Jesus frequentemente apontava para o “princípio” (Gênesis), a Lei de Moisés (cinco primeiros livros) e os profetas (Jeremias a Malaquias) para revelar o plano de Deus para a humanidade e pistas para reconhecer o Salvador. Para os judeus de seu tempo, entender o Antigo Testamento era a chave para descobrir que Jesus é o Messias prometido.
E se você ouviu as Boas Novas do Novo Testamento e recebeu Jesus como seu Salvador, as profecias e simbolismos do Antigo Testamento fornecem mais provas e garantias de que Jesus é o Cristo, o filho do Deus vivo.
1. Páscoa - Levítico 23:4-8
Esta festa lembra a última praga no Egito, quando o anjo da morte “passou por cima” dos filhos de Israel que aplicaram o sangue do cordeiro em suas portas. Os israelitas pegaram um maço de hissopo e o mergulharam no sangue da bacia junto à soleira. Subindo, eles o colocaram no lintel, então tocaram os dois lados da moldura (Êxodo 12). Você consegue ver as imagens? De baixo para cima, de um lado para o outro: o movimento formava uma cruz.
O anjo da morte e a primeira páscoa por Charles Foster
Quando João Batista disse: “Olha! O Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo!” (João 1:29, NLT), ele entendeu a referência do Antigo Testamento. E no Novo Testamento vemos que Jesus – nascido em um estábulo, visitado por pastores e levado ao matadouro – é aquele cordeiro enviado por nós. Sua morte permite que o julgamento que merecemos passe sobre nós.
Quando aceitamos a Cristo, aceitamos o presente amoroso de uma segunda chance – por causa de sua morte na cruz, temos uma ficha limpa!
2. Pão sem fermento - Levítico 23:6
Esta festa de sete dias começa no dia seguinte ao início da Páscoa. Na pressa dos israelitas de deixar o Egito, não havia tempo para acrescentar fermento (fermento) ao seu pão. Durante esse tempo, lembrando-se das dificuldades no Egito e como Deus os libertou do cativeiro, os judeus não comem nada fermentado.
O fermento muitas vezes representa o pecado e a decadência na Bíblia. Uma vez incorporado, o fermento torna-se uma parte inseparável do pão; o mesmo é verdade para o efeito do pecado em nossas vidas. Os judeus estavam constantemente sacrificando animais sem mácula para expiar temporariamente o pecado. Somente o Messias, o sacrifício perfeito e sem pecado, poderia oferecer uma solução permanente.
Pães sem fermento ou pães ázimos
O pão sem fermento representa a vida sem pecado de Jesus; ele é o único sacrifício perfeito pelos nossos pecados. Em João 6:35, Jesus afirma com ousadia que ele é o pão da vida. Ele não apenas remove nossos pecados, ele nutre nossas almas!
3. Primícias - Levítico 23:10
A Festa das Primícias é uma das três festas judaicas da colheita para agradecer e honrar a Deus por tudo que ele providenciou. Embora não soubessem na época, os filhos de Israel estavam comemorando o que se tornaria um dia muito importante.
Figos
Os sacerdotes sacrificavam cordeiros da Páscoa no dia 14 do mês de Nisan, e o primeiro dia da Páscoa era o 15º. A Festa das Primícias foi celebrada no terceiro dia, 16 de Nisan. Esta celebração do “terceiro dia” foi no mesmo dia em que Jesus ressuscitou dos mortos. Em 1 Coríntios 15:20 Paulo se refere a Jesus como as primícias dos mortos. Ele representa a primeira da grande colheita de almas – incluindo você – que ressuscitará para a vida eterna por causa da nova aliança em seu sangue (Lucas 22:20).
4. Festa das Semanas ou Pentecostes - Levítico 23:16
Esta festa é a segunda das três festas da colheita. Ocorre exatamente sete semanas após a Festa das Primícias, por isso também é chamado de Pentecostes, que significa “50 dias”. Tradicionalmente, esperava-se que as pessoas trouxessem a primeira colheita de grãos ao Senhor, incluindo dois pães fermentados.