Sobre a ideologia de gênero nas escolas



Wilma Rejane

No dia 26 de Junho de 2015, a Suprema corte dos Estados Unidos oficializou o casamento entre pessoas do mesmo sexo. A decisão está sendo bastante comemorada não apenas naquele país, mas no mundo todo, visto que os E.U.A têm grande influência no cenário econômico e social. O que está acontecendo a nível mundial é uma tendência que não poderá ser freada, pois é resultado da corrupção do gênero humano. Falo com tristeza, não com ódio ou espírito de rivalidade.

Já no Brasil, muito se comenta sobre a ideologia de gênero nas escolas. Segundo essa ideologia,toda criança nasce sem definição sexual. Ou seja, não é menino ou menina. Ela escolhe que sexo assumirá. A sexualidade seria, portanto, uma construção cultural.

O que poucos sabem é que esse assunto não é tão atual assim, ele teve inicio com o 14º Congresso Mundial de Sexologia ocorrido em Hong Kong na China entre 23 e 27 de Agosto de 1999. Neste congresso ficou instituido que a sexualidade é parte integral da personalidade de todo ser humano e deve ser construída por meio de interação entre indivíduos e as estruturas sociais. A "construção" da sexualidade, portanto, não é uma invenção do governo petista brasileiro, mas resultado de especulação cientifica aliada a uma pedagogia moderna. A influência desse Congresso sobre as orientações de gênero nas escolas brasileiras pode ser conferida  no Guia Escolar 2011 elaborado pelo Governo Federal. Em um dos tópicos sobre Orientação sexual no currículo, capítulo três, página 56 se lê:

Objetivos dos Temas transversais dos Parâmetros Curriculares para infância e adolescentes:

O "vintage" da carta de Tiago para igreja

imagem veículo vintage


Tiago 1.1

Tiago, servo de Deus e do Senhor Jesus Cristo, às doze tribos dispersas entre as nações: Saudações.

Vintagismo e cultura retrô

Você já notou algo diferente na forma de algumas pessoas se vestirem, se maquiarem e usarem o cabelo? Já percebeu, por exemplo, as novas tendências nas decorações e nos designes dos carros? Há uma mistura de estilos, baseados no rústico e no contemporâneo, no antigo e no moderno. São as pitadinhas de vintage e de retro no cotidiano de todo mundo.

Peças diversas, eletrodomésticos, roupas, acessórios, sapatos, móveis, músicas, motos, carros, etc. Tudo inspirado no comportamento, nas coisas e nos costumes característicos de determinado período e que marcaram época. Chama-se isso de vintage e de retrô. Mas, qual é diferença entre eles?

O significado de “vintage” vem do nome dado a boas colheitas de vinhos. A palavra vem de “vint”, relativo à safra de uvas, e de “age”, obviamente de idade. Assim, quanto mais velho melhor. No dicionário encontramos as seguintes definições:

    Vintage (palavra inglesa)

    [Enologia] Ano de boa colheita vinícola. Diz-se de vinho fino de uma só colheita, produzido em ano de reconhecida qualidade, (…) Excepcionais, retinto e encorpado, de aroma e paladar muito finos e reconhecido como tal pelo Instituto de Vinho do Porto.

    Diz-se de produto antigo mas de excelente qualidade (ex.: mobiliário vintage, sapatos vintage).

“Retrô” significa “para trás”. É uma releitura do passado, uma retrospectiva daquilo que já foi visto. É um produto ou peça lançada atualmente com aparência antiga, uma releitura perfeita de estilo antigo. No dicionário encontramos:

    Retrô (palavra francesa)

    Que imita um estilo passado ou anterior. = RETRO

Portanto, vintage e retrô remetem ao passado. Vintage é usado ou antigo. Retrô é novo e imita o vintage, que é “antigo mas de excelente qualidade”.

