Wallace Sousa
Há em Jerusalém, perto da porta das Ovelhas, um tanque que, em aramaico, é chamado Betesda, tendo cinco entradas em volta.Ali costumava ficar grande número de pessoas doentes e inválidas: cegos, mancos e paralíticos. Eles esperavam um movimento nas águas.De vez em quando descia um anjo do Senhor e agitava as águas. O primeiro que entrasse no tanque, depois de agitada as águas, era curado de qualquer doença que tivesse.Um dos que estavam ali era paralítico fazia trinta e oito anos.
Quando o viu deitado e soube que ele vivia naquele estado durante tanto tempo, Jesus lhe perguntou: “Você quer ser curado? “ Disse o paralítico: “Senhor, não tenho ninguém que me ajude a entrar no tanque quando a água é agitada. Enquanto estou tentando entrar, outro chega antes de mim. Então Jesus lhe disse: “Levante-se! Pegue a sua maca e ande”.Imediatamente o homem ficou curado, pegou a maca e começou a andar. Isso aconteceu num sábado. João 5.1-9
Quando o viu deitado e soube que ele vivia naquele estado durante tanto tempo, Jesus lhe perguntou: “Você quer ser curado? “ Disse o paralítico: “Senhor, não tenho ninguém que me ajude a entrar no tanque quando a água é agitada. Enquanto estou tentando entrar, outro chega antes de mim. Então Jesus lhe disse: “Levante-se! Pegue a sua maca e ande”.Imediatamente o homem ficou curado, pegou a maca e começou a andar. Isso aconteceu num sábado. João 5.1-9
Essa é uma das passagens mais conhecidas e belas do livro de João. Mas, o que nós podemos aprender com um fato quase 2.000 anos distante de nós? Muita coisa, mas como não é possível esgotar o tema, vamos tecer breves comentários sobre coisas do dia-a-dia, e veremos se estamos ora na posição do paralítico, ora na de Jesus.
A primeira coisa a ser dita é que temos de ter a consciência de que, para certas coisas acontecerem em nossa vida, precisamos estar no lugar certo. Quantos lugares havia em Jerusalém, naquela época para um paralítico estar? Vários: sua casa, seu quarto, numa rua pedindo esmolas, coisa comum naqueles dias… Mas, ele estava junto ao tanque, à espera de um milagre.







