O Mito da Caverna e o Cristianismo



O fantástico texto de Platão, chamado “Mito da Caverna”, resiste ao tempo e mesmo tendo sido escrito há mais de quatro mil anos é atualíssimo, podendo ser aplicado a várias esferas da vida: Política, religião, psicologia, amor, educação, entre outros. O diálogo entre Sócrates e Glauco, monta a narrativa dialética de forma surpreendente. É simples, de fácil compreensão, porém repleto de alegorias, simbolismos e verdades. Aliás, o ápice do texto, é o desvendar da verdade que se apresenta como a luz, mais precisamente o sol. 

A linguagem alegórica de Platão me lembra as parábolas de Jesus, a forma como o Mestre utiliza figuras do cotidiano para se fazer entender. É claro que existe um diferencial na essência dos discursos, as Palavras de Jesus, são Espírito e Vida Jo 6:63, enquanto Platão faz uso de sua impressionante sabedoria humana. Não obstante a origem autoral, esse texto traduz fielmente o processo de conversão. A saída do homem do seu estado de escuridão espiritual, para o Reino da Luz que é Jesus: "O qual nos tirou da potestade das trevas, e nos transportou para o Reino do Filho do seu amor" Cl 1:13.

Na filosofia, o texto traduz ascendência, é quando o sujeito deixa o universo do Eikones (imagens produzidas), para o Eidos (idéias, formas). Eikones é inferior, imperfeito, um estado surreal que não expressa a Verdade, apenas a enganosa semelhança das coisas. Eidos é a verdade revelada, a perfeição, a consciência em seu estado excelente. Comparo o Eikones, ao mundo das trevas e o Eidos da Salvação.

Vejamos alguns trechos do magnífico “Diálogo da Caverna” :


Informações Sobre Desaparecidos Tragédia Rio de Janeiro


A Evangélica Denise atribui sua sobrevivência e da família a Palavra de Deus:“Mil cairão ao teu lado e dez mil à tua direita, mas não chegará a ti”Sl 91:7


O Ministério Público do Rio de Janeiro, através do trabalho realizado pelo Programa de Identificação de Vítimas (PIV), está diariamente consolidando listas de pessoas desaparecidas nos municípios da Região Serrana atingidos pela chuva na semana passada. As informações registradas por parentes e amigos são checadas com dados de hospitais e IML. Na totalização finalizada por volta das 20 horas desta terça-feira (18/01), ainda sem os dados de Petrópolis, chegou-se aos seguintes números de desaparecidos:


Teresópolis – 95
Nova Friburgo – 82
Cordeiro – 1
São José do Vale do Rio Preto – 1
Bom Jardim – 3
Localidades não informadas - 25
Total - 207

A lista será frequentemente atualizada e poderá ser consultada no site do MPRJ (www.mp.rj.gov.br). A equipe do PIV está trabalhando também em Friburgo, Teresópolis e Petrópolis. Além de poder preencher o formulário com informações das pessoas desaparecidas também no site do MPRJ, quem quiser registrar desaparecimento pode ligar para o número (21) 2283-6466, das 8h às 18h, diariamente.

Central de Informaçãoes Sobre Desaparecidos em Nova Friburgo

Em meio ao caos e à devastação provocados pelas chuvas dos últimos dias, várias pessoas sofrem também com a falta de informações sobre parentes na cidade de Nova Friburgo. Para ajudar na divulgação de informações sobre desaparecidos, a cidade colocou em funcionamento, nesta terça-feira, uma central telefônica gratuita. O número 0800-0221011 e a ligação gratuita.

