a fé sincera, mesmo quando ela se expressa através de algo pequeno aos olhos do mundo.
“Melhor é o pouco com justiça do que grandes rendas com injustiça.” Provérbios 16:8
Exemplos bíblicos
O azeite da viúva (2 Reis 4:1–7) - A mulher só tinha um pequeno vaso de azeite. Aos olhos humanos, insuficiente. Mas Deus multiplicou.O que é entregue a Deus, Ele amplia conforme a necessidade.
Os cinco pães e dois peixes (João 6:1–13) Um lanche de menino alimentou milhares. Cristo não exige muito, apenas que se coloque o pouco nas Suas mãos.
Gideão e os 300 (Juízes 7) Um exército pequeno venceu multidões. Deus reduz para mostrar que a vitória vem Dele.
A oferta da viúva (Marcos 12:41–44) Ela deu duas moedinhas, mas Jesus disse que ela deu mais que todos. Deus olha o coração, não o volume.
Por que o pouco se torna muito? Porque Deus supre o que falta. Ele é o Deus da providência.
O jardim antigo e o jardim moderno
Sobre cair, levantar e prosseguir
Autor: Chris Witts
Tradução e adaptação:
Wilma Rejane
“Uma pessoa que se recusa a admitir seus erros nunca poderá ter sucesso. Mas se essa pessoa confessar e abandonar esses erros, outra chance será dada.” Provérbios 28:13 Em outras palavras, ela começa do zero.
É difícil fazer as pessoas perceberem que estão erradas, as pessoas não gostam de admitir que cometeram erros. Deus diz que ao admitirem o erro se arrependendo sinceramente, outra oportunidade será dada . Muitas pessoas culpam os outros por todos os seus problemas, dão desculpas, desistem. Mas não se pode desistir, há um recomeço disponível agora.
Provérbios 24:10 diz: “Se você desistir quando os problemas surgirem, isso mostra que você é fraco”. É sempre muito cedo para desistir, a Bíblia diz que é preciso parar de dar desculpas, admitir a culpa e seguir com a vida. Não há sucesso sem cometer erros, todo crescimento incorre em admitir erros. É melhor decidir em seu coração que precisa acertar, mas se errar, se levante e siga em frente.
Você cometerá erros, porém, será preciso ganhar sabedoria com isso porquê Deus usa o fracasso para nos educar. Sara e Abraão erraram ao convidarem Agar para fazer parte da família, mas tiveram que decidir deixá-la partir com Ismael e recomeçar um novo caminho, firmados nas promessas de Deus. Reconhecer o erro foi fundamental para adquirirem mais sabedoria.
O que esperar da vida? As coisas vão melhorar ou piorar? Se você agir com fé, fará algo positivo para garantir que não repetirá os mesmos erros. Falo de fé e não de “esperança morta”, é uma fé que realiza ações aliadas à ajuda de Deus para mudar sua vida.
Dizem que Jared Kushner é o anticristo

Wilma Rejane
Você já se deparou com algum vídeo ou artigo afirmando ser Jared Kushner anticristo? Há centenas de influenciadores afirmando que Jared cumpre as características do anticristo. Tentando desvendar à verdade sobre o tema é que escrevi esse artigo.
Escolhi um trecho do livro de Daniel, capítulo 11, verso 37, onde são descritas características importantes, traços da personalidade e da tradição religiosa da pessoa do anticristo. Existem outras passagens Bíblicas, mas essa é bem conhecida e embora seja curta, permite uma análise de componentes públicos sobre o anticristo, vejamos:
"E não terá respeito aos deuses de seus pais, nem terá respeito ao amor das mulheres, nem a qualquer deus, porque sobre tudo se engrandecerá. "
Consultei o texto em hebraico, transliterado para o português, vejamos se realmente as características listadas no versículo, se encaixam com Jared Kushner:
O cântaro no canto
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Wilma Rejane
Mayim ( Strong 08451): movimento, vida, sustento, revigoramento.
Qual o segredo de José do Egito?
