Mostrando postagens com marcador missões. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador missões. Mostrar todas as postagens

Paulo em Tessalônica: uma igreja em três semanas



 Autoria: João Cruzué

Quando Paulo estava em Trôade, ele teve uma visão. Um moço apareceu diante dele, trazendo esta mensagem: "Passa à Macedônia e ajuda-nos!". Paulo estava acompanhado de Silas. A caminho da Macedônia eles desceram no porto de Trôade. Dali, seguiram em frente até Filipos. Aqui os dois, depois de expulsar um espírito de adivinhação, levaram uma tremenda surra. Saindo do cárcere e da cidade, foram para Tessalônica, a Capital da província romana da Macedônia. E, bem no Centro da Macedônia, eles pregaram o Evangelho durante três sábados e ficaram ainda por mais uma semana. Nestas três semanas a  Igreja dos cristãos em Tessalônica foi semeada e não morreu.

Paulo seguia a mesma metodologia de pregação do Evangelho. Na cidade onde chegava, primeiro se dirigia à comunidade judaica - o plano "A". Durante três sábados ele disputa com os rabinos da Sinagoga da cidade. Tessalônica possuía 200 mil habitantes, na época. Paulo ensinava corretamente que o Cristo morto em Jerusalém era o Messias prometido, o Siló do Pentateuco. Alguns judeus se ajuntaram a Paulo e Silas. Também, veio com eles uma grande multidão de gregos religiosos e não poucas senhoras distintas da cidade.

Descontentes com o Evangelho pregado por Paulo, a maioria dos líderes da sinagoga tentaram calar a sua boca. Foram até às autoridades locais e disseram: "Aqueles que estão alvoroçando o mundo, chegaram também aqui. Também estão falando de um outro rei no lugar de César". Procuravam tirar a vida de Paulo e Silas. Acabaram assaltando a casa de Jasom. Jasom foi levado às autoridades, deu seu depoimento e foi mandado de volta para casa. Paulo e Silas tiveram que sair à noite, escondidos,  e dali seguiram para Bereia. Paulo pediu para que Silas e Timóteo retornassem à Tessalônica, para concluir o discipulado dos novos convertidos.

Quando Timóteo voltou de Tessalônica, fez um relato da situação da Igreja.  Depois de ter ouvido atentamente, Paulo escreveu a sua primeira Carta aos Tessalonicenses,  complementando o ensino que não teve tempo de terminar e respondendo as dúvidas sobre os mortos e a ressurreição, que Timóteo não soubera explicar.

Mas não é sobre dados históricos que gostaria de meditar com você.

Estou escrevendo este texto, para relatar minha visão das coisas que aconteceram durante aquelas três semanas que Paulo esteve pregando o Evangelho em Tessalônica.

Paulo disse uma frase muito importante no primeiro capitulo, v.5: "Porque o nosso Evangelho não foi pregado somente em palavras, mas também com poder e no Espírito Santo..."

Eu posso ver Paulo pregando no primeiro sábado naquela sinagoga. Certamente, ele fora apresentado aos presentes e, quando lhe foi dado a oportunidade, foi direto, dizendo que Jesus Cristo, o judeu pregado na cruz, há alguns anos lá em Jerusalém era o filho de Deus, o Messias prometido pelas escrituras. Disse sem receio que ele morreu e foi ressuscitado pelo poder do Espírito Santo e, que depois disso, subiu aos céus e está assentado à direita de Deus. Neste ponto, os líderes da sinagoga ficariam vermelhos de surpresa com aquela "heresia" inaceitável. Para um judeu ortodoxo, Deus é único e não tem filho. Foi exatamente por isto que mataram o Cristo.

No segundo sábado, eu posso ver uma sinagoga abarrotada de pessoas. Paulo, com sabedoria, não começa a pregação provocando os judeus, mas começa a falar do grande amor de Deus em se abaixar até a humanidade para contemplar suas misérias. Homens e mulheres perdidos, com os corações vazios, sem o conhecimento verdadeiro da vontade de Deus. À medida que Paulo prega, o Espírito Santo começa a compungir os corações de vários ouvintes. Alguns começam a chorar copiosamente, outros clamam por misericórdia a Deus. Certamente havia entre os presentes, pessoas enfermas, oprimidas  e até possessas de demônios. Sob a palavra de autoridade de Paulo, os demônios saem, os doentes são curados,  os que sentiam o fardo dos pecados encontram o perdão de Deus.

No terceiro e último sábado, eu também posso ver uma sinagoga com muito mais gente que das duas vezes anteriores. Paulo começa a pregar e Espírito Santo começa a mover o coração de gregos e judeus, homens e mulheres. Paulo não consegue mais pregar. Muitos novos convertidos batem palmas, saltam de alegria e  começam a falar em línguas estranhas. Não são as palavras de Paulo, mas o poder de Deus e  a ação do Espírito Santo é que dirigem a liturgia do culto. O mesmo Pentecoste dos dias dos apóstolos se repete em Tessalônica.

