O Socorro Vem do Senhor

Meu Socorro, cantada por Joe Vasconcelos é um marco em minha caminhada com Cristo. Ela relembra  uma grande batalha vencida a custo de sangue, suor e fé. Cantei-a em meio ao "campo do inimigo", também cantei-a quando a resposta do Senhor chegou dando a palavra final : Venceste!  "E, quando começaram a cantar e dar louvores, o Senhor pôs emboscadas contra os filhos de Amon e de Moabe e os das montanhas de Seir, que vieram contra Judá, e foram desbaratados" II Cr 20:22.  Não deixe que o desânimo consuma sua fé, olhe para os montes e acredite que o socorro sempre vem do Senhor.




Levantarei meus olhos
Bem alto e para os montes
A buscar resposta do alto
De onde vem, sempre o socorro pra mim.

Meu socorro vem do Senhor
Minha resposta vem do Senhor
Minha esperança está em Ti Senhor
Que tudo criou e é quem me guarda
Pois sempre estou seguro em Ti

Saindo do Beco da Depressão

 João Cruzue
Esta mensagem foi escrita para quem anda deprimido ou sofrendo com a perda de muitas batalhas, e necessita desesperadamente de estratégias para ganhar uma guerra. Quero dizer que não importa a situação em que você se encontra, posso profetizar que há certeza de vitória para você, desde que leia os conselhos, guarde e os ponha em prática.

Não fique preso ao passado.

Se a causa dos problemas está no passado (e não vou fazer uma lista) cada vez que você fica olhando para trás, um pensamento de amargura pode invadir seu coração. Posso ilustrar isso com o caso do enterro do gato. Morreu o gato de uma família e as crianças combinaram fazer um enterro solene para o bichano. Como gostaram muito da brincadeira, decidiram deixar o rabo dele prá fora. No outro dia repetiram o enterro. Outra vez deixaram o rabo do gato de fora. A cada enterro, porém, o mau cheiro ia ficando insuportável, até que resolveram parar.


Você não vai conseguir resolver seus problemas ou sair deles, se todo dia ficar desenterrando um "gato" que está no seu passado. Esta decisão foi-me muito útil e este conselho está na Bíblia em Filipenses 3:13 e 14. Examine. Deus quer que mude seu olhar para o futuro, pois será de lá que virão suas vitórias.


Há Esperança No Vale de Acor



Acã foi um israelita que em rebeldia a Deus praticou o pecado do roubo, então ele e toda sua família, como em um ato de purificação da congregação, foi apedrejado. O local do acontecimento ficou marcado para sempre sendo rebatizado de “O Vale de Acor”. Acor, significa problema. Todos que passassem por ali apontariam para o “problema, o pecado de Acã” (Js 7:26).

O Vale de Acor é real, ele existe até os dias atuais, entre as terras de Benjamin, ao Sul de Jericó e é um dos caminhos que dá acesso à Terra Prometida. Acor é um memorial, não de ira, maldade, ou morte, mas de esperança. Porque o próprio Deus, em Sua misericórdia e bondade, fez saber através do profeta Oséias que Acor, é um estado de espírito que pode ser convertido: “E lhe darei as vinhas dali e o Vale de Acor, por porta de esperança; e ali cantará, como nos dias de sua mocidade e como no dia em que subiu a terra do Egito” Os 2:15.

A palavra esperança nesse verso é traduzida como “tiqvah”: Expectativa, algo desejado e previsto ansiosamente, vem do verbo” gavah”: “olhar esperançosamente” numa direção particular. É maravilhoso saber que em seu significado original, esta esperança, citada tantas vezes na Bíblia tinha o sentido de “esticar como uma corda, cordão”. Raabe foi instruída pelos espias, a amarrar um “tiqvah” na sua janela como uma corda de resgate. Raabe foi resgatada com toda sua família.

Entrevista com Sammis Reachers: "Fui Resgatado do Ateísmo"


Sammis Reachers mora em São Gonçalo-RJ. É blogueiro, poeta, pesquisador, autor de Uma Abertura na Noite e Blindagem Azul, com participação na organização de algumas  publicações cristãs. Sammis é também um amigo que muito estimo. Ano passado a seu convite, passei a publicar no Confeitaria Cristã e por sua indicação fui convidada a fazer parte da administração da União de Blogueiros Evangélicos.  Bem são muitos os blogs de sua autoria e não dá para linkar todos aqui, mas um dos blogs que tem recebido destaque na mídia nacional, inclusive na Revista Show da Fé é o Poesia Evangélica.

