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| Não cobice nada do seu próximo. Êxodo 20:17 |
Wilma Rejane
Certa
vez, Abraão teve um encontro com o Rei de Salém, este lhe ofereceu
fazendas em troca de servos, e ouviu como resposta: “Não tomarei coisa
alguma do que é teu, para que não digas: Eu enriqueci a Abraão” Gn
14:23. Abraão era satisfeito com o que tinha, e sabia que poderia ser
próspero e feliz colocando tudo sob os cuidados de Deus. Parte da
infelicidade humana, tem origem na insatisfação entre ser e possuir. Um
breve olhar ao nosso redor nos dirá o quanto de capital e consumo se
exige dos homens, revestidos de pretexto de felicidade. E apesar da
evolução comercial e tecnológica, novas e espantosas descobertas são
realizadas no sentido de curar ou evitar o avanço das doenças
consideradas comuns nessa era: bipolaridade, depressão, ansiedade,
solidão, síndromes e síndromes. Mãos cheias e corações vazios. E esse
não é um dilema apenas dos “ricos”; quem possui sempre quer mais e quem
não possui também. O problema aqui não é entre ricos e pobres, mas
sobre cobiça.
Hebreus
13:5- "Seja a vossa vida sem avareza. Contentai-vos com as coisas que
tendes; porque Ele tem dito: De maneira alguma te deixarei, nunca jamais
te abandonarei”
Queria ser rico
A casa e o jardim do outro lado da rua, não são mais belos. Aquilo que amamos e cultivamos com a benção de Deus é o que nos traz felicidade e se a felicidade reside em nós, para que cobiça? Uma perfeita ilustração sobre o tema é a história do encontro de Jesus com o jovem rico em Mateus 19:16-30. O jovem queria saber o caminho da vida eterna, Jesus se apresenta como Tal e lhe faz o maior e mais importante convite que alguém pode receber em vida: “Vai, vende tudo o que tens e terás um tesouro no céu, vem e segue-me”. O jovem pesou na balança e considerou que suas conquistas materiais eram bem mais importantes que O Reino dos céus, a presença constante de Jesus em sua vida. E o texto termina dizendo que “o jovem partiu triste porque possuía muitas propriedades” Mt 19:22. Penso que este jovem mais tarde se converteu e é ele quem aparece coberto apenas por um lençol próximo a Cristo a caminho da crucificação Marcos 14:51,52). Contudo, naquele momento de negação ao Evangelho em que demonstrou confiança nos bens materiais, ele tinha mãos cheias e coração vazio. O problema do jovem era cobiça, avareza. E por essa causa, sua vida (inconsistente) consistia em possuir bens e ser possuído por eles. Felicidade e vida eterna não são questões de status social, Deus não faz acepção de pessoas, mas assim como o “jovem rico”, muitos podem se perder por depositar a vida nos bens terrenos.
A casa e o jardim do outro lado da rua, não são mais belos. Aquilo que amamos e cultivamos com a benção de Deus é o que nos traz felicidade e se a felicidade reside em nós, para que cobiça? Uma perfeita ilustração sobre o tema é a história do encontro de Jesus com o jovem rico em Mateus 19:16-30. O jovem queria saber o caminho da vida eterna, Jesus se apresenta como Tal e lhe faz o maior e mais importante convite que alguém pode receber em vida: “Vai, vende tudo o que tens e terás um tesouro no céu, vem e segue-me”. O jovem pesou na balança e considerou que suas conquistas materiais eram bem mais importantes que O Reino dos céus, a presença constante de Jesus em sua vida. E o texto termina dizendo que “o jovem partiu triste porque possuía muitas propriedades” Mt 19:22. Penso que este jovem mais tarde se converteu e é ele quem aparece coberto apenas por um lençol próximo a Cristo a caminho da crucificação Marcos 14:51,52). Contudo, naquele momento de negação ao Evangelho em que demonstrou confiança nos bens materiais, ele tinha mãos cheias e coração vazio. O problema do jovem era cobiça, avareza. E por essa causa, sua vida (inconsistente) consistia em possuir bens e ser possuído por eles. Felicidade e vida eterna não são questões de status social, Deus não faz acepção de pessoas, mas assim como o “jovem rico”, muitos podem se perder por depositar a vida nos bens terrenos.