Os líderes dos judeus, irritados e com inveja, veem um escândalo em toda aquela manifestação. Decidem proibir a Paulo que volte na Sinagoga para continuar pregando  aquelas "heresias". Concluem que era a ação de "demônios" o comportamento descontrolado e profano das pessoas, principalmente de gregos. Com certeza, eles tinham de que todos seguissem após  Paulo, deixando a sinagoga vazia. Tinha a questão financeira no meio disso, o medo de ficar de bolsos vazios falou mais alto que  o temor de Deus.

Paulo e Silas, começam a pregar o Evangelho nas casas dos "gentios". Entra em ação, o plano "B". A casa de Jasom era um dos lugares onde Paulo passou a ensinar. A situação torna-se muito perigosa e os missionários tiveram de fugir, à noite, para Beréia para não perder suas vidas.

Atrás de si, deixaram uma Igreja ardendo no espírito pelo fogo do Espírito Santo. Foram poucos dias, de pregação. Não houve tempo para terminar o discipulado. No pouco tempo que teve, Paulo visitava os novos convertidos em suas casas, orava pelos enfermos e o Espírito Santo era concedido pela imposição das suas mãos, do mesmo jeito e poder com que recebeu, lá no passado, aquela oração de Ananias: "... Irmão Saulo, o Senhor Jesus que te apareceu no caminho de Damasco, me enviou, para que tornes a ver e seja cheio do Espírito Santo..."

Na sua primeira Carta, Paulo lembra aos tessalonicenses que o Evangelho pregado por ele não consistia de teoria e saliva, mas do puro poder de Deus e da presença do Espírito Santo.

-Regozijai-vos sempre.

-Orai sem cessar.

-Em tudo dai graças...

-Não extingais o Espírito.

-Não desprezeis as profecias.

-Examinai tudo, mas retende só o bem.

-Abstende de toda aparência do mal.

-E o mesmo Deus de paz vos santifique em tudo...

O sonho com um instrumento musical e a certeza de que Deus estava voltando para tribo remota


Caleb e Gladys Byerly com seus filhos


Por Mark Ellis 
Traduzido por: Wilma Rejane

Em 2013, Caleb Byerly acordou sobressaltado e começou a escrever entusiasmado em seu diário tudo o que viu em um sonho bastante incomum. Nos cinco anos anteriores, Caleb,  morador de uma pequena cidade da Carolina do Norte esteve engajado em missões missionárias para povos indígenas e áreas tribais no sudeste da Ásia e nas ilhas do Pacífico.

“No sonho, eu estava no topo da montanha. Eu estava olhando para a montanha e vi uma tribo de pessoas ”, disse ele. Caleb e sua esposa, Gladys, moram em Moravian Falls, uma cidade de 1400 habitantes no sopé das montanhas Brushy.


Eu nunca tinha visto a tribo antes e senti curiosidade por eles, então perguntei: “Que tribo vocês são? 

“Nós somos a tribo Tinananon”, eles responderam. Caleb nunca tinha ouvido falar desse grupo de pessoas e começou a observar cuidadosamente suas ações em seu sonho.

Um chefe tribal caminhou até a frente carregando um instrumento musical. Caleb é um fabricante de instrumentos de profissão, então seus olhos “ampliaram” para estudar o design distinto de um instrumento diferente de tudo que ele já tinha visto antes.

Tinha 30 cordas contornando o topo de uma tigela dourada, do lado de fora, cruzando no meio do instrumento. “De repente, recebi um download completo de tudo sobre este instrumento, quais eram as dimensões do instrumento, de que material era feito, até mesmo como era afinado e tocado. Depois disso, eu meio que diminuí o zoom.

“ O chefe tribal,  pegou o instrumento e colocou na mesa. Ele pegou duas baquetas e começou a tocar este instrumento. Enquanto ele tocava, toda a tribo começou a dançar e a adorar. Este tipo de som de adoração encheu o lugar. Era como se o céu e a terra acabassem de colidir. Depois disso, acordei do sonho.”

Deus falou com Caleb através de sonhos anteriormente, então ele meticulosamente registrou em seu diário o nome da tribo Tinananon. Ele fez desenhos detalhados da tigela, suas dimensões e materiais, um anel de madeira que circunda a tigela, as cordas conectadas por pinos de madeira e as duas varetas usadas para tocar o instrumento.

