O texto a seguir foi escrito por um leitor do blog chamado Nelson Miguel Teixeira, paulista de Torrinhas-SP e residente em Foz do Iguaçu (PR). Nelson é engenheiro elétrico e poeta, escreve para o Recanto das Letras onde publicou esse texto com a seguinte consideração:
"Ao ler a Bíblia, alguns textos na internet, inclusive do site A Tenda na Rocha de Wilma Rejane, inspirei-me em escrever este texto."
Bom saber que o blog inspira e edifica pessoas na graça e fé de nosso Senhor Jesus.
***
Quando chegamos ao limite? Quando chegamos ao fundo do poço? Quando perdemos nossas forças? Quando estamos à beira do abismo? Quando fecham para nós a porta da esperança? É quando caímos por terra e ao entrar em contato com o pó do chão, é que vemos a nossa insignificância e que nada adianta a arrogância, a soberbia, alarde, altivez, galhardia, inanidade, jactância, orgulho, ostentação, ufania, vaidade, vanglória... Pois sim, várias vestes, um rosário de mau comportamento e nada agradável aos olhos de Deus! Se você não está vestido assim, certamente suas vestes refletem a simpleza, humildade, singeleza, simplicidade e modéstia. Então, vestido assim, ao chegar ao limite de suas forças e não enxergar solução, você pode esperar a divina providência.
Dias de angústia, tempo de milagre.
O limite de Moisés era o mar... Deus abriu!
O limite de Abraão era a morte do Isaac... Deus proveu o cordeiro!
O limite de Ana era a esterilidade... Deus lhe deu um filho!
O limite de Jó era ficar sem nada... Deus lhe devolveu tudo!
O de Pedro era ficar preso... Deus o soltou dos grilhões, da prisão!
O de Daniel, morrer pelos leões... Deus o tirou da cova dos leões!
O limite de Sadraque, Mezaque e Abednego era morrerem pelo fogo...Deus os livrou de morrerem na fornalha!










