Está se sentindo sozinho?
Marxismo cultural e a perseguição da igreja
O Marxismo cultural, surgiu nos idos de 1930 e 1968 quando um grupo de filósofos se uniu na Universidade de Frankfurt, na Alemanha, elaborando maneiras de influenciar a sociedade a partir do Marxismo. Com grande sucesso, as ideias da Escola de Frankfurt, com destaque para Antônio Gramsci, ganharam o mundo, dominando as artes, a educação escolar em todos os níveis e demais áreas.
"O marxismo cultural é uma vertente da teoria marxista que entende que a transformação da sociedade e da política é feita com base em esforços académicos e intelectuais contínuos para subverter a cultura ocidental. A revolução tomará o poder não pelas armas, mas pela destruição de valores e crenças tradicionais que serão substituídos pelos valores revolucionários. A modalidade marxista cultural surge a partir dos escritos de Antônio Gramsci."
Me familiarizei com o assunto ao me graduar e pós graduar em Filosofia e cursar graduação em Sociologia, tudo em universidades publicas. Convivi por anos no ambiente insólito das universidades, notadamente irrigado por ideologias comunistas que norteavam os conteúdos didáticos e comportamentos tanto de discentes quanto de docentes.
Contudo, o que me fazia permanecer e prosperar era a certeza de que Deus tinha um propósito para mim em tais ambientes, era a certeza de quem eu era em Cristo Jesus. Nunca discuti ou confrontei meus professores, fui aprendendo com a Filosofia a argumentar e com o Espírito Santo sobre " o que e quando argumentar". Há um provérbio Bíblico que diz:
"Sendo os caminhos do homem agradáveis ao Senhor, até a seus inimigos faz que tenham paz com ele" Provérbios 16:7.
Sim, Deus tinha um propósito para mim nos cursos de Filosofia e Sociologia, pude realizá-lo quando fui chamada a ministrar tais disciplinas nas escolas de Educação Básica, até então só ministrava Ensino Religioso. Pude, então, dialogar com os alunos sobre os perigos e armadilhas do Marxismo cultural, sobre sua influência na sociedade e a necessidade de transformar a mente para conhecer a vontade de Deus. Permanecer naqueles ambientes insólitos me preparou para identificar e combater o Marxismo cultural junto aos jovens.
A sociedade tanto do Brasil como em outros países, está completamente dividida e o marxismo cultural é um dos grandes responsáveis por tamanha destruição. O diabólico poder do comunismo se arraigou nas sociedades dando ocasião para prática do pecado e vice versa. A mulher, a família, a igreja, o trabalho, tudo foi sendo destruído e sem qualquer poder bélico, vidas foram captadas, alienadas, se tornando contrárias a Deus, vitimizadas para serem acolhidas pelo Estado, o mesmo que as dividiu.
A triste verdade é que o Marxismo cultural que possuí aparência de inclusão, já domina muitas denominações e lideres religiosos. Quando um cantor que outrora era conhecido por compor louvores espirituais chega ao ponto de afirmar que a melodia do hino da harpa cristã "alvo mais que a neve" é racista, está mais que comprovado que a arte, inclusive musical, se certifica na vida de muitos pelo conteúdo Marxista.
Eis o "X" da questão: muitos foram se tornando comunistas de modo consciente, outros, sem se darem conta, uma vez que o comunismo é ofertado de forma cultural, nos outdoors espalhados pelas cidades, nas capas de revistas físicas e digitais, nas vitrines de perfumes, na indústria da moda, de entretenimento, até mesmo nos desenhos infantis.
Ao se desejar e consumar o desejo, com a prática de toda ideologia marxista que permeia o cotidiano que torna "natural" o que é pecado, forma-se o discípulo. Falo da prática do pecado, motivado culturalmente, pela divulgação em massa de ideologias contrárias à santidade, por exemplo: uma certa empresa que utiliza em campanha publicitária casais homoafetivos gerando entusiasmo pela causa, adesão à ela; uma denominação que cultiva discurso de inclusão levando para seu púlpito pessoas não convertidas para ministrar.