“Sinto que quando Deus fala com você, é um convite para fazer parceria e andar com Deus. Não é apenas Deus mandando você fazer coisas ou Deus apenas dizendo para fazer isso, fazer aquilo. Mas é o Espírito Santo convidando você para uma nova jornada para a qual Ele está chamando você, e está conectado a você, está conectado ao seu DNA e ao seu chamado. Eu realmente valorizo ​​muito isso. Eu realmente pensei que isso seria uma coisa realmente emocionante para seguir com o Senhor.”

Caleb começou a pesquisar online por qualquer referência a um grupo de pessoas Tinananon, mas não conseguiu. “Entrei em contato com diferentes organizações como Wycliffe Bible Translators e Summer Institute of Linguistics para ver se eles sabiam alguma coisa sobre essa tribo. Mas em todos os lugares que procurei, não consegui encontrar essa palavra. Tentei as diferentes grafias, mas simplesmente não consegui encontrar nada lá. Então eu meio que desisti disso.”

Mas como fabricante de instrumentos, ele ficou intrigado com a ideia de recriar o instrumento que viu no sonho. “Naquela época, eu fazia missões em tempo integral e também fazia alguns instrumentos. E fazer instrumentos era uma paixão minha. E eu estava fazendo flautas e alguns tambores, instrumentos básicos. Esse instrumento que eu vi no meu sonho era muito mais difícil do que eu estava acostumado.”

“Eu vou fazer essa coisa!” ele decidiu. Mesmo que ele não tivesse unido metal e madeira dessa maneira, ele estava pronto para o desafio.

“Entrei na minha loja e continuei quebrando essa coisa. Continuei quebrando coisas e quebrando coisas. Eu não conseguia descobrir este processo. Fiquei realmente frustrado. Eu estava tipo, eu só vou colocar essa coisa de lado. Eu simplesmente não conseguia descobrir.

Caleb em sua loja (Missões Evergreen)

“Então, eu meio que desisti de todo o sonho. Senti como se tivesse feito a minha parte. Eu não estava chegando a lugar nenhum. Então eu meio que desisti.”

Cerca de seis meses depois, Caleb fez uma viagem missionária à ilha de Mindanao, no sul das Filipinas, uma área onde já havia estado envolvido no ministério.

“Eu estava em um Jeepney, que é como um transporte público. Havia um homem que estava sentado do outro lado, próximo a mim, ele estava olhando para mim. Eu estava tipo, o que esse cara está fazendo? Toda vez que eu olhava para ele, ele olhava para longe.”

Caleb conhece a língua nacional das Filipinas, Tagalog, porque sua esposa é do norte das Filipinas. Durante os primeiros dois anos de seu casamento, ela pacientemente lhe ensinou a língua.

Coletânea gratuita de dinâmicas e quebra-gelos





Recebi esse release do Sammis Reachers, é sobre seu mais novo trabalho; uma coletânea de dinâmicas e quebra-gelos para promover a visão missionária em sua igreja, grupo e família. O Sammis tem publicado muitos livros, todos são disponibilizados gratuitamente,  com o objetivo de auxiliar a igreja no campo missionário e em outras áreas. Vamos conhecer a obra? A quem interessar, no final do artigo, há um link para  download.

" Dinâmicas e quebra-gelos para promover a visão missionária em sua igreja, grupo e família."

Do termo grego dynamis (ou dunamis), que significa “força” ou “poder”, derivamos, dentre outras, a nossa palavra dinâmica. O surgimento das chamadas dinâmicas de grupo deu-se em 1914, através do trabalho do cientista comportamental alemão Kurt Lewin.As dinâmicas têm sido usadas com sucesso como método geral de auto-conhecimento e interação entre grupos (daí o título de uma de suas variantes, “quebra-gelo”), no treinamento de equipes, atividade pedagógica complementar por profissionais do ensino e ainda em processos de recrutamento e seleção profissional.Além de promover uma maior comunhão e interação entre seu grupo, as dinâmicas são excelentes instrumentos de aprendizagem, tanto de conhecimentos quanto de valores morais, além, é claro, do valor lúdico proporcionado pelo clima de brincadeira ou diversão inerentes ao método.

Procurei neste pequeno livro reunir uma série de dinâmicas e atividades focadas na promoção de valores missionários; atividades que visam o despertamento dos participantes sobre diversos aspectos referentes àquela que é a missão fundamental da igreja na Terra, e motivo único dela, a Igreja, permanecer aqui: Levar o Evangelho de Cristo a todos os homens, cumprir a ordem final de Cristo que conhecemos como a Grande Comissão: “E, chegando-se Jesus, falou-lhes, dizendo: É-me dado todo o poder no céu e na terra. Portanto, ide, ensinai todas as nações, batizando-as em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-as a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até à consumação dos séculos. Amém!” (Mt 28:18-20).

