Encontre a Felicidade em João 3:16

Ter sido "alçada" por Jesus do perigo da morte e do inferno foi o que de melhor aconteceu em minha vida. É o que de melhor pode acontecer na vida de qualquer pessoa. Gosto desse sentido universal e consolador: “Qualquer pessoa”, implica igualdade, incondicionalidade, demérito.  Esse olhar do Reino, totalmente distinto do olhar do mundo é o que preserva a humanidade em constante renovo e progresso. 

Envoltos em misericórdia e amor caminham os homens por dádiva dos céus que os mantêm vivos ainda que sequer percebam ou agradeçam. De passo em passo, a Divina graça observa e rege o tempo.  Esse tempo que não nos obedece e pulsa para o futuro que é o hoje, ontem e amanhã. Por acaso seriamos nós os que descortinam o dia também enegrecendo as noites?  Somos apenas qualquer um, um a mais, entre muitos naturais. Mas Ele nos ama: a qualquer, a todo.

“Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu filho unigênito para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.” Jo 3:16.

Ele ama e isso é tudo. Posso vê-Lo nos amando agora, nesse instante, ao pecador e ao justo espelho de Jô. Enquanto o mundo odeia, maltrata, mutila, faz perder o ânimo, Ele ama e diz: Creia, Eu te fortaleço. Nenhum braço ou colo é capaz de entender tão bem cada lágrima, suspiro, súplica, palavra dita e não dita. Somente Ele, a conjugação do amor, perfeito consolador.

Mulheres Que Buscam Felicidade



Ana é descrita no Antigo Testamento, como uma mulher de fé, a mãe do profeta Samuel. Ela era estéril e após orar ao Deus de Israel, teve sua madre aberta para conceber não apenas um, mas seis filhos. Uma pequena passagem sobre a história de Ana me chama atenção:  “Então se levantou Ana, depois que comeram e beberam em Siló...” I Sm 1:9

Ana é um exemplo a ser seguido, alguém que não se conformou com a situação de derrota e desprezo, reuniu forças, “se levantou” e sabiamente se dirigiu ao lugar certo, na hora certa. A vida de Ana, não ia tão bem. Seu esposo Elcana, tinha outra mulher chamada Penina. Todos os anos, quando Elcana subia a Siló para sacrificar ao Senhor, era acompanhado pelas duas esposas e filhos. Ana, porém sempre se abatia de tristeza e dor pelas humilhações provocadas pela rival que se achava melhor e mais amada por ter filhos: “E sua rival excessivamente a provocava, para irritar; porque o Senhor lhe tinha cerrado a madre” I Sm 1:6. A situação se repetia ano após ano, o que provocava intensa tristeza em Ana que “chorava e não comia” I Sm 1:7.


Quando Chega a Solidão



"Sou semelhante ao pelicano no deserto; sou como um mocho nas solidões, vigio, sou como o pardal solitário no telhado" Sl 102:6,7

Esse Salmo, traduz duas situações de declínio: A de Davi (doente) e a de Jerusalém (abatida por estrangeiros, com muros derrubados e Israelitas levados cativos). Dentro desse cenário, o Salmista traça, no decorrer dos versos, um paralelo entre ele e Jerusalém. Apesar de triste, ele sente esperança : Jerusalém seria reedificada e exaltada, ele, teria sua descendência firme perante o Senhor (Sl 102: 13 e 28).Ainda no Salmo, Davi se compara a três pássaros: Pelicano, mocho e pardal. Qual seria o significado das comparações?

Pelicanos vivem em grupos, muitas vezes numerosos, nas margens dos rios, lagos, águas estagnadas e ao longo de praias marinhas. Alimentam-se principalmente de peixes; encontram-se da Europa sul oriental à Índia, e, na África, até o lago Niassa.


Deus, Eu e as Artes - Nayara Maranhão

Nayara e sua professora de artes (Sílvia)

Entrevistei uma pessoa muito especial que conheci pelos “caminhos” da internet: Nayara Borba Maranhão. Lembro exatamente a primeira vez em que ela comentou no blog, foi em um artigo sobre  “A Religião de Barac Obama”, Janeiro de 2009. De lá para cá,   fortalecemos os laços de amizade.

