Ao clicar na Imagem você será direcionado para Campanha Presente do Bem, uma iniciativa da igreja cristã do Brasil para ajudar vitímas do terremoto no Nepal.
Em lugar do espinheiro, uma nova essência.
Em lugar
da sarça, crescerá a murta. Isto será como memorial para o Senhor,
por sinal eterno, que durará para sempre. Isaías 55:13
Um
roteiro sobre plantas que acalenta o coração de quem necessita
viver transformações em sua própria vida e na de outros. Isaías
fala da ação de Deus chegando para renovar, são sarças que se
vão dando lugar a murtas. Um acontecimento fincado como memorial ,
sinal eterno.
A sarça
é bem conhecida na Bíblia por estar associada ao chamado de Moisés.
A planta apareceu para ele no monte Horebe, envolvida a um fogo que
nunca queimava. A sarça era Israel, um povo obstinado por se desviar
do caminho de Deus, mas a misericórdia e
amor Divinos cercavam a nação, preservando-a para ser testemunha de
Sua glória!
Somos
assim como sarças, quando não habita em nós o Espírito Santo de
Deus, quando estamos distantes de Sua presença, em lugares ermos,
acoados por medos humanos, absortos em nossas fragilidades e doentes
de cobiça por felicidade. Infelizes por dentro, no íntimo
desregrado de dores. Mas Deus não desiste de nós, como aquele fogo
que nunca queimava, Sua misericórdia insiste em nos chamar para Si.
Jeremias
31:3- O Senhor lhe apareceu no passado,
dizendo:"Eu a amei com
amor eterno;
com amor leal a atraí."
Literatura cristã: Clarice Pessato
Foi o Senhor que fez isto,
e é coisa maravilhosa aos nossos Olhos
Salmo 118:23![]() |
| Livro O Penúltimo Capítulo |
.
Em
1981, uma jovem com 18 anos, cursando o segundo ano de Psicologia,
ativa e cheia de sonhos, viu sua vida se transformar quando foi vítima
de um acidente automobilístico. Tetraplégica, ela passou a conviver com
as limitações físicas que mudaram sua história. Sua angústia, em ter que
se adaptar a uma nova realidade somente foi amenizada pela ilusão de
que em breve estaria caminhando novamente.
O motivo principal que levou Clarice Pessato a escrever o livro "O Penúltimo Capítulo" foi
resultado do trabalho de Deus na sua vida, principalmente no seu
coração. Deus agiu e limpou seu coração e a fez ver que era muito mais
do que um corpo que se move e produz. Ele tirou o preconceito do seu
coração e ela viu que é possível ser feliz independente de nossa
condição humana. Por isso é possível declarar a vitória, porque ela
acontece quando Deus muda o nosso coração.
Na
opinião da autora, o último capítulo de nossa história não é escrito
por nós, pois a nossa história não se acaba no ponto final de um livro.
Assim, apresentar essa obra – o que para muitos que conhecem as
limitações da autora seria impossível – foi um grande desafio e a
manifestação do poder de Deus.
Algumas palavras da Clarice em seu blog:
Breve devocional sobre mães e filhos
Wilma Rejane
Há milhares de anos nascia em Belém da Judeia:
Jesus, o Messias Salvador. Filho de Deus, gerado pelo Espírito Santo
no ventre de uma mãe, chamada Maria. Esse acontecimento marcou de
forma definitiva a humanidade e revelou a excelência do dom materno.
Maria ficou sendo a "theotokos"
ou seja: Portadora de Deus, no sentido de que conduzia em seu
ventre a revelação de Amor maior, as Boas Novas para humanidade.
Toda mãe tem (ou deveria ter) o dom e a missão de ser essa
portadora de Deus a conduzir os homens para o caminho do bem.
E é a narrativa Bíblica que me inspira a
acreditar que ser mãe é algo que transcende em espiritualidade, vai
além do sangue, dos laços de parentesco. Como explicar o fato de
mulheres adotarem crianças como filhos e amarem com a intensidade
de quem os carregou no ventre? Mãe é alma geminada porque é uma
com o filho para sentir o que se passa nele, como se nela fosse. Mães
amam, apesar de tudo. Um amor altruísta que pensa mais na felicidade
do outro do que na sua própria.
Há um provérbio Bíblico que diz: " a
mulher sábia edifica sua casa, mas a tola derruba com as próprias
mãos." Pv 14:1.
Estamos vivendo o princípio das dores?
