Rinnah é o júbilo do crente Sl 30:5





" O choro pode durar uma noite, mas a alegria vem pela manhã" Sl 30: 5-b



Wilma Rejane

Como você acordou hoje? Sorrindo ou chorando? Se acordou sorrindo: lembra que tempos atrás seu choro parecia uma eternidade? Se acordou com os olhos inchados de chorar , molhou o travesseiro e escondeu o gemido para não perceberem suas lágrimas: lembra que já passou por situações bem piores? Quero te animar a crer na promessa de Deus de que : “O choro pode durar uma noite, mas a alegria vem pela manhã” Sl 30:5 . Graças a Deus pelas lágrimas que nos lavam a alma. “Chorar é diminuir a profundidade da dor.”, escreveu Shakespeare


Foi em meu jardim, tendo como trilha sonora o canto dos pardais que descobri as maravilhosas lições contidas nesse Salmo renovador sobre riso e choro. Em sincera oração espero que as palavras aqui faladas renovem seu ânimo, faça-o acreditar na providência de Deus para sua situação. Quando o salmista, inspirado pelo Espírito Santo de Deus diz: A Alegria virá pela manhã, ele não fala de uma alegria contida, um tímido riso, um raso alivio, é algo grandioso que o original em hebraico para Alegria nos transmite, veja:

Pastor Youcef Nadarkhani a um passo da forca

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Pastor Youcef Nadarkhani e família

Stefan J. Bos*

Tradução de João Cruzué

O Pastor [unitariano] Youcef Nadarkhani, diante da  morte imimente, pediu à esposa que exortasse sua Igreja a permancer firme em Cristo, logo depois que a Suprema Corte Iraniana, aparentemente, ordenara  sua execução; disse um obreiro  dessa  Igreja ao correspondente  da BosLife em Tehram.

Pr. Nadarkhani ainda estava vivo na quarta-feira passada, 22.02.2012, sendo ainda incerto o dia do seu enforcamento, sob a acusação de "apostasia" ou abandono do Islã. Confirmou o pastor  F. Khandjani, membro do Conselho da Igreja do Irã.

A prisão de Lakan, próxima da cidade de Hasht onde mora o pastor é vista pelos ativistas  como um lugar notório pelo desrespeito aos direitos humanos, com enforcamentos sigilosos sem julgamentos justos. Entretanto, ao pastor Nadarkhani, por ser casado e ter dois filhos, foi permitido receber a visita de sua esposa anteontem, 22 de fevereiro de 2012.

14ª VINACC - Meninos, eu vi! (risos)


VINACC 2012 - Análise e Avaliação do Evento

Participar da VINACC era um desejo que eu acalentava desde que fiquei conhecendo o evento. Mas, por fatores alheios a minha vontade, nunca tinha tido a possibilidade de fazê-lo. Mas, este ano, Deus me abriu as portas e pude conhecer de perto o evento, e não ficar apenas no "ouvir falar". A forma como Ele providenciou para que fôssemos à VINACC também nos mostrou que estávamos dentro de Sua vontade para nós.

Eu já participei de outros eventos de porte, embora localizados, como por exemplo a UMADECRE (em Cuiabá/MT) e a UMADEB (em Brasília/DF), então tenho algum parâmetro de comparação de grandes eventos, com programação variada e extensa. Coincidentemente, todos esses eventos ocorrem em paralelo, ou seja, na época do Carnaval, então é virtualmente impossível você participar dos três em um mesmo ano.

Dito isso, é importante esclarecer o seguinte: não vou comparar os eventos, mesmo porque seria injusto e incoerente, já que os objetivos, públicos e propostas são diferentes entre si. Mencionei-os apenas a título de comparação de TAMANHO e ALCANCE DE PÚBLICO PRESENTE, que fique claro aos leitores. Agora, para os leitores antigos de meus posts do blog Desafiando Limites, que já me conhecem, pela qualidade dos textos quantidade de palavras que escrevo (risos), se você não tiver paciência para ler até o fim vou resumir: vale a pena participar da VINACC? Sim.

