A Depressão do Profeta Elias




"Elias, foi sentar-se embaixo de um pé de zimbro e pediu a morte" I Rs 19:4


É dificil entender como alguém de relacionamento tão íntimo com Deus, cheio do Espírito Santo, chegue a tal situação. Elias, não foi o primeiro, e não será o único. Por todos os dias, desfrutamos de misericórdia e fidelidade Divina, porém, quando as tribulações nos chegam, a falibilidade humana, tende a esquecer a infalibilidade de Deus. Elias, estava desanimado, angustiado e cheio de dúvidas:Ameaçado de morte, foge da terrível Jezabel e refugia-se no deserto, embaixo de um pé de zimbro, pedindo a morte.

Ele preferia ser morto por Deus, a ser entregue a uma ímpia . Elias, havia presenciado a morte, de muitos profetas, não esperava, contudo, que sua vez chegaria. Afinal, ele era amigo de Deus, com muitas promessas a serem realizadas. Isto já conteceu com você? Acreditou firmemente nas promessas Divinas e de repente viu tudo conspirar contra? Deus, havia esquecido de Elias? Haveria Deus, esquecido de mim e de você? Dos que O buscam e confiam em Sua providência?

Eu já estive como Elias. Foi quando escrevi o artigo: "No começo era o fim" ou "Não temas, verme de Jacó". Estive, em um momento de grande angústia, vi, uma porção preciosa de minha vida desmoronar. Parecia o fim. Não cheguei a pedir a morte, mas, era como se houvesse morrido. Me refugiei no "zimbro", A Palavra de Deus. As mensagens, que ministro, passam primeiramente por mim. Deus, me fala, me anima, me conforta, e me sinto na obrigação de fazer o mesmo. Porque sei, que outras vidas serão edificadas. Embaixo do "zimbro", recebo Àgua e Pão. Me fortaleço para prosseguir, confiante de que Deus está comigo.

Hoje, ao reler o artigo que escrevi a dois anos atrás, vejo como Deus me foi fiel. Converteu o mal começo. Tornou tudo novo e melhor! Maravilhoso É O Senhor! Grande em poder e misericórdia! Elias, caminhou solitário, por um dia, em direção ao deserto, sem comida, nem água, em silêncio, conversou com Deus, porque sequer tinha forças para falar. Ao encontrar a sombra, contemplou a aridez do solo, o céu, sem nuvens, e erguendo sua voz, orou, a Deus. Não era a oração que Deus, queria ouvir. Mas que Deus, sabia ser possível e previsível a todo e qualquer homem limitado e oprimido.

Satanás, ataca-nos em nossos momentos de fraqueza. Foi assim, com Jesus, no deserto. Jesus, teve fome, o inimigo, lhe ofereceu pão. Ele se apresenta, como a solução mais rápida e fácil. Foi assim com Elias: "Pede a morte, você, não merece mais viver dessa forma", essa voz, "martelava" na cabeça do profeta. Assim, como martelou na de Moisés, Jonas e Jô. Exatamente, quando se acharam em grande aperto, eles, também, pediram a morte. Ao nos sentirmos derrotados, o inimigo, tem a vitória.

Quando você estiver caminhando para o deserto, lembre-se, refugie-se no zimbro: "E deitou-se e dormiu debaixo do zimbro; eis então que o anjo o tocou, e lhe disse: levanta-te come" I Rs 19:5. Elias, estava tão desanimado que comeu bebeu, mas dormiu novamente. Isto, pode acontecer conosco. Elias, recebeu o Rhema de Deus. Deus, falando especificamente para Ele. Uma palavra viva, tão viva, que moveu o céu. Um anjo, visível, lhe animando. Elias, tornou a dormir. E pela segunda vez ouviu: "Levanta e come, te será muito longo o caminho"I Rs 19:7. O caminho foi realmente longo, o profeta, caminhou por quarenta dias no deserto, fortalecido por Deus.

Talvez, Elias desejasse, comer e dormir para sempre, mas, é impossível, permanecer inerte, quando Deus nos fala fazendo-nos saber que está conosco. Quando Deus fala, tudo se transforma. Quando Ele diz: "Não temas, pois, porque estou contigo" Is 43:5, impossível não se levantar. O profeta, seguiu, porém, após os quarenta dias, tornou a se sentir fraco. Se refugiou em uma caverna, e Deus, novamente, o falou, através de uma brisa "mansa e delicada". Elias estava obstinado. Deus, porém, não desistiu de Elias. Ele nunca desiste de nós. Por isso, "saia da caverna". Não se intimide pelas ameaças do inimigo. Coma e beba no "zimbro" e não desista.

