O Senhor é a Nossa Força !


 “Amplia o lugar da tua tenda, e estendam-se as cortinas das tuas habitações; não o impeças; alonga as tuas cordas, e fixa bem as tuas estacas. Porque trasbordarás para a direita e para a esquerda...” Is 54: 2,3

 “Pai, permita-me levar a Tua Palavra e o testemunho do que fizeste por mim para muitas vidas, estende as cortinas da Tua Tenda e acolhe muitas vidas sob Teu abrigo”. Esta era a minha oração a Deus.

E como tenho visto Deus operar através da Sua Palavra publicada aqui! Diariamente os testemunhos chegam via comentários, ou via emails. Que alegria é saber que Deus é fiel e poderoso e usa meios tão simples para transformar vidas.


Este email recebi da leitora Alice Rampani do Paraná, é mais um testemunho de conversão:


Clique para ampliar


Em um outro email Alice me contou: "Estou aprendendo a evangelizar, sei que o Senhor me deu essa tarefa". Vamos em frente querida irmã, louvando e adorando o Nome sobre todo Nome: Jesus! Deus a abençoe e a todos os leitores do blog. A Ele toda a glória!

Em Cristo.

Protesto Contra o PL 122/2006


Wilma Rejane

Em 7 de Março de 1936, tropas alemãs violando o armistício assinado em Versailhes, ocupam Renânia. Nenhum país reclamou. O nazismo apresentava-se como campeão contra o comunismo e por isso foi tolerado. Não protestar foi um grave erro, tivessem resistido as investidas de Hitler, o mundo teria levado outro rumo.

Brasil, 2011, sob o governo do PT em 5 de Maio é legalizada a união homoafetiva.  Dias depois, em 12 de Maio, o congresso tenta aprovar sob votação o projeto de lei 122/2006. Em atitude de braveza, a bancada evangélica barra a votação e consegue adia-la sem previsão de data. Ganha-se uma batalha, mas a guerra continua.


1 de Setembro de 1939: os alemães derrubam a fronteira da Polônia. Tem início a II Guerra Mundial.


Na primeira noite eles se aproximam
colhem uma flor em nosso jardim.
E não dizemos nada.
Na segunda noite, já não se escondem:
pisam as flores, matam o nosso cão,
e não dizemos nada.
Até que um dia, o mais frágil deles,
entra sozinho em nossa casa, rouba-nos a lua,
e, conhecendo nosso medo, arranca-nos a voz da garganta.
E, porque não dissemos nada,
já não podemos dizer mais nada.


A Voz do Noivo


"O meu Amado fala e me diz: Levanta-te, meu amor, formosa minha e vem" Ct 2:13


Quando respirava ofegante
O gás da morte, em vida ambulante
Nos becos escuros, sem direção
Em braços falidos, recolhidos
Que se negavam a me embalar
Te encontrei, Príncipe da Paz.

Seu perfume mudou o ar
Sua voz me convidou a Te abraçar
Pude sentir que somente Tu
És capaz de transformar
Te amei como nunca havia amado
Dor de parto acalmado

Dons do Espírito - Pergunta do Leitor



Wilma Rejane

Tenho recebido alguns emails e comentários pedindo para que fale sobre o dom de línguas.  Destaco o comentário do Rodrigo Novaes:

Clique para Ampliar

Primeiramente gostaria de frizar que nenhuma experiência pessoal deve ser seguida como doutrina. Cada pessoa tem um relacionamento particular com Deus e o que acontece em minha vida espiritual, não é regra para a de outren. A Base de toda cristandade é a Bíblia. Ela é a referência, e dentro dessa Verdade, Deus opera de maneira diversa, em “multiforme graça”: “Cada um administre aos outros o dom como o recebeu, como bons despenseiros da multiforme graça de Deus” I Pedro 4:10.


Em seu comentário, o pastor Novaes diz que” orou por alguém que falava em línguas e o demônio manifestou”. Algumas religiões proíbem a busca desse dom, por acreditarem que seja uma manifestação do diabo, um engano. O que está recomendado nas Epístolas é: “ E agora, irmãos se eu for ter convosco falando em línguas, que vos aproveitaria, se não vos falasse por meio da revelação, ou da ciência, ou da profecia, ou da doutrina?”. I Cor 14:6.

O dom não é dado para exibição, nem êxtase. Se alguém usa desses termos, algo está errado. Outro ponto : é possível se falar em línguas e estar em pecado, porque o dom não implica santidade: “Muitos me dirão naquele dia, Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? E em teu nome não expulsamos demônios? E em teu nome não fizemos muitas maravilhas? E Então lhes direi abertamente: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniqüidade” Mt 7:22,23.

