Ide pregando, vivendo, pela graça do Evangelho...



Wilma Rejane

A postagem de hoje é bem curta, porém, tem  significado imensurável, especialmente em tempo que já não temos o mesmo tempo disponível de antes para atualizar os artigos. De mim falo que  não falta inspiração, nem comunhão com meu Jesus. Falta tempo silencioso, reservado, entre eu e o teclado do computador. Não vou reclamar, pois penso que a gratidão a Deus deve ser maior que qualquer desculpa, por isso sigo (seguimos), mesmo devagar, crendo que Deus está na direção de tudo!

Obrigada a você leitor, pois, as estatísticas do blog dizem que, apesar das mudanças no cotidiano dos editores do blog Tenda na Rocha - forçando-os a diminuir  o ritmo do trabalho - as visitas crescem e crescem e também as mensagens de apoio. Obrigada! Deus seja nossa bandeira (Êxodo 17:15), nosso Rochedo (Salmo 18:2) nosso Senhor e Salvador ( Isaías 43: 11 e Marcos 12:29)

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Joinville,  26 de Agosto de 2016

Wilma Rejane,

        Aqui é o Gabriel, tenho 24 anos e moro atualmente na cidade de Joinville. Faz alguns anos que acompanho o seu blog "A Tenda na Rocha" que para mim foi uma direção concebida pelo próprio Espírito Santo para minha jornada com Cristo.  Faz três anos que conheci o Evangelho - digo conhecer no sentido de aceitar-,  e foi através do seu blog que realmente fui obter intimidade com Deus. O primeiro estudo que li foi "O Preço da Renúncia" que é o meu favorito, pois, foi através deste que eu vim a me converter renunciando minha vida e vivendo para Cristo. 

Wilma apesar de não conhece-la pessoalmente saiba que tenho um grande apreço por sua história e dedicação ao Evangelho. Agradeço a Deus primeiramente pelos inúmeros e incontáveis gestos de amor que tem conosco e a você por transmitir a Palavra com tanta maestria e esmero. Que Deus cada vez mais venha ser louvado por sua vida!

Muito obrigado,

Do seu leitor e fã,
Gabriel

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Obs: Gabriel não é fake, o e-mail contêm identificação confiável o que manterei em sigilo.

Gabriel, se você chegar a ler esse artigo, saiba que quanto a ser fã é complicado... Sou tão normal e cheia de falhas meu irmão, que se me conheces pessoalmente mudaria de ideia (risos). Só Jesus para nos tornar tão especiais, não é mesmo?

Deus o guarde por onde fores, que sua vida seja fonte de bênção, sempre, esses são nossos mais sinceros votos. 

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Boa semana todos, na paz de Cristo.

O tempo da restauração



Wilma Rejane


Salmo 126:1-Quando o Senhor trouxe do cativeiro os que voltavam de Sião, estávamos como os que sonham. 

O Salmo 126 foi escrito por um exilado judeu que experimentou  70 anos de deportação de Jerusalém para Babilônia. Qual o nome desse prisioneiro? Não se sabe. O que se sabe é que sua gratidão e louvor por ter retornado a Sião são e salvo está registrada como  um cântico de celebração ou um "cântico dos degraus".

E que degraus eram esses? Eram os degraus das subidas entre Jerusalém e a Babilônia (Esdras 7:9) e os degraus do templo de Jerusalém,onde ano a ano peregrinos se reuniam para relembrar a libertação do cativeiro. Cada degrau um novo cântico,um novo Salmo. No total, são quinze os Salmos denominados "dos degraus ou das romagens" do 120 ao 134.

O Salmo 126 é tão belo quanto os demais e versa especialmente sobre restauração. O autor faz uso de três metáforas para expressar a alegria do retorno para casa: Um sonho agradável, as águas frescas das torrentes do Neguev e as festividades da colheita. Lendo esse Salmo, logo no primeiro verso, encontro inúmeras lições que servem de referencial para os tempos de crises, de cativeiros enfrentados por nós em determinados momentos da vida. 