"Senhor, mataram todos os profetas e só eu fiquei e buscam minha vida para matar-me" I Rs 19:14. Elias, estava certo de que era o único naquela situação. Deus, pacientemente , o manda retornar, diz para ele ungir Eliseu como profeta para substitui-lo, por fim, revela a Elias que existiam mais sete mil homens (profetas), na mesma situação dele: ameaçados de morte, fugindo de Jezabel. Não somos os únicos a passar por tribulações, existem milhares de vidas em situação igual ou pior que a nossa.

A história de Elias, teve um final feliz. Ele venceu em vida, até ser arrebatado aos céus. Seus inimigos, tiveram um fim trágico. Elias, com todas as suas falhas, foi agradável a Deus. Conosco, não é diferente. Deus nos ama. Mais do que nossa finita mente possa alcançar. Ele, não quer que desistamos, mas que nos refugiemos Nele. No "zimbro", onde Àgua e Comida, nos fortalecerá rumo a vitória. Que as lições de Elias "homem sujeito ás mesmas paixões que nós"Tg 5:17, fale, profundamente aos nossos corações, amém.

Wilma Rejane

Ela Também Teve Um Sonho





Coretta Scott King, esposa do líder Martin Luther King, nasceu em 27 de abril de 1927 em Marion, Alabama, estado do sul dos EUA com uma longa história de segregação racial. A segunda dos três filhos de Obadiah e Bernice Scott, Coretta estudou no “Antioch College” em Yellow Springs, Ohio e depois graduou-se em música e educação pelo “New England Conservatory of Music” em Boston, Massaschussets, tendo obtido especialização em voz e violino.

Seu primeiro encontro com o então pastor e estudante de teologia, Martin Luther King Jr., foi na década de 60. Apesar de Coretta ser dois anos mais velha do que ele – e alguns centímetros mais alta – eles se casaram em 18 de Junho de 1953 na casa de Coretta em Marion.Grande defensora dos direitos das mulheres ela surpreendeu o sogro, que também era pastor e celebrou o casamento, ao pedir que ele excluísse dos votos a parte em que ela deveria prometer obedecer ao marido.

Coretta sempre acompanhava King em suas viagens e também realizou vários eventos em prol dos direitos civis chamados “Freddom Concerts” nos quais ela cantava e recitava poesias com o intuito de angariar fundos para sua causa e conscientizar as pessoas.Mas sua participação nos movimentos de luta pela justiça social tomou outra dimensão quando da morte de Martin Luther King em 1968. Coretta ficou com a responsabilidade de continuar o legado de seu marido e ainda cuidar de seus quatro filhos: Yolanda Denise, Martin Luther King III, Dexter Scott e Bernice Albertine, então com 13, 11, 7 e 5 anos respectivamente.

No mesmo dia da morte de seu marido Coretta ainda compareceu a manifestação pela qual tinham ido à Memphis demonstrando já ali toda sua determinação em continuar com o trabalho dele.Após a morte de seu esposo Coretta fez uma grande campanha para a aprovação de um feriado nacional nos EUA em honra de Martin Luther King e de seus ideais e pela construção do Centro Martin Luther King Jr. Para Mudanças Sociais Não Violentas.

O feriado, após muita polêmica, foi celebrado pela primeira vez, em todos os estados do país, em 1999, após 31 anos de luta. Ele é celebrado na terceira segunda-feira de Janeiro, próximo a data de aniversário de Martin Luther King (15 de Janeiro).Coretta King, faleceu em 30 de Janeiro de 2006, aos 76 anos de idade.

Fontes:Academy of Achievement
Infoescola

Não Temas, Verme de Jacó




"Não temas,tu verme de Jacó, povozinho de Israel; eu te ajudo, diz o Senhor, e o teu Redentor é o Santo de Israel".(Isaías 41:14)

Quanta dificuldade tive para aceitar e compreender esse versículo! Por que Deus chamaria o seu povo de povozinho? Pensei: Só pode ser tradução errada. - a tradução sempre é uma boa desculpa para o que não se entende- a tradução está perfeita é povozinho mesmo.

Se povozinho já era ruim imaginem "verme". Os vermes não têm articulação, a consistência é fraca, proliferam facilmente e podem ser repugnantes. Olhar para esse versículo e considerar Israel assim era incompreensivel. Porém, ao continuarmos a leitura do capítulo veremos que para um versículo que despreza, Deus suscita seis com grandes promessas para o "povozinho": "Farei de ti um trilho novo, que tem dentes agudos; os montes trilharás e moerás..."(v.15). Um verme não teria tal poder. " tu te alegrarás no Senhor e te gloriarás no Santo de Israel", que povozinho mais feliz! O fim da história converte qualquer mau começo.

Nem todos os começos são formidáveis, podem até serem despreziveis, o que não quer dizer que esteja tudo perdido. Deus é especialista em transformar maus começos em grandes vitórias, vejamos:

José-
vendido como escravo, acusado injustamente e preso, no final: governou o Egito, foi próspero em todos os sentidos. Quem diria!