O dom de línguas não se aprende- apesar de hoje ser comum alguns tentarem ensina-lo- não é mera repetição de palavras sem sentido, tão pouco deve ser objeto de manipulação na congregação: o que fala em língua recebe lugar de status e obrigação de profetizar: "Fala em língua ai, meu irmão! Profetiza!". Exercer o dom de línguas exige disciplina e discernimento dos que ouvem. O  espírito do profeta, está sujeito ao profeta I Cor 14:32, alguém que fala em línguas, demonstrando transe, gestos estranhos e histéria, provavelmente estará sob possessão ou distúrbio emocional. Por estes motivos é tão importante a ordem no culto e o dom de discernimento:

"E se alguém falar em língua desconhecida faça-se por dois, quando muito três, e por sua vez e haja intérprete. Mas, se não houver intérprete esteja calado na igreja, e fale consigo mesmo e com Deus" I Cor 14:27,28

A manifestação do dom de línguas não elimina:

- a consciência e a inteligência humana, ao contrário da possessão maligna;
- o bom-senso de usar o dom de forma adequada;
- a necessidade de crescimento espiritual e maturidade no uso dos dons;
- a possibilidade de pecar, se não vigiar;
- a necessidade de humilhar-nos, pois o dom não nos torna super-crentes, superiores.

Não Desista, Não Pare, Siga em Frente!


 Não há vento favorável para quem não sabe onde vai - Guillaume D'Orange

 
 
Wallace Sousa
 
 
Estudando a lição 11 da CPAD para a EBD, deparei-me com este fragmento de texto, no final da conclusão da lição, ou seja, nos finalmentes do frigir dos ovos (risos): “vai-te em paz e não peques mais”, de João 8.11. Quero deter-me unicamente nessa pequena frase que requer complemento: Vai-te. E vou completá-la para você.

Sabe o que me chamou atenção nisso, nesse versículo aparentemente desprezado no meio de tantas coisas que ouvimos hoje em dia? É que encerram-se, nessa antiga frase de poucas palavras, valiosas lições para as pessoas de hoje, quais sejam:

1. Vai-te significa, em primeiro lugar, deixe seu passado para trás.

Você já parou para pensar na situação daquela mulher, e o estigma que ela iria carregar dali por diante? O de uma mulher adúltera, em meio a uma sociedade permeada pela hipocrisia, ela era a vítima perfeita para tampar o sol com a peneira, jogando uma cortina de fumaça para tentar ofuscar a decadência moral dos fariseus e outros eu’s que viviam por lá.

Todavia, quando Jesus lhe disse “Vai-te”, Ele simplesmente disse “mulher, eu sei porque você foi apanhada, e porque foi trazida aqui, e como vão tratá-la daqui por diante, mas quero que saiba que perdoo você e, ao invés de carregar a cruz pesada dos fariseus, carregue meu fardo leve de perdão e amor”. Ela podia escolher entre ser conhecida como a adúltera dos fariseus e a perdoada por Jesus. E você, qual das opções escolheria? Deixaria o passado para trás ou seguiria carregando o ódio e desprezo dos outros nas costas?
 

O Cordeiro - Rafael Araújo


"Porque o Cordeiro que está no meio do trono os apascentará e lhes servirá de guia para as fontes das àguas da vida; e Deus limpará de seus olhos toda lágrima" Ap 7:17


A Tentação de Jesus - Quando o Bem Vence o Mal


Wilma Rejane

Nos capítulos Três e Quatro do Evangelho de Mateus, encontra-se a descrição perfeita do que caracteriza os ministérios do bem e do mal, de Deus e do diabo.

È no deserto da Judéia que aparece João Batista, proclamando as Boas Novas do Evangelho, o inicio da nova aliança na pessoa de Cristo Jesus. João, o “reparador de veredas” é um homem simples no vestir e no viver. Sua convicção sobre o Reino da Salvação, contudo faz dele um orador de mensagem atraente a ponto de reunir para si discípulos e enfurecer opositores. João é o modelo de servo perfeito, aquele que fez Jesus afirmar: “Em verdade vos digo que entre os que de mulher têm nascido, não apareceu alguém maior que João o Batista, mas aquele que é o menor no reino dos céus é maior do que ele” Mt 11:11.