Nayara tem 52 anos, é pernambucana, residente em Candeias, Jaboatão de Guararapes, tem 52 anos uma filha de 14 anos e um filho de 11. “Sou serva do Deus lindo e maravilhoso há 10 anos” diz a blogueira que recentemente descobriu nas artes, uma nova profissão. Vamos conhecer um pouco mais da vida da Nayara?

1- Conte-nos um pouco da sua trajetória profissional e como surgiu o talento para as artes.

Estudei em  colégio de freiras onde ensinavam tricôr, croche, pintura em tecido e uma  arte que nem sei se ainda existe chamada decapê, costura, e outras coisas. Lembro-me que  me sobressai em toda a turma. Era a única que não conseguia aprender nada de nada. Uma vez passamos uma semana fazendo um vaso em decapê para o dia das mães. Fui escolhida por ter conseguido o grande feito de fazer o vaso mais feio -ainda bem que olhos de mãe é diferente (risos) . Outra vez fui fazer uma blusa que era para sair no tamanho 36 e eu consegui faze-la no tamanho 52. Assim, logo desisti do mundo das artes, e do artesanato .Sempre dizia: "não tenho nenhuma criatividade,  nenhum dom com as mãos. Concentro-me exclusivamente no intelecto".

2- E a capacitação para o trabalho com as Bíblias ? Tens tido muitas encomendas?

Conheci a mana na fé Silvia que é muito talentosa. Sabe fazer muitas coisas: biscuit, fuxico, pintura, bordado...Ela dava um curso numa igreja de biscuit, e nem sei a razão, decidi do nada tentar aprender. Sai, digamos, razoavelmente bem. Fazia uma coisa certa, e dez erradas, mas não desisti. Prossegui.

Um dia olhei na net uns passarinhos de pano e resolvi faze-los. Sairam lindos, e até presenteeie algumas amigas com a minha grande obra prima ! Outra feita fiz umas corujinhas de tecido, e mais uma vez foram sucesso. Todas da turma de biscuit queriam as corujinhas da irmã Nayara. Fazia somente pra mim, e para presentear.
Bíblia encadernada

Mana Silvia diz quer dormi de um jeito e acorde artesã  (risos). Até que um dia vi uns cadernos forrados com tecido e pensei: "Vou encadernar meus diários com Deus que estão velhinhos." (Obs: desde que conheci Jesus, todos os anos eu tenho um diário. Nele escrevo os sonhos proféticos, pedidos de oração, respostas de Deus, o que aprendo na bíblia...)


Não Lembras?

Mateus 16:9 – Não compreendeis ainda, nem vos lembrais dos cinco pães para cinco mil homens, e de quantas alcofas levantastes?

Jesus estava em Decápolis, território gentio, quando multiplicou sete pães e alguns peixes alimentando quatro mil homens, além de mulheres e crianças.

Os discípulos estavam com Jesus na ocasião do milagre, era a segunda vez que havia uma multiplicação de pães. Creio, que presenciar tamanho milagre mexeria com a fé de qualquer um a ponto de fortalecer as convicções em qualquer ocasião.

Não obstante, esse milagre visível, os discípulos facilmente esqueceram. Saindo do cenário milagroso, entraram no barco em direção à uma outra cidade e apesar de terem visto muitos pães não guardaram nenhum para uma eventual fome.

“E, passando seus discípulos para a outra banda, tinham-se esquecido de fornecer-se de pão” Mt 16:5

Jesus, antes que eles partissem, os advertiu contra o fermento dos fariseus, e eles, creio, que olhando uns para os outros, com certo sarcasmo disseram: “É porque não vos fornecemos de pão”


Tempo de Recomeçar


Quem  utiliza o computador para escrever, sabe da importância que tem organizar a área de trabalho, nomeando arquivos e salvando-os em suas referidas pastas.  Gosto de criar textos no Word, principalmente pela facilidade que tem seu programa de correção ortográfica. Estes dias ao me sentir inspirada, em poucos minutos conclui um texto, pequeno, mas belo. Li, reli, me deleitei, suspirei, agradeci e na hora de transferir para a área de publicação do blog, uma queda de energia dá fim a tudo.

Teria sido fácil recuperar o material, não fora um “pequeno” detalhe: Esqueci de salvar. Ughhh! Em segundos meu estado de comunhão divina “evaporou”- A raiva tem esse poder de nos afastar do belo- Murmurando, levantei da cadeira para acalmar. Reguei as plantas, fiz um carinho nos gatinhos e enquanto fazia um suco de frutas pensei: É justamente isso que acontece conosco: Deus nos faz com tanto amor, cuidado, como uma obra de arte, pronta para transformar o mundo. Daí vem o “the end”, o dia da morte e se você não tiver salvo em Jesus, fica como aquela folha em branco: perdida para a eternidade.


