"Que o Deus da esperança os encha de toda alegria e paz, por sua confiança nele, para que vocês transbordem de esperança, pelo poder do Espírito Santo." Romanos 15:13
Tem ocasiões em que a vida nos obriga a passar por situações tão angustiantes, que oprime muito o coração da gente. Parece até que todas as forças negativas do mundo decidiram atuar juntas contra a nossa paz, destruindo nossa saúde emocional. A sensação é de total desmoronamento, face às pressões das turbulências que nos ameaçam e nos fazem sofrer. Nossa alma logo pede socorro. Ela sabe que corre perigo. Sente-se asfixiada e precisa respirar, para resistir e lutar contra as provações a que está sendo submetida, ainda mais quando elas se dão dentro de casa.
Todos temos nossos limites, inclusive o de suportar as pressões emocionais. Contudo, quando a nossa dor e angústia nascem nos espaços sagrados da família e envolvem laços de afeto com pessoas que tanto amamos, o sofrimento torna-se ainda maior. Nos sentimos fragilizados diante das lágrimas que brotam dentro do lar, que escorrem do rosto daqueles cujo coração pulsa também em nosso peito, pois as amamos de verdade, sem restrições, porque são parte de quem somos, são pedaços vivos de nós mesmos.
I Pedro 4:8: Acima de tudo, porém, tende amor intenso uns para com os outros, porque o amor cobre uma multidão de pecados
Wilma Rejane
Sem fé é impossível agradar a Deus, mas é possível ter fé e não ter amor? O apóstolo Paulo nos afirma que sim: “...e ainda que tivesse toda a fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse amor, nada seria" I Cor 13:2. A fé nos faz alcançar o impossível, o amor nos faz fazer o impossível em nome da fé: amar os que nos odeiam e perdoar os “imperdoáveis”.
Esse estágio de amar se torna real quando o Divino habita em nós. Quando o que é Perfeito habita no que é imperfeito a graça abundante cobre uma multidão de pecados. Somente ela é capaz de produzir em nós os frutos do Espírito. Fruto não é para apodrecer na árvore, mas servir de alimento aos famintos.
Meu esposo costuma dizer que não sabe se uma laranja é realmente gostosa até descascá-la, algumas são grandes e vistosas, mas basta abri-las para descobrir que a aparência enganou. Será que isso acontece conosco? Foi por causa da falsidade da aparência que Jesus decretou morte a uma figueira.
Figueiras são muito comuns na Palestina onde se pode encontrar pelo menos três espécies da planta:
Título da canção: VAI PASSAR Vem surgindo mais um lindo dia E essa dor insiste em ficar Eu clamo e reclamo desta vida Pois minha vida agora é viver a chorar E aqui ajoelhado neste cantinho Madrugada inteira a gemer. Já estou sem argumentos pra pedir Nem sei o que é que estou fazendo aqui Parece até que Deus não quer me atender. Mas a promessa é que vai passar Eu sei que vai passar Deserto não é pra toda vida Deus vai mostrar uma saída Mas tenha calma por que vai passar. Mas a promessa é que vai passar Eu sei que vai passar Deserto não é pra toda vida Deus vai mostrar uma saída É só ter calma que vai, vai, vai passar. (veja se isto aqui não se parece com você) Declamado: E aí ajoelhado neste cantinho Já faz algumas madrugadas Que você não dorme... E fica a gemer Tem horas que falta argumentos para você pedir.
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Agora, enquanto escuta a música,
leia uma parte do meu
testemunho.
Por João Cruzué
.
Se você me perguntasse porque eu copiaria a letra deste hino? Bem, minha resposta é porque ele mexe bastante com minhas emoções. E uma das razões por que comecei a escrever este blog, lá por volta de 2005, foi para contar a vitória que o Senhor Jesus me deu, depois de ter passado por 11 longos anos desempregado. Não me pergunte como foram, porque não mais me lembro dos detalhes, depois que o tempo do deserto passou. Uma coisa, porém, ficou e eu não consegui me esquecer: Do dia que consegui comprar um pacote de meio quilo de café no supermercado. Quando cheguei em casa, eu chorei quando fui orar pela compra. Esta música, me faz lembrar disso.