Considerações sobre o autismo




Wilma Rejane

Queridos leitores, não sei quantos de vocês têm familiaridade com o autismo. Em minha família há pelo menos três casos registrados nas gerações mais novas : uma menina de sete anos Asperger (minha sobrinha), e um menino de seis com autismo leve (sobrinho). Asperger, para quem não sabe, é um aspecto do autismo que permite a pessoa viver uma vida "quase normal". Minha sobrinha, por exemplo, frequenta uma escola que não é destinada a "pessoas especiais" e se desenvolve bem, sendo até muito inteligente. Meu sobrinho, filho de um outro irmão, é acompanhado por equipe multidisciplinar e não apresenta maiores problemas.

Sempre vi o autismo como parte de um contexto da diversidade humana, como um mistério que somente Deus explica, pois, os estudos existentes não chegam a um consenso, o fator genético, que particularmente acato, é apenas mais uma hipótese, entre tantas. Contudo, apesar dos percalços, não considero autismo uma sentença pesarosa, maldição, ou coisa parecida. Creio em um Deus justo e perfeito, assim como creio que através da fé, é possível encontrar propósito no sofrimento e alegria nas tribulações. Um de meus versos Bíblicos preferidos diz: "Sabemos que Deus age em todas as coisas para o bem daqueles que o amam, dos que foram chamados de acordo com o seu propósito." Romanos 8:28 . "Todas as coisas", significa as que compreendemos e as que não compreendemos, não é mesmo? 

Recentemente, minha netinha mais nova, de apenas dois aninhos, também foi diagnosticada autista. Sabryna é uma criança alegre que andou aos nove meses, sempre se alimentou bem e fala algumas palavrinhas. A desconfiança do autismo, contudo, veio cedo; a dificuldade para dormir à noite e o não atender pelo nome acenderam nossa desconfiança, e com tantos casos e relatos disponíveis na internet, logo tivemos a certeza. O diagnóstico médico veio mais tarde do que o diagnóstico da família. Sabryna e sua irmã Sofia têm ocupado muito de meu tempo, pelos motivos aqui descritos e também por acreditar que Deus colocou-as em nossas vidas para serem bem cuidadas. Há uma frase que diz: "Nenhum sucesso compensa o fracasso no lar". Não sei quem falou isto, mas há harmonia com a Palavra de Deus que ensina: " Mas, se alguém não tem cuidado dos seus, e principalmente dos da sua família, negou a fé, e é pior do que o infiel". I Timóteo 5:8.

Missões para as crianças da Ilha de Derrubada



Via blog Kelem Gaspar

Amados, uma de nossas turmas na ilha de Derrubada, onde trabalha a missionária Nalvinha, está funcionando debaixo do cajueiro porque o número de crianças aumentou muito e já não há espaço nas salas de barro, mas nós não mandamos ninguém de volta pra casa, acolhemos todas com muito amor! Agora precisamos construir antes do inverno! Uma telha brasilite custa R$ 20, precisaremos de 60 telhas. Quantas telhas você pode mandar?

A fé dos pais de Chibok




Confira como tem sido a espera de mais de dois anos para os pais de algumas das meninas sequestradas pelo Boko Haram, no Chibok, em abril de 2014. Eles sentem a dor da perda, mas não deixam de acreditar no retorno delas. Os pais têm sido sustentados pela fé em Jesus. Por meio da Portas Abertas, muitos encontraram paz e já conseguem perdoar os sequestradores. Esses pais ainda creem que voltarão a viver em comunhão com as suas famílias e contam com suas orações! Ore, ajude, compartilhe!Para saber mais acesse: www.portasabertas.org.br/nigeria 




Canções cristãs reunidas em livro gratuito



         
Wilma Rejane
In Press release: 
Sammis Reachers

Recebi do amigo Sammis Reachers um press release de seu mais recente trabalho com Hinos Missionários. É um material de grande utilidade para igreja e membros de modo geral e totalmente gratuito. Espero que muitos irmãos possam desfrutar dessa obra preparada com muito cuidado e objetivo de edificar a igreja. A ideia de Sammis é totalmente desprovida de lucro e pode se configurar em instrumento prático para devoção, bem como em um acervo raro visto reunir em um só lugar canções que hoje são separadas em hinários distintos por denominações. Obrigada Sammis, repito aqui uma frase própria de sua pessoa: "Vamos em frente!"

***
Amados irmãos, é com alegria que apresentamos e ofertamos a todos o nosso mais novo trabalho, o hinário Hinos MissionáriosEsta obra colige hinos com enfoque missionário e motivacionais ao serviço de evangelização e mordomia cristãs, coligidos dos principais hinários das igrejas tradicionais (históricas) e pentecostais do Brasil.

