O passado como cordas de elefante

Porque você ainda tem muitos alvos a alcançar...



Gene Markland
Traduzido e adaptado
Por Wilma Rejane


Você já ouviu falar sobre treinamento de elefantes? Vi de perto, na India: O treinador  amarra uma de suas patas traseiras em uma árvore com uma corda bem  grossa. Naturalmente, o elefante, sentindo-se vinculado à corda,  tentar se libertar, mas não demora a perceber  que suas tentativas são inúteis e gradualmente se acostuma a viver em cativeiro.

Com o passar do tempo, a restrição de movimento irá modificar seu comportamento, até mesmo uma cadeia simples será suficiente para mantê-lo em cativeiro sem resistência. O elefante poderia facilmente quebrar a cadeia, mas se convenceu de que a força de restrição da corda é maior do que sua própria força. Então, ele dá-se por derrotado.

Para muitas pessoas, os acontecimentos do passado são como cordas de elefante: Erros, falhas, pecados, tragédias, ainda os mantém cativos ao passado, em cordas bem grossas. Se olharmos de novo, tentarmos de novo, veremos que essas cordas podem ser quebradas. Através de Jesus Cristo, recebemos poder para nos libertar.

O apóstolo Paulo escreveu:Porque eu posso fazer tudo através de Cristo, que me fortalece" ( Filipenses 4:13 NTLH).

Quando você se encontra em um dos buracos da vida, pare, olhe para baixo a corda que mantém você, e se libertar. Mesmo quando recebemos o perdão do pecado passado em nossa vida, muitas vezes não são tão rápidos a perdoar a nossa auto. O pecado é perdoado mas permitimos que a culpa de permanecer.

O engano da infidelidade conjugal





Wilma Rejane


Tenho sido incomodada por este tema. Minha inquietação, talvez venha do fato de conhecer muitos casais que separaram. Vi meu antigo pastor fazer declarações de amor para sua esposa, em pleno púlpito, aos olhos de toda a igreja, descrever sua amada como a mulher mais bela entre todas e... Do alto dos cinco anos de casamento: divórcio. Sem retorno. Os dois até passaram a morar em cidades diferentes para nem ter possibilidades de reencontros. Este não é um caso isolado, e para quem pensa que é comum apenas entre os não cristãos, relembre o caso verídico que ilustra este parágrafo: Um casal de crentes, em pleno serviço na Igreja, vitimados pelo fracasso na união a dois.


Esta notícia é referente à última pesquisa do IBGE sobre o assunto.

“A taxa de divórcio em 2011, quando se completou 34  anos da instituição do divórcio no Brasil, atingiu o pico da série iniciada pelo IBGE em 1984 e chegou a 351.153 por mil , crescimento de 40% em relação a 2010. Taxa record! Uma faixa de 2,6% para cada mil habitante acima dos 15 anos.

Segundo os técnicos do IBGE, a elevação das taxas de divórcio revela uma gradual mudança de comportamento da sociedade brasileira, que passou a aceitar o divórcio com maior naturalidade e a acessar os serviços de Justiça de modo a formalizar as dissoluções.”

Atualizando os dados para  nossos dias, creio que os índices serão bem maiores. Figurando como uma das principais causas da elevação dos índices de divorcio, está a infidelidade conjugal. Pesquisas apontam que essa problemática já não está associada apenas a imagem masculina. Dos consultórios médicos e de terapeutas vêm às notícias de que os homens estão traindo com culpa, e as mulheres, como nunca. O fenômeno já está sendo chamado de “a vingança da Amélia”, em referência ao estereótipo da mulher submissa. A independência feminina promoveu mudanças em diversos aspectos da sociedade-sobretudo no que diz respeito ao mercado de trabalho e a estrutura familiar.

Traição é sempre traumático, mas quando se trata de casal com filhos, a “ferida” parece sangrar por mais tempo. É comum relatos de filhos que perderam a referência de lar, segurança, apoio emocional e psicológico após sofrerem desestrutura familiar.

