Wilma Rejane
Mateus 27:34 "Deram-lhe a beber vinagre misturado com fel; mas ele, provando-o, não quis beber."
Prisioneiros romanos, antes de serem executados, recebiam bebida entorpecedora para que a dor lhes fosse abrandada. Jesus recusou tomar a bebida que os soldados lhe ofereceram. Ao invés disso, escolheu beber até a última gota do cálice do sofrimento que Deus havia preparado para Ele. Aquela realidade precisava ser enfrentada, não cabia recusa, mas resignação e confiança. A confiança de que Deus estava no controle e não havia desamparado-O. Há momentos em nossas vidas que desejaríamos que fosse um sonho distante ou mesmo um pesadelo, é duro admitirmos certas situações, mas Jesus, ao não aceitar um analgésico para sua dor nos ensina que precisamos estar lúcidos e confiantes nos momentos difíceis.
As drogas desse mundo permitem a ilusão dos sentidos, o engano. A carga dos pecados recorrentes, distanciam o homem de Deus, a tal ponto de causar efeito semelhante (Isaías 59:1-2) Na mesma cruz em que Jesus recusou se entorpecer ele bradou: "Deus meu, Deus meu, porque me abandonaste?" ( Mateus 27:46).Ele não estava abandonado, mas os nossos pecados, o meu e o seu estavam sobre Ele e a miserável realidade da corrupção da alma ofuscou Sua confiança. Não, Jesus não viveu um engano, Ele transmitiu exatamente o que acontece com nossa mente, espírito e corpo quando estamos infestados pelo pecado: perdemos a visão de Deus, a Verdade que nos restaura como filhos de Dele.
"Porque a graça salvadora de Deus se há manifestado a todos os homens, ensinando-nos que, renunciando à impiedade e às concupiscências mundanas, vivamos neste presente século sóbria, e justa, e piamente. Aguardando a bem-aventurada esperança e o aparecimento da glória do grande Deus e nosso Senhor Jesus Cristo; o qual se deu a si mesmo por nós para nos remir de toda a iniquidade, e purificar para si um povo seu especial, zeloso de boas obras." Tito 2:11-14.