Quando o deserto estava quase no fim, eu estava plantando umas covas de bananeira maçã no sítio da minha mãe, e quando terminei de plantar aquelas 180 covas, choveu. Não uma chuva forte, mas uma "nublina", como se dizia na região do Vale do Rio Caratinga. De noite fui dormir ali pelas 20:00 e, antes de dormir, orei.
Curiosamente, naquele exato momento que dobrei os joelhos, choveu de novo. Aí, eu fiz uma brincadeira na minha oração, e falei: Senhor, amanhã eu tenho que aguar aquelas 180 covas de bananeiras. Vou fazer isto alegre e satisfeito, mas se o Senhor quer mesmo molhar aquela terra, mande pelo menos uma chuva dez vezes mais forte.
De madrugada, malhou aquele aguaceiro. Era começo de abril de 2003, mês que não costuma chover por ali. O barulho das águas nas telhas era forte e grossos cordões de água caiam da beirada das telhas lá na calçada de cimento do sobrado. Como eu estava dormindo na cobertura, tive sair depressa para o andar de baixo.
No outro dia, pela manhã, eu vi o barro da enxurrada que desceu pela estrada abaixo. Quando cheguei até as mudas de bananeiras, eu olhei e vi que Deus tinha respondido a minha atrevida oração. E no momento que eu olhei as folhas de um pequeno pé de banana, o Senhor Falou assim bem dentro de mim:
--Se Eu me preocupo com tão simples bananeiras, saiba que você vale muito mais que um pé de banana. Isto foi em abril, daí a três meses, Ele me abriu a porta do primeiro emprego, depois de 11 anos de deserto - 29 de julho de 1992 a 14 de julho de 2003. A partir de 2003, cada ano que passou, o Senhor foi aumentando a sua bênção. De 2003 até dezembro de 2009 eu estive trabalhando na Prefeitura de São Paulo.
Ainda não sei porquê fui quebrado e moído durante 11 anos. Deus nunca me revelou, mas o deserto passou. Passou, porque Ele me conduziu todo dia pelo vale sombrio. Glória a Deus por meio quilo de café, e glória a Deus, hoje, pelo 6.º ano como servidor efetivo no Tribunal de Contas. O deserto foi muito duro, mas, graças ao Senhor, ele passou para mim, e também vai passar para você.
“
E no primeiro dia da semana, muito de madrugada, foram elas ao
sepulcro, levando as especiarias que tinham preparado, e algumas outras
com elas. E acharam a pedra revolvida do sepulcro.E, entrando, não
acharam o corpo do Senhor Jesus. E aconteceu que, estando elas muito
perplexas a esse respeito, eis que pararam junto delas dois homens, com
vestes resplandecentes. E, estando elas muito atemorizadas, e abaixando o
rosto para o chão, eles lhes disseram: Por que buscais o vivente entre
os mortos?Não está aqui, mas ressuscitou. Lembrai-vos como vos falou,
estando ainda na Galileia, dizendo: Convém que o Filho do homem seja
entregue nas mãos de homens pecadores, e seja crucificado, e ao terceiro
dia ressuscite. E lembraram-se das suas palavras.” Lucas 24:1-8
Elas
perderam o sono. Dedicaram tempo e renda no preparo de especiarias para
ungir o corpo de Jesus que já havia ressuscitado. Estavam em grupo
porque sabiam que precisariam remover a pesada pedra. Essas mulheres
amavam a Jesus, com todo o coração e sentiam Sua falta, as marcas da
profunda convivência que tiveram com Ele não haviam sido apagadas com a
morte, mas havia lhes deixado um vazio que não seria preenchido por mais
ninguém.
Naquela
madruga seus planos foram frustrados, elas foram surpreendidas por
mensageiros de Deus cuja visão era tão esplendorosa que se encheram de
temor. A luminosidade das vestes dos anjos provocou um desvio de visão,
de foco, e todas olharam para o chão. Perplexas, não ousaram olhar
diretamente para eles. A glória do Senhor estava visitando-as e
convertendo suas expectativas para algo maior e real.