Will Smith e o filho Jaden


Sei que somos tentados, de todas as formas, a fim de fracassarmos no matrimônio, que apesar dos pesares, continuará sendo uma instituição Divina, na qual Deus habita e anseia por restauração contínua, permanente.  O sexo, não foi criado para ser objeto de maldição, mas de benção. Satanás, contudo, tem desvirtuado os propósitos presentes nessa força inerente ao homem. Fugir dos apelos da sensualidade é um desafio quase que constante, que exige um revestimento espiritual diário.

Jesus disse em Mateus 6: 22-23 "O olho é a lâmpada do corpo. Se seus olhos forem bons, todo o teu corpo será cheio de luz. Mas se teus olhos forem maus, todo o teu corpo será tenebroso. E ainda:“Não cometerás adultério. Mas eu vos digo que todo aquele que olhar para uma mulher com intenção impura, já adulterou com ela em seu coração. " Mateus 5:27-28.

Amós e a mensagem dos sicômoros

Judeu nas comemorações da Páscoa 2013 em Hebrom: " Louvado seja Deus em Israel"
Fotografia:israelnationalnews



Wilma Rejane

Israel vivia um período de grande prosperidade material. Os ricos cada vez mais ricos e os pobres sendo oprimidos. O sistema judicial corrompido, luxuria e idolatria generalizados, contudo  a nação acreditava que Deus os abençoava por conta da expansão no comércio, das alianças politicas e vitórias militares. Estavam enganados. A abundância dos celeiros, não representava a alegria de Deus. O sorriso da nação necessitava ser voltado para os céus, para as coisas espirituais e para Iavé, aquele que os amava tanto e de tal forma, que havia providenciado um profeta para entregar-lhes mensagem de arrependimento. 

Era reinado de Uzias, um período que corresponde a 792-740 a. C (Judá) e Jeroboão II 793-753 a.C. (Israel). Judá e Israel precisavam ouvir,  encontrar o caminho de volta ao relacionamento sincero e profundo com Deus, afinal aquelas nações haviam sido escolhidas para dizer ao mundo: "Ao Senhor Seu Deus adorarás e somente a Ele servirá". Como poderia o espelho do mundo, está tão manchado de sangue, obscurecido pelas trevas constantes que se apresentavam perante eles, conduzindo-os no secreto dos corações, nos lugares altos e baixos do relevo palestino? Eles precisavam ser feridos, para despertar da ilusão do pecado!


E Deus envia Amós, um boiadeiro e cultivador de sicômoros, para ser o farol, o portador de Sua mensagem. E os reis se aterrorizam com o agricultor que recusava título de profeta, mas cujas palavras cortavam qual navalha afiada:

"Foge daqui Amós, não profetizarás mais em Bétel, porque aqui é o santuário do rei" Amós 7:13.

E Amós responde: " Não sou profeta, nem filho de profeta, mas boiadeiro e cultivador de sicômoros" Amós 7:14.

E essa fala de Amós, sempre mexeu comigo, porque ao reconhecer sua pequenez, ele se torna grande. Que mensageiro era esse? Retirado de detrás do rebanho, das copas das figueiras bravas, mãos calejadas e vestes puídas? Vai Amós, para o palácio dos reis, diz para eles que precisam obedecer a mim, tal qual os bois de tua boiada. Sim, essa gente farta e forte, precisa de um condutor, precisa aprumar as passadas, antes que eu os entregue ao matadouro. Vai  diz para esses nobres que eles não passam de figueira brava que só crescem e amadurecem ao serem feridos. Quanta profundidade nessa mensagem de Deus através de Amós!

Pele negra não é maldição divina


respeito e abobrinha

POR JOÃO CRUZUÉ

Comentário inicial do blogueiro: A pele negra, os olhos e  cabelos negros têm tudo a ver com  Melanina. Isto pode ser explicado cientificamente e nunca foi consequência de  maldição divina. Esta conversa fiada de que a cor negra dos africanos é decorrência da maldição de Caim, no passado era fundamento para escravagistas e hoje, preconceituoso.  Na mesma linha vem a maldição de Canaã, nascida para encobrir a falha da outra ilação, pois, Caim não chegou ao dilúvio. 

