Ter sido "alçada" por Jesus do perigo da morte e do inferno foi o que de melhor aconteceu em minha vida. É o que de melhor pode acontecer na vida de qualquer pessoa. Gosto desse sentido universal e consolador: “Qualquer pessoa”, implica igualdade, incondicionalidade, demérito. Esse olhar do Reino, totalmente distinto do olhar do mundo é o que preserva a humanidade em constante renovo e progresso. Envoltos em misericórdia e amor caminham os homens por dádiva dos céus que os mantêm vivos ainda que sequer percebam ou agradeçam. De passo em passo, a Divina graça observa e rege o tempo. Esse tempo que não nos obedece e pulsa para o futuro que é o hoje, ontem e amanhã. Por acaso seriamos nós os que descortinam o dia também enegrecendo as noites? Somos apenas qualquer um, um a mais, entre muitos naturais. Mas Ele nos ama: a qualquer, a todo.
“Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu filho unigênito para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.” Jo 3:16.
Ele ama e isso é tudo. Posso vê-Lo nos amando agora, nesse instante, ao pecador e ao justo espelho de Jô. Enquanto o mundo odeia, maltrata, mutila, faz perder o ânimo, Ele ama e diz: Creia, Eu te fortaleço. Nenhum braço ou colo é capaz de entender tão bem cada lágrima, suspiro, súplica, palavra dita e não dita. Somente Ele, a conjugação do amor, perfeito consolador.