Moisés- Começou mal seu ministério, matou um egípcio e viveu escondido por muito tempo.No final: Se tornou um grande líder, profeta e amigo de Deus. Quem diria!

Pedro- Quantos desastres cometeu Pedro, negou Jesus por três vezes, cortou a orelha de Malco, às vezes fazia confusão sobre os planos divinos, no final: Foi um grande evangelista, cheio do Espirito Santo, um apóstolo inspirador. Quem diria!

Jacó- Quanta mentira para receber a bençao da primogenitura. Ele pagou por cada uma delas; foi enganado pelo sogro, humilhado, sofreu um bocado, mas no final: Se tornou o pai das doze tribos , do grande José e dá nome a nação escolhida: Israel. Quem diria!

Poderia citar muitos outros exemplos, mas fico por aqui na certeza de que Deus é perfeito em todo o seu agir e para cada ser humano falho, verme, desprezível, Ele tem suscitado promessas que podem converter toda uma história. Amém.

Por:Wilma Rejane
Citações: Bíblia Sagrada

Deus te Abençoe!




"E Simeão os abençoou no templo" Lc 2:34

Abençoar... o que exatamente significa isso? Quais são as dimensões de abençoar e as conseqüências de tal ato? Isto restringe-se apenas a esfera material - que significa acrescentar um bem a alguém - ou tem este ato implicações que para nós são desconhecidas à primeira vista?Necessitamos compreender melhor o que é e como funciona o ato de abençoar e suas conseqüências - bênçãos visíveis e invisíveis - para que possamos então, recebermos os benefícios advindos de tal ato divino.

Para isso examinaremos e buscaremos nas Escrituras as respostas às nossas dúvidas sobre o assunto. Porém, não pretendemos somente adquirir conhecimento sobre este assunto, algo que seja "mágico" e que funcione quando mais necessitarmos, nos facilitando assim recebermos as bênçãos de Deus, mas que através deste conhecimento possamos aprofundar nossas relações com a Divindade, e como conseqüência desta intimidade com Deus, possamos então ser abençoados, e por extensão, abençoarmos àqueles que estão à nossa volta em nome de Jesus!

Abençoar vem do grego EULOGEO, que significa "falar bem de", "louvar", "abençoar" e do hebraico BARAK, que basicamente significa "dotar de um poder benéfico". Este significado abrange tanto o processo de dotar como a condição de ser dotado. Sendo assim, o abençoar originalmente significava uma força benéfica que uma pessoa podia transmitir a outra, e que ficava em contraste com o poder destrutivo de amaldiçoar.

Através de sua origem podemos então entender que "abençoar" não consiste apenas no ato de dirigir-se à alguém de forma positiva, ministrando-lhe a Palavra de Deus, mas a interação de fatos que interagem entre si a ponto de serem comunicados por Deus à alguém que somente os repassa ao seu (ou seus) interlocutor(es), para que os mesmos possam, através da atitude deste que está ministrando a Palavra de Deus, crer e receber o ato abençoador de Deus. Através dele, traz-se assim à existência coisas e situações que até então existiam somente na mente e no coração daquele que ouve, pois até aquele momento não havia um veículo que pudesse fazer com que ele(s) cresse(m), e, consequentemente, trazer à luz e a existência o que estava em sua mente e coração.

O veículo usado então foi a Palavra de Deus que gerou a fé, e a fé sendo aplicada de forma correta - respeitando-se a soberania de Deus - traz o cumprimento da Palavra que está em Hebreus 11.1, que é justamente de trazer à existência aquilo que até então somente existia no coração daquele que ouvia, mas que agora, por causa da Palavra de Deus e da fé, passam a existir. Por isso dissemos que o abençoar não se limita a uma atitude, mas é uma interação entre Deus e o homem, que tem por objetivo alcançar o coração daquele que crê, para trazer o que nele reside às vistas do mundo incrédulo, de tal forma que o resultado do "ser abençoado" seja a glória de Deus! Amém.

Deus te abençoe!!

Fonte: Bíblia em Bytes

Um Milagre na Educação





"Abrirei rios em lugares altos, e fontes no meio dos vales; tornarei o deserto em lagos de águas, e a terra seca em mananciais" Is 41:18

Amados leitores, tenho estado muito atarefada nesses últimos meses do ano. Muitos projetos, sonhados, estão se realizando. Não reclamo da correria, sabem? Mesmo quando o corpo doí por inteiro, como se eu estivesse disputado uma maratona com algum corredor nigeriano. É! Esforço, além da capacidade natural! Bem, é sinal que estou viva! Prosseguindo e crescendo! Graças! Tenho experimentado a renovação de forças, através da graça Divina: "Os que esperam no Senhor renovarão as suas forças; subirão com asas como águias; correrão e não se cansarão; caminharão e não se fatigarão" Is 40:31. É, ao acordar, deixo o corredor nigeriano "comendo poeira". Força total! Final do dia: "Meu Deus! Onde foram parar meus óculos? Um furacão passou por mim a mil por hora, parecia ele, o tal corredor, nenhuma chance de alcança-lo.