Dançando Para Deus



  “Todavia, eu me alegrarei no Senhor, exultarei no Deus da minha salvação” Hc 3:18


Quando o profeta Habacuque faz esse propósito de viver em alegria, estava a contemplar os campos sem frutos, os currais vazios, o chão árido e  seus irmãos a gemer de fome.  Apenas alguém que vive através da fé pode ser conduzido a esse estado de esperança e ânimo, mesmo em meio às piores circunstâncias.

A alegria da confissão de Habacuque, no grego é “Gil”, sugere “bailar de alegria” ou “saltar”, no original significa: "rodopiar em redor com movimentos intensos”. Foi exatamente isso que fez o Rei Davi em 2 Sm 6:16; "E sucedeu que, entrando a arca do Senhor na cidade de Davi, Mical, a filha de Saul estava olhando pela janela e viu que Davi ia saltando e girando acrobaticamente..." O Rei estava se alegrando no Senhor.

Sinais, Marcos e Regressos II

Queridos leitores,

Estarei ausente do blog por alguns dias. Vou ao litoral do Piauí, cidade de Parnaíba, participar do aniversário da Igreja Batista boa Esperança, lugar onde comecei meu ministério de ensinar a Palavra. Deus me faz regressar ali depois de quatro anos, com testemunho de fé e também de milagres. Esse é O Deus que nos capacita e guarda. Serei oradora da noite do dia 30.

Ainda em Parnaíba divulgarei o livro Às Margens do Quebar em emissoras de rádio e Tv  onde por algum tempo atuei como jornalista. Mais testemunhos. Como escrevi em um estudo no blog, Deus nos faz retornar aos lugares antes áridos de nossas vidas para que através de nós outras vidas sejam transformadas: Sinais, Marcos e regressos.

Deixo como postagem, um vídeo preparado por meu esposo Franklin. È um pequeno trailer sobre o livro. Ainda não somos profissionais nessa área, mas chegaremos lá!

Deus abençoe a todos e se puderem, orem por mim. Obrigada!


Wilma Rejane.

Sem Motivos Para Amar?




Pablo Massolar
Existe amor que dure a vida toda, que a tudo perdoe e não se desanime? Existe amor que se renova todos os dias porque tudo sofre, tudo espera, tudo crê? Minha ingênua e sincera fé diz que sim, mas muitas vezes [às vezes a maioria das vezes] o meu coração/razão/vontade não encontra tal amor... ou, se ele está lá... se cansa de tentar procurá-lo e fazer reviver um sentimento assim. Não por falta de forças ou de coragem, mas por falta de motivos.

Onde encontrar motivos para amar, então? É possível encontrá-los quando já não queremos ou temos medo de nos machucarmos de novo? Talvez as perguntas estejam sendo feitas da maneira errada, mas não sem verdade existencial... Todo mundo procura por estes motivos de vez em quando... Eu gostaria que minha resposta fosse tão simples quanto procurar no “Google”, mas eu não tenho boas notícias sobre encontrar motivos para amar, geralmente nunca se acha um bom motivo para se fazer isto. É mais fácil [e menos complicado] não ter motivo para amar. Recusar-se a amar e trancafiar-se solitariamente dentro de uma torre alta ou mosteiro celibatário talvez seja a solução menos dolorosa.

Não amar evitaria comprometer o amor e a vida de mais algum inocente, quando, por exemplo, duas pessoas se amam e se deixam ser amadas, mas logo no início de suas caminhadas descobrem que é perigoso demais abrir o coração não só ao amor, mas às frustrações e confrontos que a vida a dois sempre causa. Ou, quem sabe, depois de muitos anos de caminhada juntos, descobrem que o motivo para se amar acabou faz tempo ou nunca, de fato, existiu. Donzelas amáveis e príncipes heróis encantados, cavalos brancos e o salvamento da princesa da torre são divertidos e empolgantes nas primeiras vezes, mas se torna enfadonho ter que se trancar na torre de novo para se proteger de uma dor ou de escalá-la perigosamente a fim de encontrar aventuras e motivações para amar todos os dias.