Quando tudo parecer perdido...
Você se sente preso a cordas do pecado?
Lembro de ter lido sobre a maneira de adestramento dos elefantes de circo. O adestrador amarra uma corda bem grossa na pata do elefante e prende-o a uma árvore. O elefante tenta caminhar e não consegue. Depois de tentar várias vezes, ele acaba se convencendo de que a corda é mais forte do que ele, assim, o elefante está pronto para viver em cativeiro. Uma potência em força e tamanho, mas absolutamente dominado porque não têm consciência de quem ele é.
Amanhã pode ser um novo dia
João Cruzué
Anos atrás plantei as sementes de uma goiaba vermelha no quintal e elas brotaram! Então, eu escolhi a muda mais bonita e plantei em um lugar especial. E depois sonhei que um dia amarraria uma gangorra (balanço) em um de seus galhos para balançar a Priscila, nossa primeira filha. Nos anos seguintes, não só balancei a Priscila, com mais tarde, também veio a Aline. Todo ano, suas folhas envelheciam e caíam no fim do inverno. Imagino que ela se preocupava com a aparência despida de uma árvore morta, mas aquela goiabeira sabia que quando voltasse a Primavera, novas folhas ainda mais verdes brotariam. Hoje quando olhei para o quintal, um pensamento passou diante de mim: eu pude ver, também, que muitas pessoas precisam saber que Deus cuida das árvores para mostrar que nos ama!
Quando aos olhos das pessoas próximas nós parecemos cheios de defeitos, imprestáveis, derrotados, sem futuro e de vez em quando algum comentário chega até nossos ouvidos: "Bem feito!"- a estação é o inverno.
No mundo tereis aflições, mas não perca o ânimo
Wallace Sousa
Não jogue fora sua confiança em Deus
Em busca de respostas para preencher o vazio da alma
Wilma Rejane
Antes do surgimento da escrita, da moeda, havia na Grécia a predominância da tradição oral. A mitologia era a forma cotidiana para se explicar os conflitos humanos, bem e mal permeavam o misterioso e familiar mundo do mito que pela relação com a realidade dos ouvintes, era religiosamente respeitado. Dessa forma, a Grécia influenciou e inovou a tradição pagã ao inserir imagens de heróis e bandidos semelhantes a homens, mas com poderes divinos.
Depois dos mitos, veio o aparecimento da Filosofia que buscava de forma racional encontrar através do cosmo, da natureza, a origem de todas as coisas. O mito falhou em sua forma de explicar o mundo, a Filosofia ascendeu como esperança de se desvendar o mistério sobrenatural exposto nas maravilhas do universo. Mito e Filosofia, de forma direta e indireta, buscavam a Deus. A inquietude da alma dos gregos lhes dizia haver bem mais entre céu e terra, para além das cortinas celestes, além das interrogações.
Foi no mundo grego que surgiu a palavra milagre, ele se referia a Filosofia, a capacidade de desenvolver o pensamento lógico em busca da verdade. Isso tudo é tão incrível, porque revela que o homem, desde sempre, busca por Deus. Do mito a Filosofia. Mais incrível ainda é saber que Deus utilizou justo a língua grega para espalhar a mensagem do Evangelho entre as nações. Não, não quero que isso soe supersticiosamente, mas preciso, planejado, lance de Mestre!
Todo o ambiente grego e sua influencia universal ajudaram não apenas na escrita do Evangelho, mas em sua propagação pelo mundo. E depois do surgimento do cristianismo, vamos constatar uma queda definitiva dos mitos e da filosofia naturalista. A Verdade enfim, havia chegado, o Reino de Deus era a resposta a essa interrogação que pairava tanto para gregos quanto para os não gregos. Judeus e gentios. Mas essa Verdade ainda é loucura para muitos e por isso, a busca não tem fim.
7 festas judaicas que apontam para Jesus Cristo
Jesus frequentemente apontava para o “princípio” (Gênesis), a Lei de Moisés (cinco primeiros livros) e os profetas (Jeremias a Malaquias) para revelar o plano de Deus para a humanidade e pistas para reconhecer o Salvador. Para os judeus de seu tempo, entender o Antigo Testamento era a chave para descobrir que Jesus é o Messias prometido.
