Jesus apareceu para mim em um sonho

 

Nunca pensei que estaria seguindo a Jesus. Se alguém tivesse me dito isso há três anos, eu teria rido e pensado que eles eram loucos.  Cresci em um lar muçulmano, mas ao longo da minha vida sempre senti que faltava algo. Mesmo quando eu estava contente, sentia que havia um vazio em minha alma. 

Meu casamento acabou em 2017 e foi um momento muito difícil, parecia que minha vida estava desmoronando. Quando eu passei por momentos difíceis anteriores, incluindo estar em um relacionamento abusivo e perder meu pai quando eu tinha 20 anos, rezei para o que eu conhecia como Alá. Esse era o deus que eu conhecia. Mas não houve nenhuma comunicação de volta e nenhum conforto. A oração parecia vazia porque não havia qualquer tipo de resposta. Vivia muito deprimida, comecei a duvidar se Deus era mesmo real. 

Um dia eu estava vasculhando as redes sociais aleatoriamente e me deparei com um amiga com quem não falava há 15 anos. Naquela época, ela estava em uma fase New Age, ioga e leitura de tarô, e agora a via cantando uma canção de adoração. Achei interessante, pois não sabia que ela havia se tornado cristã. Também notei que ela era mãe solteira, então mandei uma mensagem para ela dizendo: “Como você administra o dia-a-dia?” Ela respondeu: “ Podemos nos encontrar mais tarde?”. Achei um pouco exagerado, mas concordei. 

Quando conversamos, e eu fiz a pergunta novamente, ela disse: “Oh, pela graça de Deus consigo administrar bem meu dia a dia”. Achei estranho ela dizer isso. 

Ela tinha uma paz sobre ela que nunca tinha visto antes. Ela se ofereceu para orar por mim e eu aceitei. Quando ela orou, eu me senti estranhamente calma. Mantivemos contato e ela me enviou sermões aqui e ali para assistir online. No final de cada sermão, havia um convite para as pessoas aceitarem Jesus e fazerem uma oração de salvação. Eu gostava de assistir aos sermões, mas sempre me recusava a fazer a oração da salvação porque, tendo crescido como muçulmana, dizer que Jesus é o Filho de Deus era a maior blasfêmia. 

Sonhar com Jesus

Em busca de um milagre

 

Wallace Sousa

Por isso, nem me considerei digno de ir ao teu encontro. Mas dize uma palavra, e o meu servo será curado. Pois eu também sou homem sujeito a autoridade, e com soldados sob o meu comando. Digo a um: ‘Vá’, e ele vai; e a outro: ‘Venha’, e ele vem. Digo a meu servo:‘Faça isto’, e ele faz”. Lucas 7:7-8

Introdução

A história do centurião de Cafarnaum é bastante conhecida, não apenas no meio evangélico, mas em todo o mundo, cristão ou não. Por uma boa razão: é um exemplo prático de fé e como ela deve ser praticada. A história nos desafia a exercer um tipo de fé que, até aquela data, ainda não tinha parâmetro de comparação, visto que Jesus mesmo disse “que ainda não havia visto fé como aquela”.

E, até hoje, é uma fé que não encontra rivais.

O centurião era o oficial romano responsável pelo comando de uma guarnição de 100 homens, que geralmente ficavam aquartelados em cidades estratégicas, fosse pela importância ou pela localização geográfica. E, em Cafarnaum havia um centurião que se destacou não apenas pela competência profissional, mas também ficou conhecido pela empatia pessoal e por uma fé ímpar, especial.

Um tipo especial de fé que nos desafia hoje, mesmo passados dois milênios.

Esse homem tinha a reputação similar à que hoje possui um delegado em cidade do interior. Ele era a “autoridade” ou, como dizem alguns, em avançado estágio de decomposição embriaguês: “seu dotô otoridade“. Mas, uma coisa que me chama atenção nesse homem sem nome, sem passado e sem história – mas que marcou a História -, é que ele, apesar disso, era um homem humilde e simples, que atentava para as necessidades das pessoas ao seu redor.

