“Eu te invoco, ó Deus, pois Tú me respondes; inclina-me os ouvidos e acode às minhas palavras” Sl 17:6
Wilma Rejane
Hoje pensei em escrever algo breve, sobre a importância da oração em nossas vidas. Houve um período em que procurei uma fórmula, uma maneira de ser ouvida por Deus de modo que Ele me devolvesse à visão do olho direito. Bem, eu queria isso, e na Bíblia, estava relatado que muitos cegos voltaram a ver, por que não aconteceria comigo? O que eu não sabia, e precisava aprender, era que não existiam fórmulas mágicas e que para cada pessoa Deus tinha um plano. Assim, o que funcionou para o cego Bartimeu, poderia não funcionar comigo.
Deus sempre ouve , mas nem sempre compreendemos as respostas vindas do alto, principalmente quando um silêncio inquietante paira sobre seu “problema”. É eu tinha um problema! E ele parecia ser maior que o mundo! E eu queria resolvê-lo! O que eu não sabia, era que EU precisava diminuir até o pó, para ouvir Deus. A resposta não seria igual à dada ao cego de Betsaida, ou a Bartimeu, mas era o que Deus em Sua eterna sabedoria havia escolhido. Ele tinha a resposta. Não eu. E foi nesse processo de cura interior que li a história do apóstolo Paulo. Que tremenda Palavra! Ela foi como o fogo a queimar em meu peito.
Hoje pensei em escrever algo breve, sobre a importância da oração em nossas vidas. Houve um período em que procurei uma fórmula, uma maneira de ser ouvida por Deus de modo que Ele me devolvesse à visão do olho direito. Bem, eu queria isso, e na Bíblia, estava relatado que muitos cegos voltaram a ver, por que não aconteceria comigo? O que eu não sabia, e precisava aprender, era que não existiam fórmulas mágicas e que para cada pessoa Deus tinha um plano. Assim, o que funcionou para o cego Bartimeu, poderia não funcionar comigo.
Deus sempre ouve , mas nem sempre compreendemos as respostas vindas do alto, principalmente quando um silêncio inquietante paira sobre seu “problema”. É eu tinha um problema! E ele parecia ser maior que o mundo! E eu queria resolvê-lo! O que eu não sabia, era que EU precisava diminuir até o pó, para ouvir Deus. A resposta não seria igual à dada ao cego de Betsaida, ou a Bartimeu, mas era o que Deus em Sua eterna sabedoria havia escolhido. Ele tinha a resposta. Não eu. E foi nesse processo de cura interior que li a história do apóstolo Paulo. Que tremenda Palavra! Ela foi como o fogo a queimar em meu peito.
“E para que não me ensoberbecesse com a grandeza das revelações, foi-me posto um espinho na carne, mensageiro de Satanás para me esbofetear a fim de que não me exalte. Por causa disto, três vezes pedi ao Senhor que o afastasse de mim. Então, Ele me disse: A minha graça te basta, porque o meu poder se aperfeiçoa nas fraquezas, para que sobre mim, repouse o poder de Cristo.” II Cor 12:7-10.







