Wilma Rejane
Um evento ocorrido na Turquia e noticiado massivamente em 15 de Julho último merece a atenção de quem analisa os sinais do Apocalipse. Reproduzo a seguir a manchete do portal da Revista Oeste:
"Após Hagia Sophia, Turquia quer controlar mesquita em Jerusalém. A mesquita de Al-Aqsa é um dos principais locais da fé islâmica; presidente da Turquia mantém péssima relação com Israel."
Qual a dimensão e significado desse evento? O impacto mais significativo diz respeito à retomada da Mesquita de Al-Aqsa em Jerusalém (como afirmam algumas manchetes). Enquanto todos mantêm o olhar na construção do Terceiro Templo em Jerusalém, empreendimento dos judeus ortodoxos que anseiam pelo renascimento do sacrifício de animais e ordenanças Levíticas, esse pode não ser o indício seguro da proximidade da segunda vinda de Jesus.
A construção do Terceiro Templo está em andamento através de planejamentos arquitetônicos e preparação de sacerdotes, só que há um impedimento para a construção: a mesquita de Al-aqsa. Enquanto houver mesquita no cume do monte considerado sagrado, o Terceiro Templo não poderá ser erguido.Para os judeus ortodoxos as escrituras relacionam a vinda do Messias (que na verdade será o Anticristo) ao restabelecimento do culto judaico original que se concretizaria com o renascimento do Terceiro Templo, no local que hoje é a Hagia Sophia e onde funcionou o Templo de Jerusalém, destruído pelos romanos no ano 70.
Se os Islâmicos conseguirem retomar a mesquita em Jerusalém, será a instituição de um grave conflito político e religioso, além de um cumprimento profético para a chegada do Anticristo a quem os judeus ortodoxos chamam de Messias e os Islâmicos chamam de Madjim (Gênio). A retomada da mesquita de Jerusalém pelos turcos, indicaria um domínio islâmicos de fé xiita, um retorno aos tempos áureos do Islamismo e um avanço para a chegada do Madjim, o Messias esperado pelos Islâmicos que na verdade será o Anticristo.
A retomada da mesquita de Jerusalém só será feita sob guerra ou sob um tratado de paz, pois as relações diplomáticas entre Israel e Turquia não existem. Estamos, portanto, diante de uma "bifurcação" de cenário apocalíptico: ou os judeus ortodoxos conquistam o monte do Templo em Jerusalém para saudar o seu Messias (Anticristo) ou os turcos retomam o monte do Templo para saudar o seu Madjim ( Anticristo). De onde emergirá esse poder que governará o mundo?
Se os Islâmicos conseguirem retomar a mesquita em Jerusalém, será a instituição de um grave conflito político e religioso, além de um cumprimento profético para a chegada do Anticristo a quem os judeus ortodoxos chamam de Messias e os Islâmicos chamam de Madjim (Gênio). A retomada da mesquita de Jerusalém pelos turcos, indicaria um domínio islâmicos de fé xiita, um retorno aos tempos áureos do Islamismo e um avanço para a chegada do Madjim, o Messias esperado pelos Islâmicos que na verdade será o Anticristo.
A retomada da mesquita de Jerusalém só será feita sob guerra ou sob um tratado de paz, pois as relações diplomáticas entre Israel e Turquia não existem. Estamos, portanto, diante de uma "bifurcação" de cenário apocalíptico: ou os judeus ortodoxos conquistam o monte do Templo em Jerusalém para saudar o seu Messias (Anticristo) ou os turcos retomam o monte do Templo para saudar o seu Madjim ( Anticristo). De onde emergirá esse poder que governará o mundo?