Um dos motivos, de tamanha "força tarefa", é uma especialização (intensiva) em docência do Ensino Religioso. Ela é resultado, de uma luta dos profissionais do Ensino religioso no Estado do Piauí. A aproximadamente dois anos, nos unimos, para solicitar concurso público para efetivação desses profissionais que trabalham como professores substitutos. O Estado, nunca havia realizado concurso nessa área. Somos cerca de 100 professores, na capital (Teresina) e aproximadamente 50 nos municípios.


Secretario de Educação Antonio José Medeiros (camisa vinho) e assessores, em uma de nossas reuniões. O Diogo (de barba), discutindo a LDB: "Baharéis em Teologia, não estão aptos a lecionar"!

Uma de nossas primeiras reuniões.

A LDB, é bem clara, para atuar no magistério, é necessário curso de Licenciatura. No Piauí, não existe Licenciatura na área religiosa, isto, abriu precedente para contratação dos Bachareis em Teologia. Porém, a Secretária de Educação e Cultura, já articulava a exclusão desses profissionais, por estarem fora das exigencias legais. Reuniões e mais reuniões. Até que, o atual secretário de Educação (Antônio José Medeiros), apontou uma saída: Capacitar professores para atuar na disciplina. Quem seriam os contemplados? Professores de qualquer área, desde que licenciados. E nós, bacharéis?

Eu e mais três colegas, formamos um grupo de oração, para que o "impossível acontecesse": "Professores substitutos (cujos contratos vencem a cada final de ano) , bacharéis em teologia, fossem contemplados com a capacitação". Dessa forma, estaríamos prontos, dentro "dos conformes", para prestarmos concurso publico. É parecia mesmo impossível. Substitutos, nunca, são incluídos nas regalias que com efeito de lei, sempre privilegiam professores efetivos.

Vilcelanny (Assembléia de Deus), Eu ( Batista), Rolands (Pr. Presbiteriano),Valdeniza (Católica Romana). O grupo que batalhou em orações(aqui, em sala de aula). Gente, por favor, não reparem o cabelo assanhado, o corredor nigeriano tinha acabado de passar por mim (risos).


Ô Deus maravilhoso! Tremendo! Quando Ele ordena, se cumpre! Vimos Deus, abrindo as portas, de maneira sobrenatural! E cá estamos! Somos, uma turma histórica no Piauí: A primeira turma, de Especialização em Ensino Religioso Para a Educação Básica. Capacitada presencialmente, custeada pelo Estado. Somos os primeiros substitutos contemplados. O edital do concurso, acabou de sair, nos foi totalmente favoráveis. Agora, é estudarmos para aprovação.



O Diogo, em nossa aula inaugural! Bacharéis, agora podem.Obrigada, Diogo!

Acreditamos, que isto é o começo. Queremos, contribuir muito para a Educação de Jovens e adultos no nosso Estado, quebrando tabus seculares sobre o Ensino Religioso nas escolas. A Deus, nossa gratidão. A Ele, toda a glória!

Olha nós aqui! Desfrutando a benção de Deus!

A Segunda Multiplicação dos Pães




Jesus, acabara de ter um encontro com a mulher
cananéia, na cercania de Tiro e Sidom. Uma mulher, desesperada por um milagre: A filha, miseravelmente endemoninhada precisava de libertação. "Senhor, socorre-me". Jesus, respondeu: Não é bom pegar no pão dos filhos e deitá-lo aos cahorrinhos. E ela disse: Mas também os cachorrinhos comem das migalhas que caem da mesa de seus senhores". Jesus, se alegrou grandemente com a fé da cananéia! A filha, da cananéia foi liberta imediatamente! Mt 15:21-28.

Após o encontro, Jesus, parte para um monte, ao pé do mar da Galiléia. As pessoas, começam a se aglomerar de forma, que se ajunta, uma multidão. Quatro mil, era o número de homens, além de mulheres e crianças. Três dias, seguidos, com Jesus e os discípulos. Milagres de toda sorte. Alegria e perplexidade. Ouviam atentamente as palavras do Mestre, sem perceberem o avanço das horas, o prolongamento dos dias. Estar com Jesus, era por demais agradável. Seu amor, os confortava, seu cuidado, os atraia. Muitos, eram curados, e permaneciam ali, como ato de gratidão.

