Deus está cuidando de você
Chá de agulha de Pinheiro tem se mostrado eficaz para fortalecer sistema imunológico e combater efeitos adversos das vacinas Covid19
Por Mike Adams
Há um antídoto potencial para o atual contágio de proteína de pico que é chamado de Suramin, substância extraída do chá de agulha de pinheiro, encontrado em muitas florestas ao redor do mundo. A suramina tem efeitos inibitórios contra componentes da cascata de coagulação e contra a replicação e modificação inadequadas do RNA e DNA. A coagulação excessiva causa coágulos sanguíneos, mini-coágulos, derrames e ciclos menstruais extraordinariamente pesados.
O chá de agulha de pinheiro é um dos antioxidantes mais potentes que existe e é conhecido por tratar câncer, inflamação, estresse e depressão, dor e infecções respiratórias. O chá de pinheiro também mata parasitas.
Agulhas de pinheiros frescos de árvores apropriadas têm sido usadas por séculos como fontes de vitamina C e outros fitoquímicos que os nativos americanos usavam para tratar infecções respiratórias e outras doenças. A vitamina C é uma cura conhecida para escorbuto, já que o escorbuto é uma doença de deficiência de vitamina C. Agulhas de pinheiro contêm muitas outras substâncias que parecem reduzir a agregação de plaquetas no sangue, potencialmente prevenindo coágulos sanguíneos que levam a derrames, ataques cardíacos e diagnósticos de embolia pulmonar.
Agulhas de pinheiro têm sido usadas por populações indígenas em todo o mundo como alimento e remédio há milhares de anos. Muitas pessoas agora acreditam que as agulhas de pinheiro podem ser capazes de oferecer proteção contra proteínas de espigão - que são armas biológicas projetadas encontradas em vacinas de covid - bem como partículas de "derramamento" de vacinas covid, que também parecem ser armas biológicas projetadas para alcançar a despopulação global.
Judy Mikovits afirma que os globalistas estão bem cientes de que o chá de agulha de pinheiro é a resposta para armas de despovoamento covid, e eles estão secretamente usando chá de agulha de pinheiro para se proteger da própria praga que desencadearam sobre o mundo, explica Mikovitz.
Cavando na ciência por trás de agulhas de pinheiro e covid
Como cientista de laboratório, decidi investigar essa questão com a ajuda do meu conhecimento e experiência laboratorial. Agulhas de pinheiro fresco fervente para fazer um chá é um método de extração que é comumente usado na ciência de alimentos.
Nas tempestades da vida
Wilma Rejane
Jesus apareceu para mim em um sonho
Nunca pensei que estaria seguindo a Jesus. Se alguém tivesse me dito isso há três anos, eu teria rido e pensado que eles eram loucos. Cresci em um lar muçulmano, mas ao longo da minha vida sempre senti que faltava algo. Mesmo quando eu estava contente, sentia que havia um vazio em minha alma.
Meu casamento acabou em 2017 e foi um momento muito difícil, parecia que minha vida estava desmoronando. Quando eu passei por momentos difíceis anteriores, incluindo estar em um relacionamento abusivo e perder meu pai quando eu tinha 20 anos, rezei para o que eu conhecia como Alá. Esse era o deus que eu conhecia. Mas não houve nenhuma comunicação de volta e nenhum conforto. A oração parecia vazia porque não havia qualquer tipo de resposta. Vivia muito deprimida, comecei a duvidar se Deus era mesmo real.
Um dia eu estava vasculhando as redes sociais aleatoriamente e me deparei com um amiga com quem não falava há 15 anos. Naquela época, ela estava em uma fase New Age, ioga e leitura de tarô, e agora a via cantando uma canção de adoração. Achei interessante, pois não sabia que ela havia se tornado cristã. Também notei que ela era mãe solteira, então mandei uma mensagem para ela dizendo: “Como você administra o dia-a-dia?” Ela respondeu: “ Podemos nos encontrar mais tarde?”. Achei um pouco exagerado, mas concordei.
Quando conversamos, e eu fiz a pergunta novamente, ela disse: “Oh, pela graça de Deus consigo administrar bem meu dia a dia”. Achei estranho ela dizer isso.
Ela tinha uma paz sobre ela que nunca tinha visto antes. Ela se ofereceu para orar por mim e eu aceitei. Quando ela orou, eu me senti estranhamente calma. Mantivemos contato e ela me enviou sermões aqui e ali para assistir online. No final de cada sermão, havia um convite para as pessoas aceitarem Jesus e fazerem uma oração de salvação. Eu gostava de assistir aos sermões, mas sempre me recusava a fazer a oração da salvação porque, tendo crescido como muçulmana, dizer que Jesus é o Filho de Deus era a maior blasfêmia.
