Conheces-me com Kelly Mellysa




Wilma Rejane

Kelly Mellyssa é uma jovem cantora nascida no Piauí e que se dedica a música desde a infância. Seu pai Willins montou um estúdio em casa e acompanha a filha em cada passo dentro e fora do Estado.

Somos vizinhas, irmãs em Cristo e me comprometi a divulgar o trabalho musical de Mellyssa por conhecer de perto a luta e  trajetória da família que frequenta a Igreja Presbiteriana do bairro, dirigida por um tio de Mellyssa.

Além de cantar, Mellyssa compõe e toca alguns instrumentos. Com orgulho a mamãe Bia me apresentou o mais novo trabalho da filha que em poucos dias de divulgação no Facebook alcançou a marca de quinze mil visualizações. No You Tube, contudo, a exibição ainda é pouco conhecida.

Valores presentes em Betesda



Wilma Rejane


Ora,  havia ali, junto à Porta das ovelhas, um tanque, chamado em hebraico Betesda, o qual tem cinco alpendres Jo 5:2. 

Ler todo o capitulo sobre Betesda Aqui


O antigo tanque de Betesda, existiu na parte norte de Jerusalém, próximo ao mercado das ovelhas. Escavações realizadas no ano de 1888, revelaram que existiam colunas rodeando o local e em uma delas  a pintura – posterior a Cristo - de um anjo agitando as águas.  Havia no tanque um borbulhar temporário das águas e cada vez que isso ocorria, as pessoas se jogavam nas águas  para serem curadas. O nome Betesda, pode ser traduzido como “lugar de derramamento”, “casa da graça” ou ainda “casa de misericórdia”. As águas de Betesda vinham de uma  fonte chamada Giom, que brotava de uma rocha e antigamente regava os jardins do palácio de Salomão

Betesda  havia se transformado em lugar de peregrinação, centenas de pessoas se aglomeravam ao seu  redor  na espera do mover das águas e da realização de milagres. Betesda também era comércio; famílias levavam seus enfermos e pagavam  caro por um lugar na borda do tanque. Outros ficavam ali por muito tempo, abandonados, por não conseguirem vencer suas limitações físicas e nem a multidão. Contudo, estar em Betesda representava uma esperança de cura.

Um lugar assim parece um sonho, tão fantástico que muitos teólogos combatem a narrativa de que um anjo agitava as águas. Dizem que pela proximidade do tanque com o santuário de Asclépio ou Serápio (deus da cura) o que havia em Betesda nada mais era do que um ajuntamento de pessoas místicas e idolatras, ávidas por experiências ocultistas. De fato, a arqueologia comprovou que os romanos haviam feito uma ligação entre Betesda e o templo de Serápio. Grandes colunas com pinturas de Serápio, efígies e alusão a cura foram encontradas na expedição liderada por Dr. Conrad Shick em 1888.

Apesar da descrença de alguns,  existem outros fatores igualmente importantes  que devem ser considerados, por exemplo: foi comprovado pela arqueologia que, de fato, existiam cinco alpendres em Betesda, estes abrigavam  doentes protegendo-os do sol e do frio e que o tanque era  próximo a Eira de Araúna-  foi lá que Davi viu um anjo do Senhor. Não estou a dizer que o anjo que movia as águas era o mesmo da eira de Araúna. Mas, se existiu uma motivação pagã para os milagres que ocorriam ali, também há de se considerar a motivação Bíblica de que anjos, como o que foi visto na eira, atuavam em Betesda. E a crença de anjos auxiliando homens é Bíblica, tão ou mais antiga do que Asclépio.

E o anjo do Senhor estava junto à eira de Araúna, o jebuseu. II Samuel 24:16

O engano de Moisés

Deus não se atrasa
Autor: João Cruzué
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Senti o desejo de escrever uma mensagem sobre a velhice na semana passada, entre outras coisas, porque no inicio do ano cravei a marca dos 60. É uma idade que tem suas vantagens e desvantagens. A parte ruim (eu acho) é que a maioria dos assuntos, das conversas, começa a girar em torno de doenças e remédios. A parte boa, no meu caso, é poder usar o espaço preferencial em filas, trens, metrôs, etc. Mas não são sobre estes assuntos que desejo escrever algumas linhas, senão sobre o grande engano do diabo em sua estratégia para eliminar o propósito de Deus dos sonhos dos velhos. Isto está particularmente muito claro na vida de Moisés.