Cristianismo vintage

Pois bem, já que está na moda ser vintage e retrô, o nosso objetivo é buscar o melhor do cristianismo no que há para nós de mais antigo e disponível. É o “cristianismo vintage”. Não é retrô porque não pode ser uma mera imitação. É vintage porque é “antigo mas de excelente qualidade”. Aliás, é da melhor qualidade e precisa ser desfrutado ainda hoje. Portanto: “Cristianismo vintage: uma série de estudos na carta de Tiago”.

Por que Tiago?

As cordas de Acor




Wilma Rejane

Imprimir sentimento de culpa na mente e no coração humano é uma poderosa estratégia de Satanás. Ele sabe que os que são dominados por essas coisas, não raro, deixam de se relacionar com Deus de forma plena. Ele sabe atacar nossos pontos fracos, sabe que uma vida envolvida pela culpa pode ser mais facilmente dominada. É claro que devemos nos esforçar e perseverar em fazer a vontade de Deus. Mas se falharmos, não seja esse o motivo de permanecermos no chão. Precisamos levantar e receber o perdão de Cristo em nossas vidas para prosseguirmos de cabeça erguida e com paz em nosso coração.

A carga da culpa, do pecado, pode aprisionar pessoas cheias de dons e talentos tornando-as incapazes. Sansão foi o maior exemplo de força humana narrada na Bíblia: matou um leão com as mãos, feriu mil homens com uma queixada de jumento, arrebentou os resistentes portões da cidade de Gaza, sem usar qualquer ferramenta. O homem era uma fortaleza, mas quando o pecado o dominou não conseguiu vencer as astutas ciladas de uma mulher. Sansão perdeu a força e a comunhão com Deus e só teve de volta o que havia perdido após arrepender-se.

Lembro de ter lido sobre a maneira de adestramento dos elefantes de circo. O adestrador amarra uma corda bem grossa na pata do elefante e prende-o a uma árvore. O elefante tenta caminhar e não consegue. Depois de tentar várias vezes, ele acaba se convencendo de que a corda é mais forte do que ele. E assim, o elefante está pronto para viver em cativeiro. Uma potência em força e tamanho,mas absolutamente dominado porque não têm consciência de quem ele é.

Deus pergunta: "onde está você?"



A grande pergunta da humanidade após as tragédias é esta: “onde está Deus?”. “Como o Criador pode permitir o sofrimento de suas criaturas amadas, sendo poderoso o suficiente para evitar a dor?”. “Será que Deus nos ama de verdade ou não teria Ele todo o poder?”.

A criança na foto acima, de dezembro de 2014, é Adi Hudea. Seu pai morreu nos bombardeios da guerra síria, da qual Adi é uma refugiada. Quando um fotógrafo turco se aproximou, a menina levantou as mãos em rendição, acreditando que a câmera fosse uma arma.

Quem é o responsável pelo sentimento de terror que fez essa criança de quatro anos experimentar a consciência e o gosto da morte e erguer os braços, mesmo que seus frágeis punhos não possam oferecer risco algum a quem quer que seja? Será Deus?

A humanidade se orgulha da tecnologia que nos facilita a vida, dos jatos supersônicos que nos fazem imparáveis e da ciência capaz até de prever o futuro. Porém, quando colhemos os frutos de nossa própria ganância, má utilização de recursos naturais, desigualdade social, sede por poder e riquezas, vaidade, cobiça, egoísmo, impiedade, maldade e obstinação, tudo isso acumulado ao longo de milhares de anos, culpamos a Deus.


Deus no meio do redemoinho

 

Wilma Rejane


“ Deus, do meio de um redemoinho respondeu a Jó” Jó 38:1

Redemoinhos são fenômenos naturais que varrem literalmente pessoas e coisas, e dependendo da força do vento, o estrago pode ser de pequena ou grande proporção. Chegam sem avisar e se movem em todas as direções. Viver um redemoinho, significa “ser moído” literalmente, ver a vida ir pelos ares. Foi exatamente isso que aconteceu com Jó, “homem mais justo que havia sobre a terra” Jó 1:8. Em pouco tempo, foi surpreendido pelo mal, perdendo tudo que tinha: família, saúde, amigos e honras. Um redemoinho varrendo-lhe a felicidade.