Sonhar com Jesus
Em busca de um milagre
Wallace Sousa
Por isso, nem me considerei digno de ir ao teu encontro. Mas dize uma palavra, e o meu servo será curado. Pois eu também sou homem sujeito a autoridade, e com soldados sob o meu comando. Digo a um: ‘Vá’, e ele vai; e a outro: ‘Venha’, e ele vem. Digo a meu servo:‘Faça isto’, e ele faz”. Lucas 7:7-8
Introdução
A história do centurião de Cafarnaum é bastante conhecida, não apenas no meio evangélico, mas em todo o mundo, cristão ou não. Por uma boa razão: é um exemplo prático de fé e como ela deve ser praticada. A história nos desafia a exercer um tipo de fé que, até aquela data, ainda não tinha parâmetro de comparação, visto que Jesus mesmo disse “que ainda não havia visto fé como aquela”.
E, até hoje, é uma fé que não encontra rivais.
O centurião era o oficial romano responsável pelo comando de uma guarnição de 100 homens, que geralmente ficavam aquartelados em cidades estratégicas, fosse pela importância ou pela localização geográfica. E, em Cafarnaum havia um centurião que se destacou não apenas pela competência profissional, mas também ficou conhecido pela empatia pessoal e por uma fé ímpar, especial.
Um tipo especial de fé que nos desafia hoje, mesmo passados dois milênios.
Esse homem tinha a reputação similar à que hoje possui um delegado em cidade do interior. Ele era a “autoridade” ou, como dizem alguns, em avançado estágio de decomposição embriaguês: “seu dotô otoridade“. Mas, uma coisa que me chama atenção nesse homem sem nome, sem passado e sem história – mas que marcou a História -, é que ele, apesar disso, era um homem humilde e simples, que atentava para as necessidades das pessoas ao seu redor.
Ah, como homens desse naipe fazem falta nos dias atuais. Infelizmente, muitos hoje, mesmo em posições eclesiásticas, mal sobem um tijolo degrau e já se consideram superiores aos demais. E o que direi de políticos, empresários e até mesmo aqueles que foram nomeados para nos defenderem, agindo como crápulas e criaturas de baixeza tal que encontro dificuldades em encontrar um nome adequado para qualificá-los?
Em meus sonhos de pura fé infantil, me vejo rabiscando um rol de pessoas a quem desejo conhecer ao chegar no Céu (depois de dar aquele abraço apertado no Senhor, óbvio… risos). E, nessa singela lista, rabisco facilmente os nomes de Josué, o maior líder de torcida organizada de todos os tempos (ganhava o jogo no grito), Moisés, seu tutor e destruidor de tutancamões (ou algo parecido). Poderia citar Noé, aquele do “meu barquinho em alto-mar“, e não poderia deixar de fora, claro, Davi, o terror dos gigantes.
Mas, nessa lista ainda incompleta, vou achar um jeito de incluir uma nota de rodapé: “não esquecer de procurar o centurião sem nome“.
Assim, peço que me acompanhe nessa agradável caminhada na qual vamos tentar abordar o que esse anônimo famoso tem a nos ensinar sobre fé, amizade, confiança, humildade e autoconhecimento. Vem comigo.
1. Ele se preocupava com quem lhe era sujeito
Infelizmente, hoje isso é raro: pessoas em elevada posição que se preocupam com quem está abaixo de si. É muito triste ver pessoas investidas de poder utilizando dessa autoridade para pisar e humilhar os mais humildes e menos favorecidos.
Caso você seja ou venha a se tornar alguém de elevada posição, seja social, profissional, eclesiástica ou política, aprenda com o centurião de Cafarnaum a dar mais atenção a quem lhe serve. Fazendo assim, essa pessoa continuará a lhe servir cada vez mais e por mais tempo ainda.
2. Ele não era orgulhoso de sua posição social
Outra mazela da atualidade: pessoas que gostam de mostrar sua posição acima dos outros. É o caso clássico do “você sabe com quem está falando?” na prática, a famosa “carteirada”.
Isso deveria ser um caso de vergonha nacional mas, infelizmente, é um indício de vício cultural. Um vício contaminante, por sinal. Nossa sociedade apresenta sinais claros de que está enferma, e esse é um desses evidentes sintomas.