No capítulo 7 do livro de Atos dos Apóstolos, está registrado que, aos 40 anos, Moisés sentiu um impulso de conhecer a situação dos filhos de Israel. Em algum tempo, antes dos quarenta, ele deve ter ouvido a voz de Deus dizendo que ele, Moisés, era o libertador de Israel.

Moisés foi e viu seus irmãos judeus sendo espancados e maltratados. Já que ele era o libertador, não perdeu tempo: tratou de começar a obra de Deus pela FORÇA.  Todavia não era este o plano de Deus.

Daí, tendo sido expulso do Egito, fugiu para a terra de Midiã, onde começou a viver um longo tempo na "caverna", ou seja, começou a descrer da promessa e foi se acomodando à vida ordinária. Naturalmente, o dedo do diabo, de alguma forma, esteve presente durante os outros 40 anos que Moisés passou no deserto. Isto é muito possível porque, se Moisés era o escolhido para libertar o povo de Israel e torná-lo em uma nação, com certeza, o adversário fustigaria Moisés naqueles longos anos de solidão e silêncio de Deus.

Na Carta de Paulo aos Efésios (1:9) diz que os mistérios do propósito de Deus nos são dados a conhecer por revelação: "Descobrindo-nos [revelação] o mistério da SUA vontade, segundo o SEU beneplácito, do que propusera [propósito] em SI mesmo". Este assunto é mais esclarecedor no v.17: "Para que o Deus de nosso SENHOR Jesus Cristo, o PAI da Glória, vos dê em SEU conhecimento o espírito de sabedoria e de revelação".

Ao final de 40 anos de "caverna" Moisés estava perfeitamente convicto de que aquela história de libertador de Israel era fruto da sua imaginação, um sonho sem pé nem cabeça.

Mas não era!

Para todo verdadeiro servo de DEUS, não são os anos de vida que ditam o FIM dos propósitos de Deus. Na primeira resposta de Moisés  a Deus (Êxodo 3.11), uma coisa que não é dita, mas que fica implícita, é que Moisés se considerava um velho: "Quem sou eu, que vá a Faraó e tire do Egito os filhos de Israel?". Outro grande líder, Abraão, antes de conhecer Agar, também concordou que  não era possível gerar um filho na velhice.

Lucas registrou no Evangelho que escreveu: "Por que para Deus nada é impossível" (Lc. 1.37).

Moisés Libertou Israel; Sara concebeu Isaque; de Isabel nasceu João Batista e Saulo, o perseguidor, foi transformado no apóstolo dos gentios, graças ao nosso Deus, Aquele que põe a vitória em nossas mãos.

O maior engano de Moisés foi achar que Deus não tinha passado o propósito para outro, porque ele já estava senil. Em nossos dias, é comum a partir dos 60 anos, muitos sonhos serem transformados em cinzas pelas frustrações do passado e da imperceptível voz do diabo - o especialista na arte de plantar pensamentos sofismáticos.  Muitos cristãos estão sendo enganados e desistindo,  mesmo com vastos registros bíblicos que mostram o contrário.

A conclusão que cheguei, na meditação desta manhã, é que Deus tem um propósito especial para a vida de cada um de nós - cristãos ou não. Os anos da nossa vida foram dados por Deus para cumprir este propósito. Todavia, a ausência cia de fé, a falta de exercícios físicos  e uma boa alimentação, matam este propósito sem precisar da intervenção do diabo. A tristeza e a caverna são as evidências mais claras de que o Espírito Santo não concorda com nossas atitudes. E isto é verdadeiro porque quando estamos dentro do propósito de Deus, o Espírito de Deus se alegra e SUA alegria aformoseia o nosso rosto, mesmo em situações que nos faltam muitas coisas.

Portanto, se você já tem mais de 60,  ande mais pelos olhos da fé  do que pelas coisas ruins que o inimigo insiste em lhe mostrar. Confie no Espírito Santo e deixe o diabo falando sozinho.


"Mas os que esperam no SENHOR renovarão as forças,

subirão com asas como águias; correrão,

e não se cansarão; caminharão, e não se fatigarão."

(Isaías 40.31)

A Paz de Cristo.

