Obamacare é a marca da besta? Obama Anticristo?

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Wilma Rejane


O presidente reeleito Barack Obama, aprovou a implantação do micrichip RFID como parte da reforma do sistema de saúde para 2013. A lei, conhecida popularmente como Obamacare diz que  todo cidadão estadunidense, será obrigado a implantar o microchip ( na mão direita ou testa) como forma de acesso aos serviços de saúde. Os dados pessoais do paciente, estarão armazenados em um banco de dados e poderão ser acessados através do número de identificação do chip. A lei entra em vigor em Março de 2013 e já está deixando muitas pessoas apavoradas com a possibilidade de está se vivendo o Apocalipse e o dominio do anticristo ( Obama anticristo?)


O biochip é do tamanho de um grão de arroz e será implantado subcutâneamente, através de uma injeção, via procedimento ambulatorial. Funciona como um scanner externo que passa energia de radiofrequência, emitindo sinal que contém o número de identificação do chip. O número de identificação é transmitido de um local de armazenamento através de telefone ou internet.




Sobre o uso de microchip RFID


RFID significa: Radio Frequency Identification,  rádio frequência por campos magnéticos, úteis para transferir dados para efeitos de identificação automática e rastreamento. Assim, qualquer tipo de produto, pessoas ou animais com etiquetas RFID podem ser facilmente rastreados.


Junto ao poço de Jacó






Wilma Rejane


Mas aquele que beber da água que eu lhe der nunca terá sede; pelo contrário, a água que eu lhe der se fará nele uma fonte de água que jorre para a vida eterna. João 4:14



Essa passagem Bíblica é bem conhecida e se refere a conversa entre Jesus e a mulher samaritana, ocorrida à beira do poço de Jacó. É interessante, porque nela Jesus se apresenta como : Á água (mayim). A do poço, era parada. Jesus era o jorro d'água. A vida eterna, estava na água em movimento, na fonte incessante.

Mayim ( Strong 08451): movimento, vida, sustento, revigoramento.

“ Quando passares pelas águas “mayim”, estarei contigo, e pelos rios, eles não te submergirão” Is 43:2


Se um poço de água suja, ou uma cisterna, ou qualquer outro meio de água parada não receber em si, novas correntezas, o destino é a poluição tal que pode levar à morte. Se em qualquer recipiente de águas paradas, lançarmos água limpa, a natureza, o teor do liquido mudará para melhor. Imagine uma vida repleta de pecado, tristezas e infelicidades (cisterna suja) e de repente, do meio dessa cisterna surge uma fonte jorrante de águas , o tempo fará com que a cisterna se purifique e tenha sua natureza transformada. Jesus é o Jorro da água, O movimento que transforma passado, presente e futuro. Marleau-Ponty sobre o curso das águas filosofou: “ Sua essência consiste em passar, nenhuma de suas partes pode permanecer a mesma quando outra se apresenta”.


O pequeno exército de Gideão: de que lado estamos? Ouvindo Deus ou multidões?


Os nossos maiores problemas não estão nos obstáculos do caminho, mas na escolha da direção errada.
Augusto Cury



João Cruzué


A voz do povo é a voz de Deus. Não é isso que estamos acostumados a ouvir? Depois de muitas vezes repetido, será que este clichê resistirá a uma análise bíblica? Sinto muito em dizer, mas vou ser um desmancha-prazeres, ou melhor, um destruidor de sofismas. Muito raramente, na história dos personagens e fatos bíblicos a voz do povo era a voz de Deus nem a razão estava com a maioria. Vamos analisar, então, este assunto a luz da Bíblia.

Até construir, betumar e encher a arca com animais, Noé e sua família levou muitos anos. Apesar de Deus ter ordenado a Noé que juntasse sete casais de animais limpos para um casal de animais não limpos, a ordem para colocá-los na arca veio somente sete dias antes do dilúvio. Pedro fala claramente que Deus aguardava com longanimidade uma mudança de atitude da maioria dos vizinhos de Noé, durante o tempo que este construia a arca.. Somente oito pessoas entraram na nela, porque a maioria era incrédula. Somente percebeu que estava enganada quando nada mais podia ser feito. O dilúvio se abateu sobre todos eles, quando a porta da arca estava fechada. Noé a fechou por dentro, e Deus a fechou por fora, pois o tempo da graça e da oportunidade de arrependimento tinha se esgotado.

Quando Deus prometeu a Abraão e Sara que teriam um filho na velhice, eles acharam graça da promessa. Nunca contaram para ninguém porque achavam aquilo, sinceramente, uma coisa ridícula. Quando Sara, então, ouviu essa promessa em Gênesis 18, ela começou a rir. Mas para que nunca se esquecesse da sua incredulidade daquele momento, um ano depois teve de batizar o filho com o nome de Isaque, que significa riso.