O cativeiro Babilônico teve inicio em 598 a. C e nos livros dos profetas Ezequiel, Jeremias, Daniel, Ageu e Zacarias é possível constatar relatos da época, bem como dos propósitos de Deus para a nação de Israel que estava sob julgamento. No livro de Esdras há um rico relato do período de retorno da Babilônia, do mover de Deus sobre a nação de cativos que com arrependimento e choro retornaram para os seus lares.

Mas o que aconteceu com os cativos  durante os 70 anos de crise? Como encontraram forças e ânimo para permanecerem esperançosos e confiantes de que tudo iria passar e Deus estava com eles? Não deve ter sido fácil porque a Babilônia procurou de todas as formas oprimir e roubar toda esperança do retorno. E é da Babilônia que nos chegam revelações do que acontece no mundo espiritual em tempos de crise. Claro, nem toda crise é resultado do juízo de Deus sobre nós. Existe base Bíblica para afirmar que até mesmo homens justos e tementes a Deus podem passar por cativeiros terríveis,foi o que aconteceu com Jó.

Se é difícil encontrar os porquês das crises, se não há unanimidade quanto a isso, porém,há unanimidade em outro aspecto das crises: elas confrontam nossa fé e força e todos, sem exceção, precisam lidar com elas, de modo a não se deixar abater, naufragar. Por esse motivo, é que olhar para o cativeiro nos ensina. Eclesiastes 7:5 diz: "O coração dos sábios está na casa do luto, mas o coração dos tolos na casa da alegria." Então, vamos aprender com a casa do luto?

Algumas dificuldades vividas pelos cativos na terra da Babilônia:

Convertendo maus começos



Wilma Rejane


Algumas histórias começaram mal ou apontaram para finais desastrosos. Porém, pela fé, seus protagonistas não desistiram de agir e crê na conversão dos fatos e prosseguiram em seu caminhar com Deus; e o tempo lhes foi favorável! Essas lições que estão na Bíblia são contadas para nossa esperança, para fortalecer nosso relacionamento com Deus. A vitória sobre situações, não advêm de nossas pequenas forças, mas do agir de Deus em meio a toda fraqueza, e é justamente por isso que em determinado momento Deus diz: "Não temas,tu verme de Jacó, povozinho de Israel; eu te ajudo, diz o Senhor, e o teu Redentor é o Santo de Israel".(Isaías 41:14)... O restante dessa narrativa você confere no vídeo abaixo narrado por Cido Ruiz, a partir do texto do Tenda na Rocha intitulado: "No começo era o fim"


Deus nos abençoe


Deus não está longe



João Cruzué

"E quero irmãos que saibais que as coisas que me aconteceram contribuíram para maior proveito do Evangelho, porque a vós foi concedido, em relação a Cristo, não somente crer nele, mas padecer por Ele, mas Deus é o que opera em nós tanto o querer como o efetuar, segundo Sua boa vontade". 
Filipenses 1:12 e 29 e 2:13

Escrevi esta mensagem para você que está passando um longo período no deserto ou no vale da angústia. Tudo o que você fez até agora, não deu nada certo. Embora tenha molhado muitas vezes seu rosto com as lágrimas do abandono. Deus não responde suas orações. Eu vim aqui para dizer que o SENHOR não lhe abandonou. Este vale escuro vai passar e o Sol da vitória novamente vai levantar-se sobre sua vida para brilhar ainda mais que no passado.

Seus pensamentos estão confusos e seu coração triste porque está lhe faltando quase tudo. E, quando você observa as pessoas à sua volta, principalmente seus parentes e as pessoas não crentes você repara que elas não passam por nenhuma falta. Então decepcionado(a) você procura um lugar solitário e ali derrama suas lágrimas e pergunta ao Senhor - por quê?

Se o Senhor está provando você porque Ele o ama. Os dias que você está passando no vale não são um tempo perdido: é um tempo de capacitação e investimento. Até Jesus passou por coisas assim. Há algo precioso que o Senhor vai confiar a você para fazer e é no vale que vai aprender a olhar e ver como Senhor vê. Mas não saia de porta em porta procurando por profetas para tentar saber a visão antes do tempo. O Espírito Santo vai falar ao seu coração no tempo apropriado.