E
tudo isso acontece na entrada de um sepulcro, para que saibamos que a
ressurreição de Jesus traz de volta a certeza de transformação. Uma
certeza que eleva nossa visão para o alto, desviando as expectativas do
socorro dessa terra para refugiar-se em Deus. Um Deus que surpreende. A
vida é também repleta de surpresas, de sepulcros que se velam, de
madrugadas sem sono, de especiarias derramadas em mortos. Especiarias
comparadas a riso, alegria, tranquilidade abalada pela decepção de
caminhadas frustradas.
O rei Davi escreveu no Salmo 23 sobre sua passagem pelo vale da "sombra da morte". Esta é provavelmente uma metáfora para as provações da vida em geral, ainda que também se aplica a uma pessoa que enfrenta sua própria morte ou a morte de um ente querido. Nesta vida enfrentamos provações.Estamos constantemente expostos a uma série de pressões. No entanto, podemos utilizar várias estratégias para diminuir os efeitos de uma tensa carga emocional. Aqui estão alguns passos eficazes:
•Aprenda com as provações e sofrimentos, eles podem nos ajudar a adquirir novas habilidades. Jesus Cristo aprendeu pelas circunstâncias difíceis e experiências (Hebreus 5:8), e nós também podemos.
• Conte suas bênçãos. Quando nos concentramos na dor, muitas vezes nos esquecemos de como a vida tem sido boa para nós. Paulo disse que devemos ser sempre gratos (Filipenses 4:6). Ele também explicou que o resultado de dar graças é uma "paz que excede todo entendimento" (vers. 7).
• Não seja um prisioneiro de seu sofrimento, isso pode causar paralisia emocional. Precisamos permanecer ativos porque a inatividade é devastadora. Dr. Paul Brand, um especialista sobre o tema da dor, disse: "Quando eu confronto dor intensa, procuro atividades que irão me absorver totalmente mentalmente ou fisicamente, eu descobri que a distração consciente e a disciplina da atividade podem ser ferramentas úteis no combate à dor "(Paul Brand e Philip Yancey, O presente que Ninguém Quer, 1993, p. 254).
Saindo daquele lugar, Jesus retirou-se para a região de Tiro e de Sidom. Uma mulher cananéia, natural dali, veio a ele, gritando (I): “Senhor, Filho de Davi, tem misericórdia de mim! Minha filha está endemoninhada e está sofrendo muito” (1). Mas Jesus não lhe respondeu palavra (2). Então seus discípulos se aproximaram dele e pediram: “Manda-a embora, pois vem gritando atrás de nós” (3). Ele respondeu: “Eu fui enviado apenas às ovelhas perdidas de Israel” (4). A mulher veio, adorou-o (5) de joelhos e disse: “Senhor, ajuda-me!” Ele respondeu: “Não (6) é certo tirar o pão dos filhos e lançá-lo aos cachorrinhos”. Disse ela, porém: “Sim (7), Senhor, mas até os cachorrinhos comem das migalhas que caem da mesa dos seus donos”. Jesus respondeu: “Mulher, grande (8) é a sua fé! Seja conforme você deseja”. E naquele mesmo instante (9) a sua filha foi curada.Mateus 15:21-28 (grifos acrescidos)
Introdução
É bem possível que você esteja, nesse exato momento, precisando urgentemente de um milagre. Acertei? Se a pergunta fosse apenas “precisando de um milagre”, eu arriscaria dizer que quase todos diriam que sim, que precisariam de um.
Agora, dos que precisam de um milagre, nem todos precisam dele agora, pra já. Mas, digamos que você seja dos que precisam de um milagre agora, o que fazer então? Antes de tudo, acho que você fez a coisa certa: buscou ajuda no Senhor. E quero que saiba que Ele está aqui para lhe ajudar.
Aquela mulher de quem não sei sequer seu nome (assim como também não sei o seu) foi buscar em Jesus seu último recurso. Talvez esse seja o seu caso: já buscou em vários lugares, em vária fontes, mas não obteve resultado, não encontrou a solução, e veio parar bem aqui, perguntando-se o que fazer.
Sinceramente, eu não sei se tenho a resposta certa para você, mas tenho algumas palavras que podem ajudar-lhe a descobrir como alcançar o milagre que você precisa.
Vamos lá?