          Nosso objetivo principal, ao reunir em uma única obra tal quantidade de hinos, é melhor capacitar a igreja brasileira em seu esforço missionário, ampliando o leque de recursos litúrgicos à sua disposição. Indiretamente, ao coligirmos trabalhos de hinários denominacionais, celebramos aquele tipo de comunhão, de união entre cristãos que, pela misericórdia e para a glória de Deus, sempre existiu e tem se tornado a cada dia mais comum no campo missionário, união inter ou transdenominacional sem a qual jamais concluiremos a Grande Comissão que nos foi outorgada pelo Cordeiro.

          Não espere encontrar aqui apenas hinos de teor estrita e explicitamente missional; reunimos, por exemplo, desde hinos de Natal até hinos dedicados ao encerramento de culto, mas que, em alguma de suas estrofes ou versos, faz referência à necessidade de proclamação do Evangelho. Hinos que em maior ou menor grau convidam a igreja e o crente a evangelizar, a proclamar a Boa Nova; que conclamam a abrir a boca “pelo direito de todos os desamparados” (Pv 31.8), a seguir em marcha para a batalha de semeadura e colheita, evangelização e discipulado, “tanto em Jerusalém, como em toda a Judeia e Samaria, e até os confins da terra” (At 1.8).


Quem quer ser um missionário?




Por: missionária Kelem Gaspar
Atuando em Maracanã no Pará
Populações ribeirinhas


Se realmente lemos a Bíblia e queremos levá-la a sério, não podemos negligenciar a obra missionária ou tratá-la como uma moderna invenção com propósito único de crescimento da denominação, nem tampouco como mais um departamento da Igreja, cuja responsabilidade recai sobre os ombros de uma pequena equipe.

Missões é uma das principais razões para a existência da Igreja, os povos perdidos jamais conhecerão as grandezas de Deus se não for através da Obra Missionária.Certa vez, ao ouvir um índio, caído aos pés da cruz, chorando, confessando seus pecados e recebendo a Jesus em seu coração, arrependendo-se de todas as suas maldades e assumindo o compromisso de viver uma vida totalmente livre de violências, maldades e mentiras, lembro-me de ter pensado: nenhum governo faz isso, nenhuma instituição tem esse poder, nada na terra poderia produzir tais resultados. Só Jesus faz isso.

Missões é um projeto arquitetado pelo Criador do universo e não pode ser executado de qualquer maneira. A obra missionária é uma obra excelente e para executá-la é necessário um homem excelente, uma equipe excelente e uma igreja excelente. O missionário pode ter uma personalidade atraente, muitos talentos e qualidades especiais, mas se não for realmente convertido e não tiver intimidade com Deus, os resultados do seu trabalho perecerão.

Antes da entrega ao Deus das missões é necessário o candidato ter em mente que não está assumindo uma tarefa qualquer, para agradar um homem qualquer, sua decisão também, jamais, poderá ser tomada com o coração voltado para as recompensas financeiras ou honras ministeriais. A entrega deve ser feita ao próprio Deus das missões, é quando tomamos a decisão de submetermos nosso corpo, nosso coração e nossa mente ao absoluto senhorio de Cristo para nos dedicar inteiramente ao seu serviço.

Os Nuers: Deus nas tribos



Wilma Rejane


Você conhece os Nuers? Esse povo é uma confederação de tribos localizadas no sul do Sudão (ao Leste do alto Nilo) e no oeste da Etiópia. Estudei os Nuers pela ótica do antropólogo Evans Pritchard e inicialmente o que me chamou a atenção foi a peculiaridade dos Nuers. Eles vivem no deserto e criaram várias estratégias de sobrevivência como por exemplo cavar enormes buracos na areia para se refugiar. O sobrevoar de um avião sobre o território Nuers é motivo de grande algazarra e espanto na tribo. Um outro detalhe interessante dos Nuers é que eles acreditam ser descendentes de Esaú e Jacó. Essa crença tem sido motivo de muitos conflitos com povos vizinhos, pois, para os Nuers, Deus os escolheu para herdar os carneiros do rebanho por serem próximos de Jacó. Quanto aos Dinkas, vizinhos mais próximos, descendentes de Esaú,  Deus teria lhes confiado as vacas.