O centurião nos ensina, através de seu exemplo, a não deixar seu caráter ser contaminado com sua posição.
3. Ele sabia diferenciar poder de autoridade
Apesar de ser bastante fácil de definir o que é autoridade e o que é poder, tornando ainda mais fácil distinguir um do outro, esse ainda é um erro banal e muito repetido, inclusive no meio eclesiástico. A melhor forma de demonstrar o que é um e outro é pelo exemplo, e esta será a forma que tomaremos de empréstimo para tal.
Pense em um guarda de trânsito, fardado e de apito na mão. Ele vê um pedestre querendo atravessar a faixa, mas os carros não lhe dão a vez, então ele se posiciona, aponta para os carros em movimento e faz soar seu apito em alto e bom som.
O que acontece? Os carros param: carros pequenos, motos, carros maiores e até mesmo caminhões e ônibus cheios. Por que param? Porque ele tem autoridade e os motoristas a respeitam.
Mas, o guarda tem poder para parar os carros? Não.
Entendeu a diferença entre autoridade e poder? O centurião tinha autoridade do império romano para dar ordens e manter a ordem, mas não tinha poder.
Nunca se esqueça disso: autoridade é outorgada e revogada; assim como você um dia recebeu, poder perder. Mas, poder não se outorga e não se perde, ou você acha possível que Deus perca Seu poder?
Feliz ano novo; com fé, amor e esperança!
Wilma Rejane
"Abraão, esperando contra a esperança, creu, para vir a ser pai de muitas nações, segundo lhe fora dito: Assim será a tua descendência" Rm 4:18
Esperando contra a esperança, essa frase é curiosa . Como pode alguém “esperar contra a esperança”? Abraão realizou esse feito e se ele foi um homem que agradou a Deus, certamente devemos aprender com ele. Há um ditado popular que diz: "esperança é a última que morre"; a verdade é que nossa esperança de fato morreu mas ressuscitou ao terceiro dia, Ela se chama Jesus. Esta foi a causa que fez Abraão esperar vinte e cinco anos pela realização de uma promessa, sem perder a alegria diária. Abraão era um homem de oração e colocava toda sua expectativa no Senhor Deus e não no aspecto natural das coisas. Jesus é a própria esperança tanto dos antigos como das novas gerações e isso pode ser constatado em uma análise Bíblica sobre o significado da Palavra. Há pelo menos três versões Bíblicas para esperança, vamos conhecê-las?
Três esperanças:
Tiqvah:Vem do verbo hebraico gavah que significa: “Olhar esperançosamente em uma direção particular” ou “esticar uma corda” (Strong 08615) Essa foi a esperança realizada na vida de Raabe ( Josué 2: 18 - 21) e que aparece cerca de 33 vezes somente no Antigo Testamento. Esperança era o cordão na cor vermelha esticado na porta da casa de Raabe, para livrar a ela e a toda família da morte. E em acordo com a afirmação de que Jesus era a esperança tanto dos antigos, como das novas gerações, Ele é essa Tiqvah na porta da casa de Raabe em semelhança ao sangue espargido na entrada das tendas dos israelitas ao serem resgatados da servidão do Egito: Êxodo 12:13: 13: “ O sangue será um sinal para indicar as casas em que vocês estiverem; quando eu vir o sangue, passarei adiante. A praga de destruição não os atingirá quando eu ferir o Egito.” Profeta Oseias confessou olhar atentamente para Deus a espera de um resgate para nação de Israel. É linda a oração desse profeta cheio de esperança:
“ E lhe darei as suas vinhas dali e o Vale de Acor por porta de esperança; e ali cantará como nos dias de sua mocidade, e como no dia em que subiu do Egito” Oseias 2:15.
O Vale de Acor foi o lugar onde o israelita Acã foi morto com toda a família por roubar e mentir. Esse vale também era chamado de “vale dos problemas” e Oseias, utilizando o sentido Tiqvah, profetiza que em Cristo (A porta de esperança) todo problema pode ser convertido em alegria, em canção. Em Cristo, todos poderiam ser libertos da escravidão e da semelhante morte de Acã. Meu Deus, isso é grandioso, e não é um sonho feito de palha, é realidade! Milhões de pessoas em todo o mundo estão confessando essa esperança e tendo as vidas transformadas. Estão cantando novas canções em substituição aos gemidos de morte.