Governo Federal Cria Blog Para ajudas

O Palácio do Planalto criou um blog que reúne informações sobre as ações do governo federal em auxílio às vítimas das chuvas na região serrana do Rio de Janeiro.O blog foi colocado no ar nesta terça-feira (18), e reúne informações atualizadas de todos os ministérios envolvidos nos trabalhos de ajuda no estado. As informações são atualizadas pela Secretaria de Comunicação da Presidência da República (Secom).  Quem acessar o blog terá detalhes sobre as ações nas localidades atingidas, números de contas bancárias para doações, endereços para envio de mantimentos, vídeos, fotos e áudios. O blog Mobilização Federal na Região Serrana do RJ pode ser acessado pelo endereço: http://mobilizacaofederal.blogspot.com/


O Vale de Baca






"Bem aventurado o homem cuja força está em ti, em cujo coração estão os caminhos aplanados, que passando pelo Vale de Baca, faz dele uma fonte"(Sl 84:5,6)

Ao ler sobre o Vale de Baca fiquei curiosa para saber mais do local. Depois de algumas pesquisas pude desvendar muitos fatos que tornaram a passagem do referido salmo muito edificante. Ficou, porém a frustração de não ter descoberto a localização exata do Vale e suas condições atuais, creio, contudo, que a falta desses dados não diminui o objetivo da mensagem.

O Vale de Baca, dependendo da tradução e da edição Bíblica recebe várias denominações: Vale das Lamentações, Vale de Lágrimas, Vale das Bálsameiras e Vale Árido. O termo Baca significa choro, lágrima, talvez seja esse o motivo de alguns estudos ligarem o lugar a um" Vale de Lágrimas" literalmente, mas não é bem assim.

As plantas de bálsamo existentes no vale "choravam", isto é, destilavam um liquido de aroma agradável que deveria tornar Baca um lugar perfumado. Bálsamos são conhecidos por suas propriedades confortantes e calmantes, sendo assim, o escuro vale, de dificil passagem continha seus segredos.

"Que passando pelo Vale de Baca faz dele uma fonte; a chuva também enche os tanques vão indo de força em força: Cada um deles em Sião aparece perante Deus"(Sl 84:6,7).

O destino de quem passava por Baca era Sião, a passagem era obrigatória, Baca moldava os peregrinos que ansiosos por chegar à Jerusalém e ir ao Templo se arriscavam no Vale.

O Resgate de Dona Ilair


O desespero dos que ficam ao chorar os que se foram, soterrados, desaparecidos, desabrigados. Vejo a fragilidade da vida, do homem pó que agoniza enlameado pelo pó que por muito tempo lhe permitiu a vida, que parecia segura. Tragédias, não acontecem só em morros, serras, mas em terra firme. Não tem dia, nem hora para chegar. Somos impotentes diante do tempo, dos designos da natureza, de Deus, também dos homens. Bons e maus padecem em tragédias. Um dia telespectadores, em outros, atores, protagonistas, que sem opção de dizer não ao enredo, se encerram nas cortinas da vida e da morte.

Muitas perguntas, sem respostas surgem em meio às tragédias- Quem disse que precisamos saber de tudo?- Tudo que precisamos é estar preparados para elas. Mas, ninguém está. Essa é a verdade. Pasmamos diante da morte, da perda, e a força consiste então em buscar conforto e manter a esperança. Olho para as tragédias tentando decifrar: O que Deus está falando nesse momento?. O momento é de reflexão, de se imaginar no lugar do outro, de temer pelo espírito, de procurar sentido quando tudo parece estar perdido. Há uma passagem Bíblica que descreve bem o que digo:

O Desastre No Rio De Janeiro: Como Ajudar

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As imagens e as informações que nos chegam pelos meios de comunicação do desastre na região serrana do Rio de Janeiro nos deixam perplexos. A contagem parcial de mortos, atualizada nesta quinta-feira, passa de 360 casos – com a certeza de que a soma está longe do fim.
No cemitério de Teresópolis, diz reportagem de Veja, os coveiros mal dão conta do serviço. Sob uma chuva fina, com auxílio de escavadeira, já foram abertas 140 covas. Pelo menos mais 40 são necessárias para enterrar os corpos que já foram identificados e liberados. Os sepultamentos são rápidos. Muita gente enterra um parente e volta para acompanhar as buscas de outros.
Os depoimentos dos moradores são mais tristes ainda. Um homem que conseguiu escapar com sua família disse em entrevista que o pesadelo que passou assemelhava-se àquele das cenas do filme 2012. Outro se lamentava por não ter conseguido salvar a esposa. Uma jovem aos prantos dizia que havia perdido quinze pessoas da família.
Mas, em meio a esse caos ainda existem notícias reconfortantes, como a atuação solidária de muitos voluntários nas regiões afetadas. Pessoas que se dispõem a ajudar o próximo. Como exemplo, matéria do  CPADNews informa que algumas igrejas se unem no auxílio às vítimas  da enchente.
E se você quer ajudar, eis informações do blog do Renato Vargens:
COMO FAZER A DOAÇÃO: Postos rodoviários, supermercados, os batalhões da PM, postos da Policia Rodoviária Federal nas estradas, ONGs, sites e contas em banco, além de abrigos montados nas cidades envolvidas estão recebendo donativos para ajudar as vítimas da chuva na Região Serrana do Rio.

