Mãos Talentosas

ENXERGANDO ALÉM DAQUILO QUE VOCÊ VÊ!

(Resumo do Filme Mãos Talentosas)

Dr. Benjamin Solomon Carson
João Cruzué

FICHA DO FILME
.Baseado na vida real do Dr. Benjamin Solomon Carson
.Lançamento: 2009
.Diretor: Thomas Carter
.Ator: Cuba Gooding Jr. (Ben Carson)
.Atriz: Kinberly Elise (Sonya Carson)
.Gênero: Drama, Biografia.


RESUMO: O filme conta a história de vida Benjamin Solomon Carson, o maior neurocirurgião pediatra da década de 80/90,  que chegou no auge da sua carreira quando  operou com sucesso, pela primeira vez na história da medicina, uma separação crânio-cefálica ocipital de gêmeos siameses alemães, sem que nenhum deles morresse. Da infância pobre à Medalha Presidencial da Liberdade na Casa Branca em 2008, foi um caminho muito difícil onde as atitudes da mãe foram decisivas para colocar o filho (que todos chamavam de burro) no caminho de um futuro brilhante.

HISTÓRIA:
Ben Carson era um menino pobre, negro, criado sem a presença do pai desde os cinco anos, na cidade de Detroit. Por ser míope e pouco disciplinado tirava as piores notas da escola. Sendo constantemente chamado de burro pelos colegas mais aplicados, começou a acreditar  mesmo que não tinha inteligência.

Sua mãe não aceitou aquela crença. Afirmou que Ben era inteligente e colocando seu dedo indicador na cabeça do garoto profetizou: Tudo o que você precisa para conquistar no mundo está aqui dentro! Você só precisa enxergar além do que vê!

Graciosos detalhes da arca de Noé



Wilma Rejane


Vamos fazer um passeio pelos dias de Noé? A Bíblia nos diz que aquela foi uma época de corrupção, onde os homens não ouviam e obedeciam a Deus, antes estavam sem lei em seus corações, praticando maldades. Apenas Noé e sua família agradou ao Senhor, pelo que foram salvos do dilúvio que haveria de vir. Por toda essa descrição, creio que não precisaremos voltar no tempo ou considerar a narração de Gênesis para conhecer “os dias de Noé”.  Eis-nos aqui vivendo tempos difíceis e igualmente assombrosos em corrupção. Só não haverá mais dilúvios sobre a terra, essa é uma promessa nascida da aliança entre Deus e Noé  (Gênesis 9:11-13)

Mas o que você diria se descobrisse haver uma Arca e um Noé nos dias atuais, convidando pessoas para serem salvas da destruição? Você iria até lá ou ignoraria o convite? Nos dias de Noé, haviam multidões na terra, apenas oito pessoas acreditaram na Salvação apregoada antes do dilúvio (I Pedro 3:20). Esse assunto pode não ser novidade, afinal até as crianças - como minha netinha Sofia de um ano e dois meses - conhecem a história da arca. De Noé a Sofia, de  convite em convite, vamos molhando os pés na água a caminho da  arca que  nos espera. Ela ficou fabulosa, segura, perfeita, cem anos de trabalho com a madeira e outros instrumentos, foi preciso paciência, dedicação e fé.

Não sei se você já reparou em alguns detalhes graciosos da arca feita por Noé, acredito que eles dizem  do amor de Deus para conosco:  a janela no andar de cima, a porta única e o betume que revestiu a madeira da arca, por dentro e por fora, tudo é tão harmonioso! “Faze para ti uma arca da madeira de gofer; farás compartimentos na arca e a betumarás por dentro e por fora com betume. E desta maneira a farás: De trezentos côvados o comprimento da arca, e de cinquenta côvados a sua largura, e de trinta côvados a sua altura. Farás na arca uma janela, e de um côvado a acabarás em cima; e a porta da arca porás ao seu lado; far-lhe-ás andares, baixo, segundo e terceiro."  Gênesis 6:14-16