Na primeira oportunidade que tiver, Olhe-se na frente do espelho. Olhe bem nos seus olhos, e diga para Jesus algo do fundo de seu coração.

Na peneira de trigo com Simão Pedro



Wilma Rejane


"Simão, Simão, eis que Satanás me pediu permissão para te peneirar como trigo. Ele quer te separar de mim como a palha se separa do trigo na peneira." Lucas 22:31


Jesus estava reunido com seus discípulos, quando revela a Simão Pedro que Satanás estava prestes a peneira-lo. Pedro seria moído, sacudido como teste de resistência -  Peneirar  vem da palavra grega "siniazo" e significa: "agitar, sacudir" (Young).  Meditando nesse verso, encontraremos razões explicativas para as dores enfrentadas por alguns servos de Deus. E de principio destaco:

  • Jesus se dirige a Pedro, chamando-o de Simão. Simão era o velho homem ainda não convertido, porém em processo de transformação com grandes promessas a serem realizadas. Era um homem oscilante em assuntos de espiritualidade.
  • Satanás precisou de permissão para peneirá-lo.
  • Apesar das fraquezas, Simão Pedro incomodava o reino das trevas. 
  • Deus prepara seus servos para receber alegrias e também tristezas e em todas as coisas eles serão vencedores. Ser vencedor não significa nunca perder, mas não desistir, ir além de suas próprias forças. Simão venceria pela fé.

Simão passou por grandes adversidades, conflitos, até chegar a ser Pedro o Apóstolo que iria abalar  as tradições religiosas judaicas ao se converter e pregar o Cristianismo com autoridade.

Muitas vezes nos perguntamos por que servimos a Deus, buscamos Sua justiça e ainda assim somos afligidos. Por que algumas coisas acontecem conosco causando dores profundas? E ao olharmos para essa passagem Bíblica temos uma revelação fantástica do que ocorre no mundo espiritual. Apóstolo Paulo, em carta aos Efésios afirma:

“Pois a nossa luta não é contra seres humanos, mas contra os poderes e autoridades, contra os dominadores deste mundo de trevas, contra as forças espirituais do mal nas regiões celestiais.” Efésios 6:12.


5 Características de um campeão extraordinário!




Wallace Sousa

(Eles viram) Então saiu do arraial dos filisteus um homem guerreiro, cujo nome era Golias, de Gate, que tinha de altura seis côvados e um palmo. 1 Samuel 17:4

(Eles ouviram) Disse mais o filisteu: Hoje desafio as companhias de Israel, dizendo: Dai-me um homem, para que ambos pelejemos. Ouvindo então Saul e todo o Israel estas palavras do filisteu, espantaram-se, e temeram muito. 1 Samuel 17:10,11

(Davi viu e ouviu) E, estando ele ainda falando com eles, eis que vinha subindo do exército dos filisteus o homem guerreiro, cujo nome era Golias, o filisteu de Gate; e falou conforme àquelas palavras, e Davi as ouviu. 1 Samuel 17:23

(Davi falou) E, ouvidas as palavras que Davi havia falado, as anunciaram a Saul, que mandou chamá-lo. 1 Samuel 17:31

(Davi pensou) Assim feria o teu servo o leão, como o urso; assim será este incircunciso filisteu como um deles; porquanto afrontou os exércitos do Deus vivo. 1 Samuel 17:36

(Davi fez) Por isso correu Davi, e pôs-se em pé sobre o filisteu, e tomou a sua espada, e tirou-a da bainha, e o matou, e lhe cortou com ela a cabeça; vendo então os filisteus, que o seu herói era morto, fugiram. 1 Samuel 17:51

Introdução

Davi é, sem sombra de dúvidas, um dos maiores referenciais bíblicos da vida cristã e, claro, da vida de um judeu. Não à toa, afinal Davi foi um grande guerreiro e vencedor de inúmeras batalhas. Todavia, a batalha que o consagrou e o tirou do anonimato e o lançou ao estrelato foi aquela que ele enfrentou o gigante Golias.