Pois os filhos deste mundo são mais astutos no trato uns com os outros do que os filhos da luz. Lucas 16:8
Apesar de todos os males que existem
Wilma Rejane
Não se desespere
Deus abençoe as famílias brasileiras
Wilma Rejane
Olá queridos leitores,
Eis a minha família, à direita meu filho Filipi com esposa e filho, à esquerda minha filha Joyce com suas filhas, ao centro eu e meu amado esposo. A foto é de 29 de Dezembro de 2022, em nosso passeio ao litoral do Piauí. A internet por aqui não é boa, por isso escrevo brevemente, finalizando o ano com essa postagem em família.
Feliz ano novo à todos! Deus abençoe nosso país e as famílias brasileiras, em nome de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo!🙏
O Natal da água e do espírito
O Natal em seu verdadeiro sentido que ganha vida com a ressureição de Jesus Cristo e não apenas com o seu nascimento tão repercutido em encenações nesse período do ano. É na ressurreição de Jesus Cristo, Yeshua Hamashia, que está a esperança de todos os homens porque está escrito " Ninguém pode entrar no Reino de Deus se não nascer da água e do Espírito" (João 3:5) . Nascer de novo é arrepender-se dos pecados, transformar-se pela ação do Espírito Santo, pela confissão de que Jesus Cristo é Senhor e Salvador de fato e de direito.
Natal é Jesus Cristo habitando em nós, nosso coração é a "manjedoura" que abriga o filho de Deus, nascido uma vez em carne, Verbo da vida, Verbo que ganhou vida! E renascido, ressuscitado em Espírito, para ascender aos céus de onde há de voltar, breve virá!
Natal é esperança eterna no coração dos homens, uma esperança que ninguém pode roubar ou apagar. Natal é paz em meio a guerra, é alegria silenciosa em meio ao luto, é abundante graça em meio às provações, é consolo em meio as desilusões.
E sem esquecer que o Brasil ainda atravessa tempos difíceis no campo político social, faço votos de que permaneçamos em oração por nosso país, pelas pessoas que se encontram nos quartéis, a mercê de chuva, sol, expostos a doenças e violências, sem conforto algum, muitos sofrendo críticas, perdendo emprego, rompendo laços afetivos.
Do primeiro ao sétimo capítulo e por toda a vida.
Wilma Rejane
A releitura do livro de Esdras falou intensamente comigo nesses últimos dias, eu precisava ouvir tudo que ouvi através da vida e ministério do escriba e sacerdote que liderou um grupo de aproximadamente cinco mil pessoas, quando do retorno dos judeus do exílio Babilônico em 457 a.C. O movimento restaurador provocado pela liderança de Esdras, chegou até mim pelas páginas da maravilhosa Palavra de Deus, viva e eficaz!
Esdras era um ilustre desconhecido, alguém que escreve o livro de mesmo nome, mas não aparece nos primeiros capítulos da história de restauração do templo de Jerusalém e do retorno dos judeus para sua terra natal. Onde estava Esdras quando Zorobabel liderou o primeiro grupo de exilados, libertos e em procissão para Jerusalém? Ele não aparece! A grande batalha espiritual travada pela reconstrução do templo é narrada e de forma grandiosa Deus fortalece homens, abre caminhos, dirige corações de reis, na elaboração de decretos e prepara a linda Jerusalém para receber seu povo. O mesmo povo de dura cerviz que teima em errar e Deus insiste em amar. Oitenta anos aproximadamente de cativeiro, tempo suficiente para Israel se arrepender dos pecados e se voltar para Deus.
E como em todos os tempos, Deus envia seus profetas para despertar a consciência humana sobre a necessidade de mudanças, arrependimento. Os judeus foram para o cativeiro e os profetas com eles. Terra estranha, dor e sofrimento, e Deus com eles; amparando, fortalecendo. Qual de nós não viveu cativeiros? Não estamos sós, nem desamparados, é Deus falando, é nossa vida sendo revirada para que nossos corações sejam transformados. O homem que não se melhora através da dor, que nela, não se achega mais ao Senhor, não cresce, não se enriquece, antes se enfraquece. Na multidão de cativos estava Esdras, voz Divina, fazendo jus ao seu Nome : Esdras do hebraico Ezra עֶזְרָא ,abreviação de עַזְרִיאֵל 'Aquele que ajuda”.