O Largo Riso da Graça



Tenho tido a dádiva de sorrir com Deus pelos Seus feitos, pela realização de Suas promessas em minha vida. Sabe, tenho problemas, sofro tristezas e também decepções como todas as pessoas, mas a cada novo dia, lá estou sorrindo em retribuição ao largo riso da graça divina.

A graça me “anestesia” de tal forma que não consigo ver desfechos ruins mesmo em terríveis situações. É!  Se a Palavra de Deus diz que tudo coopera para o bem dos que O amam, creio que seja tudo mesmo, e se hoje choro, amanhã estarei colhendo os molhos! “Os que semeiam em lágrimas, segarão com alegria” Sl 126:4. Fartos molhos!

Isso parece loucura, mas para os que vivem pela fé, se chama: mistério. É inexplicável. Como olhar para um campo devastado e ver pomares e flores? Utopia, diria os incrédulos. Mas não é. É o conhecer a Deus, saber que Ele restitui além do que pedimos ou merecemos. É olhar para Sua Palavra é firmando-se Nela recitar com Habacuque:

“Porque ainda que a figueira não floresça, nem haja fruto na vide; ainda que decepcione o produto da oliveira, e os campos não produzam mantimento, ainda que as ovelhas da malhada sejam arrebatadas e nos currais não haja gado, todavia, eu me alegrarei no Senhor exultarei no Deus da minha salvação. O Senhor Deus é a minha força, e fará os meus pés como os das cervas e me fará andar sobre as minhas alturas” Hb 3:17-19.

Quando nos unimos ao Senhor em oração de gratidão pelo que há de vir,

O Senhor É a Nossa Força


"O Senhor é a minha força" Sl 118:14

No âmago do Cristianismo brota como fonte voraz e permanente a convicção de que toda conquista, dom, e mérito, reside em Cristo Jesus. Somos o que somos não porque merecemos, mas porque Cristo vive em nós e Ele é maior do que todo o mundo (I Jo 4:4). Esse principio, excede em parte, o entendimento humano. Compreendemos apenas o que nos é revelado, mas o oculto, invisível aos olhos, ouvidos e coração, é ainda mais maravilhoso!

“E orou Eliseu, e disse: Senhor, peço-te que lhe abras os olhos, para que veja. E o Senhor abriu os olhos do moço, e viu: e eis que o monte estava cheio de cavalos e carros de fogo, em redor de Eliseu.” II Rs 6:17.O profeta estava em Israel e um exército de homens havia cercado a cidade. Era tempo de batalha, o servo de Eliseu ficou desesperado com o que via, Eliseu não. Por quê? Por causa da fé, que excede o visível.

Aquele que vive o verdadeiro cristianismo não deve apoiar-se na força humana, nem própria, nem alheia. Por menor que sejamos, por mais fracos que possamos parecer, quando entregamo-nos inteiros a Deus, Ele opera grandemente. Sem que raios e trovões anunciem Sua presença, Ele faz. No silêncio, Deus opera.

Alguém diria que por coincidência, sorte, ou mesmo estratégia, a humilde Rute, foi apanhar espigas no campo de Boaz, mas não! Deus estava no controle da vida de Rute e através do amor entre Rute e Boaz, surge à descendência real que daria origem ao Messias. E na genealogia de Jesus, vamos ler: “E Boaz gerou de Rute a Obede; e Obede gerou a Jessé este gerou a Davi” Mt 1: 5,6.