E se você ouviu as Boas Novas do Novo Testamento e recebeu Jesus como seu Salvador, as profecias e simbolismos do Antigo Testamento fornecem mais provas e garantias de que Jesus é o Cristo, o filho do Deus vivo.
1. Páscoa - Levítico 23:4-8
Esta festa lembra a última praga no Egito, quando o anjo da morte “passou por cima” dos filhos de Israel que aplicaram o sangue do cordeiro em suas portas. Os israelitas pegaram um maço de hissopo e o mergulharam no sangue da bacia junto à soleira. Subindo, eles o colocaram no lintel, então tocaram os dois lados da moldura (Êxodo 12). Você consegue ver as imagens? De baixo para cima, de um lado para o outro: o movimento formava uma cruz.
O anjo da morte e a primeira páscoa por Charles Foster
Quando João Batista disse: “Olha! O Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo!” (João 1:29, NLT), ele entendeu a referência do Antigo Testamento. E no Novo Testamento vemos que Jesus – nascido em um estábulo, visitado por pastores e levado ao matadouro – é aquele cordeiro enviado por nós. Sua morte permite que o julgamento que merecemos passe sobre nós.
Quando aceitamos a Cristo, aceitamos o presente amoroso de uma segunda chance – por causa de sua morte na cruz, temos uma ficha limpa!
2. Pão sem fermento - Levítico 23:6
Esta festa de sete dias começa no dia seguinte ao início da Páscoa. Na pressa dos israelitas de deixar o Egito, não havia tempo para acrescentar fermento (fermento) ao seu pão. Durante esse tempo, lembrando-se das dificuldades no Egito e como Deus os libertou do cativeiro, os judeus não comem nada fermentado.
O fermento muitas vezes representa o pecado e a decadência na Bíblia. Uma vez incorporado, o fermento torna-se uma parte inseparável do pão; o mesmo é verdade para o efeito do pecado em nossas vidas. Os judeus estavam constantemente sacrificando animais sem mácula para expiar temporariamente o pecado. Somente o Messias, o sacrifício perfeito e sem pecado, poderia oferecer uma solução permanente.
Pães sem fermento ou pães ázimos
O pão sem fermento representa a vida sem pecado de Jesus; ele é o único sacrifício perfeito pelos nossos pecados. Em João 6:35, Jesus afirma com ousadia que ele é o pão da vida. Ele não apenas remove nossos pecados, ele nutre nossas almas!
3. Primícias - Levítico 23:10
A Festa das Primícias é uma das três festas judaicas da colheita para agradecer e honrar a Deus por tudo que ele providenciou. Embora não soubessem na época, os filhos de Israel estavam comemorando o que se tornaria um dia muito importante.
Figos
Os sacerdotes sacrificavam cordeiros da Páscoa no dia 14 do mês de Nisan, e o primeiro dia da Páscoa era o 15º. A Festa das Primícias foi celebrada no terceiro dia, 16 de Nisan. Esta celebração do “terceiro dia” foi no mesmo dia em que Jesus ressuscitou dos mortos. Em 1 Coríntios 15:20 Paulo se refere a Jesus como as primícias dos mortos. Ele representa a primeira da grande colheita de almas – incluindo você – que ressuscitará para a vida eterna por causa da nova aliança em seu sangue (Lucas 22:20).
4. Festa das Semanas ou Pentecostes - Levítico 23:16
Esta festa é a segunda das três festas da colheita. Ocorre exatamente sete semanas após a Festa das Primícias, por isso também é chamado de Pentecostes, que significa “50 dias”. Tradicionalmente, esperava-se que as pessoas trouxessem a primeira colheita de grãos ao Senhor, incluindo dois pães fermentados.