Ouvi Deus em meio ao meu pior sofrimento, quando dores de morte me cercaram, quando a vida me decepcionou, busquei a Deus do cativeiro e Ele me respondeu: “O que me consola na minha angústia é isto: que a Tua Palavra me vivifica” Sl 119:50. Esdras nos diz que não podemos esquecer o primeiro amor ( Ap 2:4) não podemos esquecer que Deus continua falando a Seu povo, que necessita deixar a Babilônia para retornar a uma Jerusalém restaurada, de muros e alicerces firmes. Restaurar Israel foi missão de Esdras que guiado pelo Espírito Santo se destacou entre a multidão. Esdras, que não aparece, do 1º ao 6º capitulo do livro de mesmo nome, de repente, na sétima melodia, no sétimo capitulo do livro é apresentado, com honras:
“ Filho de Abisua, filho de Fineias, filho de Eleazar, filho de Arão, o sumo sacerdote, este Esdras subiu da Babilônia. Ele era um escriba versado na Lei de Moisés, dada pelo Senhor, seu Deus, que estava sobre ele, o rei lhe concedeu tudo quanto pedira. Porque Esdras tinha disposto o coração a buscar a Lei do Senhor e para a cumprir, e para ensinar em Israel os seus estatutos e os seus juízos” Ed 7: 5,6,10.
Não desanime
Esta mensagem foi escrita para você que está passando por grandes dificuldades e diante de tantas incertezas e más notícias parou e se perguntou: E agora, o que é que eu vou fazer amanhã?
Bom, eu também já me fiz várias vezes esta pergunta durante certo tempo de minha vida. Um tempo ruim que sempre acontece na vida de todas as pessoas - inclusive cristãs.
Se amanhã quando você se levantar, sentir-se a pior das pessoas e chegar ao ponto de desejar a morte, saiba que existe um propósito para suas aflições. Se você ainda não é um cristão, dobre seu joelho lá no seu quarto e peça ajuda para Jesus. Converse sobre seus problemas como se estivesse diante do maior amigo que nunca teve. Ele vai lhe ajudar.
Se você já é um cristão e Jesus tem sido o Senhor da sua vida - creia. Creia que o que o Senhor está preparando você para receber grandes bênçãos que ainda não sabe. Quando se levantar pela manhã, triste e desesperançado, lembre-se desta palavra: E uma coisa faço, e é que me esquecendo das coisas que para trás ficam, e olhando para as que estão adiante de mim, prossigo para o alvo, pela soberana vocação de Deus - em Cristo Jesus.
Deus me respondeu com um letreiro luminoso
Wilma Rejane
Olá, queridos leitores!
Esse é mais um artigo sem pretensão de estudo bíblico aprofundado ou devocional. Escrevo-o pela necessidade de expressar algo que ocorreu comigo, com o objetivo de edificar, testificar, alegrar aqueles que amam a Deus e creem que é vontade Dele manter um relacionamento conosco, ouvir nossas orações e respondê-las a Seu tempo e modo. Escrevo-o para exaltar, glorificar nosso Pai eterno e não para glorificar a mim mesma, pois, aquele que se exalta, humilhado será (Mateus 23:12).
Estava eu lendo o Evangelho de Mateus, capítulo 25, a parábola das dez virgens, sobre a qual já escrevi um estudo que você pode ler Aqui. E enquanto lia, novas interpretações foram surgindo e também algumas indagações que em oração fiz a Deus. Detalho a seguir as interpretações e interrogações:
- A parábola fala de dez virgens, cinco tolas e cinco sabias; dois grupos distintos, ambos aguardando a chegada do Noivo que na parábola representa Jesus Cristo.
- O que eu ainda não havia percebido anteriormente e que agora me era claro, era o fato das virgens tolas, estarem absolutamente convictas de que eram sábias.
-As virgens tolas, estavam no lugar certo, na hora certa, com as companhias certas. Elas tinham entendimento sobre o que estavam esperando, tinham instrumentos apropriados: eram virgens, tinham lamparina nas mãos e faziam parte de um grupo separado da multidão.
-As virgens tolas eram exceção, pensavam diferente, agiam diferente, conheciam as Escrituras, amavam a Jesus. Faziam todas as coisas que as virgens sabias faziam.
- Mas as virgens tolas, eram tolas. Elas não conseguiram se aliançar eternamente com o noivo, constituindo um casamento. Não o fizeram porque lhes faltou azeite na lamparina, o azeite lhes daria luz, luminosidade, claridade, fazendo-as enxergar melhor o caminho, as situações, a Verdade!




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