João Cruzué edita Olhar Cristão e é colaborador do Tenda na Rocha





Turquia, peça chave para desvendar o Apocalipse

Bandeira da Turquia


Por Wilma Rejane

É comum encontrarmos interpretações do Apocalipse ligando Roma e a religião católica romana com a manifestação do Anticristo e do falso profeta. Contudo, em uma observação mais apurada, percebe-se que há uma outra direção bem mais precisa que Roma e ela se chama Turquia.. Um detalhe que passa desapercebido para muitos na hora de apontar o império romano é o de que a província romana mencionada na Bíblia é atualmente chamada de Turquia. Grande parte do Novo Testamento foi escrito a partir do que hoje é Turquia e antigamente era domínio romano. Todas as sete igrejas do Apocalipse estão situadas na Turquia e ao voltarmos nossas observações para este lugar descobre-se um cenário preciso sobre o fim dos tempos.

Considerações iniciais sobre a Turquia:

- Quando Maomé morreu há aproximadamente 14 séculos, a sede do califado islâmico passou a liderar desde Istambul, na Turquia, vivendo ali seu tempo áureo.
- Durante 400 anos Istambul foi o centro político da religião muçulmana.
- O império muçulmano caiu depois da primeira guerra mundial, sendo assim, abolido o califado.
- todos os esforços do islamismo atual se voltam  para o ressurgimento, a ascensão do governo muçulmano sobre o mundo.
- A restauração do califado implica em uma guerra contra cristãos e judeus. ( o que já acontece e ultimamente com maior intensidade)

Versículo chave

“ E vi que a mulher estava embriagada do sangue dos santos, e do sangue das testemunhas de Jesus. E, vendo-a eu, maravilhei-me com grande admiração. E o anjo me disse: Por que te admiras? Eu te direi o mistério da mulher, e da besta que a traz, a qual tem sete cabeças e dez chifres. A besta que viste foi e já não é, e há de subir do abismo, e irá à perdição; e os que habitam na terra (cujos nomes não estão escritos no livro da vida, desde a fundação do mundo) se admirarão, vendo a besta que era e já não é, ainda que é. Apocalipse. “ 17:6-8

A besta embriagada com o sangue dos santos seria a religião islâmica decapitando, matando cristãos. Sete cabeças e dez chifres seriam o governo dos califas (lideres muçulmanos) nas respectivas regiões do território Turco. A besta que era;  o governo muçulmano extinto após a primeira guerra (1918). “Vai subir do abismo”, ou seja, o império islâmico (ou muçulmano) vai ressurgir desde a Turquia para estabelecer um governo mundial obrigando as pessoas a segui-lo. Assim, a marca da besta estaria diretamente relacionada com o islã e seu violento domínio sobre a terra.

"Aqui o sentido, que tem sabedoria entenda. As sete cabeças são sete montes, sobre os quais a mulher está assentada." Apocalipse 17:9

Existem três lugares no mundo que estão edificados sobre sete montes (ou colinas), são eles: Istambul (na Turquia), Jerusalém e Roma. De acordo com o contexto defendido aqui, fica evidente que Apocalipse está se referindo a Istambul na Turquia.


Tempo de arrependimento e perdão, como na Eira de Araúna




Wilma Rejane

O relato sobre a Eira de Araúna está presente em dois livros da Bíblia: II Samuel 24 (escrito por profeta Samuel)  e  I Crônicas 21 ( escrito por Esdras) . Os dois relatos trazem algumas diferenças, por exemplo: através de Samuel, toma-se conhecimento que a eira em questão pertence a Araúna. A mesma eira é descrita por Esdras como pertencente a Ornã. Araúna e Ornã são a mesma pessoa? Na teologia brasileira, os diferentes nomes definem a mesma pessoa. Existe, porém, uma publicação chamada “The New Man” de Thomas Merton  que considera Ornã e Araúna pessoas distintas, os dois seriam irmãos. O detalhe de identidade, contudo, não prejudica a história. 