Ué, está reclamando de quê? Você não queria que eu fosse direto ao ponto? Então, mais direto que isso, impossível né! Viu Wilma, as pessoas (ou melhor, as Wilmas Rejanes da vida... risos) dizem que escrevo muito (de quantidade), e com razão, mas quando eu escrevo pouco, reclamam... Oxente! Ok, ok, vou dar a mão à palmatória: eu não sei escrever pouco, porque quando eu escrevo pouco, escrevo pouco e ruim. Oh, vida, oh azar...

Então, para os leitores que ainda não me abandonaram (alguém, please?) e que o "SIM" não satisfez, vamos a algumas considerações sobre minha participação na VINACC, sobre o porquê de ter valido a pena participar desse grandioso evento, bem como algumas críticas construtivas que, espero, possam servir de base para melhorias por parte da organização, de modo que a 15ª VINACC, em 2013, possa ser melhor do que a de 2012 e que, se Deus permitir, quero estar lá.

Por que valeu a pena participar da 14ª VINACC?

Primeiro motivo: Conheci novas pessoas, fiz novas amizades e até mesmo conheci a aprazível cidade de Campina Grande/PB. Infelizmente, quase fui assaltado (um pouco de falta de vigilância de minha parte) na calçada da casa em que estava hospedado, mas Deus me guardou. Embora não seja a razão mais importante para ter participado da VINACC, sempre considero agradável conhecer pessoas novas, ainda mais se forem agradáveis de se conhecer. Hum... quando digo pessoas novas não quer dizer que eu não goste de conhecer pessoas velhas, ok? risos

Aprendendo Com a Solidão de Jó


"Depois disso respondeu o Senhor a Jó..." Jó 38:1



Wilma Rejane


Jó era um homem gentil , rico e de muitos amigos.  Um personagem real que viveu no período patriarcal, tendo sido citado pelo profeta Ezequiel  (Ez 14:14) e apóstolo Tiago (Tg 5:11).  Acredita-se que ele era descendente de Naor, irmão de Abraão e que conhecia bem as promessas de Deus para seu povo, visto que, sempre se referia a Deus como El Shaday; forma hebraica para “ Todo Poderoso”.  Esse modo de relacionar-se com Deus, indica reverência e dependência, Jó era testemunha do favor de El Shaday, a quem se mantinha fiel.


“Eis que temos por felizes os que perseveram firmes. Tendes ouvido da paciência de Jó e vistes que fim o Senhor lhe deu; porque o Senhor é cheio de tenra misericórdia e compassivo” Tg 5:11

A história de Jó é rica em poesia,  uma demonstração de que é possível manter beleza em meio as mais terríveis assolações. Como pode um homem tão machucado pela vida manter viva a esperança de restauração? Jó não é um opróbrio, um monumento a miséria, tão pouco é sinônimo de pobreza, mas de um homem que sofre e ainda assim mantêm a fé. Ele é representação sublime e impactante de crueldade e beleza, de opostos que permanecem como incógnitas pontuando vida e morte. Em Jó, nos cercamos de questionamentos e também de respostas que permeiam os humanos:  Por que sofrem os justos? Qual a origem do mal? 

“ Por que em vez do meu pão me vêm gemidos, e os meus lamentos se derramam como água?” Jó 3:24

“ Porque eu sei que o meu Redentor vive, e que por fim se levantará sobre a terra. E depois de consumida a minha pele, contudo ainda em minha carne verei a Deus, Vê-lo-ei, por mim mesmo, e os meus olhos, e não outros o contemplarão  “. Jó 19:25-27

Em Jó, se faz presente morte e vida, o estado último de “fim de túnel ” e de graciosa redenção. É a bondade de Deus sustentando o que parece desprovido de sustento, nos dizendo que não há acaso, nem vácuo no viver, mas que para tudo e todos existe propósito e através da fé no Redentor, o “impossível” se converte em milagre. E é especialmente sobre os milagres que advém da solidão que quero compartilhar nesse artigo.


Perguntas na multidão

O grande poeta e dramaturgo francês, Victor Hugo, também autor da obra Os Miseráveis, transmitiu em uma frase, o que seria solidão:“Todo inferno está contido nessa única palavra: solidão”. Penso que um público considerável de pessoas concordariam com ele e até o aplaudiriam. Solidão, é algo que incomoda porque o homem se completa, se realiza na convivência social. Solidão, portanto, pode ser sinônimo de fracasso.