Pesquisando a Bíblia, ao meu ver nunca houve esta associação. E quando aparentemente ela veio, parece que teve uma resposta dura de Deus.  É muito provável que a sedição de Miriã e Arão em Números 12:1 tenha tido origem na cor da pele da mulher  de Moisés, que era cuxita (etíope). Se assim foi, Deus não deixou isso sem castigo. A lepra de Miriã  a deixou branca como a neve. Teria este castigo alguma repreensão contra a manifestação de racismo?  Não há detalhes no texto, mas o contexto  traz uma grande  possibilidade  desta interpretação.

Alguns linguarudos ignorantes dizem que Noé amaldiçoou a descendência de Cã com a cor negra. Outros, mais linguarudos ainda, especulam que uma das noras de Noé era negra. De qualquer forma,  creio que esta difamação da hipocrisia dos evangélicos (Batistas) americanos do começo do século XX, que andavam com a Bíblia na mão e o ódio aos negros no coração. Se não fora DEUS, comissionando o  Pastor Martin Luther King Jr. os negros americanos até hoje ainda estariam oficialmente debaixo da segregação na América.  


E este assunto besta foi desenterrado há pouco tempo pelo polêmico Deputado Federal, Pastor Marcos Feliciano - que para mim fala demais. Tenho uma curiosidade: gostaria de saber de que versão da Bíblia  seria a literatura deste texto apócrifo: “Você e todos os seus descendentes serão eternamente amaldiçoados, e para diferenciá-los dos demais lhes darei a cor negra, a cor das trevas e do eterno pecado”.  Distorção grosseira de Gênesis 9:25 que NUNCA relacionou a maldição com a cor da pele de Cã ou de Canaã. (Fim do comentário inicial).

Veja agora o texto da Revista Despertai 
e lá no final vou deixar minha opinião com a verdadeira origem da raça negra.

REVISTA DESPERTAI/TORRE DE VIGIA

Edição;  22 março 1978

[FORAM OS NEGROS  AMALDIÇOADOS NA BÍBLIA?]

A Reinvenção da Cruz






Wilma Rejane

Páscoa é Cristo ressuscitado, O Cordeiro de Deus definitivo que aboliu todos os sacrifícios humanos em direção a salvação da alma. Ninguém é capaz de salvar-se a si mesmo, a não ser indo até Cristo Jesus. Ele é o Caminho que conduz a Deus. Essa é a comemoração mais importante da humanidade, porque revela um tempo em que Deus perfeito e justo, enviou Seu filho único, em semelhança de homem para declarar ao mundo Seu amor . Páscoa fala de passagem. De um estado de cativeiro para libertação. Da morte na cruz do calvário,  cujo sangue derramado desceu aos confins do inferno para resgatar os que estavam destinados à morte eterna.

E ao ressurgir no terceiro dia, O Cristo, Ressuscitado,  ascende ao céu estabelecendo um Reino de justiça. O Cristo e a Cruz são elementos determinantes da Páscoa. E por isso, através dos séculos, a cruz se transformou em símbolo da cristandade. 


Vemos cruzes em templos, cemitérios, joias, roupas, enfim, ao olharmos para uma cruz, vazia ou com imagem de Cristo, logo nossa memória é ativada para questões de fé e especialmente cristã. 

O símbolo de estacas entrelaçadas, que sustentou tanto Jesus Cristo, como uma multidão de malfeitores, punidos com a crucificação na antiguidade, foi por muitos anos, parte do mundo pagão.

Há sempre superficialidade, quando tratamos de símbolos e suas representações e ignoramos a vivência. Por isso, paro um pouco para refletir não sobre a Cruz, mas sobre o Cristo na cruz. É bem fácil falarmos em cruz, carregamos uma como adesivo em nosso carro, pingente, e etc. Os pagãos também faziam isso. Mas pegar a cruz e seguir a Cristo é o grande desafio, é viver a Páscoa.


Família de Missionários brasileiros presos no Senegal clama por justiça.