"Tenho compaixão da multidão, porque já está comigo há três dias, e não tem o que comer e não quero despedi-la em jejum para que não desfaleçam no caminho" Mt 15:32

Jesus disse que eles "não tinham o que comer", e não que estavam famintos. É como se Ele, suprisse a multidão de tal forma que a comida (apesar do jejum), não se tornara prioridade. Jesus, sabia, contudo, que ao partirem, sentiriam fome. A caminhada no deserto, seria um desafio, que poderia enfraquecê-los. Podemos interpretar essa passagem de forma literal, mas também simbólica: A presença de Jesus traz gozo e alegria. Sacia plenamente as necessidades humanas, de ordem: física, material e espiritual. Essa comunhão, contudo, poderá ser enfraquecida, durante a "caminhada no deserto". As lutas, obstáculos, tribulações, adversidades, podem causar no homem incredulidade, como consequência, desobediência e morte (espiritual).

"De onde nos viriam no deserto, tantos pães, para saciar tal multidão? E Jesus disse-lhe, quantos pães tendes? E eles disseram: sete e uns poucos peixinhos. Mt 15:33,34

Há pão no deserto: Os apóstolos, estavam confortáveis. Tinham provisão. Mas, "era tão pouco, de que serviria?!". Quantos pães temos? A cada um de nós, foi concedido dons. Pode parecer que é pouco para saciar uma multidão, mas, na verdade, tudo que temos que fazer é: "entregar os pães a Jesus". Ele, fará maravilhas através da sua e da minha vida! Na vida de quem n"Ele confiar! O deserto, não nos vencerá! E o mais maravilhoso! Ajudaremos outras pessoas a enfrentarem os embates dos áridos desertos. Sempre, haverá pão no deserto!

"E, tomando os sete pães e os peixes, e dando graças, partiu-os, e deu-os aos seus discípulos, e os discípulos à multidão" Mt 15:33

Pães Abençoados: Sem a benção de Deus, aqueles pães, jamais deixariam de ser sete pães. A multidão, partiria dali feliz por tantos milagres, mas, após alguns poucos metros de caminhada, se tornariam murmuradores infelizes. Jesus, queria saciá-los abundantemente! Queria, que estivessem preparados para a eternidade. Recebeu a oferta dos apóstolos, e multiplicou. O que estamos ofertando? Estamos entregando nossos "pães", para saciar multidões, ou estamos escondendo-os? Estes "pães", que podem parecer sem importância, valem muito no Reino de Deus, podem salvar vidas. Precisamos entrega-los. Entregue-os. O que são esses Pães? São dons: espirituais. São bens: primícias, ofertas. São vidas: Transformadas, moldadas pelas mãos de Jesus.

O Milagre dos pães e a Mulher Cananéia: Os dois relatos estão em sequência no Evangelho de Mateus. Jesus, deixa uma cena em que uma mulher, diz comer "migalhas de pães da mesa dos seus senhores", para adentrar em uma outra em que mais de quatro mil pessoas, de várias regiões, comem pão fartamente. Em Jesus, a mulher cananéia, encontrou o "Pão da Vida". A Bíblia não diz, mas, creio que sua vida e a de sua família, mudariam a partir dali. Este mesmo simbolismo do pão, também pode ser encontrado na multiplicação: Jesus, É o Pão, vindo do céu, que sacia a humanidade. O encontro Real, com Cristo, faz com que o homem, deixe de comer "migalhas que caem da mesa dos senhores".

"E todos comeram e se saciaram; e levantaram do que sobejou, sete cestos cheios de pedaços"Mt 15:37.

Qual o destino dos pedaços que sobejaram? A bolsa da multidão. Seria a provisão para o deserto. Pão à vontade, para adultos e crianças. Cada um, administrando seu alimento. Saíram dali bem alimentados, e ainda com as bolsas cheias. "Pedaços de pães na bolsa", significam comunhão. Cabe a nós, a busca dessa comunhão: Oração, leitura da Palavra, obediência.

"E Jesus lhes disse: Eu sou o pão da vida; aquele que vem a mim não terá fome; e o que vem a mim de maneira nenhuma o lançarei fora". Jo 6:35 e 37.


Que Deus em Cristo nos abençoe.

Por Wilma Rejane
Citações: Bíblia Sagrada.

A Quem Enviarei?




"Examinei também todas as opressões que se cometem debaixo do sol. Aí está o choro dos oprimidos, e não há quem os console; ninguém os apóia contra a violência de seus opressores. (Eclesiastes 4: 1-2)

Quando me pego profundamente entristecido... Olhando no espelho e já não me reconhecendo em meio a tantas lamúrias...Quando a existência se me torna insossa de maneira que não vejo graça nem no sorriso da criança...Quando me acovardo em auto-piedade ante os dissabores do cotidiano...

Penso naquele cego, diariamente pela manhã no cruzamento da Indianópolis com a Jurupis... Cumprimentando os motoristas com um sonoro e entusiasmado "Bom dia São Paulo! Bom dia Brasil!”Penso em pequeninos que nos faróis comercializam as balas que deveriam adoçar-lhes a infância...