Ah, como homens desse naipe fazem falta nos dias atuais. Infelizmente, muitos hoje, mesmo em posições eclesiásticas, mal sobem um tijolo degrau e já se consideram superiores aos demais. E o que direi de políticos, empresários e até mesmo aqueles que foram nomeados para nos defenderem, agindo como crápulas e criaturas de baixeza tal que encontro dificuldades em encontrar um nome adequado para qualificá-los?

Em meus sonhos de pura fé infantil, me vejo rabiscando um rol de pessoas a quem desejo conhecer ao chegar no Céu (depois de dar aquele abraço apertado no Senhor, óbvio… risos). E, nessa singela lista, rabisco facilmente os nomes de Josué, o maior líder de torcida organizada de todos os tempos (ganhava o jogo no grito), Moisés, seu tutor e destruidor de tutancamões (ou algo parecido). Poderia citar Noé, aquele do “meu barquinho em alto-mar“, e não poderia deixar de fora, claro, Davi, o terror dos gigantes.

Mas, nessa lista ainda incompleta, vou achar um jeito de incluir uma nota de rodapé: “não esquecer de procurar o centurião sem nome“.

Assim, peço que me acompanhe nessa agradável caminhada na qual vamos tentar abordar o que esse anônimo famoso tem a nos ensinar sobre fé, amizade, confiança, humildade e autoconhecimento. Vem comigo.

1. Ele se preocupava com quem lhe era sujeito

Infelizmente, hoje isso é raro: pessoas em elevada posição que se preocupam com quem está abaixo de si. É muito triste ver pessoas investidas de poder utilizando dessa autoridade para pisar e humilhar os mais humildes e menos favorecidos.

Caso você seja ou venha a se tornar alguém de elevada posição, seja social, profissional, eclesiástica ou política, aprenda com o centurião de Cafarnaum a dar mais atenção a quem lhe serve. Fazendo assim, essa pessoa continuará a lhe servir cada vez mais e por mais tempo ainda.

2. Ele não era orgulhoso de sua posição social

Outra mazela da atualidade: pessoas que gostam de mostrar sua posição acima dos outros. É o caso clássico do “você sabe com quem está falando?” na prática, a famosa “carteirada”.

Isso deveria ser um caso de vergonha nacional mas, infelizmente, é um indício de vício cultural. Um vício contaminante, por sinal. Nossa sociedade apresenta sinais claros de que está enferma, e esse é um desses evidentes sintomas.

O centurião nos ensina, através de seu exemplo, a não deixar seu caráter ser contaminado com sua posição.

3. Ele sabia diferenciar poder de autoridade

Apesar de ser bastante fácil de definir o que é autoridade e o que é poder, tornando ainda mais fácil distinguir um do outro, esse ainda é um erro banal e muito repetido, inclusive no meio eclesiástico. A melhor forma de demonstrar o que é um e outro é pelo exemplo, e esta será a forma que tomaremos de empréstimo para tal.

Pense em um guarda de trânsito, fardado e de apito na mão. Ele vê um pedestre querendo atravessar a faixa, mas os carros não lhe dão a vez, então ele se posiciona, aponta para os carros em movimento e faz soar seu apito em alto e bom som.

O que acontece? Os carros param: carros pequenos, motos, carros maiores e até mesmo caminhões e ônibus cheios. Por que param? Porque ele tem autoridade e os motoristas a respeitam.

Mas, o guarda tem poder para parar os carros? Não.

Entendeu a diferença entre autoridade e poder? O centurião tinha autoridade do império romano para dar ordens e manter a ordem, mas não tinha poder.

Nunca se esqueça disso: autoridade é outorgada e revogada; assim como você um dia recebeu, poder perder. Mas, poder não se outorga e não se perde, ou você acha possível que Deus perca Seu poder?

Feliz ano novo; com fé, amor e esperança!