Missionário José Dilson da Silva




Por Wilma Rejane

Dois missionários brasileiros  José Dilson Alves da Silva e Zeneide Moreira Novais,que trabalhavam no continente africano há mais de vinte anos (oito dos quais no Senegal), foram presos sob acusação de aliciar e traficar menores. Mantidos por organizações cristãs, os missionários tinham como meta, evangelizar e resgatar crianças de ruas. Alguns pais muçulmanos, incomodados com a mudança de comportamento das crianças e a confissão da fé cristã, denunciaram os missionários as autoridades policiais. A prisão aconteceu em novembro e o processo está sendo tratado não como motivação religiosa, mas como crime e sequestro.



A Situação descrita por Jonatas da Silva, filho dos missionários:

Em 6 de novembro de 2012, meu pai, José Dilson da Silva, foi preso e colocado na prisão por seu trabalho com um orfanato no Senegal. Ele é um missionário brasileiro que tem vindo a servir o Senhor no Senegal há 22 anos através de seu ministério, o Projeto de Obadias. Começamos um orfanato em 2011 para levar as crianças das ruas do Senegal e dar-lhes um lugar onde eles poderiam ser amados e encontrar esperança novamente. Outra missionária brasileira, Zeneide Moreira Novais, que é a "mãe orfanato", também foi presa, ao mesmo tempo. Meu pai foi preso quando o pai de um menino de rua não estava feliz que seu filho havia aprendido sobre a Palavra de Deus no orfanato. O homem disse que meu pai havia começado uma "associação para  prejudicar as crianças" do Senegal. Essas acusações são infundadas, mas meu pai e Zeneide ainda estão na prisão. As autoridades negaram o habeas corpus e ele está preso em uma cela imunda abarrotado com outros 35 presos. As condições das prisões são graves. Eles foram forçados a assinar papéis sem permissão para lê-los, colocar em salas superlotadas, sem janelas ou um lugar para sentar ou dormir, e afetada pelas mosquitos e calor. Minha mãe e meu irmão só são capazes de visitar meu pai às segundas-feiras e sextas-feiras, durante 10 minutos. É difícil para eles para ver o que está sendo tratado como um criminoso, arrastado para longe deles e mal tratados. A Embaixada do Brasil e três advogados estão trabalhando para trazer-lhes a liberdade, enquanto os cristãos ao redor do mundo têm orado.


Páscoa: A melhor história, contada pelos melhores atores!

Ele prometeu e Ele vai voltar.Atos 1:11


A beleza da Páscoa desde a Torre do Rebanho

Pois na cidade de Davi vos nasceu hoje o Salvador, que é Cristo, o Senhor



Wilma Rejane


Na cidade de Belém da Judeia, havia um lugar chamado " Torre de Éder", é tão incrível as descobertas sobre a relação dessa torre com o nascimento de Jesus que esses acontecimentos não podem ficar em segredo. Deus preparou Sua história de amor para com a humanidade de modo espantoso, de Gênesis a Apocalipse, do começo ao fim dos tempos, o anuncio do Reino de Deus é um roteiro onde tudo se completa perfeitamente. Miraculoso também é saber que ainda que os detalhes históricos e culturais sejam desconhecidos nossos, Deus prossegue operando, porque o fundamento do Reino é a fé pura e simples no Cristo Ressuscitado ao alcance de todos. Existe tanta riqueza nas Escrituras que até dos detalhes, que poderiam passar desapercebidos pelos nossos sentidos, são retirados tesouros, como este sobre a "Torre de Éder, Torre do Rebanho ou Migdal Eder".

Esse lugar é descrito pela primeira vez, no livro de Gênesis:

Assim morreu Raquel, e foi sepultada no caminho de Efrata; que é Belém.E Jacó pôs uma coluna sobre a sua sepultura; esta é a coluna da sepultura de Raquel até o dia de hoje. Então partiu Israel, e estendeu a sua tenda além de Migdal Éder (Torre do Rebanho). Gênesis 35:19-21

Por essa indicação, sabe-se que a Torre de Éder, localizava-se próximo ao túmulo de Raquel. Esse túmulo nunca foi removido de seu lugar original, apesar de ter sofrido reformas em sua estrutura através dos séculos. É irônico, mas tendo o local tanta importância para judeus, por abrigar a esposa de Jacó, por um longo período eles foram proibidos de frequentá-lo, isso aconteceu em 1948 quando jordanianos assumiram o controle da área. Após a vitória israelense na Guerra dos Seis Dias em 1967, o Túmulo foi reaberto aos filhos de Rachel. Ele nunca  mudou de lugar, mas a cidade cresceu e tudo em derredor foi modificado, o lugar antes deserto, hoje é considerado centro da cidade. 