1. Você tem uma necessidade! E quem não tem?
Hoje em dia é mais fácil encontrar quem esteja precisando de alguma coisa do que alguma coisa que esteja precisando de alguém! E olhe que tem muita coisa sobrando no mundo, mas tem muita gente sobrando sem coisas, passando necessidades.
Talvez seja o seu caso. Se isso está acontecendo com você, veja o que aquela mulher siro-fenícia fez: foi atrás de Jesus, em busca de solução. Quando você enfrenta problemas, quem você busca para resolvê-los? Será que você procura as pessoas certas?
Quem sabe aquela mulher tentou resolver o problema da filha dela de outras maneiras, de outras formas, sem sucesso. Quantas vezes você já tentou resolver esse problema, sem resultado? Pode ser que tenha chegado o momento de correr para os pés de Jesus e ouvir o que Ele tem para lhe dizer.
Se você já correu atrás de tanta gente e não deu em nada – ainda – o que custa tentar com Jesus, não é verdade? Certamente Ele tem uma palavra para você hoje.
“E, quando chegou perto da porta da cidade, eis que levavam um defunto, filho único de sua mãe, que era viúva; e com ela ia uma grande multidão da cidade. E, vendo-a, o Senhor moveu-se de íntima compaixão por ela, e disse-lhe: Não chores. E, chegando-se, tocou o esquife (e os que o levavam pararam), e disse: Jovem, a ti te digo: Levanta-te. E o que fora defunto assentou-se, e começou a falar. E entregou-o à sua mãe.” Lucas 7:12-15
Esta é uma mensagem para quem está no limite; “entre a porta da cidade e o território que resguarda os mortos". Jesus encontrou uma mulher nestas condições. Uma viúva, prestes a enterrar seu único filho. Deixar a cidade pra ela tinha um significado terrível: seria deixar a esperança, a expectativa de um futuro promissor, afinal, ela voltaria vazia. Seu único filho, morto, enterrado e com ele seus sonhos de felicidade. E eis que Jesus aparece, naquela zona limítrofe, naquele território, divisor de espaço, tempo e situações.
“Não chores, mulher” (Lucas 7:13).
O choro da viúva de Naim era carregado de lembranças. Do marido morto, do filho morto, da vida que já não teria o mesmo sentido. E Jesus compreende suas lágrimas. Toca no esquife do caixão e ressuscita o filho daquela mulher. O poder da morte fora dissipado. De volta à vida, de volta a cidade. O território dos mortos teria que aguardar mais alguns anos. A viúva e seu filho ainda teriam muitas sonhos para realizar. Jesus é o Senhor da vida, é por Sua Palavra que a morte dá lugar a vida. Pode ser que a situação tenha chegado ao limite da dor, quando as palavras são insuficientes e somente o choro é capaz de expressar os sentimentos. Mas à porta da cidade Jesus está. Um encontro pessoal com Ele fará toda a diferença!
Você está nesse território limítrofe? A dor das perdas, o choro, é mais latente e constante do que a alegria de viver? Deus pode e quer mudar essa história, assim como mudou a da viúva de Naim.
Em quase 20 anos de ministério pastoral, tenho visto dois tipos de pessoas com dificuldades com o conceito do amor de Deus. Por um lado, temos aqueles que simplesmente assumem que Deus os ama e pensam muito pouco sobre isso. Por outro, muitos duvidam do amor de Deus por si e tendem a avaliar esse amor com base nas circunstâncias.
Como sabemos que Deus nos ama, e o como é esse amor? Como respondemos essas perguntas, e todos nós temos respostas para elas, de forma consciente ou não, é o que determina nossa visão a respeito de Deus e a saúde da nossa fé.
Como podemos saber se Deus nos ama? Muitos tem certeza do amor de Deus por meio de Sua boa e generosa providência. Muitos creem que a prova do amor de Deus pode ser encontrada nas coisas boas que ele nos dá nessa vida. Orações respondidas da forma como queremos? Deus me ama! Provisão em tempo de necessidade? Deus me ama! Belas paisagens, comida deliciosa, uma família feliz, uma carreira de sucesso? Deus me ama! Obviamente, isso levanta a pergunta: Deus não ama aqueles cujas vidas são caracterizadas por perdas, aflições, sofrimento e necessidade?