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| "A Vida é bela quando se torna significativa, até mesmo em um campo de concentração" Gustavo Alvarenga |
A vida é bela é um filme italiano que retrata o País durante a Segunda Guerra Mundial. Guido, filho de judeus, é mandado para um campo de concentração, juntamente com seu filho, o pequeno Giosuè. Guido é um homem simples, inteligente e espirituoso, um pai amoroso, e graças a isso consegue fazer com que seu filho acredite que ambos estão participando de um jogo, sem que o menino perceba o horror no qual estão inseridos. Em meio à terrível realidade do holocausto, Guido extraiu beleza para proporcionar felicidade ao filho.
Alguém poderia acusar Guido de irreal e enganoso, porém relembro com ele que a vida é mesmo bela e que é possível do caos fazer viver ou reviver a felicidade: “No princípio criou Deus o céu e a terra. E a terra era sem forma e vazia; e havia trevas sobre a face do abismo; e o Espírito de Deus se movia sobre a face das águas. E disse Deus haja luz; e houve luz”. Gn 1:1-4.
Por tantas vezes, ao caminhar pela cidade,