A Entrevista está imperdível. Invista alguns minutos na leitura, Deus  falará ao seu coração.

1-    Que tipo de experiência te fez mudar do ateísmo para o cristianismo?

Para explicar isso preciso contar meu testemunho, e pode até escandalizar alguns, mas é a verdade, é sobre como fui resgatado. Quando criança eu tinha minha pequena fé. Meu pai, católico praticante, estava então se libertando do alcoolismo – e do catolicismo também -, freqüentando uma igreja evangélica. Ele sempre assistia aos tele-evangelistas (que muitos crêem que não deveriam existir), no que eu o acompanhava. Tinha uns sete anos e lembro que lia e relia um exemplar do Novo Testamento (O Mais Importante é o Amor). Praticamente aprendi a ler ali. Só lia até Atos, pois de Romanos para lá (a parte mais ‘teológica’) eu não entendia mais nada, e então voltava a Mateus... Depois passei a devorar enciclopédias e, enquanto ia crescendo, sempre ávido por conhecimento e mergulhando cada vez mais nas leituras, fui perdendo minha fé, me tornando um jovem amargurado e desiludido. Cortesia de defuntos como Nietzsche, Schopenhauer, Sartre e ampla companhia. Revolta, depressão e literatura: a trinca infernal que me guiava.

Minha maior angústia, que eu relutava em admitir para mim mesmo, era perceber que filósofo algum, poeta, pensador, e mesmo texto sagrado de qualquer religião/cultura me oferecia a resposta que eu buscava. Era duro perceber, era desolador: estávamos todos presos num labirinto, e NINGUÉM CONHECIA A SAÍDA. Então me aferrava ao existencialismo de Sartre e a concepções sócio-políticas anarquistas, ao ‘não há sentido’, ao ‘construa seu sentido’, mas isso era só mais uma faceta, uma máscara do vazio que me parecia preencher tudo o que era humano. Depois que comecei a escrever poesia e a ser publicado em alguns lugares, tudo piorou.


Adoráveis Crianças

Aldaisa e Mariana, minhas alunas 6º ano
Os alunos do 6° ano me revigoram o humor. Alguns minutos olhando para o rostinho deles é suficiente para lembrar-me de quanto Deus é maravilhoso, grandioso: Quanta diversidade! E os sorrisos? Têm a pureza de quem ainda desconhece a dureza da vida. E falam cada uma... que dá mil.

Aldaisa (a de óculos na fotografia acima)
-Professora, queria saber se Jesus é feliz..
- Posso saber por quê?
-Porque Ele sofreu tanto, nunca o vejo sorrindo.
-Querida, Jesus é a própria felicidade. O sofrimento Dele é o motivo da nossa existência.


Já a Iasmin:

- Professora, me empresta seu cabelo?
- Não posso Iasmin.
-Tá bom, então aceito a bolsa.

Lucas

-Professora, a senhora disse que a aula hoje é diferente?
- Sim Lucas, vou interpretar uma parábola.
-Ah, professora... diferente seria desenhar Deus. Eu riscaria os papeis do mundo todo e nunca acabaria.
Precisavam ver minha reação de felicidade com a fé do menino.

E no 8º ano...


Na Revoada Com Os Pássaros





É estranho como seres tão pequeninos como os pássaros podem guardar lições tão grandiosas. Escolhi falar sobre eles, porque nesses dias, a mensagem que as aves me transmitiram curou minha alma. Quem sabe, curará a sua. Você alguma vez, achou que era uma tremenda fortaleza e descobriu que não passava de um celeiro prestes a ser consumido pelo fogo? Volátil, frágil e precisando de reparos? Alguma vez, você: “O conselheiro”, precisou de conselhos e não encontrou um ombro? Mesmo sabendo ser muito amado se sentiu esquecido?

Quando passares por dias como estes, lembre-se desse versículo: “Não se vendem dois passarinhos por um ceitil? E nenhum deles cairá em terra sem a vontade de nosso Pai” Mt 10:29. Um ceitil é muito pouco, uma quantia tão insignificante que equivale em moeda atual a um sexto de real (R$ 0,16). O que você compraria com este valor? Talvez alguns bombons. Pássaros são vendidos em mercados negros, aprisionados em gaiolas, mortos por estilingues, mas Deus tem a conta de cada um deles. Ele sabe, quando um bonito canto de sabiá é calado pelo opressor.