A eira emerge na bíblia em uma situação um tanto delicada: Rei Davi havia feito um censo (numeração de povos) e, por este motivo, Deus estava descontente, irado. Todas as vezes que um censo é citado na Bíblia, a citação vem acompanhada da lembrança de que Deus é quem ordena a numeração, vide:

Como o Senhor ordenara a Moisés, assim  numerou os filhos de Israel no deserto de Sinai.” Números 1: 19

“Depois da praga, o Senhor disse a Moisés e a Eleazar, filho do sacerdote Arão:  façam um recenseamento de toda a comunidade de Israel, segundo as suas famílias; contem todos os de vinte anos para cima que possam servir no exército de Israel”. Números 26: 1,3

Portanto, um censo, embora sendo responsabilidade do Estado naquela época, era consequência de uma determinação Divina. O censo tinha como principais finalidades:

Aquietando o coração ansioso




Wallace Sousa

"Não andem ansiosos por coisa alguma, mas em tudo, pela oração e súplicas, e com ação de graças, apresentem seus pedidos a Deus. E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará os seus corações e as suas mentes em Cristo Jesus." Filipenses 4:6,7

A ansiedade é uma das grandes vilãs deste século. Aliás, para ser mais preciso, já no séc. XX a ansiedade, juntamente com a depressão, era considerada um mal bem presente na vida das pessoas. Eu já fui muito ansioso, então posso dizer que sei como esse sentimento é desagradável e difícil de se lidar.

A despeito de muitas tentativas que fiz de lidar com isso e, pra variar, quebrei a cara, a melhor e mais eficaz forma que eu encontrei de lidar com a ansiedade foi através da meditação e da confiança na Palavra de Deus.

Esse versículo que abre o post foi o melhor remédio que encontrei quando passei por situações onde a ansiedade ultrapassava os limites e vencia todas as minhas resistências, a despeito de meus melhores esforços. Outro versículo que também foi muito importante nessa luta contra a ansiedade foi este aqui:

Aquietai-vos, e sabei que eu sou Deus; sou exaltado entre as nações, sou exaltado na terra. Salmos 46:10

Entretanto, deixe-me dizer-lhe algo: tal como um remédio que, para fazer efeito, ele deve ser tomado conforme a prescrição médica, ou seja: nas doses recomendadas, nos horários prescritos e durante o período determinado, a Palavra de Deus também precisa ser observada segundo os mesmos critérios.

Por isso, não basta apenas você ler e não crer, ler e não praticar, ler e não observar, assimilar e viver de acordo. Imagine comigo: e se o médico lhe prescrever algo, você ler e não comprar o remédio, ou comprar e não tomar, não fazer uso dele, o que vai acontecer? De quem será a culpa se você não ficar curado daquela enfermidade? Do médico ou sua?

De volta a Emaús...



Wilma Rejane

“E eis que no mesmo dia iam dois deles para uma aldeia, que distava de Jerusalém sessenta estádios, cujo nome era Emaús. E iam falando entre si de tudo aquilo que havia sucedido. E aconteceu que, indo eles falando entre si, e fazendo perguntas um ao outro, o mesmo Jesus se aproximou, e ia com eles. Mas os olhos deles estavam como que fechados, para que o não conhecessem. E ele lhes disse: Que palavras são essas que, caminhando, trocais entre vós, e por que estais tristes?” Lucas 24:13-17

Dois discípulos voltavam de Jerusalém: tristes, desesperançosos, decepcionados. Jesus havia ressuscitado e eles viram apenas o túmulo vazio. Não viram Jesus. Iam conversando pelo caminho, dispostos a abandonar tudo quanto criam, afinal não fazia sentido seguir um morto. Mas Jesus também ia por aquele caminho com eles, interessado em seus sentimentos.

E ao reler essa passagem Bíblica, me ocorreu que aqueles dois discípulos já haviam transitado muitas vezes por aquele caminho de volta a Emaús: alegres, esperançosos, confiantes. Naquele dia os sentimentos eram diferentes, pois, em Jerusalém haviam deixado sua fé no Cristo ressuscitado. Cheios de dúvidas, apoiavam-se mutuamente, ambos eram testemunhas de um tempo glorioso com endereço no passado.

Aquele caminho em Emaús é o mesmo que passamos, por muitas vezes: tristezas, desesperanças, decepções. Buscando apoiar-se em pessoas, com interrogações não respondidas, sendo  Cristo considerado  uma fábula, distante. Apesar dessas coisas, Jesus estava com eles. Sua morte era um marco, não  um fim, mas um começo, recomeço de algo muito maior.

Lições de mordomia no monte da multiplicação



Wilma Rejane

“E, regressando os apóstolos, contaram-lhe tudo o que tinham feito. E, tomando-os consigo, retirou-se para um lugar deserto de uma cidade chamada Betsaida. E, sabendo-o a multidão, o seguiu; e ele os recebeu, e falava-lhes do reino de Deus, e sarava os que necessitavam de cura. E já o dia começava a declinar; então, chegando-se a ele os doze, disseram-lhe: Despede a multidão, para que, indo aos lugares e aldeias em redor, se agasalhem, e achem o que comer; porque aqui estamos em lugar deserto. Mas ele lhes disse: Dai-lhes vós de comer.