Os Nuers e os Dinkas


Contudo, e tal qual aconteceu entre Esaú e Jacó, os Nuers dizem que os Dinkas enganaram  a Deus fazendo-O acreditar que os Dinkas eram  os Nuers e com isso roubaram-lhe todos os cabritos. E através da crença nesse mito é que estes povos vivem em constante guerra: os Nuers pegam os cabritos dos Dinkas alegando ser esta a vontade de Deus e os Dinkas, por sua vez vão até os Nuers e lutam para ter os cabritos de volta. Esaú e Jacó, portanto, são lembranças sempre presentes na vida desses povos. Outro aspecto que me chamou atenção na tribo Nuer foi o forte sentimento tribal. Quando forçados a mudar de um lugar para outro, eles levam consigo uma porção de terra da região natal. Todos os dias, os Nuers acrescentam terra nova àquela antiga. O sentido do ritual é romper os laços com o passado e encarar o presente como possibilidade de mudanças. Essa atitude dos Nuers em lidar com as mudanças me fez estabelecer conexões com um ensinamento Bíblico em especial:

“Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo.” II Coríntios 5:17

Deus ouviu minhas orações- Hea Woo




Wilma Rejane

Em um campo de concentração na Coreia do Norte Hea Woo orava todos os dias e lia o Salmo 23. No vale da sombra da morte, entre cinzas de prisioneiros mortos e torturas, ela prosseguia confiando que Jesus cuidava dela e de outros cristãos que ali estavam.

É um relato triste e ao mesmo tempo animador,pois revela a eficácia da fé e a manutenção da esperança em meio a circunstâncias tão adversas. Revela a chama acessa no coração aquecida por um Jesus Cristo vivo e presente em um lugar tão sombrio. 

É uma realidade diferente da nossa. No Brasil temos liberdade de culto e não há campos de prisioneiros cristãos e por esta causa, poderemos cometer o erro de considerar a Coreia do Norte um caso mui distante e que não nos atinge.

Contudo, para cada comunidade de cristãos, em qualquer lugar do mundo, existem lutas e perseguições acontecendo. Não da mesma forma, mas quem sabe, na mesma intensidade de sofrimento porque o mundo odeia os que são de Cristo (I João 3:13). Quer seja na opressão quer na liberdade.

Saiba como ajudar o Nepal

https://presentedobem.org/nepal


Ao clicar na Imagem você será direcionado para Campanha Presente do Bem, uma iniciativa da igreja cristã do Brasil para ajudar vitímas do terremoto no Nepal.

O Evangelho chega a exôtica tribo Maasai.

Tribo Maasai

Wilma Rejane


E cantavam um novo cântico, dizendo: Digno és de tomar o livro, e de abrir os seus selos; porque foste morto, e com o teu sangue compraste para Deus homens de toda a tribo, e língua, e povo, e nação. Apocalipse 5:9

Ao estudar Antropologia ( no curso de Ciências Sociais), conheci uma tribo africana que muito me fascinou. Ela se chama Maasai e há algumas lendas sobre essa tribo na internet. Por exemplo, dizem que os Maasai ao descobrirem que um de seus irmãos cometeu mentira, injustiça, ele é colocado no centro de um circulo para relembrar todas as coisas boas que já fez. Depois de dois dias, ouvindo sobre suas boas ações, o homem do centro, enfim, reconhece que nasceu para ser bom e que não deve ir contra sua natureza. Esse ritual Maasai, é contado em sites missionários e até em livros de auto-ajuda, mas a verdade é que esse ritual nunca, jamais existiu entre esse povo.Os Maasai, são extremamente rigorosos quanto ao perdão, eles vendem os filhos que se mostram rebeldes aos pais, expulsam da tribo os que cometem injustiças.

Você já ouviu falar nos Maasai? Hoje reservei um pouco de tempo para falar-lhes sobre eles, para promover missões e apresentar-lhes um povo que começou a ser alcançado pelo Evangelho. Os Maasai, assim como as tribos indígenas brasileiras, tantas outras africanas, esquimós e nômades espalhados pelo mundo, precisam de nossas orações e de missionários para falar-lhes sobre salvação.

Histórias reais de perseguição e transformação em Cristo.





Tradução:
Wilma Rejane

Trancada em um quarto escuro, sem comida e água,  Susan de 14 anos foi abandonada por seu pai para morrer. Ela e seu irmão mais novo, ambos muçulmanos, moravam sozinhos com o pai divorciado da mãe. A vida era rotina, escola, tarefas, um pouco de tempo para jogar. Mas, naquele dia fatídico Março 2010 a vida de Susan tomou um rumo dramático quando um evangelista visitou sua escola e ela decidiu confiar em Cristo para sua salvação. Depois de um mês mantendo segredo sobre a conversão, a notícia chegou ao seu pai.

Enfurecido, o pai  confinou-a a uma pequena sala. Seu irmão Mbusa foi avisado para não contar a ninguém que Susan estava trancada e foi instruído a não lhe dar qualquer alimento. Jovem Mbusa tentou ajudar sua irmã  assando bananas quando seu pai não estava em casa. Ele também cavou um buraco por baixo da porta, onde podia derramar a água para Susan beber. "Minha irmã  bebia água com a língua. Mas a maioria dos dias, ela só poderia se alimentar de lama ", disse ele.