Relação entre o sacrifício da novilha vermelha e o final dos tempos
Sobre as escolhas da vida
Wallace Sousa
Hoje invoco os céus e a terra como testemunhas contra vocês, de que coloquei diante de vocês a vida e a morte, a bênção e a maldição. Agora escolham a vida, para que vocês e os seus filhos vivam, Deuteronômio 30:19
Se, porém, não lhes agrada servir ao Senhor, escolham hoje a quem irão servir, se aos deuses que os seus antepassados serviram além do Eufrates, ou aos deuses dos amorreus, em cuja terra vocês estão vivendo. Mas, eu e a minha família serviremos ao [escolhemos o] Senhor”. Josué 24:15
(grifos acrescidos)
Fazer escolhas é dolorido. Temos medo de errar, temos receio de sofrer, temos medo de escolher o ruim e desprezar o bom. Escolher, em suma, é um misto de arte, dor, superação e aprendizado. Quero compartilhar, com você, meu car@ leitor@, novo ou velho, recente ou antigo, coisas para lhe fazerem pensar, enquanto eu mesmo penso nessas coisas que nos fazem pender entre, no mínimo, 2 alternativas.
Quando penso em escolhas, fico… penso, pendendo de um lado para outro, tal qual o pêndulo de um grande relógio de parede, a princípio sem saber o que escolher. Uma hora inclino-me a isto, outra hora a aquilo. Escolher dói, sempre dói. Quando a escolha não dói na entrada, doerá na saída. E digo: é melhor doer antes, porque é muito mais suportável, do que depois. A dor do depois, depois que a escolha já foi feita é, não raro, quase insuportável e irreversível.
Escolher bem, eis a decisão que temos diante de nós. Pergunto: como escolher bem? Respondo: não sei, só sei que é assim, vou escolhendo. Outras vezes, vou sendo escolhido. Vou vivendo nesta vida cheia de escolhas, cheia de opções, onde desconhecemos o futuro de nossas escolhas, e só conhecemos o presente daquilo que escolhemos. Não se preocupe, estava apenas divagando, enquanto escolhia as palavras “certas” a lhe dizer… mas, não sei se fiz uma boa escolha. Quem dirá? Talvez, você.
Mas, retornemos à realidade, à dura e crua realidade, a das escolhas que fazemos. Aliás, por que e como você chegou aqui? Por que escolheu ler este artigo em uma relação? Por que o título lhe chamou a atenção? Por quê, hein? Escolhas, estamos fazendo isso todos os dias, e o dia todo…
Eu escolho o que escrevo, você escolhe o que lê, escolhemos o que vemos, como vivemos, o que fazemos, e alguns escolhem até como querem morrer. Outros, escolhem viver. Eu, por outro lado, escolho não apenas viver, mas lutar e, quem sabe, vencer. Eu me dou o direito de escolher. Eu escolho poder escolher.
Desculpe, divaguei novamente. Vou tentar ser mais realista e prático, a partir de agora.
O que me motivou a escrever este post foi, confesso, ver tantas pessoas fazendo escolhas erradas. Muitas dessas, conheci, conheço e admiro ou amo. Suas escolhas desastradas me chocaram ou, pelo menos, as consequências dessas escolhas mal-feitas. Talvez porque me façam lembrar minhas próprias escolhas ruins. Ver quem você ama ou admira sofrer é uma forma de sofrer na pele dos outros, ou sofrer na própria pele os problemas dos outros.
Mas, enfim, como mitigar, pelo menos ao nível do suportável, a dura tarefa de fazer escolhas? Vou utilizar alguns dados de minha própria experiência, complementado por experiências alheias, próximas ou distantes, para tentar lhe dar alguma luz nesse tenebroso túnel que é decidir entre difíceis escolhas. Talvez, se eu tivesse lido “A escolha de Sofia“, o post poderia ser mais rico, ou talvez eu apenas dissesse “vá ler o livro A escolha de Sofia“, e pronto! Mas, não, mesmo não tendo o livro, vou me arriscar a dizer-lhe algo útil, assim espero.
Embora não me considere um expert em decisões acertadas, já enfrentei muitas provas nesta vida, sendo muitas delas travadas no campo de batalha “papirístico” (passe o mouse em cima), onde minha espada era uma simples caneta ‘bic‘. Não obstante não ter havido derramamento de sangue, essas batalhas me renderam as cicatrizes mais dolorosas e profundas que uma decepção pode trazer. Hoje, não doem mais, são apenas marcas de um passado que ficou para trás, mas que me trouxe, também, muitas vitórias.
Vamos ao que interessa.