O Êxodo dos judeus do Egito para terra de Canaã teve vários episódios em que a maioria ou estava enganada ou fracassou. Quando Moisés se apresentou diante do faraó do Egito para pedir que deixasse o povo de Israel ir ao deserto sacrificar ao Senhor, tinha ao seu lado apenas Arão. O faraó simplesmente desprezou Moisés, quanto Jeová, o Deus de Israel, porque se achava o maior. Quando os doze espias foram enviados para observar a terra de Canaã, somente dez entre os doze voltaram com um relato assustador para contar. Josué e Calebe quase foram apedrejados por discordarem daquele relato, e apresentarem uma visão de fé.

Gideão era um jovem valoroso. Foi o capitão escolhido por Deus para livrar Israel dos midianitas. Dos 32.000 soldados que ele recrutou, apenas 300 ficaram para ir à batalha. Deus não contava nem confiava naquela maioria. Ao simples aviso de que os medrosos podiam voltar para casa, 22.000 não pensaram duas vezes: foram embora.

O Milagre da doação de orgãos : Aconteceu comigo



"Ninguém tem maior amor do que este, de dar alguém a sua vida pelos seus amigos." João 15:13



Wilma Rejane

Em 12 de Setembro de 2011, adentrei na sala de cirurgia do hospital Francisco Vilar, em Teresina para realizar transplante de córnea do olho direito. Havia perdido a visão desse olho, no ano de 2003, após uma grave infecção fúngica, ocasionada por uso de lente de contato. Passei por momentos muito difíceis e foi nessa época que me converti ao Evangelho de Jesus Cristo, Deus realizou o primeiro transplante em mim: “ “E vos darei um coração novo, e porei dentro de vós um espírito novo” (Ezequiel 36:26). Recebi um novo coração e apesar de ter a visão carnal reduzida, Deus me alargou a visão espiritual.

Faço visitas periódicas a oftalmologista Dr ª Namir Clementino. O transplante foi um sucesso, com a benção de nosso Deus! Recuperei 80% da visão. Ou seja, estou enxergando bem com o novo olho! Como fazia muito tempo que não utilizava a contento os músculos do olho direito, o pós transplante revelou que desenvolvi um leve estrabismo, o que está sendo tratado e com tempo, paciência e benção do amoroso Senhor Jesus, será resolvido. Eu que já estava completamente conformada com a perda da visão, aprouve a Deus me dar renovo. Durmo e acordo com essa lição de fé e misericórdia estampada em meu rosto.


Associação Nacional de Juristas Evangélicos - Em defesa das liberdades civis, por um País mais justo.







Entrevista concedida a:
Wilma Rejane
Jornalista, MT nº 1190 - PI



ANJURE é a sigla representativa da Associação Nacional de Juristas Evangélicos, uma iniciativa inédita no País e  que já conta com a adesão de juristas de todo o país. Uziel Santana, é o presidente da ANAJURE e nessa entrevista fala sobre a contribuição e significância dessa entidade (anajure.org.br)

Quem é Uziel Santana? Presidente da ANAJURE e autor do livro “Um Cristão do Direito num País Torto” (Editora VINACC, 2012) é ainda jurista, conferencista, professor efetivo da Universidade Federal de Sergipe (UFS) e professor visitante da Facultad de Derecho da Universidad de Buenos Aires. No próximo ano, estará defendendo em Paris na prestigiosa École des Hautes Études en Sciences Sociales – curiosamente a mais importante escola acadêmica de formação da intelectualidade esquerdista, homossexual, feminista e abortista do mundo pós-moderno – sua tese sobre a passagem da cosmovisão de “deveres humanos fundamentais” para “direitos humanos fundamentais”. Nesta entrevista, ele fala sobre o lançamento institucional da ANAJURE – Associação Nacional de juristas Evangélicos.


1- Como surgiu a ideia da ANAJURE?

Em 2007, no bojo das sérias discussões e preocupações a respeito do PL 122/2006 – que criminalizava toda e qualquer manifestação contrária ao homossexualismo, inclusive apenando, com prisão, pastores, padres, cientistas, jornalistas, e etc., que se posicionassem desfavoravelmente à prática homossexual – juristas evangélicos, em primeiro lugar, do nordeste, começaram a discutir a criação de uma entidade que estivesse disposta a defender as liberdades civis fundamentais, em especial, no caso cristão, a nossa liberdade religiosa e de expressão. Isso porque, definitivamente, a possibilidade de aprovação de projetos legislativos como o PL 122/2006 – entre outros – estava levando o nosso país a um cenário típico do mundo islâmico-oriental: um cenário de perseguição ao cristianismo e aos seus valores. O que eu chamo, na mesma perspectiva que ocorreu na Alemanha nazista, de “cristeinfrein”, isto é, a formação de políticas públicas de desconstrução do ethos cristão e de perseguição às instituições e pessoas do segmento cristão.