Mensageiras do Rei no Piauí



Wilma Rejane

Tenho a grata satisfação de apresentar-lhes o cartaz do encontro Mensageiras do Rei 2014 no Piauí. Esse ano a Convenção Batista Piauiense me convidou para ser oradora do evento que reúne jovens meninas entre 9 a 16 anos que se preparam para obra missionária.

Não sei se você já conhece a organização Batista Mensageiras do Rei, ela tem caráter nacional e o evento ocorre simultâneamente em todo o Brasil. Através desse trabalho muitas jovens são conduzidas a conversão genuína do Evangelho e dedicam desde cedo a vida ao ministério evangelístico. Quanta bênção ver gerações sendo orientadas e inspiradas pelo Espírito Santo a testemunhar do amor de Jesus!


Revistas e folhetos missionários totalmente gratuitos





Wilma Rejane


Meu irmão-amigo, de longas datas (que fez o prefácio do  primeiro livro escrito por mim, Às Margens do Quebar) está desenvolvendo um trabalho formidável de Literatura Cristã para crianças e adultos. Sammis Reachers tem se dedicado a elaborar material missionário totalmente gratuito. Aqui está alguns desses trabalhos que você poderá usar em sua igreja ou como missionário, onde o Senhor o enviar.

***

  Olá irmãos! É com felicidade que apresentamos a vocês a revista Colorindo Missões, uma revistinha totalmente gratuita de atividades para crianças, que tem como objetivo ensiná-las, de forma bíblica e divertida, valores da obra missionária da igreja de Cristo.


No diário de uma blogueira




Wilma Rejane

Olá, como está sua vida nesse momento? Tenho orado constantemente a Deus para que as publicações do Tenda falem aos seus corações de modo a abençoa-los e motivá-los a viver mais próximos de Deus em relacionamento de alegria e temor. Tenho consciência de que há uma grande distância entre o ministério da escrita e o pastorado, não sou nem pretendo ser pastora - apesar de muitos me tratarem dessa forma. Compreendo que apascentar vidas requer proximidade, um processo diário de acompanhamento e amor fundamentados em princípios Bíblicos e eclesiásticos. Contudo, reconheço a importância e poder da mensagem escrita quando produzida sob direção e inspiração do Espírito Santo. Em ambos os casos (pastorear e escrever) paga-se um preço e é sobre esse preço que gostaria de lhes falar hoje.

Se passaram pouco mais de seis anos desde o inicio desse trabalho e de lá para cá muitas coisas mudaram em minha vida. Antes eu tinha mais tempo disponível para produzir mensagens e hoje, mesmo contando com a preciosa colaboração do Wallace e do Cruzué, demoro um pouco mais a atualizar as postagens. Por opção não tenho perfis em redes sociais, minha prioridade na internet é a evangelização e penso não ser muito interessante (nem importante) expôr a vida pessoal a ponto de perder privacidade ou se tornar fútil e exibicionista. Busco o que é de Cristo e não fazer prosélitos para mim mesma. E o que de mim se expõe que seja para glorificar a Deus, pois Ele é o autor do que vivo e sou.


Como evangelizar usando folhetos evangelísticos




Artigo sobre evangelização
Atendendo a pedidos

Folhetos ou panfletos são ferramentas muito importantes na evangelização. A forma escrita foi um maravilhoso presente de Deus e tem sido usada grandemente para a glória de Jesus Cristo. A página impressa pode grandemente multiplicar nossos esforços no serviço do Senhor e folhetos podem freqüentemente ir a lugares onde nós não podemos.


Cuidado com a mensagem contida no folheto

A primeira consideração no uso do folheto evangélico é da certeza do conteúdo das Escrituras.


1 – Muitos folhetos não contêm uma apresentação clara e bíblica do Evangelho. Muitos se referem à salvação de uma maneira confusa e não de acordo com as Escrituras, tais como ¨pedir a Jesus para entrar dentro do meu coração ou ¨dar a minha vida a Cristo.¨ Salvação não é dar a vida da gente a Cristo, mas sim absolutamente crer e confiar na totalmente concluída expiação por Cristo.

2- O segundo inconveniente é que a maioria dos folhetos não tratam de arrependimento. A maioria dos folhetos sequer menciona a palavra ou mesmo menciona o conceito, ainda que o Senhor Jesus Cristo e Seus Apóstolos pregaram pleno arrependimento e exigiam isso daqueles que seriam salvos.