Naquele caminho de volta
Três verdades reconfortantes sobre Deus
Vivemos em um mundo onde nos dizem que não precisamos de mais ninguém. As redes sociais publicam inúmeros e breves lembretes sobre como você tem força interior para superar qualquer coisa que enfrente e como ser quem você realmente deseja ser. Frases como "Você consegue" e "Você é o suficiente" são comuns, são mantras dos nossos dias e, mesmo como cristãos, podemos cair nessa armadilha cultural. Uma armadilha que efetivamente inverte a verdade de que somos autossuficientes e os "deuses" precisam de nós.
Em meio a toda essa confusão, é importante inverter a verdade e afirmar que só existe um ser autossuficiente: Deus. Dentro de si, Ele possui todas as qualidades e habilidades de forma eterna. Ele tem recursos suficientes em Si mesmo para tudo o que É e faz. Em suma, Deus não precisa de ninguém nem de nada. Ele é completo. Deus não depende de Sua criação, é completamente independente dela.
A autossuficiência de Deus é vista em toda a Bíblia. Na primeira página, lemos: "No princípio, Deus criou os céus e a terra" ( Gênesis 1:1 ). Ele fez os céus e a terra – Ele os possui. O Salmo 146, versículo 6 nos diz que Ele criou tudo o que existe neles. Jó 41 e Romanos 11 nos mostram que Deus não deve nada a ninguém. O Salmo 50 nos lembra que Deus não precisa de nada.
Paulo, em Atos 17 , diz no Areópago de Atenas: "O Deus que fez o mundo e tudo o que nele há não habita em templos construídos por mãos humanas, Ele não é servido por mãos humanas, como se precisasse de alguma coisa. Ao contrário, Ele mesmo dá à todos a vida, a respiração e tudo o mais." Paulo não poderia ser mais claro – Deus não foi feito por nós, nem precisa de nós, mas nós precisamos Dele e confiamos Nele para tudo.
O fato de Deus ser autossuficiente deveria ser uma verdade reconfortante para nós. Pense nestas três coisas:
Mentalidade de Escassez e a Providência Divina
Nos últimos anos, uma mentalidade coletiva de escassez invadiu a consciência global. Em tempos de incerteza, é uma resposta natural. Nossa maneira de pensar muda quando os recursos de que precisamos parecem ilusórios — seja por problemas na cadeia de suprimentos, escassez de mão de obra, inflação ou algum outro problema fora do nosso controle. Os níveis de ansiedade aumentam.
É claro que percepções nem sempre são realidade. Em 2020, fiquei olhando para as prateleiras vazias dos supermercados e me perguntando como lidaríamos com a escassez em casa, mas isso nunca aconteceu, de alguma forma, sempre tínhamos o suficiente.
Uma mentalidade de escassez afeta negativamente as pessoas de pelo menos quatro maneiras:
1. Prejudica o pensamento produtivo; Uma preocupação excessiva com as necessidades básicas prejudica as habilidades cognitivas — reduzindo o desempenho mental em um nível equivalente a 13 pontos de QI, ou a perda de uma noite inteira de sono.
Em seu livro "Escassez: Por que Ter Pouco Significa Tanto" , o economista Sendhil Mullainathan explica que, quando as pessoas se concentram no que lhes falta, desenvolvem uma visão de túnel. Essa fixação dificulta a concentração em qualquer outra coisa, diminuindo a capacidade de pensar criativamente e resolver problemas.
Não é de admirar que Jesus tenha dito: “Não se preocupem com o amanhã, pois o amanhã trará as suas próprias preocupações” (Mateus 6:34).
Em vez de ficarmos obcecados com o que não temos, podemos confiar que Deus suprirá as nossas necessidades, o capítulo 6 do Evangelho de Mateus, no verso 33 expressa “Buscai, pois, em primeiro lugar, o reino de Deus e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas.”
2. Uma mentalidade de escassez contribui para sentimentos de ganância e inveja. Quando você acredita que não há recursos suficientes para todos, começa a pensar nos outros como concorrentes, em vez de indivíduos que Deus o chamou para amar e servir.

