A história de Jó, revela o motivo pelo qual muitos de nós padecemos adversidades. Elas seriam resultado de combate espiritual e não necessariamente punição, consequência de pecados cometidos. No entanto, é difícil para nós decifrarmos os desígnios de Deus, especialmente nos momentos em que a dor é tão intensa e a alma geme, faltando palavras e forças para sorrir e manter-se de pé.

Nossas dores nem sempre encontram abrigo no coração do outro, ninguém pode vivê-la ou compreendê-la do modo como gostaríamos. O “fardo” se torna pesado quando na alteridade falta o amor. Jó estava ali, moribundo, coberto de chagas, perplexo pelas muitas interrogações e sem amigos. O que existia era pré julgamento e impiedade. Quem intercedeu por Jó com lágrimas nos olhos e sinceridade de coração? Nenhum de seus companheiros. No fim do livro de Jó, contudo lê-se: “Mudou o Senhor a sorte de Jó, quando este orava pelos seus amigos e o Senhor deu-lhe o dobro de tudo quanto antes possuía” Jó 42:10


É preciso olhar para frente

Olhar para trás significa ter saudades do que deixamos, e Deus não admite isto.



“A outro disse Jesus: Segue-me! Ele, porém, respondeu: Permite-me ir primeiro sepultar meu pai. Mas Jesus insistiu: Deixa aos mortos o sepultar os seus próprios mortos. Tu, porém, vai e prega o reino de Deus. Outro lhe disse: Seguir-te-ei, Senhor; mas deixa-me primeiro despedir-me dos de casa. Mas Jesus lhe replicou: Ninguém que, tendo posto a mão no arado, olha para trás é apto para o reino de Deus”. (Lucas 9.59-62)

Temos aqui um chamado de Jesus a duas pessoas diferentes, mas que lhe responderam de modo semelhante. Enquanto Jesus esperava de cada uma delas um profundo comprometimento, elas, por sua vez, estavam presas demais às coisas terrenas e questões transitórias.

A primeira pessoa queria sepultar seu pai antes de seguir esse chamado. Particularmente não creio que o pai já houvesse morrido e o velório estivesse em andamento; penso ser um costume onde o filho (normalmente o mais velho) tinha a sua saída de casa liberada somente depois da morte do pai. Porém, independente de qualquer interpretação ou especulação do assunto, temos alguém dando uma desculpa ao chamado de Jesus, demonstrando estar presa a algo e, assim, impedida de atender prontamente ao Senhor.

A segunda pessoa se oferece para seguir a Cristo, mas queria ao menos despedir-se dos seus. Tinha uma prontidão maior que a primeira e uma desculpa menor (ou que se resolveria mais depressa). Mas Jesus deixa claro que depois de terem se envolvido com Ele, estas pessoas não tinham mais a opção de olhar atrás. Se o fizessem, não seriam aptas para o Reino de Deus. A palavra traduzida como “apta”, no original grego, é “euthetos”. Segundo o Léxico de Strong, seu significado abrange o conceito de “apropriado” e “útil”.

De acordo com a afirmação do Senhor Jesus, não podemos hesitar em atender Seu chamado, nem sermos encontrados presos a coisas ou valores que nos impeçam de seguir adiante em obediência a Ele. A verdade é que todos temos dificuldades de abrir mão de determinados valores. Ficamos presos à algumas coisas de nossa vida. Mas quando se trata de seguir a Cristo, não podemos ter nada que nos prenda. Não podemos mais olhar para trás.

Quem põe a mão no arado, precisa olhar para frente, focar sua meta. Se olhar para trás não será bem-sucedido no que faz. Semelhantemente, se queremos servir ao Senhor, a opção de olhar atrás não deve existir, uma vez que quem assim procede não é considerado “útil” para o Reino de Deus.