Wilma Rejane

"Abraão, esperando contra a esperança, creu, para vir a ser pai de muitas nações, segundo lhe fora dito: Assim será a tua descendência" Rm 4:18

Esperando contra a esperança, essa frase é curiosa . Como pode alguém “esperar contra a esperança”? Abraão realizou esse feito e se ele foi um homem que agradou a Deus, certamente devemos aprender com ele. Há um ditado popular que diz: "esperança é a última que morre"; a verdade é que nossa esperança de fato morreu mas ressuscitou ao terceiro dia, Ela se chama Jesus. Esta foi a causa que fez Abraão esperar vinte e cinco anos pela realização de uma promessa, sem perder a alegria diária.  Abraão era um homem de oração e colocava toda sua expectativa no Senhor Deus e não no aspecto natural das coisas. Jesus é a própria esperança tanto dos antigos como das novas gerações e isso pode ser constatado em uma análise Bíblica sobre o significado da Palavra. Há pelo menos três versões Bíblicas para esperança, vamos conhecê-las?

Três esperanças:

Tiqvah:Vem do verbo hebraico gavah que significa: “Olhar esperançosamente em uma direção particular” ou “esticar uma corda” (Strong 08615) Essa foi a esperança realizada na vida de Raabe ( Josué 2: 18 - 21) e que aparece cerca de 33 vezes somente no Antigo Testamento. Esperança era o cordão na cor vermelha esticado na porta da casa de Raabe, para livrar a ela e a toda família da morte. E em acordo com a afirmação de que Jesus era a esperança tanto dos antigos, como das novas gerações, Ele é essa Tiqvah na porta da casa de Raabe em semelhança ao sangue espargido na entrada das  tendas dos israelitas ao serem  resgatados da servidão do Egito: Êxodo 12:13: 13: “ O sangue será um sinal para indicar as casas em que vocês estiverem; quando eu vir o sangue, passarei adiante. A praga de destruição não os atingirá quando eu ferir o Egito.” Profeta Oseias confessou  olhar atentamente para Deus a espera de um resgate para nação de Israel. É linda a oração desse profeta cheio de esperança:

“ E lhe darei as suas vinhas dali e o Vale de Acor por porta de esperança; e ali cantará como nos dias de sua mocidade, e como no dia em que subiu do Egito” Oseias 2:15. 

O Vale de Acor foi o lugar onde o israelita Acã foi morto com toda a família por roubar e mentir. Esse vale também era chamado de “vale dos problemas” e Oseias, utilizando o sentido Tiqvah, profetiza que em Cristo (A porta de esperança) todo problema pode ser convertido em alegria, em canção. Em Cristo, todos poderiam ser libertos da escravidão e da semelhante morte de Acã.  Meu Deus, isso é grandioso, e não é um sonho feito de palha, é realidade! Milhões de pessoas em todo o mundo estão confessando essa esperança e tendo as vidas transformadas. Estão cantando novas canções em substituição aos gemidos de morte.

Yachal: É o mesmo que  “permanecer confiante”, “aguardar pacientemente” (Strong 03176). Ocorre pelo menos 38 vezes no Antigo Testamento, isto é: de forma explicita, porque “yachad' é revestimento dos que põem a força da vida no Senhor Jesus, e destes se faz a história de fé e milagres em todas as gerações. A primeira ocorrência de Yachad está ligada a vida de Noé em Gênesis 8:10: “E esperou ainda outros sete dias, e tornou a enviar a pomba fora da arca. " Noé aguardou firmemente e enquanto a arca balançava sobre as águas do dilúvio, ele acreditava alegremente que veria novamente a terra seca, pisaria sobre ela com toda sua família. Os animais correriam para seus lugares também alegremente,  saltitando entre pastos e riachos. Noé esperou o retorno da pombinha trazendo uma folha verdosa em seu bico, que símbolo magnifico de esperança! O Espirito Santo de Deus tornando novas todas as coisas porque um homem permaneceu confiante na Promessa de salvação! 

Romanos 12: 12 . "Alegrem-se na esperança, sejam pacientes na tribulação, perseverem na oração."