![]() |
| Terremoto Nepal - Abril 2015 |
Wilma Rejane
Primeiramente, se faz necessário compreender o significado de "Princípio das dores" na Bíblia. O termo é uma referência ao período da Tribulação. "As dores do parto" é o circuito de acontecimentos preparatórios para a Tribulação.
O que é Tribulação? Será um período de sete anos,governado pelo Anticristo e com forte influência do Falso Profeta. Os primeiros três anos e meio compreende a Tribulação e os outros três anos e meio restantes será A Grande Tribulação.
Onde está escrito que a tribulação durará sete anos? Esse período é uma interpretação do livro de Daniel:
"Setenta semanas estão determinadas sobre o teu povo, e sobre a tua santa cidade, para cessar a transgressão, e para dar fim aos pecados, e para expiar a iniquidade, e trazer a justiça eterna, e selar a visão e a profecia, e para ungir o Santíssimo. Sabe e entende: desde a saída da ordem para restaurar, e para edificar a Jerusalém, até ao Messias, o Príncipe, haverá sete semanas, e sessenta e duas semanas; as ruas e o muro se reedificarão, mas em tempos angustiosos. E depois das sessenta e duas semanas será cortado o Messias, mas não para si mesmo; e o povo do príncipe, que há de vir, destruirá a cidade e o santuário, e o seu fim será com uma inundação; e até ao fim haverá guerra; estão determinadas as assolações. E ele firmará aliança com muitos por uma semana; e na metade da semana fará cessar o sacrifício e a oblação; e sobre a asa das abominações virá o assolador, e isso até à consumação; e o que está determinado será derramado sobre o assolador. Daniel 9:24-27
Semana = sete anos. "Na metade da semana fará cessar o sacrifício e a oblação". Nos primeiros três anos e meio O Anticristo fará aliança com Israel proporcionando um período de aparente paz, contudo, essa aliança será um meio de domínio, massacre e perseguição para Israel e os demais.
Para além da dor
Pr. Estevam Fernandes
PIB João Pessoa -PB
Todos nós, algum dia, já nos deparamos com situações diante das quais nos sentimos absolutamente impotentes; nada podíamos fazer, nenhuma palavra podia ser dita, nenhum gesto nosso faria qualquer diferença, nossas experiências para nada valeriam. Nessas horas, só nos restou uma constatação, uma certeza: Só Deus para nos ajudar! Ele é o único bálsamo capaz de trazer alívio para a nossa mais profunda dor. O Senhor conhece a nossa alma e sabe dos nossos limites. Ele nos conhece tal como somos. Só Ele pode invadir os segredos do nosso ser.
Há momentos tão difíceis que, se Deus não nos tomar pela mão, ficaremos prostrados. Da mesma forma, se Ele não tocar nosso coração, ninguém conseguirá consolar-nos. Se a força dele não nos erguer do caos, ficaremos cambaleando, tal qual um bêbado, com passos trôpegos pelos corredores da vida. O Senhor é a esperança que nos mantém vivos, e a Sua força é a razão de seguirmos vivendo, apesar das tempestades.
Depender do Altíssimo não é sinal de fraqueza, mas o testemunho de fortaleza interior. O homem só é grande quando se reconhece carente do Senhor. Crescemos quando estamos nos braços do Pai.
Pequeno tratado sobre cobiça
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| Não cobice nada do seu próximo. Êxodo 20:17 |
Wilma Rejane
Certa
vez, Abraão teve um encontro com o Rei de Salém, este lhe ofereceu
fazendas em troca de servos, e ouviu como resposta: “Não tomarei coisa
alguma do que é teu, para que não digas: Eu enriqueci a Abraão” Gn
14:23. Abraão era satisfeito com o que tinha, e sabia que poderia ser
próspero e feliz colocando tudo sob os cuidados de Deus. Parte da
infelicidade humana, tem origem na insatisfação entre ser e possuir. Um
breve olhar ao nosso redor nos dirá o quanto de capital e consumo se
exige dos homens, revestidos de pretexto de felicidade. E apesar da
evolução comercial e tecnológica, novas e espantosas descobertas são
realizadas no sentido de curar ou evitar o avanço das doenças
consideradas comuns nessa era: bipolaridade, depressão, ansiedade,
solidão, síndromes e síndromes. Mãos cheias e corações vazios. E esse
não é um dilema apenas dos “ricos”; quem possui sempre quer mais e quem
não possui também. O problema aqui não é entre ricos e pobres, mas
sobre cobiça.
