Wilma Rejane
O céu está vendo
As chaves que derrubaram as muralhas de Jericó
Wilma Rejane
Recomeçar a vida
“Darei a vocês um coração novo e porei um espírito novo dentro de vocês; tirarei da carne de vocês o coração de pedra e lhes darei um coração de carne. Porei dentro de vocês o meu Espírito e farei que andem nos meus estatutos, obedeçam aos meus juízos e os cumpram.” Ezequiel 36 : 26 - 27
O Senhor está falando de um transplante de coração, não de um transplante físico, mas espiritual. O coração é mais do que um órgão que bombeia sangue vital para o resto do corpo. O coração simboliza tudo o que significa ser humano. Muitos transplantes de coração são realizados todos os anos, e somos a primeira geração a entender como um novo coração pode substituir um antigo. Mas o que precisamos é do tipo de coração que o Senhor deseja que tenhamos.
Ter um novo coração nos dará a maravilhosa sensação de que há outra pessoa dentro de nós, Jesus Cristo, e quão gratos seremos porque dentro de nós está batendo o próprio coração de Deus.
Hoje, com tudo o que está acontecendo em nosso mundo, nossos corações estão endurecendo. Mas Deus pode nos dar um transplante de coração, onde Ele removerá nosso coração de pedra e nos dará um coração de carne, isto é, um coração aberto a tudo o que Deus tem.
A Páscoa da cruz
Desvendando o enigma dos filhos de Jó
Jó era um homem justo e temente a Deus, mesmo sendo íntegro e fiel, perdeu tudo e sofreu muito. Depois de suportar suas provações, Deus lhe restaurou os bens e muito mais, derramou Suas bênçãos sobre a vida de Jó.
Mas como devemos entender Deus restaurando os filhos de Jó? Parece haver um enigma sobre o fato. O problema surge ao observarmos a narrativa final do livro, no último capítulo, quando Deus duplica tudo que Jó havia perdido, porém, não duplica o número de seus filhos, vejamos:
No inicio do livro de Jó, antes das tragédias em sua vida é dito:
Havia um homem na terra de Uz, cujo nome era Jó; e era este homem íntegro, reto e temente a Deus e desviava-se do mal. E nasceram-lhe sete filhos e três filhas. E o seu gado era de sete mil ovelhas, três mil camelos, quinhentas juntas de bois e quinhentas jumentas; eram também muitíssimos os servos a seu serviço, de maneira que este homem era maior do que todos os do oriente. Jó 1:1-3
Com o fim da provação de Jó e a chegada da restauração, é descrito:
E o Senhor fez voltar o cativeiro de Jó, quando ele orou pelos seus amigos; e o Senhor deu a Jó o dobro do que ele tinha antes. Assim, o Senhor abençoou o último estado de Jó mais do que o seu início, pois ele tinha quatorze mil ovelhas, seis mil camelos, mil juntas de bois e mil jumentas. Ele também tinha sete filhos e três filhas. Jó 42:10, 12-13.
Deus duplicou literalmente tudo que Jó havia perdido, mas, em relação aos filhos, a duplicação não acontece.
Se, antes da provação ele tinha dez filhos, com a duplicação, deveria ter vinte. Somados os vinte filhos com os dez contados no início do livro de Jó, antes das perdas e provações, o número total deveria ser trinta. Contudo, o que se entende do contexto geral, da soma dos filhos é que o número se encerra em vinte ou mesmo em dez, como?
Há quem diga que Deus ressuscitou os 10 filhos de Jó, há quem diga que os filhos nunca morreram, mas os mensageiros levaram à Jó uma notícia falsa (Jó 1:19), o que explicaria Jó se lamentar no período de sua doença e pobreza "Sou repugnante para meus filhos" Jó 19:17. O hebraico traduz a expressão filhos como filhos físicos, nascidos do ventre, dos lombos de Jó.
Não é sinal de fraqueza
Revelações sobre a Páscoa no livro de Josué e de João
Wilma Rejane
Josué capitulo 5: 10 a 12:
Sobre ser jovem na velhice
Wilma Rejane
Os que estão plantados na casa do Senhor florescerão nos átrios do nosso Deus. Na velhice ainda darão frutos; serão viçosos e vigorosos, para anunciar que o Senhor é reto. Ele é a minha rocha e nele não há injustiça. Salmos 92:13-15.
Penso que há algo de errado com uma sociedade que não valoriza o idoso e relega a ele o papel de peça de museu empoeirada e enferrujada, agindo como se a juventude simbolizasse toda esperança de um futuro promissor e a velhice uma força que desvaneceu e sobrevive de memórias. Este “determinismo social” que decreta aos idosos "morte antes da morte", é cruel. O legado do passado deveria ter tanto valor quanto as perspectivas de futuro. Um legado de lutas, experiências, conhecimento, doação
Pai, aumenta minha fé!
“Imediatamente o pai do menino exclamou: 'Eu creio! Ajuda-me a vencer a minha incredulidade!'” Marcos 9:24
Dúvida é normal. Até Tomé, um dos discípulos de Jesus, tinha dúvidas. E isso depois de seguir Jesus por três anos. Ele viu o Salvador de perto, testemunhou inúmeros milagres e viu Jesus curar os doentes. Ainda assim, ele duvidou. Lembre-se de que dúvida não é descrença total. É mais como um ponto em algum lugar entre crença e descrença.
É normal que até mesmo cristãos maduros passem por momentos de dúvida. Veja, fé não seria fé se não houvesse possibilidade de dúvida. As Escrituras nos falam sobre um pai desesperado que levou seu filho a Jesus para ser curado. O filho estava possuído por um espírito maligno. Ele estava com dor e agonia há anos. Eles estavam no limite. Jesus disse ao pai que todas as coisas são possíveis para aqueles que creem. O pai imediatamente exclamou: “Eu creio; ajuda a minha incredulidade!”
O que ele realmente estava dizendo era: “Jesus, eu quero acreditar, mas preciso da Sua ajuda porque estou realmente em algum lugar entre acreditar completamente e não acreditar de jeito nenhum”.