A Janela

A Arca tinha  438 metros de comprimento, 73 pés de largura e 44 pés de altura. Há estimativas de que o volume da arca tinha capacidade para abrigar cerca de 125 mil ovelhas de grande porte. Era um lugar espaçoso , onde toda comunicação com o exterior acontecia via janela do tamanho de um côvado, ou seja, do braço de um homem. Foi por essa janela que Noé soltou o corvo e a pomba para verificar se as águas haviam escoado completamente da superfície terrestre. Uma janela no alto da arca, ao abri-la podia se ver o céu apenas, dia e noite. Mesmo quando ela permanecia fechada, de dentro da arca, se tinha a certeza de que ela era um referencial sobre o tempo e a direção. O braço de Noé na janela dava conta das condições climáticas, porém e devido as limitações, ele dependia do abrir da porta para sair,  e esse acontecimento, dependia do certificado do tempo, vindo da janela.


Como evangelizar usando folhetos evangelísticos



Artigo sobre evangelização
Atendendo a pedidos

Folhetos ou panfletos são ferramentas muito importantes na evangelização. A forma escrita foi um maravilhoso presente de Deus e tem sido usada grandemente para a glória de Jesus Cristo. A página impressa pode grandemente multiplicar nossos esforços no serviço do Senhor e folhetos podem freqüentemente ir a lugares onde nós não podemos.


Cuidado com a mensagem contida no folheto

A primeira consideração no uso do folheto evangélico é da certeza do conteúdo das Escrituras.


1 – Muitos folhetos não contêm uma apresentação clara e bíblica do Evangelho. Muitos se referem à salvação de uma maneira confusa e não de acordo com as Escrituras, tais como ¨pedir a Jesus para entrar dentro do meu coração ou ¨dar a minha vida a Cristo.¨ Salvação não é dar a vida da gente a Cristo, mas sim absolutamente crer e confiar na totalmente concluída expiação por Cristo.

2- O segundo inconveniente é que a maioria dos folhetos não tratam de arrependimento. A maioria dos folhetos sequer menciona a palavra ou mesmo menciona o conceito, ainda que o Senhor Jesus Cristo e Seus Apóstolos pregaram pleno arrependimento e exigiam isso daqueles que seriam salvos.

A salvação somente vem pelo arrependimento para com Deus, e fé para com o nosso Senhor Jesus Cristo¨ (Atos 20:21). Qualquer apresentação do evangelho deveria incluir o fato que Deus “... anuncia agora a todos os homens, e em todo o lugar, que se arrependam;” (At 17:30 ACF)

Quer ou não a palavra ¨arrependimento¨ seja usada no folheto evangélico, a idéia deveria sê-lo. O que é arrependimento?

É  uma mudança de direção (1 Tes 1:9). Quando eu recebo Jesus Cristo como meu Senhor e Salvador, eu estou dando as costas para a velha vida.


3- Outro problema é que muitos folhetos simplesmente não dão suficiente informação. Grande número de pessoas na América do Norte hoje são como ignorantes na verdade do Deus da Bíblia e das bases do Evangelho do Senhor Jesus Cristo como qualquer Hindu na trevas da Ásia.

É crucial que comecemos com as coisas mais básicas, quando lidamos com essa gente, e que expliquemos a fundo os termos bíblicos, de outro modo, quando eles ouvirem termos como ¨salvo¨, ¨crença¨, ¨Cristo¨, ¨Deus¨, ¨pecado¨, eles não terão a idéia correta do que estamos falando, e qualquer ¨profissão de fé” que eles façam será vazia, ineficaz.

Aspectos a lembrar quando estivermos distribuindo nossos folhetos:


Os calçados de Boaz, Moisés e Josué.





Wilma Rejane


"Antigamente, em Israel, para que o resgate e a transferência de propriedade fossem válidos, a pessoa tirava a sandália e a dava ao outro. Assim oficializavam os negócios em Israel." Rute 4:7.


E através desse acordo público de descalçar os pés, entregar a propriedade do sapato a outro, eram firmados contratos de ordem comercial, conjugal e outros. Não havia cartórios, advogados, meios jurídicos que validassem e defendessem a causa da população, então em Israel, era comum se recorrer ao costume dos sapatos para solucionar pendências. Moisés chegou a instruir o povo a se organizar na porta da cidade e com ajuda dos anciãos, firmar contrato envolvendo os calçados. Aquele que rejeitasse o sapato do outro, estaria renunciando a um dever, por isso, se chamaria: “o descalçado”. Deuteronômio 25:5-10.