O terceiro e último significado Bíblico para esperança é:  

Elpis: Ocorre em I Tessalonicenses 1:3: "Lembrando-nos sem cessar da obra da vossa fé, do trabalho do amor, e da paciência da esperança em nosso Senhor Jesus Cristo, diante de nosso Deus e Pai". Aqui, no idioma grego, se refere a “permanecer confiante em uma promessa” (Strong 1680). Esperança na graça de Deus para vencer o mundo terreno firmado na promessa de eternidade com Cristo. É interessante porque sem Cristo essa certeza de vencer a vida e a morte, não se concretiza. Nenhuma filosofia, por mais racional e envolvente que pareça, garante o acesso a eternidade com Deus: “E em nenhum outro há salvação, porque também debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos.” Atos 4:12.

"E há esperanças, do derradeiro fim..." Jr 31:17 

Não sei qual o motivo de sua espera, mas todos nós esperamos e todos os dias. Coisas rotineiras e que julgamos pequenas ou coisas que de uma forma mais intensa, consome nossos esforços, é um sonho maior. Aprendamos com as três faces da esperança, sabendo que nada grande se alcança sem que antes valorizemos “o pequeno, o simples”. Abraão esperou por 25 anos a chegada de Isaac (riso), mas foi preciso aprender com cada passo dado em direção a Terra Prometida. Noé fez toda diferença em sua geração, não se curvou as ofertas, não se intimidou com as criticas, renunciou a uma série de coisas para olhar firmemente para Deus. Enquanto os demais, comiam, bebiam, brincavam de ser feliz seguindo os padrões humanos de competição e outras passagens, Noé buscava conhecer a vontade de Deus para ele. Deve ter sido chamado de doido, careta e tudo o mais. Porém, teve a maior recompensa.

O cinto de pano de Jeremias e o ano novo.

O Senhor guarda a todos os que O amam - Salmo 145:20




WilmaRejane


A mensagem de Deus para a nação de Israel através da simbologia de um cinto de pano, ainda é atual e profundamente reflexiva.  Jeremias é convocado a viver o oráculo de Deus que anunciava a queda de um povo corrompido, prestes a ser levado em cativeiro. E Deus usa a imagem alegórica do cinto para revelar o estado espiritual em que se encontrava as pessoas da época. Essa experiência de Jeremias tem falado de forma impactante ao meu ser e por isso escolho esse tema como devocional de boas vindas para o ano novo.

O ano era 580 a. C e Israel estava se esquecendo das Promessas que Deus havia feito a seu povo, por essa razão se desviava do verdadeiro culto, refugiando-se nos ídolos. A ingratidão e esfriamento da fé estava presente nos rituais realizados sobre os montes e em toda parte. E Deus fala com Jeremias:

  • “Assim me disse o Senhor: Vai, e compra um cinto de linho e põe-no sobre os teus lombos, mas não o coloques na água. E comprei o cinto, conforme a palavra do Senhor, e o pus sobre os meus lombos. 

  • Então me veio a palavra do Senhor pela segunda vez, dizendo: Toma o cinto que compraste, e que trazes sobre os teus lombos, e levanta-te; vai ao Eufrates, e esconde-o ali na fenda de uma rocha. E fui, e escondi-o junto ao Eufrates, como o Senhor me havia ordenado.

  • Sucedeu, ao final de muitos dias, que me disse o Senhor: Levanta-te, vai ao Eufrates, e toma dali o cinto que te ordenei que o escondesses ali. E fui ao Eufrates, e cavei, e tomei o cinto do lugar onde o havia escondido; e eis que o cinto tinha apodrecido, e para nada prestava. ” Jeremias 13:1-7


Significado da simbologia:


O cinto de linho sobre os lombos era sinal de comunhão com Deus, de revestimento espiritual, pureza . Esse ornamento fazia parte da roupa sacerdotal (Êxodo 29:5). Israel vestida com cinto de linho sobre os lombos, indicava uma nação de sacerdotes, de pessoas vivendo sobre o concerto das Promessas feitas aos patriarcas: Abraão, Isaac e Jacó.