É no mesmo deserto da Judéia que Jesus, após ser batizado por João - o servo- é tentado pelo diabo: “Então foi conduzido Jesus pelo Espírito ao deserto, para ser tentado pelo diabo” Mt 4: 1. Você alguma vez se perguntou por que o Espírito conduziu Jesus a tal situação? Vejo que sem a ação do Espírito Santo, seria impossível vencer tamanho “bombardeio” do inimigo. A palavra ‘conduzir’ no grego pode ser traduzida como ‘levar para dentro’, ‘introduzir’. No latim, o verbo ‘ducere’ deu origem aos termos: ‘educar, produzir’. Temos, então, Jesus sendo introduzido no deserto a fim de produzir frutos: Para morte ou para vida. Graças a Sua obediência e perseverança, Ele venceu! Também estamos capacitados a vencer, através do Espírito Santo de Deus que nos educa e fortalece.

O Ministério de Lúcifer:

No deserto da Judéia o diabo apresenta várias propostas para Jesus. Notemos que a cada investida, há uma tentativa de plantar dúvida no coração de Jesus. As palavras vindas do céu aberto, do próprio Deus, quando do batismo, ainda ecoavam na lembrança de Jesus: ‘Este é meu filho amado em quem me comprazo’ Mt 3: 17. O diabo tentou arrancar essa certeza: ‘Se tu és o filho de Deus, transforma estas pedras em pão” Mt 4:3, “Se tu és o filho de Deus, lança-te daqui abaixo” Mt 4:6.

O Dia das Pequenas Coisas




Wilma Rejane


Essa fotografia retrata o Japão após terremoto. São bombeiros e uma civil recolhendo roupas  em meio aos escombros. Guardei-a em meus arquivos para que ficasse bem nítida em meu coração a mensagem que ela me transmitiu: o valor das pequenas coisas. Temos o triste hábito de esquecer rápido as bênçãos, ou mesmo nem percebê-las e dar proporção gigantesca as derrotas.  Aconteceu com os Israelitas quando peregrinaram no deserto, com os discípulos que auxiliaram Jesus em Seu ministério, acontece comigo e com você. Não costumamos agradecer a Deus pelas nossas unhas dos pés (como?) saudáveis, até que uma delas fique encravada e a dor nos incomode a tal ponto de não conseguirmos desfrutar do simples gesto de calçar um sapato fechado.

A imagem me diz que roupas esquecidas em algum lugar do armário têm valor inestimável quando tudo o mais fora arrastado pela água ou soterrado. Aprendo que devo me alegrar até mesmo pelo que é impercebível, pelo desprezível. Que graça teria a vida, sem o conhecimento da dor da morte? O encontro, sem o sofrer da despedida? Não anseio pelo lado obscuro da vida, mas sem ele, sequer perceberia o surgir da luz, da adorável Luz que adentra na escuridão do túnel nos resgatando da solidão e morte.

Em alegoria pergunto: quantas roupas temos esquecidas em nosso armário? Será preciso uma catástrofe para que percebamos o valor que elas têm? 


Mulher virtuosa, quem a achará?






Wilma Rejane


“Mulher virtuosa, quem a achará?” PV 31:10

Essa mulher é descrita através de um poema, de autoria do Rei Salomão no livro de Provérbios. Cada estrofe se inicia com uma letra do alfabeto hebraico, ao todo 22 letras, as mesmas dadas por Deus a Israel por ocasião da Tora. No acróstico, Salomão então atribui à mulher personalidade sublime, Divina.


Virtuosa é uma tradução do “chavil” em hebraico (ou Havil) de acordo com o Wordbook Teológico, “chavil” no Antigo Testamento é usado para denotar: força, poder, em uma variedade de maneiras. Força de Deus (Sl 59:11) e força Física (Ec 10:10). Essa palavra foi usada pela primeira vez no Antigo Testamento para descrever Rute: “Agora, pois, minha filha, não temas; tudo quanto disseste te farei, pois toda a cidade de meu povo sabe que és mulher virtuosa”. A Septuaginta traduz o hebraico "Chavil" de Ruth 3:11, como "dunamis" que significa "poder".

É interessante notar que essa mulher virtuosa, um misto de dona de casa, esposa, e serva de Deus, tem origem no relacionamento com seu par. Ela tem força própria, identidade marcante, porém não seria virtuosa sem o relacionar-se com Deus e com o seu marido. Boaz elegeu a Rute como parceira por ter percebido nela uma companheira que o completava: cheia de força para o trabalho, para a vida, e de conselhos - por ser tão ligada ao Deus de Israel.