Todo esse progresso urbano, dificultou a localização exata da "Torre de Éder".O certo é que ela existiu e fez parte do cenário que abrigou o Messias. Profeta Miqueias é quem com muita clareza relaciona Jesus à Torre de Éder ou Torre do Rebanho:


Quanto a você, ó torre do rebanho (em hebraico Migdal Éder), ó fortaleza da cidade de Sião, o antigo domínio será restaurado a você; a realeza voltará para a cidade de Jerusalém. Miqueias 4:8

Alguma vez você já havia parado nesse verso e se perguntado o que seria essa "torre do rebanho"? Era noite em Belém, o céu estava repleto de estrelas e os pastores da Torre, vigiavam o rebanho. Mas aquele não era um rebanho comum, nem aquela seria uma simples torre. O local era uma estação onde eram guardados os cordeiros para o sacrifício no Templo em Jerusalém, a poucos metros dali. Dentro do circuito da torre, os cordeiros eram bem tratados e alimentados, a fim de serem conservados sem máculas, sem qualquer osso quebrado, sem defeito algum, próprios para os sacrifícios que se realizavam duas vezes ao dia por todos os dias do ano.

Reflexões sobre a Páscoa em 2013

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Páscoa
João Cruzué


A primeira Páscoa aconteceu às vésperas da saída de Israel do cativeiro do Egito. Foi a celebração de uma festa familiar, similar aos churrascos que fazemos em casa, a diferença  era que um cordeiro foi assado e comido, acompanhado de um pão sem fermento e uma salada de ervas amargas. Cada família devia se reunir e preparar a sua própria páscoa e sacrificar o seu próprio cordeiro. E tudo deveria ser feito às pressas, pois, logo em seguida Israel iria ser expulso do  Egito, por causa da perda dos primogênitos.

O propósito da Páscoa era servir de memorial para o povo judeu. As ervas amargas trariam à memória o gosto amargo dos 200 anos de cativeiro no Egito. O cordeiro apontava para o Cristo, o cordeiro de Deus que seria sacrificado em um futuro longínquo. A Páscoa destes tempos de pós-modernidade deve ser um evento genuinamente volta do para seu personagem central. Páscoa  não são coelhos nem ovos ou colombas de chocolates. Seu protagonista é o Senhor Jesus Cristo, o Cordeiro do Deus Vivo, que se entregou espontaneamente  para morrer  pelos pecados de cada pessoa.

A segunda Páscoa que vamos meditar, foi aquela última celebração que Jesus participou, em vida, com seus discípulos. Naquela ocasião ele chegou montado em um jumentinho e encontrou seus discípulos reunidos, discutindo quem seria o menor, para tomar a toalha e lavar a poeira dos pés dos outros. Acontece que não conseguiram chegar a um consenso.

Então, para surpresa de todos, Jesus cingiu-se com a tolha, pegou água, e começou a lavar os pés.  Nesta Páscoa o Senhor partiu o pão, orou, e disse: Isto é o meu corpo que é partido por vós. Depois, Tomou o cálice e orou: Este cálice é o novo testamento no meu sangue que é derramado por vós. Nesta Páscoa não tinha um cordeiro assado, mas ali havia um cordeiro ali presente: era o Senhor Jesus Cristo, o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo.

A Páscoa tem um significado especial para mim.

Assim como o sangue de cada cordeiro sacrificado devia ser pincelado nas umbreiras e na verga das portas das casas dos filhos de Israel, minha liberdade também foi comprada do senhor do reino das trevas pelo sangue de Jesus, o Cristo cordeiro de Deus, derramado na cruz do Calvário. Um porta sem sangue nas umbreiras era um lar sem proteção contra o anjo da morte. Nos dias de hoje, um coração sem Jesus é uma vida escravizada pelo pecado.