Jeremias compra o cinto de linho, e por que não o acha ou ganha do próprio Deus? Porque a graça de Deus está disponível para todos, mas temos que nos esforçar, buscar a Deus e viver em santidade. A paz de espírito, o recebimento das Promessas é condicional, paga-se um preço para manter o cinto sobre os lombos.

Ajuda para os desabrigados pelas chuvas na Bahia

 

Alegrai-vos com os que se alegram; e chorai com os que choram; Romanos 12:15

Wilma Rejane

Nossa solidariedade aos moradores das regiões afetadas pelas enchentes. Esse é um final de ano difícil para os que perderam tudo por conta das enchentes. Por pior que seja a situação, sabemos que uma hora as águas irão baixar e a vida recomeçar com muito trabalho para reconstruir o que se perdeu.

Estamos todos sujeitos a vivenciarmos tragédias como esta, somos incapazes de prever a força e direção das águas, dos ventos, da natureza. Contudo, e por mais assustador e incompreensível que pareça, é preciso manter a fé e a esperança de que Deus também trabalha em meio ao caos.

Da mesma forma que nos assalta a adversidade, também as muitas interrogações. Mas não estamos imunes, nossa fragilidade reside no fato de que enquanto humanos, somos limitados e impotentes diante de muitas coisas.

Sabemos que existe descaso político com  infra estrutura de muitas cidades que mesmo representando perigo a população, em especial a carente, não recebe atenção devida. A cronicidade desse problema aflora nessas horas.

Oremos pela Bahia, para que em breve tudo faça parte de um passado superado. Que Deus venha curar o solo do Brasil e o coração dos homens aflitos!

O Valor da Santidade

 .


João Cruzué

Em tempos em que o cristão vem perdendo as referências e as palavras sagradas estão sendo relativizadas pelo testemunho de algumas lideranças cristãs, é muito importante saber o valor da santidade. Além do propósito principal - a garantia de ver o Senhor, a santificação tem tesouros ocultos que ainda não foram revelados ao coração de muita gente. 

Podemos começar por este versículo: "Não ameis o mundo, nem o que no mundo há. Se alguém ama o mundo, o amor do pai não está nele". Quando João escreveu assim em sua carta, estava falando (e ainda está) de algo que vale mais que tudo: a presença de Deus. Quando o cristão decide no seu íntimo seguir um princípio de vida baseado em atitudes que agradam ao Senhor Jesus, ele passa a andar com Deus. E esse andar no dia a dia com o Senhor, traz uma comunhão sempre crescente com Ele. Esta comunhão se traduz pela presença do Senhor na vida deste cristão.

A presença do Senhor na vida do cristão é um tesouro de valor incalculável. Quando uma parenta nossa estava com séria enfermidade no útero, internada no Hospital São Paulo, não tinha recursos financeiros. Na mesma ocasião, Linda Eastman McCartney e Leandro (da dupla Leandro e Leonardo) também estavam se tratando de câncer nos melhores hospitais. Estes dois, infelizmente, morreram. Eles eram muito ricos. A esposa de Paul McCartney era filha do fundador da Kodak. Dinheiro não era problema, mas eles morreram de câncer. Minha prima não tinha nada, mas está viva - por quê? A misericórdia do Senhor estava com ela nos dias mais difíceis da vida, pois precisou de 42 bolsas de sangue, ficou 69 dias no hospital, saiu de lá com menos de 40 kg, mas já se vão mais de dez anos e ela está viva.

Andar em santidade significa praticar atos que agradam a Deus. E também buscar com interesse o conhecimento da Sua vontade para deixar de praticar aqueles que O desagradam. Fazer o bem e evitar o mal, com um coração alegre e sincero. Ao fazer assim, o cristão está plenamente de acordo com a condição escrita no Salmo 91: "Pois que tão encarecidamente me amou, também Eu o livrarei; pô-lo-ei em retiro alto, porque conheceu o Meu nome. "

Em nossos dias, quando nos deparamos com atitudes surpreendentemente profanas de grandes médios e pequenos líderes cristãos, nós paramos e pensamos: Meu Deus era tudo de mentirinha, de faz de contas... eles são muito hipócritas. Assim temos visto nossos paradigmas nos decepcionando um após o outro. Vamos, então, por isso, também relativizar e menosprezar as coisas santas? O andar com Deus? O desejo íntimo e profundo de agradar ao Senhor? De certo que não!