Penso nos malabares e deficientes que como verdadeiros desportistas vencem o relógio na disputa contra os semáforos em troca de migalhas...Penso no pai que volta pra casa sem o pão providencial e encontra os filhos já dormindo vencidos pela fome e a esposa silenciada pelo desespero.

Penso no casal que há semanas não se delicía nas núpcias por ter isto se tornado obsoleto ante as demandas pela sobrevivência. Penso nas macas dos corredores em hospitais públicos, onde inclusive meu pai dormiu pela última vez...

Nisso, meu rosto cora-se de vergonha... A boca seca, o coração aperta e o suor me molha as mãos...a voz dos queixumes embarga... Quando meus olhos encontram o choro dos oprimidos e finalmente enxerga que quem deveria lhes levar o consolo está por demais ocupado consolando-se a si mesmo...

Marcelo Di Paola
Blog: Devaneios de Um Pregador

Desvendando A Babilônia





O Tijolo de Nabucodonosor. Achado está no Museu Arqueológico do Unasp

Participar de uma expedição arqueológica nas terras bíblicas é uma experiência extraordinária. As poucas oportunidades que tenho tido de atuar em escavações no Oriente Médio são para mim motivo de agradecimento e louvor a Deus, principalmente por poder testemunhar como a arqueologia tem confirmado a Bíblia Sagrada.

É claro que os achados jamais podem "provar" que Deus existe ou que Jesus um dia voltará à Terra. Essas são doutrinas reveladas pelo Espírito Santo que demandam um exercício de fé. Contudo, a contribuição da arqueologia pode ser vista assim: se a história que a Bíblia apresenta é verdadeira como as escavações têm demonstrado, a teologia por trás dessa história também o será.

A experiência arqueológica que relatarei a seguir ocorreu ironicamente bem longe das terras bíblicas. Jamais poderia supor que, aqui mesmo no Brasil, seria reencontrado um artefato que confirma a narrativa das Escrituras: um legítimo tijolo babilônico, dos tempos de Daniel, que comprova a existência histórica do famoso rei Nabucodonosor.


História do achado - A forma como esse tijolo chegou até aqui é simplesmente fantástica e revela-nos a maravilha da providência Divina. Tudo começou há mais ou menos vinte anos quando um projetista brasileiro foi enviado ao Iraque para dar assessoria temporária a uma firma de construção civil. Era seu costume caminhar nas tardes de sábado pelas ruínas de Babilônia que ficam a céu aberto, não muito longe da capital, Bagdá. Entre os milhares de cacos de barro e pedras antigas que ainda jazem no lugar, um pedaço de tijolo lhe chamou a atenção. Ele continha estranhas letras que certamente representariam uma antiga inscrição. Um soldado iraquiano, que se tornara seu amigo, permitiu lhe trazer o tijolo como uma espécie de suvenir das terras iraquianas.

De volta ao Brasil, o projetista acabou desistindo de ficar com o objeto e, em 1988, o doou ao Pastor Paulo Barbosa de Oliveira, que o usaria para fins didáticos em aulas de Bíblia, nos colégios adventistas de Vitória, ES. Sempre que ia falar das profecias de Daniel, ele levava o tijolo e comentava sua procedência. Mas, nem de longe, poderia imaginar que aquela estranha inscrição revelaria um fantástico testemunho acerca das Escrituras.

Jubilado, o Pastor Paulo Barbosa de Oliveira resolveu mudar-se para as redondezas do UNASP - campus Engenheiro Coelho - SP, onde nos tornamos conhecidos. Nessa escola está o único museu de arqueologia bíblica do Brasil - o Museu Paulo Bork, que recebe visitas de vários lugares e já foi tema de reportagens em rádio, TV, jornais e revistas de circulação nacional. Foi conversando acerca do museu, que o Pastor Paulo revelou a posse do tijolo que me despertou muita curiosidade.

Ao vê-lo, percebi que a inscrição composta de três linhas era, na verdade, um cuneiforme neo-babilônico usado pelos caldeus, nos dias do profeta Daniel. Pedi ao pastor para levar o tijolo para casa, onde poderia estudá-lo melhor e tentar traduzir as antigas sentenças. Algum tempo depois, o que descobri parecia bom demais para ser verdade. O tijolo falava de Nabucodonosor!


Jardins Suspensos da Babilônia

Traduzindo a inscrição - Usando léxicos e
gramáticas acadianos, entendi que a inscrição dizia: "(eu sou) Nabucodonosor, Rei de Babilônia. Provedor (do templo) de Ezagil e Ezida; filho primogênito de Nabopolassar': Antes, porém, de publicar o achado, era necessário confirmar a tradução com pessoas mais especializadas, como 0 Dr. Oseas Moura, que estudou acadiano na PUC do Rio de Janeiro, e outros assiriologistas de universidades européias e americanas que têm seu nome entre os mais renomados no estudo de inscrições cuneiformes. Todos confirmaram a tradução, corrigindo apenas um ou outro detalhe de transliteração dos caracteres originais.