E eles disseram: Não temos senão cinco pães e dois peixes, salvo se nós próprios formos comprar comida para todo este povo. Porquanto estavam ali quase cinco mil homens. Disse, então, aos seus discípulos: Fazei-os assentar, em ranchos de cinquenta em cinquenta. E assim o fizeram, fazendo-os assentar a todos. E, tomando os cinco pães e os dois peixes, e olhando para o céu, abençoou-os, e partiu-os, e deu-os aos seus discípulos para os porém diante da multidão. E comeram todos, e saciaram-se; e levantaram, do que lhes sobejou, doze alcofas de pedaços.” Lucas 9:10-17

Elaborei outros estudos sobre a primeira multiplicação de pães e peixes, porém, desta vez, abordarei detalhes não explorados anteriormente. Pretendo aqui examinar o milagre sob o ângulo : “o que Jesus nos ensina sobre economia?” Para alguns é um contraste falar em fé, milagres e economia ao mesmo tempo, afinal mercados e capitais são coisas bem terrenas e materiais. Ora, gerenciar bem os recursos terrenos é uma questão de mordomia termo absolutamente Bíblico.

Mordomia:  Manejo responsável dos recursos do reino de Deus que foram confiados a uma pessoa ou a um grupo.

Existem muitas passagens Bíblicas sobre mordomia, para simplificar o estudo, escolhi apenas uma:

“ E qualquer que não levar a sua cruz, e não vier após mim, não pode ser meu discípulo. Pois qual de vós, querendo edificar uma torre, não se assenta primeiro a fazer as contas dos gastos, para ver se tem com que a acabar? Para que não aconteça que, depois de haver posto os alicerces, e não a podendo acabar, todos os que a virem comecem a escarnecer dele, Dizendo: Este homem começou a edificar e não pôde acabar. “Lucas 14:27-30

O discípulo  na passagem acima é alguém que planeja, alicerça, edifica e realiza sem desperdícios. É alguém que arca com as consequências das renúncias feitas com base na fé em Cristo.  As ações revelam mordomia, pois, não são aleatórias e irresponsáveis.

Quando o limite da dor encontra o ilimitado poder do Criador




O texto a seguir foi escrito por um leitor do blog chamado Nelson Miguel Teixeira, paulista de Torrinhas-SP e residente em Foz do Iguaçu (PR). Nelson é engenheiro elétrico e poeta, escreve para o Recanto das Letras onde publicou esse texto com a seguinte consideração:

"Ao ler a Bíblia, alguns textos na internet, inclusive do site A Tenda na Rocha de Wilma Rejane, inspirei-me em escrever este texto." 

Bom saber que o blog inspira e edifica pessoas na graça e fé de nosso Senhor Jesus. 

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Quando chegamos ao limite? Quando chegamos ao fundo do poço? Quando perdemos nossas forças? Quando estamos à beira do abismo? Quando fecham para nós a porta da esperança? É quando caímos por terra e ao entrar em contato com o pó do chão, é que vemos a nossa insignificância e que nada adianta a arrogância, a soberbia, alarde, altivez, galhardia, inanidade, jactância, orgulho, ostentação, ufania, vaidade, vanglória... Pois sim, várias vestes, um rosário de mau comportamento e nada agradável aos olhos de Deus! Se você não está vestido assim, certamente suas vestes refletem a simpleza, humildade, singeleza, simplicidade e modéstia. Então, vestido assim, ao chegar ao limite de suas forças e não enxergar solução, você pode esperar a divina providência.

Dias de angústia, tempo de milagre.

O limite de Moisés era o mar... Deus abriu!
O limite de Abraão era a morte do Isaac... Deus proveu o cordeiro!
O limite de Ana era a esterilidade... Deus lhe deu um filho!
O limite de Jó era ficar sem nada... Deus lhe devolveu tudo!
O de Pedro era ficar preso... Deus o soltou dos grilhões, da prisão!
O de Daniel, morrer pelos leões... Deus o tirou da cova dos leões!
O limite de Sadraque, Mezaque e Abednego era morrerem pelo fogo...Deus os livrou de morrerem na fornalha!