Era apenas um costume e que não deve ser lembrado ou considerado para nossos dias, dirão alguns. Vivemos em uma sociedade totalmente diferente do Israel no Antigo Testamento.  É verdade, mas o que está escrito na Palavra de Deus, é para nosso crescimento espiritual, coisas antigas e novas, nada se despreza.  Jesus nos falou algo sobre escrever para o Reino de Deus utilizando o Antigo e o Novo Testamento, vejamos:  E ele disse-lhes: “Por isso, todo o escriba instruído acerca do reino dos céus é semelhante a um pai de família, que tira do seu tesouro coisas novas e velhas. ” Mateus. 13:52. Gosto de mexer nesse Tesouro que é a Palavra de Deus e encher as mãos e o coração com riquezas que apenas Deus pode nos oferecer.

O costume dos sapatos em Israel, nos chega com lições aplicáveis em qualquer tempo da vida, para glória de Deus. Do mesmo Deus que prosperou a Rute e a Boaz ao fazerem o acordo público de casamento. Na ocasião, Boaz recebe os sapatos de  um parente que estaria renunciando ao direito de casar com Rute. O sapato em posse de Boaz significava a posse de Rute.E dessa união se tem a descendência de Davi, de Jesus. Deus não rejeitou ou anulou o acordo dos calçados realizados nas portas da cidade de Belém, antes o honrou.


“ A vida pública de uma aldeia israelita se concentrava em sua porta principal. Era ali que os assuntos legais eram apresentados perante a comunidade de anciãos para julgamento. Em ocasião como esta, Boaz recebeu os sapatos de um parente que renunciou casar com Rute. A partir de então nenhum impedimento havia para casar e suscitar descendência a Rute. Posse dos sapatos, posse dos direitos.” Great people of the Bible p. 133.

Sinais em Maalula.

 Foto: moradora de Maalula chorando por cristãos mortos - Setembro 2013





Wilma Rejane

"Um som se ouviu em Ramá, o som do choro de tristeza amarga. Raquel estava chorando por seus filhos. Ela não quer ser consolada, porque eles estavam mortos."  Mateus 2:18.


Esse choro também se ouviu em Maalula, uma das cidades cristãs mais conhecidas da Síria, cerca de 55 quilômetros de Damasco. Muitos de seus habitantes falam aramaico e praticamente todas as habitações são encravadas nas rochas.  Sua  população é estimada em 5.000 pessoas,   é uma cidade estrategicamente importante para os rebeldes Sírios que estão apertando o cerco e já com bases ao sul e a oeste de Damasco.


Apóstolo Paulo esteve em Maalula e o lugar que o hospedou é atualmente o santuário chamado de "Santa Takla".  Nunca estive em Maalula, mas assim que soube da existência desse lugar, da relação histórica entre Maalula e os descendentes de Esaú e da emigração de alguns de seus habitantes para o Piauí, não tive dúvidas de que todos os fatos dariam uma fantástica narrativa em forma de livro. Livro este que comecei a escrever ainda em 2012 e que intitulei "Sinais em Maalula", uma ficção cristã, em um cenário real. 

E quando ouvi os jornais noticiarem a tragédia ocorrida em Maalula, no inicio desse mês, fique triste e espantada: de repente a tranquila cidade é abalada e os cristãos perseguidos e mortos. Em depoimento, uma das moradoras disse ter ouvido dos invasores: " Nós somos da frente Al-Nusra e viemos para tornar a vida dos cristãos miseráveis". Centenas de cristãos  foram enterrados ao som das carpideiras:  " Maalula é a ferida de Cristo"! 

 Paulo teria ficado em Maalula,  ao perder a visão.

As quatro propostas de faraó e as duas vizinhas




Sermão do Pastor Américo

Compilado por João Cruzué

Quando Deus apareceu a Moisés no Monte Horebe deu-lhe uma missão quase impossível: Vem agora, pois, e eu te enviarei a Faraó, para que tires o Meu povo, os filhos de Israel, do Egito. E tendo (de má vontade) aceitado aquela missão, enfrentou a astúcia do soberano do Egito que não tinha nenhuma vontade de deixar o povo ir. Por quatro vezes Faraó tentou enganar Moisés sem lograr êxito.