Desvendando o Jardim do Éden

 Sempre que leio o capitulo referente à formação do jardim do Éden, no livro de Genesis, me encho de perguntas, não de incredulidade, é claro. Através da fé, creio em toda a Bíblia e em Deus como Criador. Minhas dúvidas dizem respeito à interpretação do texto. Por exemplo:

  •  “E plantou o Senhor Deus um jardim no Éden, do lado Oriental, e pôs ali o homem que tinha formado” Gn 2:8

O jardim foi plantado no Éden, e onde fica o Éden? Se foi plantado na terra, foi destruído depois? Se foi destruído, por que não há referência a este aspecto? Há um local terreno onde se possa afirmar com convicção: Aqui jaz o Éden?

  • -“E o Senhor Deus fez brotar da terra toda a árvore agradável a vista, e boa para comida; e a árvore da vida do meio do jardim, e a árvore do conhecimento do bem e do mal” Gn 2:9.

As duas árvores (da Vida e do conhecimento), Deus as plantou na terra e depois as levou para o céu? Por que elas aparecem no livro de Apocalipse (2:7 e 22:2) relatadas como estando no “Paraíso de Deus”? O Paraíso de Deus é o mesmo Éden?

Encontrei um artigo, que muito me ajudou na compreensão dessas questões, transcrevo-o aqui para quem sabe, contribuir com o crescimento de muitos. Foi o que de mais completo encontrei sobre o assunto.


Qualquer pessoa que desejar estudar o atual mapa do Iraque, poderá, sem nenhuma dificuldade, identificar o território da Mesopotâmia, entre os rios Tigre e Eufrates. Ali, segundo as Escrituras, o homem foi formado por Deus, há cerca de seis mil anos atrás. Porém, ao lermos as Escrituras, a Bíblia, tomamos conhecimento da existência de um jardim plantado no Éden. Que jardim era este? E onde está o Éden narrado na Bíblia?

O primeiro Livro da Bíblia, o Gênesis, narra a criação dos céus e da terra, a criação do homem, a comunhão do homem com Deus e a trágica queda do primeiro casal. Para que possamos compreender mais profundamente o Livro de Gênesis, é necessário termos em mente que Deus planejou a criação para nela estabelecer um relacionamento paternal e amoroso com o homem. No princípio, Deus se relacionava íntima e diretamente com o homem, até que este desobedeceu o Criador, introduzindo o pecado no mundo e, como conseqüência, foi rompida a comunhão original entre a criatura e o Criador. E foi, precisamente, a fim de restabelecer esta comunhão perdida que Deus enviou seu Filho Unigênito, o Senhor Jesus Cristo.

Sobre o Éden

Durante a narrativa da criação dos céus e da terra, vemos na Bíblia que Deus criou toda a vegetação da terra no terceiro dia: “E disse: Produza a terra relva, ervas que dêem semente e árvores frutíferas que dêem fruto segundo a sua espécie, cuja semente esteja nele, sobre a terra. E assim se fez. A terra, pois, produziu relva, ervas que davam semente segundo a sua espécie e árvores que davam fruto, cuja semente estava nele, conforme a sua espécie. E viu Deus que isso era bom. Houve tarde e manhã, o terceiro dia.” Gênesis 1:11-13

Notemos que o trecho bíblico acima mostra que a relva, as árvores frutíferas e as sementes estavam sobre a terra. Mais a seguir na narrativa bíblica encontramos o seguinte:


O Rio Da Vida


 "Eu estive carregando baldes de água. Agora eu tenho um Rio que me carrega." Moody.

Quando Moody, fala de “um rio que me carrega”, refere-se a Jesus. Somente Ele, tem o poder de sustentar o homem suprindo-lhe de todo o bem, em meio às áridas terras do pecado. Para chegar ao rio, tudo que tenho que fazer, é caminhar. E quando alcançar, mergulhar profundamente em suas águas, deleitar-me em Seu refrigério.

Também cansei de carregar baldes, por vezes, até rachados, que vazava o conteúdo e me faziam parecer trabalhar inutilmente. Voltas e mais voltas, sempre pelos mesmos caminhos. Como a terra secava rápido. Mas, a Palavra de Deus diz: “Bem aventurado os que teem fome e sede de Justiça, porque eles serão fartos” Mt 5:6 e outra vez diz: “Se me pedires, te darei água viva” Jo 4:10