| Rio Atitlan na Guatemala |
Sábado, dois de Abril. Acordei pensando em atualizar o blog porque a postagem principal já estava a três dias em destaque, merecendo renovo. Sabe, isso acontece comigo. Vou navegando pela internet, procurando novidades e ao clicar em uma página que já li, mudo mais que depressa: O que não quero para mim, não proporciono aos leitores. Lei do Reino: “Ao Próximo com a ti mesmo” Mc 12:31
Essa tendência imediatista e voltada para novidades é uma característica da sociedade moderna . Nos aborrecemos facilmente se as coisas não “andam” assim em ritmo de rock pauleira. Queremos ser atendidos velozmente no comércio, em casa, no trabalho. Queremos chegar rápido aos nossos destinos, ouvir o alô do outro lado da linha já na primeira chamada... e por ai vai. Os diálogos são apressados e superficiais e já não se tem tempo suficiente para conhecer melhor o colega de trabalho que está de óculos escuros escondendo os olhos inchados de chorar por algo que o aflige. Velocidade digital! Esse tic tac acelerado manda na gente e obedecemos, consciente ou inconscientemente.
Deixei de lado o “rock pauleira” do dois de Abril, e pensei comigo: Quero “dançar valsa”, a beira do fantástico lago Atitlán na Guatemala, rodopiar ao som de Danúbio azul e abraçada com meu amado conversar baixinho ao seu ouvido. Acordei! Tenho aula de Filosofia de 08h00min às 12, com direito a retorno às 14h00min e uma porção considerável de coisas para arrumar em casa, em virtude de uma reforma. E o blog?! Ele não sai de mim, vivo a procurar artigos, em tudo que vejo, falo e vivo. Quem sabe a valsa de hoje possa ser um presente para meus leitores.
E na Universidade...