Surgimento dos Protestantes no Brasil

 



Os evangélicos brasileiros formam um contingente que equivale a duas vezes e meia a população de Portugal. E os números não param de aumentar. Templos gigantescos, controles de meios de comunicação, conversões em massa, representantes no Congresso Nacional.   Embora uma explosão numérica tenha acontecido nas últimas décadas, os protestantes aportaram aqui no século XVI, tempo em que os católicos portugueses mal tinham se espalhado pela costa brasileira. A colonização do Brasil, iniciada sob o impacto das disputas entre a igreja de Roma e os protestantes, reproduziu ao longo dos séculos XVI e XVII as querelas religiosas do tempo de Lutero e Calvino. Aceitos no país definitivamente apenas na época de D.João VI, os cristãos reformados chegaram em massa ao Brasil no século XIX. O protestantismo se manifestou de diversas formas até o século XX, quando surgiram os movimentos pentecostais.

Primeiros Mártires Protestantes

A presença protestante no Brasil data do período colonial (1500-1822). Os franceses que invadiram o Rio de Janeiro no século XVI, em busca do pau-brasil e de refúgio religioso, eram huguenotes, isto é, reformados de origem francesa. Foram eles que oficializaram, em 1556, o primeiro culto protestante no Brasil. Disputas religiosas que já vinham da França dividiram, no entanto a comunidade, e os protestantes foram obrigados a voltar para a Europa. Os três religiosos que resistiram à intolerância do comandante Frances Nicolau Villegaingnon foram mortos, e são considerados os primeiros mártires protestantes no Brasil.

No século seguinte, em 1624, os holandeses da Companhia das Índias Ocidentais, interessados no comércio do açúcar e outros produtos tropicais, invadiram a Bahia, eles atacaram Pernambuco em 1630 e conquistaram parte da atual Região Nordeste, onde permaneceram até 1654. Nesse período, organizaram a Igreja Cristã Reformada, que funcionava com uma estrutura administrativa similar à européia, oferecendo escola dominical e evangelização aos indígenas e africanos.

Luta Por Território

Durante o período holandês, especialmente no governo de Maurício de Nassau (1637-1644), experimentou-se pela primeira vez no Brasil um clima de tolerância religiosa. Católicos, protestantes e judeus conviviam então pacificamente. Conforme o historiador Frans Schalkwiijk, citando um pastor holandês da época, “essa liberdade era tão grande que se não achava assim em nenhum lugar”.


Em Busca da Verdade




O filósofo francês René Descartes, ao estabelecer o cogito-sum, como a máxima de sua teoria, coloca a razão no centro da busca pela verdade: “Penso, logo existo”. O ser pensante teria a capacidade de encontrar através da eliminação da dúvida, a “Verdade absoluta”. Pobre gênio. O pensamento cartesiano, não resistiu ao tempo, nem ao homem, tão pouco a ciência que muda de “verdades” a cada nova descoberta.

Já Platão, em seu fantástico “mito da caverna” descreve a verdade, como a luz que desmistifica o mundo das sombras. Ao estabelecer morada na caverna, tudo que se conhece são sombras. Tais sombras são as verdades, imutáveis, até que um belo dia surge um raio de luz, ao sair da caverna, percebe-se o engano: A luz é a verdade, as sombras as aparências. Quem já não esteve nessa caverna?


Movimento Religioso Ave de Jesus

Proibição de Sexo e Votos de Pobreza
Uma ordem religiosa surgida em meados de 1970 sobrevive até os dias atuais. Fundada por um homem conhecido somente como “Mestre José”, o movimento se intitula “Ave de Jesus” . Mestre José e seus seguidores viveram por muito tempo  em voto de castidade e pobreza esperando pelo final dos tempos previsto por eles para 2000. Mesmo após o mundo não ter acabado nessa data, como esperavam os fiéis, a ordem religiosa continuou.

Escondidos no bairro pobre de Tiradentes, em Juazeiro do Norte, no Ceará, vivem sem energia elétrica, não tomam banho, não dançam, não trabalham e não aceitam dinheiro. Só andam a pé, passam o dia rezando metidos em túnicas azuis e brancas.No domingo, caminham até a igreja da Matriz, para assistir à missa de joelhos, em frente à porta.Os Ave de Jesus, saem diariamente em mendicância, atividade que denominam “Roça da Mãe de Deus”. Em seus trajes ritualísticos pode-se ver as iniciais “P.P.P”. para penitente, pilidrino (corruptela de peregrino) e pidão. Mais que sobrevivência, a mendicância é vista por eles como uma ação missionária, pois acreditam que através da caridade é possível a salvação. Não aceitam esmola em dinheiro nem vendem os produtos de suas hortas; na comunidade não há circulação monetária.