Tínhamos, portanto, um objeto legítimo, dos dias do cativeiro babilônico, que testemunhava a existência histórica de um rei descrito nas Escrituras. É claro que essa não é à única prova arqueológica da existência de Nabucodonosor. Conforme as escavações vêm revelando, era costume desse rei colocar uma espécie de "assinatura" em tudo o que construía. Paredes de palácios, templos e até muros da antiga Babilônia estão repletos de inscrições com o seu nome. Esse tijolo, portanto, faz parte de um importante conjunto de evidências que silencia mais uma vez os que negam a veracidade da Palavra de Deus.

Nabucodonosor e a Arqueologia - A existência histórica de Nabucodonosor e da própria Babilônia era um fato questionado pelos críticos até por volta de 1806, quando Claudius James Rich confirmou, através de um extenso relatório científico, que as ruínas encontradas na colina de Babil eram, na verdade, a antiga cidade de Babilônia.

O problema é que até essa época ninguém sabia nada sobre a cidade fora do relato bíblico e de historiadores da antiguidade, cuja precisão era seriamente questionada. A grande metrópole parecia ter sido engolida pelo deserto. Pesquisadores europeus que chegavam a Bagdá viam apenas as colinas empoeiradas de Babil e não podiam supor que ali estavam os escombros da antiga Babilônia. Pegavam tijolos com estranhas inscrições e levavam para casa como meras curiosidades.

Por isso, não faltou quem apregoasse que o livro de Daniel jamais poderia representar uma história real. Mas as escavações que se seguiram à exploração de Rich, começaram a mostrar que os céticos é que estavam errados.

Por esse tempo, desenvolveu-se também na arqueologia um intenso estudo para descobrir o que estava escrito naqueles tabletes que se acumulavam aos montes, em todo o território. A decifracão dos cuneiformes babilônicos encontrados no Iraque foi, assim, o segundo grande feito arqueológico do século XIX. Nieburh, Grotefend e Rawlinson foram os principais pioneiros nessa área e até hoje não há dúvida sobre a fidelidade da maioria dos textos traduzidos.

Em 1899, Robert Koldewey estava escavando as ruína's em Babil quando encontrou centenas de tijolos de paredes, muros e do próprio Templo de Ezagil que traziam o nome do Rei Nabucodonosor como mandatário daquelas grandes construções. Nosso tijolo é, certamente, parte desse grupo de blocos que anunciavam a existência do rei e uma peculiaridade de seu caráter também revelada em Daniel 4:30. De maneira arrogante ele diz: "Não é esta a grande Babilônia que eu edifiquei... para glória da minha majestade?" Pouco tempo depois, chegalhe a sentença celestial, condenandoo por sua soberba.

Felizmente, após os sete anos de loucura, ele reconheceu a soberania de Deus e se tornou testemunha de sua justiça (Dan. 4:34-37). Como disse Ellen White: "O rei sobre o trono de Babilônia se tornou uma testemunha para Deus, dando seu testemunho, claro e eloqüente, de um coração agradecido que havia participado da misericórdia e graça, justiça e paz, da natureza divina" (Youth's Instructor, dez. 13, 1904).

Hoje o tijolo babilônico pode ser visitado no museu arqueológico do UNASP - Campus Engenheiro Coelho - SP, onde ficará exposto por tempo indeterminado.

Por muitos anos, alguns eruditos desacreditaram a Bíblia pelo simples fato de o nome Nabucodonosor não constar em nenhuma ruína conhecida. Isso os fazia orgulhosos de sua incredulidade e, também hoje, há muitos que seguem o mesmo caminho. Mas bastou um caco de tijolo para mostrar que eles estavam errados. Não seria essa uma curiosa maneira de Deus ironizar a sabedoria humana quando esta nega a Bíblia Sagrada?

Por:Rodrigo P. Silva
Professor de Arqueologia e
Filosofia no Unasp - Campus 2,
Engenheiro Coelho, SP.

O Conflito Entre Fé e Obras



"Pai, onde está o cordeiro para o holocausto? Meu filho, Deus proverá"Gn 22:7-8

O que é fé? Pessoas, de várias religiões, responderiam de maneira diferente à indagação. Para o budista, a fé estaria no esforço, para alcançar o Nirvana, na obediência a doutrina das boas ações e da harmonia nos caminhos da vida. Para o Hindu, fé, pode representar, um ritual de purificação no Rio Ganges. Para um católico romano, a fé, poderia ser representada na visitação ao santuário de Aparecida. O que leva as pessoas a buscar o transcendente? Uma resposta, satisfatória, poderia ser encontrada, no desejo contínuo que o homem tem de encontrar satisfação pessoal. A felicidade, estaria condicionada a esta busca.

