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| Se Deus veste a erva do campo, não vos vestirá muito mais a vós? Mateus 6:30 |
Wilma Rejane
Essa semana vivi uma
série de novos acontecimentos que me inspiraram a escrever esse
artigo. Não é um tratado teológico sobre fé e milagres, mas é um
modo de tornar pública minha gratidão a Deus por operar maravilhas
através da oração. De animar o leitor a escolher
acreditar, mesmo quando tudo parece conspirar para o pior dos
desfechos. É justo nessa hora que precisamos pegar uma via solitária
onde apenas dois passos aparecem na areia, porque Jesus nos carrega
nos braços. A fé é um caminho alto, acima dos abismos do mundo, se eleva a medida que se aprofunda, exalta na medida em que
nos humilhamos. A fé é o homem barro, voltando ao barro por reconhecer
que necessita de um vento, uma brisa que ajunte os cacos, os grãos, a se moldar nas mãos do Criador. Fé é, porque vê o futuro no
presente, porque diz sim quando todos dizem não e pode dizer
não quando todos afirmam que sim. Fé não se explica porque faz o
inexplicável.
“Não se
atemorize seu coração ao ouvir más notícias, que seu coração
esteja firme, confiando no Senhor” Salmo 112:7
A fé é
como um manancial no deserto, é como uma fonte de água amarga se transformando em água doce, é como um dia bom e alegre em um dia
mau. E o que é um dia mau senão aquele que começa com más
notícias? Primeiro recebo a notícia de um parente em coma
e as pessoas já chorando e se lamentando como se a morte estivesse à
porta com a chave na fechadura, na metade da volta necessária para
abrir. Era o pai de meus dois lindos sobrinhos Juan e Samuel. Depois,
meu genro sofre uma batida, um fiat se chocando com um ônibus e o
motorista do Fiat (no caso meu genro) sem carteira de motorista e a
documentação toda irregular. Esse é o parágrafo das más
notícias.
Orando a
Deus pelas duas situações, falei que escolheria crer, porque sabia
que a medida do milagre era a impossibilidade e que a diferença
entre os que crêm e os que não crêm era que enquanto um murmurava
o outro orava e acreditava.
Sobre meu cunhado que estava em coma, ele está prestes a receber alta. Seus planos para quando sair do hospital? Voltar a Igreja, onde aceitou e confessou Jesus anos atrás sob o discipulado meu e do Franklin. Enquanto todos diziam que Rômulo iria morrer, eu continuava orando, acreditando e testemunhando antecipadamente que Deus tinha algo de novo a fazer na vida dele, a enfermidade não era para morte, mas para vida.
Sobre meu cunhado que estava em coma, ele está prestes a receber alta. Seus planos para quando sair do hospital? Voltar a Igreja, onde aceitou e confessou Jesus anos atrás sob o discipulado meu e do Franklin. Enquanto todos diziam que Rômulo iria morrer, eu continuava orando, acreditando e testemunhando antecipadamente que Deus tinha algo de novo a fazer na vida dele, a enfermidade não era para morte, mas para vida.