A consciência sincera, o andar com Deus, o agradar ao Senhor, tem, sim, um valor incalculável, inestimável e surpreendente. E sabe quando ela se torna útil? A resposta é bem simples: no dia da adversidade. Quando estiver diante do imprevisível, do assombroso, do assustador, do câncer, das dívidas, da doença incurável de um filho pequeno ou adolescente, daquilo que ninguém pode consertar, ajudar ou fazer.

Se você andar em santidade para Deus, se você seguir o princípio de agradar ao Senhor, como assim era do caráter de Jó, como assim disse o Apóstolo João no início deste texto, você vai olhar para cima e fazer uma pequena oração, uma oração até bem curta e o Senhor vai inclinar seus ouvidos vai ouvir suas necessidades. Se Ele quiser, vai atender sua oração e livrá-lo de todo o mal. Mas se você seguir o caminho do mundo, pisar na palavra de Deus e copiar o desvio de muitos bispos, pastores e pregadores, quando você clamar o Senhor não vai ouvi-lo. E nem todo o dinheiro do mundo vai lhe servir recurso.

Há coisas que estão além do alcance das riquezas deste mundo. Se você é cristão e teme ao Senhor, não deixe que os desejos mundanos comandem o seu coração. Não ande na prostituição. Não procure ficar rico jogando na mega-sena. Não deixe que seu coração fique vazio sem ocupação na obra do Senhor. Essas coisas vão impedir sua oração, no dia que mais precisar. A santidade é  uma condição, uma segurança em que você pode orar com a certeza de que vai ser ouvido.

É para isto que serve andar separado do mundo, em santificação perante o Senhor. Um tesouro único, ajuntado dia a dia, cujo valor só vai ser descoberto no dia da adversidade.
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Maria havia esquecido sobre o Natal...

 


Autor: Lucas Freitas

Era madrugada de domingo e ela acabara de chegar ao cenário que, a primeira vista, se apresentava desconcertante. Maria emudeceu. Diante do sepulcro aberto e vazio as dúvidas a atormentavam, seu coração palpitava e seus olhos encheram-se de lágrimas. Seu Mestre havia sido levado, pensava ela.É curioso notar que ao longo de três anos caminhando lado a lado com Jesus, ouvindo-o dizer inúmeras vezes que três dias após sua morte Ele ressuscitaria para cumprir o plano pré-determinado por Seu Pai, em nenhum instante Maria pensou nesta hipótese. A ideia de ressurreição para o judeu do século I era tão ou mais absurda do que é para nós, hoje, no século XXI. Fato é que nenhum daqueles que durante três anos andaram e ouviram Jesus de Nazaré estavam de campana em frente ao sepulcro em que Ele fora sepultado aguardando sua ressurreição naquele maravilhoso e histórico domingo na cidade de Jerusalém.

Lá estava Maria, perdida, atônita! Completamente dominada pela circunstância. Ela havia esquecido das palavras de seu Mestre. Esqueceu-se de crer. De repente, eis que surge a pergunta: Mulher, por que choras? Era Ele. O Cristo Ressurreto que escolhera revelar-se glorificado naquele exato momento pela primeira vez e a uma mulher, bendita mulher. Mas não foi suficiente. Mesmo diante do Rei dos reis, ressurreto e glorificado, ela não pôde ver. Confundiu-o com um jardineiro qualquer e aflita perguntou: onde puseram meu Senhor? Estava cega, havia perdido completamente o fundamento no qual tinha construído toda sua vida.