Hebreus
13:5- "Seja a vossa vida sem avareza. Contentai-vos com as coisas que
tendes; porque Ele tem dito: De maneira alguma te deixarei, nunca jamais
te abandonarei”
Queria ser rico
A casa e o jardim do outro lado da rua, não são mais belos. Aquilo que amamos e cultivamos com a benção de Deus é o que nos traz felicidade e se a felicidade reside em nós, para que cobiça? Uma perfeita ilustração sobre o tema é a história do encontro de Jesus com o jovem rico em Mateus 19:16-30. O jovem queria saber o caminho da vida eterna, Jesus se apresenta como Tal e lhe faz o maior e mais importante convite que alguém pode receber em vida: “Vai, vende tudo o que tens e terás um tesouro no céu, vem e segue-me”. O jovem pesou na balança e considerou que suas conquistas materiais eram bem mais importantes que O Reino dos céus, a presença constante de Jesus em sua vida. E o texto termina dizendo que “o jovem partiu triste porque possuía muitas propriedades” Mt 19:22. Penso que este jovem mais tarde se converteu e é ele quem aparece coberto apenas por um lençol próximo a Cristo a caminho da crucificação Marcos 14:51,52). Contudo, naquele momento de negação ao Evangelho em que demonstrou confiança nos bens materiais, ele tinha mãos cheias e coração vazio. O problema do jovem era cobiça, avareza. E por essa causa, sua vida (inconsistente) consistia em possuir bens e ser possuído por eles. Felicidade e vida eterna não são questões de status social, Deus não faz acepção de pessoas, mas assim como o “jovem rico”, muitos podem se perder por depositar a vida nos bens terrenos.
A casa e o jardim do outro lado da rua, não são mais belos. Aquilo que amamos e cultivamos com a benção de Deus é o que nos traz felicidade e se a felicidade reside em nós, para que cobiça? Uma perfeita ilustração sobre o tema é a história do encontro de Jesus com o jovem rico em Mateus 19:16-30. O jovem queria saber o caminho da vida eterna, Jesus se apresenta como Tal e lhe faz o maior e mais importante convite que alguém pode receber em vida: “Vai, vende tudo o que tens e terás um tesouro no céu, vem e segue-me”. O jovem pesou na balança e considerou que suas conquistas materiais eram bem mais importantes que O Reino dos céus, a presença constante de Jesus em sua vida. E o texto termina dizendo que “o jovem partiu triste porque possuía muitas propriedades” Mt 19:22. Penso que este jovem mais tarde se converteu e é ele quem aparece coberto apenas por um lençol próximo a Cristo a caminho da crucificação Marcos 14:51,52). Contudo, naquele momento de negação ao Evangelho em que demonstrou confiança nos bens materiais, ele tinha mãos cheias e coração vazio. O problema do jovem era cobiça, avareza. E por essa causa, sua vida (inconsistente) consistia em possuir bens e ser possuído por eles. Felicidade e vida eterna não são questões de status social, Deus não faz acepção de pessoas, mas assim como o “jovem rico”, muitos podem se perder por depositar a vida nos bens terrenos.
Armagedon, a batalha final do Apocalipse.
Ray C. Stedman.
Tradução e adaptação:
Wilma Rejane
O ponto culminante da Grande Tribulação será a batalha do Armagedom. Apocalipse 16:14-16. Na verdade, talvez seja melhor falar da "campanha" do Armagedom, uma vez que não é uma batalha única, mas uma série de eventos em que todas as nações do mundo serão atraídas como participantes. A palavra "Armagedom" é formada a partir das palavras hebraicas "Har" ou montanha, e "Megido", uma cidade em uma colina - na parte norte da Terra Santa, interior de Monte Carmelo (perto do porto moderno de Haifa). É no "cruzamento das encruzilhadas" em que a antiga Via Maris ("Caminho do Mar") cruza a rodovia transversal central de Israel. Esta comanda uma vista do vale de Jezreel, o "celeiro de Israel." Foi um posto de comando estratégico para o controle de toda a área por muitos séculos. Os viajantes do Egito à Síria, Babilônia, Pérsia, Ásia Menor, normalmente passam por esse caminho, e poderia ser tributado por quem controlava a cidade. Por este motivo, a cidade foi conquistada por muitas vezes as várias potências que ocuparam a Terra Santa.
Duas questões importantes têm de ser consideradas: Jerusalém é o foco da batalha, mas Megido, fica 55 milhas de distância de Jerusalém. Isso pode ser entendido quando o enorme número de soldados envolvidos nesta batalha são considerados. Essa área, Megido, e o vale de Jezreel, (também conhecido como a planície de Esdrelon) serão a área de teste onde as tropas multi-nacionais se reunirão antes de seu avanço em Jerusalém. Haifa, no extremo oeste do Vale, é o porto lógico para desembarques de tropas principais.