Missões: Dados para pesquisa sobre todos países do mundo

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Fonte de pesquisa confiável.

Por João Cruzué

Onde: Site do Departamento de Estado Americano

Idioma: Inglês

Endereço: www.state.gov

Selecione o país - clique no link para abrir

Depois pesquise em: Background Notes

Tipo de informação: tudo.

Exemplos: background notes da India e da Guiné Bissau






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Peregrinos em Moabe



“Ele te será Recriador da alma...”Rt.  4:15



Wilma Rejane

No livro de Rute, no Antigo Testamento, conta-se a história de uma família de imigrantes que sai de Belém para peregrinar nos campos de Moabe, uma faixa de terra montanhosa onde atualmente se localiza a Jordânia, ao longo da margem Oriental do Mar Morto. Ao todo, seis pessoas em busca de sobrevivência:O pai Elimeleque (Meu Deus é rei), a esposa Noemi (agradável), os filhos Malom (fraco,doentio), Quiliom (triste) com as respectivas esposas Órfa e Rute.

Após dez anos de peregrinação todos os homens da família morrem, ficando apenas as mulheres. Noemi, a matriarca, cheia de amargura no coração, abatida e sem esperança despede as noras. Rute se nega a abandoná-la: “Onde quer que tu fores, irei eu, e onde quer que pousares, pousarei eu, porque o teu povo é o meu povo, e o teu Deus o meu Deus” Rt 1:16.   O convívio entre Rute e Noemi, regara sementes e elas já brotavam, existia raízes que não poderiam ser arrancadas sob pena de ressecamento. Já não era o parentesco que as unia, mas o espírito, a fé em um só Deus, o amor as atraia a um relacionamento rico em altruísmo.

A verdade, é que a família de Elimeleque jamais deveria ter saído de Belém, os que lá ficaram “foram visitados por Deus fartando-se de alimento” Rt 1:5. Ainda assim, Deus converte o final dessa triste história, fazendo com que Rute (a semente) gere filhos e herdeiros a Noemi de cuja descendência nasceria o Rei Davi. No final do livro, lê-se: “Deus seja teu Recriador da alma...”


Enxugue as lágrimas e siga em frente



O tempo e a sorte pertencem a todos Eclesiastes 9:11. Não desista, avance, deixe o passado para trás.


Estudando a lição 11 da CPAD para a EBD, deparei-me com este fragmento de texto, no final da conclusão da lição, ou seja, nos finalmentes do frigir dos ovos (risos): “vai-te em paz e não peques mais”, de João 8.11. Quero deter-me unicamente nessa pequena frase que requer complemento: Vai-te. E vou completá-la para você.

Sabe o que me chamou atenção nisso, nesse versículo aparentemente desprezado no meio de tantas coisas que ouvimos hoje em dia? É que encerram-se, nessa antiga frase de poucas palavras, valiosas lições para as pessoas de hoje, quais sejam:

1. Vai-te significa, em primeiro lugar, deixe seu passado para trás.

Você já parou para pensar na situação daquela mulher, e o estigma que ela iria carregar dali por diante? O de uma mulher adúltera, em meio a uma sociedade permeada pela hipocrisia, ela era a vítima perfeita para tampar o sol com a peneira, jogando uma cortina de fumaça para tentar ofuscar a decadência moral dos fariseus e outros eu’s que viviam por lá.

Todavia, quando Jesus lhe disse “Vai-te”, Ele simplesmente disse “mulher, eu sei porque você foi apanhada, e porque foi trazida aqui, e como vão tratá-la daqui por diante, mas quero que saiba que perdoo você e, ao invés de carregar a cruz pesada dos fariseus, carregue meu fardo leve de perdão e amor”. Ela podia escolher entre ser conhecida como a adúltera dos fariseus e a perdoada por Jesus. E você, qual das opções escolheria? Deixaria o passado para trás ou seguiria carregando o ódio e desprezo dos outros nas costas?
2. Vai-te significa, em segundo lugar, avance.

Quantas pessoas há que têm se deixado levar pelas agruras da vida e parado no meio do caminho e, às vezes, no meio do Caminho também. Pode ser o seu caso, pode ser o caso de algum conhecido seu que, desfalecido pelo peso da culpa, sucumbiu no meio de seus projetos e caiu, desfalecido, à beira da estrada da vida.

