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Ao centro da foto os irmãos, Ev.Jorge Nóbrega e esposa; à esquerda Diácono Geovanni, à direita eu (Sammis) e o irmão Fernandes |
Por: Sammis Reachers
Amados irmãos e leitores, no dia 30/10, estive junto com uma pequena equipe missionária, composta por irmãos daqui de São Gonçalo, visitando o município de Duque de Caxias (ambos no RJ). A Missão: levar algumas doações de roupas e material evangelístico para o irmão Jorge Nóbrega (que tive o prazer de conhecer primeiramente através da internet), que dirige o Projeto Semear. Jorge é um homem que possui um profundo amor pelas almas, e um forte testemunho de vida e conversão. Dedica seus esforços a evangelizar e assistir a drogados, traficantes e moradores de rua em diversas comunidades de Caxias.
Eles evangelizam centenas ou mesmo milhares de pessoas por noite. A equipe de Jorge? Ele, sua esposa e suas três filhas. Isso mesmo: para entrar em favelas ou evangelizar multidões de viciados em crack ‘caídos’ pelas calçadas do centro da cidade, ele conta apenas com sua família, pois não pôde encontrar irmãos para ombreá-lo em tal obra. Talvez você que me lê saiba bem o que é isso, eu também já passei por situação semelhante...
Irmãos, qual não foi minha surpresa quando o irmão Jorge convidou a mim e aos irmãos que estavam comigo para conhecermos o trabalho in loco, indo naquele exato momento até uma das comunidades onde o mesmo é realizado. Munidos de centenas de folhetos e livretes, adentramos duas comunidades carentes circunvizinhas à rodoviária local, dominadas pelo crime organizado. E às 15 horas da tarde lá estávamos nós, evangelizando moradores e dezenas e mais dezenas de traficantes e viciados.
Uma nota assustadora: Entrei em um bar onde, ao som de funk, estranhamente não se consumiam bebidas alcoólicas: todos ali (umas 30 pessoas, às 15:00 horas da tarde!) usavam apenas drogas, crack e maconha! Deus já me tinha permitido ver e também ouvir muita coisa (trabalhei por oito anos dentro de uma comunidade carente), mas isto eu não vou esquecer jamais. Após isto o irmão Jorge nos levou até um grande calçadão onde, à noite, muitos drogados ficam amontoados em meio a lixo, urina e fezes. Enfim, é o Lixão, a ‘cracolândia’ local.
Uma nota assustadora: Entrei em um bar onde, ao som de funk, estranhamente não se consumiam bebidas alcoólicas: todos ali (umas 30 pessoas, às 15:00 horas da tarde!) usavam apenas drogas, crack e maconha! Deus já me tinha permitido ver e também ouvir muita coisa (trabalhei por oito anos dentro de uma comunidade carente), mas isto eu não vou esquecer jamais. Após isto o irmão Jorge nos levou até um grande calçadão onde, à noite, muitos drogados ficam amontoados em meio a lixo, urina e fezes. Enfim, é o Lixão, a ‘cracolândia’ local.