Assim, nos últimos 5 anos, esse grupo de juristas começou a se reunir, com adesões de todo o país (agora temos um grupo representativo de mais de 20 estados), e a formatar o que é hoje a ANAJURE. Em 18 de agosto deste ano, em Campina Grande-PB, onde tudo começou durante um dos Encontros para a Consciência Cristã da VINACC, fundamos a nossa associação, sendo que agora no dia 29/11 estaremos fazendo o lançamento nacional da mesma no centro político do país, o Congresso Nacional.

2- Qual(is) o(s) principal(is) objetivos dessa Associação?

Os nossos objetivos institucionais estão claros: defenderemos, a qualquer preço, as liberdades civis fundamentais, em especial, a liberdade de expressão, a liberdade religiosa, a liberdade de imprensa e as garantias típicas de um Estado Democrático de Direitos que visam à não intromissão do Estado nos assuntos de ordem privada e familiar. Poucos sabem, mas, historicamente, a formação do próprio Estado Democrático de Direito é uma das conquistas do cristianismo, em especial, do protestantismo.

Foram os padres da Escola de Salamanca, nos séculos XIV e XV, e, ato contínuo, os reformadores protestantes do século XV que, em teoria e na prática, estabeleceram os princípios e preceitos gerais do que modernamente se convencionou chamar de direitos humanos fundamentais. Assim, é nesta mesma linha que a ANAJURE contribuirá para que, em nosso país, tais valores e princípios não venham a ser mitigados – como de resto se tentou nos últimos anos – ou desconstruídos através de políticas públicas anticristãs e autoritárias, típicas do atual fenômeno latino-americano de (de)formação de democracias totalitárias (terminologia do filósofo da UFRGS, Prof. Dr. Denis Rosenfield).

3- Já têm algum projeto em andamento, ou alguma ação especifica a ser trabalhada de principio?

Neste momento, o Conselho Diretivo Nacional está desenvolvendo o que chamamos de Planejamento Sistemático de Atuação, o nosso PSA. Neste planejamento, estarão previstos os programas, projetos e atividades da ANAJURE para os próximos anos, especialmente, tendo em vista a conjuntura política e social do Brasil. Por exemplo, em 2014 e 2016, teremos a Copa do Mundo e as Olimpíadas no nosso país. Eventos desta magnitude, certamente, tem grandes impactos e repercussões, não somente na ordem econômica, mas também social e política. Nesse sentido, sabendo do que tem acontecido, quando da realização de eventos esportivos como esses, em outros países, teremos um programa especial contra a prostituição e violência infanto-juvenil. Não mediremos esforços para proteger nossas crianças e adolescentes do chamado “turismo sexual”.

Quando as sirenes tocam em Israel : Relato dos recentes conflitos entre israel e palestinos

Habitantes de uma cidade do Sul de Israel observam os rastos dos mísseis lançados de Gaza.
Ao soar a sirene de alarme, os habitantes devem abrigar-se num lugar coberto.
Quem está demasiado longe deve deitar-se no chão.


As velas de Shabbat estavam acesas há poucos minutos. Com a minha filha mais velha, de quase 4 anos, saí de casa para a sinagoga, a menos de 500 metros de distância. O céu azul do final da tarde, pontilhado de nuvens, tinha uns tons alaranjados no Ocidente. Senti uma gota de sorte por estarmos longe de Gaza. Pensei como iriam passar o Shabbat os habitantes da região costeira de Israel, entre a Faixa de Gaza e Tel Aviv.

Há dois dias, uma nova guerra começara na região de Gaza e do sul de Israel. Quer dizer, a guerra nunca tinha realmente terminado. Desde a retirada militar israelita da Faixa, no Verão de 2005, as cidades israelitas nas proximidades do território palestiniano eram atingidas com frequência por mísseis lançados por terroristas palestinianos. Primeiro os mísseis eram artesanais e com fraca precisão. Com o passar dos anos e o aumento do tráfico de armas iranianas, líbias e sudanesas para a Faixa, o arsenal do Hamas tornou-se mais sofisticado, atingindo cidades cada vez mais distantes.