Natal e a mensagem dos anjos para nossos dias


 
Wilma Rejane

"E no primeiro dia da semana, muito de madrugada, foram elas ao sepulcro, levando as especiarias que tinham preparado, e algumas outras com elas. E acharam a pedra revolvida do sepulcro. E, entrando, não acharam o corpo do Senhor Jesus. E aconteceu que, estando elas muito perplexas a esse respeito, eis que pararam junto delas dois homens, com vestes resplandecentes. E, estando elas muito atemorizadas, e abaixando o rosto para o chão, eles lhes disseram: Por que buscais o vivente entre os mortos? Não está aqui, mas ressuscitou. Lembrai-vos como vos falou, estando ainda na Galileia, dizendo: Convém que o Filho do homem seja entregue nas mãos de homens pecadores, e seja crucificado, e ao terceiro dia ressuscite. E lembraram-se das suas palavras.” Lucas 24:1-8

Elas perderam o sono. Dedicaram tempo e renda no preparo de especiarias para ungir o corpo de Jesus que já havia ressuscitado. Estavam em grupo porque sabiam que precisariam remover a pesada pedra. Essas mulheres amavam a Jesus, com todo o coração e sentiam Sua falta, as marcas da profunda convivência que tiveram com Ele não haviam sido apagadas com a morte, mas havia lhes deixado um vazio que não seria preenchido por mais nada nem ninguém.

Naquela madruga seus planos foram frustrados, elas foram surpreendidas por mensageiros de Deus cuja visão era tão esplendorosa que se encheram de temor. A luminosidade das vestes dos anjos provocou um desvio de visão, de foco, e todas olharam para o chão. Perplexas, não ousaram olhar diretamente para eles. A glória do Senhor estava visitando-as e convertendo suas expectativas para algo maior e real.

E tudo isso acontece na entrada de um sepulcro, para que saibamos que a ressurreição de Jesus traz de volta a certeza de transformação. Uma certeza que eleva nossa visão para o alto, desviando as expectativas do socorro dessa terra para refugiar-se em Deus. Um Deus que surpreende. A  vida é também repleta de surpresas, de sepulcros que se velam, de madrugadas sem sono, de especiarias  derramadas em mortos. Especiarias comparadas a riso, alegria, tranquilidade abalada pela decepção de caminhadas frustradas.

2014 - A Bolsa de 50 bilhões de dólares

 E A CONTA DA REALIDADE CHEGOU!


Post Publicado em fevereiro de 2014


Matilda, a bola protesto da Copa 2014
JOÃO CRUZUÉ
O Brasil é um país de terceiro mundo com péssimos indicadores econômicos e sociais. E, sem muito lero-lero, isto se deve a qualidade de gestão pública. Eu vejo todo dia, como é dura a vida da periferia de uma Grande Cidade, onde todo tipo de problema se concentra, avoluma e não é resolvido. Então, uns "espertos" ignorantes decidem trazer um evento de grandeza mundial para mostrar para o mundo, através de imagens minuciosamente editadas, as belezas e o progresso da nação brasileira.  A mesma receita do marketing político usado para vender ao povo uma imagem do que não é, como se realidade fosse. Um Brasil de faz de contas. Como cristão não posso olhar para tanto dinheiro jogado fora com esta copa (padrão fifa) e deixar de dizer umas boas VERDADES!

Pobreza mascarada. 

Em março de 2007,  quando o Presidente George W. Bush esteve no Brasil, em visita à Cidade de São Paulo, hospedou-se no Hilton Hotel na região da Berrini. Como havia uma favela na rua a caminho do Hotel que não podia ser editada no Photoshop, derrubaram os Barracos. O Presidente americano passou sorridente porque aquele sinal constrangedor de pobreza tinha sido retirado a fórceps.  

Marketagem política.

As imagens de um evento esportivo "padrão fifa" muito se assemelham ao romance de Stephen King levado para o Cinema em 198,  pelo diretor Paul Michael Glaser sob o nome Running Man. O filme, que foi massacrado pela crítica, tem uma sinopse muito interessante. Ele se passa no futuro. Em 2017, o mundo se encontra escravo do entretenimento e de programas de TV onde pessoas apostam suas vidas em busca de dinheiro fácil e glória. No meio de tudo isso, Ben Richards, um ex-policial injustamente mandado para a prisão, é selecionado para estrelar um quadro do mais famoso programa de TV daquela atualidade - “O Sobrevivente”. Nele, Ben será lançado em uma cidade cenográfica onde deverá enfrentar um grupo de caçadores. Se vencer o jogo, Ben não só ganha sua liberdade, como também sua própria vida. No filme, a verdade era mascarada e a versão dos fatos apresentada na TV era aceita pela plateia como realidade.