A salvação somente vem pelo arrependimento para com Deus, e fé para com o nosso Senhor Jesus Cristo¨ (Atos 20:21). Qualquer apresentação do evangelho deveria incluir o fato que Deus “... anuncia agora a todos os homens, e em todo o lugar, que se arrependam;” (At 17:30 ACF)

Quer ou não a palavra ¨arrependimento¨ seja usada no folheto evangélico, a idéia deveria sê-lo. O que é arrependimento?

É  uma mudança de direção (1 Tes 1:9). Quando eu recebo Jesus Cristo como meu Senhor e Salvador, eu estou dando as costas para a velha vida.


3- Outro problema é que muitos folhetos simplesmente não dão suficiente informação. Grande número de pessoas na América do Norte hoje são como ignorantes na verdade do Deus da Bíblia e das bases do Evangelho do Senhor Jesus Cristo como qualquer Hindu na trevas da Ásia.

É crucial que comecemos com as coisas mais básicas, quando lidamos com essa gente, e que expliquemos a fundo os termos bíblicos, de outro modo, quando eles ouvirem termos como ¨salvo¨, ¨crença¨, ¨Cristo¨, ¨Deus¨, ¨pecado¨, eles não terão a idéia correta do que estamos falando, e qualquer ¨profissão de fé” que eles façam será vazia, ineficaz.

Aspectos a lembrar quando estivermos distribuindo nossos folhetos:


Será que Deus quer que eu ore por Tsuli?!



Wallace Sousa


Outro dia, não tão distante, já neste século XXI, estava eu, calmamente deitado em uma rede, confortavelmente armada debaixo de uns pés de árvore (nordestino chama árvore de “pé de árvore“, quando é genérico, mas tem também pé de goiaba, pé de manga, pé de jabuticaba, etc), desfrutando de uma agradável sombra em meio ao tempo cálido da manhã. Era no sítio dos meus sogros, no interior do Mato Grosso.

Estava lendo algo, acho que era um livro, só não me recordo se era de concursos, acho que sim. Então minha mente foi invadida pelo nome de uma pessoa que trabalhava no Ministério Portas Abertas, no Brasil, de quem sempre me chegavam mensagens sobre os cristãos perseguidos ao redor do mundo. Seu nome: Tsuli.

De início, tentei espantar aquele pensamento, tal como se tenta espantar uma abelha que fica zunindo perto de você, querendo pousar em sua roupa ou seu cabelo. Depois de várias tentativas fracassadas, como o pensamento continuava me rondando insistentemente, parei de ler o livro e pensei: “será que Deus quer que eu ore pelo Tsuli“? Queria.

Comecei a orar ao Senhor, e me vieram à mente cada coisa absurda, tais como pedir proteção de acidente de carro e bala perdida. Como já estava no embalo da oração, não parei para pensar se era absurdo ou não, só orei e confiei, encerrando a oração crendo que, apesar de ser algo, do ponto de vista humano, ridículo, a loucura de Deus é mais sábia que a sabedoria humana.

Bom, daí eu resolvi fazer, dias depois, algo mais louco ainda: tentar enviar uma mensagem para o tal Tsuli que eu havia orado por ele, dias antes. E você acredita que ele me respondeu? Surpreso? E eu também não fiquei? Confira as surpresas, a começar que Tsuli não era ele, mas ela!

A missionária que há 20 anos mora nos aeroportos

Missionária Isaura Lima Lopes, 79 anos.


Vi no G1

Isaura começou a missão evangelizadora há 60 anos em ônibus urbanos e intermunicipais e em participação em programas de rádios de todo o país. Somente há 20 anos ela passou pregar noite e dia nos terminais aeroviários. “Recebi um chamado de Deus. Ele fala na minha mente e eu sei que é verdade porque sempre dá certo. Por isso, eu me tornei a velhinha mais feliz do mundo porque vivo em harmonia com Deus pai, filho e Espírito Santo”, afirma a idosa sorridente.

A missionária diz que a inspiração vem do céu. “Eu fico olhando para cima, conversando com o Senhor que geralmente me dá mais inspiração à noite. As pessoas que passam se interessam, conversam comigo e pedem orações. Espero ajudar muitas almas a se salvarem ao trazê-las para mais próximo de Cristo”, conta. 

Rotina 

Nos bancos pouco confortáveis dos terminais aeroportuários, Isaura arruma um jeitinho de apoiar a cabeça sobre a Bíblia para dormir. A idade surpreende pela figura lúcida e aparentemente saudável que ela é. Mesmo sem ir ao médico ou tomar remédios há 36 anos, a idosa disse que não tem problemas de saúde e que não se lembra da última vez que ficou resfriada. O segredo para isso, segundo ela, é alimentar-se bem e caminhar – Isaura tem passos firmes e rápidos.Quem determinou meu destino foi Deus, porque eu me sinto um ninguém nos aeroportos."