Na sexta-feira, pela primeira vez em mais de 20 anos, as sirenes de alarme soaram em Tel Aviv, desde que Saddam Hussein retaliou a invasão americana com uma chuva de Scuds sobre Israel. Na tranquilidade de Gush Etzion, lugares como Tel Aviv, Ashdod ou Ashkelon – onde o soar das bombas e das sirenes eram agora realidades presentes –, esta nova guerra parecia, mais uma vez, remota. Um vizinho brasileiro tinha sido chamado para a base. Um dos 16 mil soldados reservistas convocados para uma possível operação militar em Gaza. A esposa, com os dois filhos ficou em casa sem saber a data de regresso do marido. Tanto podem ser alguns dias, como semanas. 


Um poema para Deus




Wilma Rejane


Não quero viver com pressa, acordar e não ter tempo para conversar com Deus
Em diálogo intenso, ainda que seja em silêncio, agradecer pelo dom da vida
Pela esperança mantida, pela graça de ser filha renascida.

Não quero a urgência de conquistar sem me entregar, à Tua vontade.
Não quero as horas sem Tua direção, o riso sem Tua unção
Nego a distância de Teus braços, doTeu afago.


O Dia das Coisa Pequenas




Wilma Rejane


Essa fotografia retrata o Japão após terremoto. São bombeiros e uma civil recolhendo roupas  em meio aos escombros. Guardei-a em meus arquivos para que ficasse bem nítida em meu coração a mensagem que ela me transmitiu: o valor das pequenas coisas. Temos o triste hábito de esquecer rápido as bênçãos, ou mesmo nem percebê-las e dar proporção gigantesca as derrotas.  Aconteceu com os Israelitas quando peregrinaram no deserto, com os discípulos que auxiliaram Jesus em Seu ministério, acontece comigo e com você. Não costumamos agradecer a Deus pelas nossas unhas dos pés (como?) saudáveis, até que uma delas fique encravada e a dor nos incomode a tal ponto de não conseguirmos desfrutar do simples gesto de calçar um sapato fechado.

A imagem me diz que roupas esquecidas em algum lugar do armário têm valor inestimável quando tudo o mais fora arrastado pela água ou soterrado. Aprendo que devo me alegrar até mesmo pelo que é impercebível, pelo desprezível. Que graça teria a vida, sem o conhecimento da dor da morte? O encontro, sem o sofrer da despedida? Não anseio pelo lado obscuro da vida, mas sem ele, sequer perceberia o surgir da luz, da adorável Luz que adentra na escuridão do túnel nos resgatando da solidão e morte.

Em alegoria pergunto: quantas roupas temos esquecidas em nosso armário? Será preciso uma catástrofe para que percebamos o valor que elas têm? 


A morte do grão de trigo



“Em verdade, em verdade vos digo; se o grão de trigo, caindo na terra, não morrer, fica ele só, mas se morrer, produz muito fruto”. João 12:24.




Wilma Rejane


Jesus falava para os gregos que  estavam em Jerusalém: “Ora entre os que subiram para adorar durante a festa, haviam alguns gregos; que se dirigiram a Felipe e rogaram: queremos ver Jesus” João 12: 20-21.  O grão de trigo foi uma simbologia empregada para explicar sobre vida e morte e também morte e ressurreição, tais temas eram motivo de contenda entre gregos e judeus.  Para os gregos, a morte era algo terrível, uma vez que o corpo era considerado fonte de beleza adornado pela alma, o corpo fazia parte da cultura estética relacionada à ética, pois beleza para os gregos não era apenas matéria, mas valores de característica metafísica.

A morte do grão do trigo significava morrer para o mundo, renascer para Deus. Morrer, era renascer para Cristo Jesus, pela fé em Seu nome.  O grão de trigo, lançado em terra para ser transformado em planta, se despe de sua casca, se desnuda e ressurge  com nova aparência (por dentro e por fora). Tal grão conservará alguns de seus elementos, porém terá renascido para uma nova vida em que dará origem a muitos outros grãos. 

Jesus poderia ter usado o exemplo de qualquer outro grão, mas ao falar sobre trigo, Ele também fala de si mesmo: Ele era o Pão da vida, que haveria de morrer e ressuscitar ao terceiro dia. Deixaria a aparência física de homem para receber um corpo glorioso e ser elevado ao céu. Atos 1: 6-9. Tudo era loucura para gregos e também judeus que ficavam divididos quando o assunto era morte e ressurreição. Saduceus e fariseus divergiam quanto a isso: “Pois os saduceus declaram não haver ressurreição, nem anjo, nem espírito; ao passo que os fariseus admitem todas essas coisas" (At 23.8). Jesus não falava para acariciar egos, agradar homens ou sistemas religiosos: “senhores gregos, se vieram até Jerusalém para me ver, saibam que é preciso morrer para viver. É preciso se despir do velho mundo, velho homem e se revestir de eternidade pela renúncia ao pecado, pelo arrependimento !“