A realidade brasileira. De uma dezena de problemas  vou separar alguns.

Uma imensidão de Faculdades com um ensino de faz de contas, tomando o dinheiro do estudante de classe média baixa,  dando em troca um diploma cuja serventia real seria apenas para pendurar na parede da sala.

Uma Presidente de faz de contas. Um ensino de faz de contas. Uma economia de faz de contas. Um governo de faz de contas. Um sistema de transporte público de faz de contas. Uma Petrobrás de faz de contas. Escolas de faz de Contas e até muitas Igrejas Evangélicas de faz de contas. 

Três coisas, no entanto, não são de faz de contas: O rombo das contas públicas, o mau gasto do dinheiro público e impostos que nunca são suficientes.  A vampiragem da Receita Federal que mais parece aquela música: "Matilda, que só quer dinheiro e sempre me pede mais!"

Falta saneamento. Falta combustível decente. Falta água no Nordeste. Falta água no Sudeste. Falta água em São Paulo. Falta energia para a Indústria, mas sobra burrice e malandragem nos principais gestores públicos.  Ah! você não concorda? Pois, bem, dê-me explicação para o gasto de 2 bilhões de reais na construção do Estádio Mané Garrincha em Brasília? O mais perfeito exemplo da gatunagem do dinheiro público. É sobre a égide desta safadeza que teremos o campeonato mundial organizado pela fifa, associação mundial vinculada a frequentes escândalos financeiros.

Não sou torcedor de nenhum time em particular desde que abracei a fé em Jesus Cristo, todavia, nos jogos do Brasil na Copa sempre agi como torcedor brasileiro. Em 2014, meu lado racional me diz que se o Brasil ganhar, todo este dinheiro desperdiçado (mais de 50 bilhões de reais) vai desavergonhadamente ser justificado pela adição de mais uma estrela na camisa da seleção. Mas se o Brasil não levar o caneco, esta farra com o dinheiro público - que não vai até a periferia - vai ser cobrada centavo por centavo.

Em tempo de tanta pobreza e necessidades urgentes, o dinheiro que está sendo desperdiçado com este campeonato mundial de futebol "padrão fifa" é um soco no estômago do brasileiro pobre. 

O Brasil não precisa de um caneco de futebol ao custo de 50 (ou mais) bilhões de reais. O senhor Lula, o responsável por esta megalomania não pode continuar jogando o dinheiro do brasileiro em um buraco sem fundo. Se ele fosse de fato um trabalhador, como se apresenta na mídia, saberia que o dinheiro do pobre deve ser economizado e não desperdiçado com coisas INÚTEIS.

bolsa fifa custou, por baixo, 50 bilhões de dólares, enquanto que a merreca da merreca - a bolsa família - vai para o pobre.  Bilhões para meia duzia de empreiteiras, bancos e fornecedores é a bolsa-padrão fifa. E sobre bolsa família, qualquer estudante de curso médio sabe que a SOMA dos impostos pagos pelo pobre sobre o arroz, o feijão, a condução, o sapato, o caderno de escola, é bem menor que o valor do bolsa família que um pobre recebe. A tributação em nosso país é uma coisa tão injusta, que até no pão que o mendigo compra na padaria da cidade, o governo gatuna pelo menos uns 30% de impostos.

É tempo de ser crítico e condenar a má administração e gestão públicas. Deus não concorda com governos injustos que tomam do pobre para encher o ventre de bilionários. E eu como filho Dele, também não concordo e assino embaixo de Sua vontade.

O Brasil precisa de uma nova geração de agentes políticos e gestores públicos. 

E, Deus está neste negócio.

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