A outra questão é :quem está lutando contra quem nessa batalha? É evidente que, no final de sua carreira, o Anticristo estará lutando contra várias alianças, e seu império parece estar se desintegrando. Por outro lado, de acordo com Apocalipse 19, todas as forças estarão reunidas para que a batalha seja travada contra Jesus Cristo. O versículo 19 afirma: "Então vi a besta e os reis da terra e os seus exércitos reunidos para fazerem guerra contra o Cavaleiro sobre o cavalo e seu exército." O cenário provável é que o Anticristo, percebendo que seu poder está diminuindo, consegue unir todas as forças da terra juntos contra seu inimigo comum - o Rei dos Reis e Senhor dos Senhores. Como todos os não-crentes fazem, eles pensam que podem prevalecer contra Ele!
O olhar de Jesus
"Eu sou a luz do mundo; quem me segue
não andará em trevas, mas terá a luz da vida."
João 8:12
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| Ator Robert Powell, 1977. (Jesus de Nazareth) |
POR JOÃO CRUZUÉ
É notável a diferença entre o olhar de Jesus e o olhar dos homens. Nascidos em pecado, estes habituam-se desde cedo ao pessimismo, ao preconceito, à desconfiança e ao desânimo. Costumeiramente, ajustam o foco sobre as fraquezas, os defeitos, explorando detidamente o lado falho e hipócrita das pessoas. Jesus Cristo, por outro lado, é a expressão viva do amor de Deus. Ele não segue o padrão dos homens, pois nos olha com o amor de nosso Paizinho. É isto que podemos ver em várias interações do SENHOR no Evangelho.
Por exemplo: Quando Jesus viu Simão Pedro pela primeira vez, não criticou suas fraquezas nem profetizou que o negaria - embora soubesse de tudo . Em lugar de uma taquara (significado do nome Simão) Jesus viu uma rocha - Cefas. É assim que Deus nos vê, quando nos aproximamos dele. Não aponta o dedo para nossas fraquezas para que murchemos e desanimemos. O seu olhar procura por aquilo que há de bom em nós, ainda que seja uma gota um oceano de defeitos. Se você se aproximar dele, vai ser bem recebido.
Por exemplo: Quando Jesus viu Simão Pedro pela primeira vez, não criticou suas fraquezas nem profetizou que o negaria - embora soubesse de tudo . Em lugar de uma taquara (significado do nome Simão) Jesus viu uma rocha - Cefas. É assim que Deus nos vê, quando nos aproximamos dele. Não aponta o dedo para nossas fraquezas para que murchemos e desanimemos. O seu olhar procura por aquilo que há de bom em nós, ainda que seja uma gota um oceano de defeitos. Se você se aproximar dele, vai ser bem recebido.
Quando Jesus viu o baixinho (e corrupto...) Zaqueu no alto da figueira, não zombou dele perante a multidão. Poderia ter dito: Eis aí, o chefe dos coletores de impostos mais corrupto de Jericó. Não, ele não fez isto. Todos diriam assim, mas Jesus o olhava com amor de nosso Paizinho (Aba Pai). Foi por isso que disse: Zaqueu, desce depressa, pois hoje vou me convém jantar em tua casa". Apenas um olhar e poucas palavras foram suficientes para produzir a mais inesperada mudança na vida do chefe dos publicanos de Jericó.
Quando Jesus viu aquele coxo junto ao Tanque de Bestesda, ele não viu o que todos viam: um aleijado pelo resto da vida. Ao contrário, ele viu um homem que, depois de 38 anos de invalidez, ainda estava ali, com esperança de ser curado. Na visão de Cristo, ele via um homem perfeito, caminhando normalmente, correndo para casa com um velho leito às costas.
Quando Jesus olhou para a mulher adúltera diante daquele grupo de apedrejadores, ele não viu na sua frente uma prostituta, mas uma jovem que precisava apenas de uma oportunidade para se levantar e nunca mais pecar. Jesus é assim, é o filho de nosso Paizinho, o Deus Altíssimo, a maior expressão do amor de Deus: "Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna".
Quando Jesus mandou retirar a pedra do túmulo de Lázaro, ele não enxergava um cadáver mal-cheiroso, mas via um velho amigo caminhando diante de uma família de pessoas críticas.
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