Golias era um guerreiro temido e, claro, de proporções assustadoras. Segundo a medida de sua estatura em côvados, ele teria cerca de 2,90m de altura[1], além de força descomunal e destreza na luta, conforme se observa no texto bíblico de 1 Samuel 17. Essa “criança” foi quem Davi derrotou, quando era ainda pouco mais que uma criança.

E é com esse mesmo Davi que podemos obter inspiração e motivação para enfrentarmos nossos gigantes e vencê-los, sejam eles quais forem em nossas vidas: espirituais, financeiros, materiais, profissionais, intelectuais e até mesmo pessoais.

Neste post eu quero lhe mostrar que você também, a exemplo de Davi, também pode vencer seus gigantes, por mais improvável que possa ser a vitória!

Assim, vamos ver o que Davi fez de diferente – ou igual – para ser um vencedor e como nós também podemos seguir ser exemplo.

Promessas de Deus para pais e filhos




Wilma Rejane


Deus: O Pai Perfeito, Aquele que doou as coisas mais preciosas do mundo para seus filhos, coisas que dinheiro jamais poderá comprar. Um Pai que abre diariamente seus tesouros de paz, amor, sabedoria, dons, vida, presenteando seus filhos.  Esse Pai Perfeito também fez um Plano Perfeito para transformar um passado de angústias. Um plano que concede uma eternidade de glória em um corpo incorruptível. Deus Pai enviou seu filho Unigênito ao mundo para  nos dar uma filiação Divina. Deus se tornou homem, em Cristo, para que nos tornássemos divinos na ressurreição. Jesus venceu a morte e nos garante essa mesma vitória. Esse prêmio é único, de um Pai sem igual.

Contudo, a salvação não é automática, de pais para filhos e aqui comento sobre uma galeria considerável de homens tementes a Deus, amados, obedientes, que viveram conflitos e decepções em seus lares, não obstante serem exemplos de fé e relacionamento com Deus. Esses exemplos nos mostram a necessidade constante de relacionar-se com Deus. Especialmente porque Deus é o maior modelo de Pai e no Salmo 68:5 está escrito “Pai de órfãos e juiz de viúvas é Deus Pai no seu lugar Santo”. Pai se traduz em 'ab (Strong 1): antepassado, provedor, produtor. O Espírito Santo nos ensina a chamarmos Deus de Aba (Romanos 8:15) . Sendo Deus um Pai perfeito compreende as aflições dos pais terrenos, capacitando-os para a jornada familiar.

Vejamos o que aconteceu com alguns pais cujas derrotas e vitórias foram narradas na Bíblia:

Isaac: Esaú e sua vida amorosa causou profundo desgosto aos pais: “ Ora, sendo Esaú da idade de quarenta anos, tomou por mulher a Judite, filha de Beeri, heteu, e a Besamote, filha de Emon, heteu. E estas foram para para Isaque e Rebeca uma amargura de espírito” Gênesis 26: 34 - 35. E pensar que Isaac, seu pai, procurou agradar a Deus escolhendo uma esposa entre seu povo, sob diligente oração.

Filhos de Jacó: Diná, a única filha de Jacó foi estuprada e seus irmãos Simeão e Levi em vingança matam Siquém (o estuprador) e Hamon (seu pai). Jacó sofre também com o golpe de seus filhos que movidos por inveja, vendem o irmão José como escravo e  simulam sua morte.

: Era reto,  temente a Deus e desviava-se do mal (Jó 1:1). Constantemente oferecia holocaustos  a Deus por seus filhos, porque temia que não fossem fiéis a Deus ( Jó 1:5) .  É um breve exemplo de pai que ora para manter a paz e harmonia no lar. Mas um dia a tragédia devastou sua família, estes filhos morreram, ficando ele e a esposa sozinhos.

Davi: Absalão era seu terceiro filho e tentou usurpar o reinado de seu pai (II Samuel 15),  Davi o amava e perdoou a traição.