A primeira proposta

Então chamou Faraó a Moisés e a Arão e disse: Ide e sacrificai ao vosso Deus nesta terra. Moisés não aceitou, e por duas razões: ele temia que, sacrificando no Egito, os egípcios considerariam o sacrifício uma afronta a seus deuses e poderiam perseguir Israel. Mas o pior não era isso. Deus não aceitaria um sacrifício na terra da escravidão. O Egito simboliza o mundo, lugar do pecado; temos que sair do mundo para consagrar nossa vida ao Senhor. Deus requer uma mudança. Sacrifício no Egito significa um falso ensino e uma falsa conversão. A mensagem de Deus é: Arrependei-vos e convertei-vos dos maus caminhos. O Egito é oum mau caminho - é caminho do mundo. O pecador para receber o perdão de Deus tem que abandonar o mundo, sair do Egito, e tornar-se para Deus. O Faraó, com aquela proposta, queria que Moisés e o povo de Israel pensassem que estarian agradando a Deus, mas seu real propósito era que eles continuassem escravos. O Egito é a terra da escravidão; Faraó é simboliza satanás e Moisés o libertador, uma figura do Cristo. Moisés recusou a proposta de Faraó e não houve acordo.

A segunda proposta

Disse Faraó: Deixar-vos-ei ir, para que sacrifiqueis ao Senhor, vosso Deus, no deserto; somente que indo, não vades longe; orai também por mim. Tendo sofrido as consequências da quarta praga, Deus estava quebrando o orgulho do Faraó lenta e gradualmente. Uma nova proposta ele fez, depois de ouvir seus conselheiros. Moisés não se deixou enganar pela aparente humildade, pois  atrás daquela proposta escondia outra armadilha - sacrificar perto do Egito. isto significava coxear entre dois caminhos; morar na divisa do Egito era tão perigoso quanto estar no Egito. Um exemplo: quando Ló, o sobrinho de Abraão, escolheu a campina do Jordão, não foi morar direto em Sodoma; ao longo do tempo ele foi assentando sua tenda cada vez mais perto , e por fim, foi morar na própria Sodoma. Quem aceita Jesus, mas não rompe com as velhas amizades será como a semente à beira do caminho e ficará ao alcance do diabo. Se na primeira proposta Faraó queria que Moisés aceitasse um sacrifício de mentirinha, na segunda ele esperava que a mudança também fosse de "brincadeirinha".

Enquanto houver tempo, mensagem Biblica sobre suicídio.

Te dei do que Me é próprio para que um dia, você voltasse para mim...


Wilma Rejane


Queria ter te conhecido, ouvido sua voz pela manhã, te abraçado saudando o novo dia. Por mais que tenha chamado seu nome, você não me ouviu. Estavas sempre tão ocupado, ansioso, sozinho com seus pensamentos, sonhos, e eu  queria fazer parte de seu mundo, mas você não me ouvia te chamar. Por muitas vezes soprei uma leve brisa em seu rosto, derramei orvalho sobre as plantas de seu jardim, colori raios de sol que adentravam por sua janela iluminado seu quarto. Tantas vezes coloquei grandes tesouros em detalhes da natureza para caber em suas pequenas mãos: cristais, pérolas, diamantes, a areia, sim, ela que  deslizava entre seus dedos quando seus passos percorriam caminhos... tantas vezes, molhei seus pés, lavei seu rosto, saciei sua sede, mas você não percebia que era Eu.

Ah se tivesses me ouvido, teria sido diferente. Te chamei de todas as formas:  suavemente, sussurrei, gritei até, mas você não me ouviu. Senti sua tristeza, vi suas lágrimas, contei-as, recolhi uma por uma em meus odres para transformá-las em riso, para regar os desejos mais profundos de sua alma, você não me ouvia. De dia lá estava eu te levantando da cama, de noite te colocava para dormir,  você não me via. Acordavas as vezes, o sono se perdia entre ânsias, medos. Sempre estive com você, mesmo você fazendo questão em não estar comigo. Eu estava lá quando seu choro se ouviu na maternidade, quando aprendeu os primeiros passos, as primeiras palavras. Meus olhos viram  sua substância ainda informe, aconcheguei-te no ventre materno, e quando sequer entendias a linguagem das palavras, Eu já dizia que te amava.