Aonde começa a fé? No exterior, ou no interior do ser? Posso afirmar que um ritual de recitação de mantra, me desperta a fé? Ou é a minha fé que me faz crer na recitação? O assunto, pode parecer complexo, e é. Porque, costumamos confundir fé, com tradição, com sacrifícios, rituais. Alguém diria. Sim, a fé é tudo isto, porque sem fé, não pratico o que acredito. O problema, é que a pratica, nem sempre, está ligada a fé, mas a um ato de repetição. A condicionalidade de uma cultura, em que me insiro. A cultura, me influencia, eu, por sua vez, sou influenciado por ela.

Religião, cultura, tradição, estão ligados ao transcendente. Não significa, que estejam ligados a fé. Um monge budista, pode recitar mantras horas seguidas, até chegar a um estágio de não consciência. Mente e corpo, se transformaram, através do exercício transcendental. Agiu por fé? Eu diria que não. Agiu por religião. Em obediência as doutrinas. Um ato, que se repete, e me impele a superar meus limites. Aqui está, a chave: A fé, não se revela na capacidade humana. Mas, na incapacidade. Não está ligada a sacrifícios, mas ao invisível. Não é a minha condição humana que condiciona minha fé, ela, não pode se limitar ao campo natural. Mas, é a minha fé, que me faz viver, acima da minha natureza humana.

"Meus irmãos, que aproveita se alguém disser que tem fé, e não tiver obras? Porventura a fé pode salvá-lo? Tg 2:14

Conta a tradição, que Martinho Lutero, teria rasgado este trecho das Escrituras. Um sacrilégio que acredito, não ter sido cometido. Ele, que pregava a salvação através da fé, agora se deparava com "fé e obras". Seria uma contradição? Não! De maneira alguma! Lutero não teria lutado com tanta veemencia, se acreditasse apenas na fé, sem obras. Ele, que combateu as obras do clero católico Romano. As indulgências, as irregularidades do "cristianismo" da época. Se ele, combateu as falsas doutrinas, é porque, acreditava que a fé, genuína, pura, em Cristo Jesus, deveria conduzir às boas obras. Daí, a Reforma.

A fé, é a priori ( vem antes, primeiro), das obras. O apóstolo Paulo, em carta aos Gálatas, recitou: "Já estou crucificado com Cristo; e vivo, não mais eu, mais Cristo vive em mim; e a vida que agora vivo na carne, vivo-a na fé do Filho de Deus, o qual me amou e se entregou a si mesmo por mim" Gl 2:20. Paulo, tinha uma priori que o conduzia a pratica das boas obras: "A fé em Cristo Jesus". Lutero, teve uma priori, que o conduziu a contestar: "A fé em Cristo Jesus". Qual está sendo a nossa "priori"? As obras, de todo e qualquer homem, podem significar muito ou nada para Deus, vai depender do motivo primeiro, da motivação do coração. Estas obras, podem conduzir a salvação, ou a condenação.

"Porque pela graça sois salvos por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus" Ef 2:8

O que significa este versículo? Que, nenhum homem é capaz de salvar a si mesmo. Nenhuma obra humana, conduz a salvação. E aqui, a justificação do que disse anteriormente: "A fé revela a incapacidade humana". Esta é a fé verdadeira. Ela me diz que sou insuficiente. Que dependo unicamente de Deus. Que n'Ele, por Ele e através D'Ele serei salva. E que, quando for salva, irei praticar as obras da salvação. Porque minha motivação será verdadeira. Assim como aconteceu com Abraão, Issac, Jacó e com todos os crentes, em Cristo Jesus.

"Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que se não veem" Hb 11:1

Os que vivem pela fé, apalpam o invisível, como se este, fosse visível. Na alegria e na tristeza. A fé, verdadeira, produz a convicção da salvação. Creio que há um Deus, uma Vida Eterna e uma vida abundante aqui na terra. Nunca vi a Deus, nem a Eternidade, e muitas coisas me faltam, porém, creio, me alegro, prossigo e vivo, abundantemente. Eis aqui, o mistério, entre fé e obras.

Na Bíblia, encontramos o relato de Cornélio (Atos 10). Ele era um homem muito caridoso:"fazia muitas esmolas ao povo, e de contínuo orava a Deus" At 10:2. Suas obras, eram boas, certamente, porém, não foram suficientes para conduzi-lo a salvação. Deus, se agradava de Cornélio, ele tinha fé mas precisou reconhecer sua insuficiência. Foi salvo, quando se curvou diante de Deus, confessando o Senhorio de Cristo. Ele e toda sua casa. Cornélio, passaria a viver pela fé, no Filho de Deus.

Que Deus, em sua eterna sabedoria, ilumine nosso espírito, para que possamos, compreender a relação entre "fé e obras", na salvação humana. Que nossas obras, sejam a concretização da vontade Divina, em nossas vidas, e que nós, quanto limitados, cumpramos com alegria e temor o desígnio Eterno para a nossa geração. Amém.

Wilma Rejane