Quem sabe, esses desertos poderiam ter sido evitados, mas apontar falhas não é o objetivo desse artigo, O objetivo é evidenciar a  providência Divina na vida desses homens (apesar das falhas), das decepções ao longo da caminhada com Deus:

Plantando vento, colhendo tempestades




Wilma Rejane



“Vocês me peguem e me joguem no mar, que ele ficará calmo. Pois eu sei que foi por minha causa que essa terrível tempestade caiu sobre vocês” Jonas 1:9

Profeta Jonas estava em meio a uma tempestade, não estava sozinho, com ele, haviam muitos tripulantes sofrendo as mesmas consequências. Aquela tempestade não era apenas um fator natural do tempo, era uma reação de Deus a desobediência de Jonas. E logo aqui aprendemos que há tempestades na vida que são igualmente consequências de desobediência a Deus, de pecados não confessados. Enquanto a tempestade acontece, Jonas dorme tranquilamente no porão do navio, até que alguém vai até ele e provoca sua consciência:

Diga: quem é o culpado de tudo isso? O que você está fazendo aqui? De onde você vem? De que país você é? Qual o seu povo? Que devemos fazer com você para o mar se acalmar?” Jonas 1: 8-11.

Jonas não tinha ideia da dimensão de seu erro até ser provocado por alguém que sofre com ele. E através dessa provocação o profeta confessa sua culpa, seu erro, e de modo nobre escolhe ser sacrificado em detrimento da salvação de uma maioria inocente que estava no navio. Grande Jonas! 

Em Jonas compreendo mais uma vez a necessidade do arrependimento e do perdão, da importância de não menosprezar a tempestade que atinge a família, o País, ambiente de trabalho, enfim, atinge nossas vidas.  

A provocação interrogativa dirigida a Jonas é uma espécie de “exame de consciência” que muitas vezes somos levados a fazer por ocasião das tempestades. A fragilidade humana não assegura a descoberta das causas do sofrimento. Por que estamos “nessa tempestade”? A grande teia social em que vivemos faz com que direta ou indiretamente outras pessoas sejam atingidas por nossos sofrimentos. E da mesma forma, a sociedade cobra respostas: “o que devemos fazer com você para o mar se acalmar?”.

Qual será o seu legado?



Wallace Sousa

“Houve um homem, enviado de Deus, cujo nome era João” (Jo 1:6)

Você parou pra pensar no desejo que certas pessoas têm em deixar uma marca para as gerações futuras? A princípio eu não vejo isso como negativo, pelo contrário, acho muito positivo.

Mas, infelizmente, muitos deixam isso virar uma obsessão e deixam que esse desejo se torne uma paranoia que vai minando cada vez mais todo o possível bem e benefício que essa pessoa poderia deixar após sua partida. Vale a pena viver assim? Eu acho que não.

Deixo um simples exemplo do que acabei de falar acima: a família Sarney, no Maranhão. Tudo lá, de nome de escola, rua, avenida importante, hospital, monumento ou prédio público, foi batizada com o nome de alguém dessa família. Mas, calma que piora: alguns desses locais e espaços receberam nomes de integrantes da família quando estes ainda estavam (estão) vivos!

Graças a Deus, isso está mudando e essa mancha está sendo apagada daquele lindo, porém sofrido, estado nordestino.

Só que você não é um Sarney (mas, se for, continue lendo, seja abençoado e entregue sua vida para ser transformada por Jesus, ok?), então como devo deixar um legado, como deixar minha marca neste mundo? É justamente o que vamos discutir aqui, e você veio ao lugar certo!

Vamos olhar para a vida de alguém que deixou uma marca indelével, que atravessa milênios e que o tempo não é capaz de apagar. Vamos olhar para a vida de João Batista, primo de Jesus.

Houve: Deixe seu legado

Quando os evangelhos foram escritos, as coisas já haviam acontecido. À exceção de Atos dos Apóstolos, que traz uma narrativa mais presente, e que foi escrita enquanto algumas coisas aconteciam, vide os últimos versículos do livro de Atos, os Evangelhos narram fatos acontecidos no passado.

E, convenhamos, havia muita coisa interessante para ser escrita sobre aqueles dias, não é verdade? Mas, dentre tantos eventos marcantes, tantos acontecimentos extraordinários e milagres que não paravam de surgir pelas mãos daquele meigo e terno Nazareno, nós vemos os evangelistas gastando um precioso tempo para falar de um personagem esquisito.