Você não me ouvia, mesmo sabendo que Eu existia, e eu  precisava te conhecer, de coração, pois firmei esse compromisso de receber corações como forma de intimidade, de amizade, de filiação. Te chamei para ser de minha pátria, minha família, com nome e sobrenome, mas você desprezou meu zelo, meu amor, a herança que te reservei. Dia após dia te chamei, mas desviavas a vista de mim, os ouvidos. As vezes você sabia que era Eu quem falava e isso te acalmava, em algumas situações, e era o bastante. Por vergonha, orgulho, rebeldia, você prosseguia sem mim e Eu te esperava como um Pai à porta de casa, com olhos cheios d'água. Eu queria sua companhia, sem você a casa fica mais vazia. Não, você não chegou a saber, mas muitas vezes eu quis te dizer que à mesa estava posta, um banquete, aguardando sua volta.

A visitação das aves de rapina





Wilma Rejane


“E as aves de rapina desciam sobre os cadáveres, Abraão, porém as enxotava” Gênesis 15: 11


No dia em que as aves de rapina apareceram para Abraão, ele estava fazendo um concerto com Deus, uma aliança. Alguns animais foram partidos ao meio e dispostos em uma pedra como oferta de sangue, o sinal da presença de Deus no lugar e da confirmação da aliança, era o fogo, passando  entre as metades. Aquele era um momento especial e decisivo, pois representava mudanças: Abraão iria caminhar com Deus, com destino as promessas reservadas para ele e sua descendência. Além das aves de rapina, tentando roubar, comer, despedaçar a oferta de Abraão, um outro acontecimento merece destaque: um profundo sono cai sobre o homem de Deus e como revelação, ele ouve que sua semente seria afligida por quatrocentos anos, até ser liberta, com grandes despojos. Estas palavras se referem a servidão dos hebreus no Egito e a libertação através de sinais e maravilhas.


Amados leitores, nenhum detalhe ocorrido naquele dia na vida de Abraão deve ser desprezado. Não somos nós judeus, filhos da Antiga Aliança, mas como filhos da Promessa, dos que vivem pela fé em Cristo Jesus ressuscitado, somos herdeiros das mesmas bençãos: “ Sabei, pois, que os que são da fé, são benditos como o crente Abraão” Gálatas 3:7. E este, que recebeu a herança da vida eterna com Deus, a recebeu pela fé. Crendo no invisível. Essa herança também nos pertence: a vida eterna com Deus e o caminhar com Ele. Porém, em determinados momentos da vida, vamos viver tão intensas lutas que duvidaremos da benevolência de Deus para conosco. Não duvidaremos de Deus, mas de Seu favor para conosco. Ora, olhemos para a caminhada de Abraão em direção a terra prometida. Olhemos para Cristo Jesus, autor de uma Aliança de sangue feita para judeus e gentios.


Como você está se sentindo hoje?





Traduzido e adaptado
Por Wilma Rejane
De: Harieth Peterson

Não podemos saber ao certo como outra pessoa se sente, a profundidade de sua dor, vazio, perda ou medo. Podemos pensar que sabemos ao ver essa pessoa sob a dificuldade, julgamento ou outro tipo de crise. No entanto, a menos que nos coloquemos no lugar da outra pessoa, não podemos conhecer a solidão, tristeza, ansiedade ou dúvida que o outro tem.


Da mesma forma, não podemos saber quão profunda ou rasa é sua fé com base em suas lágrimas ou depressão. Pessoas podem confiar profundamente em Deus, apegarem-se a Ele com todas as suas forças a fim de evitar "cair aos pedaços", escorregar na lama das circunstâncias e ainda assim ficarem abatidas. Não podemos saber o que está no coração do outro. É por isso que às vezes, nossas impulsivas palavras: "Você só precisa acreditar no Senhor", soam tão ocas e banais.


Sim...todos sabemos que "tudo é possível em Cristo Jesus que nos fortalece", mas não sabemos quanta força Cristo designou a pessoa para enfrentar o problema, que às vezes, também enfrentamos. Precisamos ter cuidado e discernimento ao confortamos o outro.