Breves Lições Junto Ao Tanque de Betesda


A vida é semelhante a Betesda.





Wilma Rejane


Ora,  havia ali, junto à Porta das ovelhas, um tanque, chamado em hebraico Betesda, o qual tem cinco alpendres Jo 5:2. 

Ler todo o capitulo sobre Betesda Aqui


O antigo tanque de Betesda, existiu na parte Norte de Jerusalém, próximo ao mercado das ovelhas. Escavações realizadas no ano de 1888, revelaram que existiam colunas rodeando o local e em uma delas  a pintura – posterior a Cristo - de um anjo agitando as águas.  O que acontecia no tanque,  era um borbulhar temporário das águas, e cada vez que isso acontecia, as pessoas se jogavam nas águas,  para serem curadas. O nome Betesda, pode ser traduzido como “lugar de derramamento”, “casa da graça” ou ainda “casa de misericórdia”.

Betesda  havia se transformado em lugar de peregrinação, centenas de pessoas se aglomeravam ao seu  redor  na espera do mover das águas e da realização de milagres. Um lugar assim parece um sonho, uma lenda, é tão fantástico que  algumas traduções antiquíssimas  do Evangelho de João omitem a parte que fala “ um  anjo descia em certo tempo e agitava as águas”. Penso que esse fato foi dado a João como revelação, as pessoas porém que frequentavam o local em busca de milagres, não sabiam que os anjos agitavam as águas, sabiam sim que havia algo sobrenatural naquelas águas.

Se em sua cidade existisse um lugar assim, você iria? Muitas razões conduziriam pessoas a um lugar como esse: curiosidade, esperança, fé, louvor, ganância ( mercadores), misericórdia (para ajudar aos doentes), entre outros. É estranho que em um lugar tão sagrado, um homem paralitico, necessitado da ajuda para descer às águas, tenha passado despercebido: “ “Senhor, não tenho homem algum que, quando a água é agitada, me coloque no tanque” Jo 5:7. Não obstante eu ter citado a misericórdia como um dos motivos de frequentar-se o local, ela parecia está bem distante dali.


Morre Whitney Houston Aos 48 Anos



  

Wilma Rejane


“ E o mundo passa, e os seus prazeres, mas aquele que faz a vontade de Deus, permanece para sempre” I João 2:17


A fama é algo cruel e citando Richard Rorty : “crueldade é a pior coisa que podemos praticar”. Ser cruel com o outro é como ser consigo mesmo, e essa ato que resulta em infelicidade é o retrato da transgressão do maior mandamento do Reino dos céus: “ Amar a Deus sob todas as coisas e com todas as nossas forças e ao próximo como a ti mesmo” Mc 12: 31,31. Quando descumprimos esse ensinamento, a sentença é igualmente cruel , o juiz? Nós mesmos, a vida com todas as mazelas.

Esse foi o primeiro pensamento que me veio à mente ao ver as manchetes sobre a morte da jovem cantora Whitney Elisabeth Houston. A mesma fama que a exaltou foi a que a conduziu ao declínio. Se cada um de nós tem a liberdade para escolher entre bem e mal, Whitney se fez refém de suas escolhas e de modo cruel, trágico, já não respondia por si: era dependente química. Esse mal terrível que se apodera do ser transtornando a felicidade em vazio, em abismo de boca bem larga sempre pronto a ser alimentado pelo objeto de seus desejos: a droga.

Whitney , a exemplo de tantas outras cantoras consagradas pela fama mundial, começou sua carreira de forma modesta, cantando musica gospel. Suas tias eram cantoras de Soul gospel, ritmo predominante entre os protestantes americanos de cor negra. Whitney, portanto, recebera o dom de cantar como herança de Deus e das mulheres da família. E assim, aos 11 anos de idade, a pequena e talentosa cantora, troca as apresentações nos púlpitos das igrejas pelo palco das boates em apresentações noturnas. À primeira vista, e em uma analise impiedosa e radical sobre causa e efeito, essa mudança de direção na vida de Whitney, seria a causa de seu destino tão marcado pela tristeza. Mas, quem sou eu para fazer tal afirmação? Mera espectadora de fatos midiáticos que aparecem e desaparecem como fumaça ao vento ( ou a tempestades).