Yachal: É o mesmo que “permanecer confiante”, “aguardar pacientemente” (Strong 03176). Ocorre pelo menos 38 vezes no Antigo Testamento, isto é: de forma explicita, porque “yachad' é revestimento dos que põem a força da vida no Senhor Jesus, e destes se faz a história de fé e milagres em todas as gerações. A primeira ocorrência de Yachad está ligada a vida de Noé em Gênesis 8:10: “E esperou ainda outros sete dias, e tornou a enviar a pomba fora da arca. " Noé aguardou firmemente e enquanto a arca balançava sobre as águas do dilúvio, ele acreditava alegremente que veria novamente a terra seca, pisaria sobre ela com toda sua família. Os animais correriam para seus lugares também alegremente, saltitando entre pastos e riachos. Noé esperou o retorno da pombinha trazendo uma folha verdosa em seu bico, que símbolo magnifico de esperança! O Espirito Santo de Deus tornando novas todas as coisas porque um homem permaneceu confiante na Promessa de salvação!
Romanos 12: 12 . "Alegrem-se na esperança, sejam pacientes na tribulação, perseverem na oração."
O terceiro e último significado Bíblico para esperança é:
Elpis: Ocorre em I Tessalonicenses 1:3: "Lembrando-nos sem cessar da obra da vossa fé, do trabalho do amor, e da paciência da esperança em nosso Senhor Jesus Cristo, diante de nosso Deus e Pai". Aqui, no idioma grego, se refere a “permanecer confiante em uma promessa” (Strong 1680). Esperança na graça de Deus para vencer o mundo terreno firmado na promessa de eternidade com Cristo. É interessante porque sem Cristo essa certeza de vencer a vida e a morte, não se concretiza. Nenhuma filosofia, por mais racional e envolvente que pareça, garante o acesso a eternidade com Deus: “E em nenhum outro há salvação, porque também debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos.” Atos 4:12.
"E há esperanças, do derradeiro fim..." Jr 31:17
Não sei qual o motivo de sua espera, mas todos nós esperamos e todos os dias. Coisas rotineiras e que julgamos pequenas ou coisas que de uma forma mais intensa, consome nossos esforços, é um sonho maior. Aprendamos com as três faces da esperança, sabendo que nada grande se alcança sem que antes valorizemos “o pequeno, o simples”. Abraão esperou por 25 anos a chegada de Isaac (riso), mas foi preciso aprender com cada passo dado em direção a Terra Prometida. Noé fez toda diferença em sua geração, não se curvou as ofertas, não se intimidou com as criticas, renunciou a uma série de coisas para olhar firmemente para Deus. Enquanto os demais, comiam, bebiam, brincavam de ser feliz seguindo os padrões humanos de competição e outras passagens, Noé buscava conhecer a vontade de Deus para ele. Deve ter sido chamado de doido, careta e tudo o mais. Porém, teve a maior recompensa.
O cinto de pano de Jeremias e o ano novo.
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| O Senhor guarda a todos os que O amam - Salmo 145:20 |
WilmaRejane
- “Assim me disse o Senhor: Vai, e compra um cinto de linho e põe-no sobre os teus lombos, mas não o coloques na água. E comprei o cinto, conforme a palavra do Senhor, e o pus sobre os meus lombos.
- Então me veio a palavra do Senhor pela segunda vez, dizendo: Toma o cinto que compraste, e que trazes sobre os teus lombos, e levanta-te; vai ao Eufrates, e esconde-o ali na fenda de uma rocha. E fui, e escondi-o junto ao Eufrates, como o Senhor me havia ordenado.
- Sucedeu, ao final de muitos dias, que me disse o Senhor: Levanta-te, vai ao Eufrates, e toma dali o cinto que te ordenei que o escondesses ali. E fui ao Eufrates, e cavei, e tomei o cinto do lugar onde o havia escondido; e eis que o cinto tinha apodrecido, e para nada prestava. ” Jeremias 13:1-7
Significado da simbologia:
Ajuda para os desabrigados pelas chuvas na Bahia
Alegrai-vos com os que se alegram; e chorai com os que choram; Romanos 12:15
Wilma Rejane
Nossa solidariedade aos moradores das regiões afetadas pelas enchentes. Esse é um final de ano difícil para os que perderam tudo por conta das enchentes. Por pior que seja a situação, sabemos que uma hora as águas irão baixar e a vida recomeçar com muito trabalho para reconstruir o que se perdeu.
Sabemos que existe descaso político com infra estrutura de muitas cidades que mesmo representando perigo a população, em especial a carente, não recebe atenção devida. A cronicidade desse problema aflora nessas horas.
O Valor da Santidade
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