Limpando as redes



Wilma Rejane


Jesus viu à beira do lago dois barcos, deixados ali pelos pescadores, que estavam lavando as suas redes. Lucas 5:2

Os pescadores estavam no lago de Genesaré, era noite e as redes recolhidas da água indicavam fim de uma jornada frustrante de pesca:nenhum peixe. Pedro, Tiago, João e André faziam parte de uma cooperativa de pescadores e atravessavam um período econômico difícil, dias a fio sem sucesso com a pescaria. A noite era a melhor hora para pescar, mas as estratégias pareciam não valer para aqueles irmãos e companheiros de trabalho.

Até que Jesus aparece no lago e o que parecia ser o fim, na verdade era recomeço:

Entrou num dos barcos, o que pertencia a Simão, e pediu-lhe que o afastasse um pouco da praia. Então sentou-se, e do barco ensinava o povo. Tendo acabado de falar, disse a Simão: "Vá para onde as águas são mais fundas", e a todos: "Lancem as redes para a pesca".  Simão respondeu: "Mestre, esforçamo-nos a noite inteira e não pegamos nada. Mas, porque és tu quem está dizendo isto, vou lançar as redes".  Quando o fizeram, pegaram tal quantidade de peixe que as redes começaram a romper.”  Lucas 5:3-6

A fé dos pescadores nas Palavras de Jesus, fez com que os resultados de suas ações fossem transformados: lucro abundante ao invés de prejuízos constantes.

Eles pararam de limpar as redes e lançaram-nas ao mar alto, ao fundo,  foram adiante nas águas, dentro do barco, do mesmo barco que Jesus sentou para ensinar as pessoas que estavam na praia naquela  noite. É tão incrível  a recepção dos pescadores para com Jesus! Eles sabiam que já haviam feito o possível para encher as redes, sem sucesso e agora lhes restava acreditar no impossível e foi o que fizeram!


O dom musical de Kelly Melyssa






Wilma Rejane

Kelly Melyssa é uma jovem presbiteriana filha de uma grande amiga minha aqui em Teresina. Melyssa é cantora e compositora e já tem um cd gravado e alguns prêmios em festivais de talentos. Seu pai passou anos construindo um estúdio de gravação em casa para produzir as filhas que têm o dom musical. A irmã mais nova de Melyssa se chama Vitória, é doce e meiga e sempre me recebe com um tenro abraço. Ela toca violino e já se destaca tendo sido convidada para um concerto em Portugal. Você pode visitar o canal da Melyssa no you Tube e conferir outras músicas de sua autoria. Este clip foi produzido por seu pai especialmente para mães e filhas.

Grandes mulheres evangélicas: Angela Merkel

Filha de Pastor Protestante
governa a Alemanha há mais de 10 anos

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Angela Dorothea Merkel
João Cruzué
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Angela Dorothea
 Merkel nasceu em 17 de julho de 1954 em Hamburgo, Alemanha, como Angela Dorothea Kasner. Filha do Pastor Luterano Horst Kasner e de sua esposa, a professora de inglês e latin, Herlind Jentzsch. Seus avós maternos vivem em Elbing, na Prússia Oriental e ela tem mais dois irmãos: Marcos e Irene.

O Pastor Kasner estudou teologia em Heidelber, concluindo o curso em Hamburgo. Em 1954 foi consagrado Pastor da Igreja Luterana de Quitzow, próximo a Perleberg, em Brandenburgo, foi quando a família mudou-se para Templin. Por isso, Angela cresceu no Interior, a 80km de Berlin, na antiga República Democrática da Alemanha – a ex-Alemanha comunista. Devido ao respeito e ao bom relacionamento com as autoridades locais, o Pastor podia viajar livremente entre as duas Alemanhas.

Igual a muitos estudantes, Angela foi membro oficial do movimento jovem de tendência socialista, a Juventude por uma Alemanha Livre. Mas tarde, tornou-se membro do Comitê do Distrito e secretaria da “Agitprop”- Agitação e Propaganda - junto à Academia de Ciências da organização. Entretanto, ela não participou da cerimônia de de entrada da Jugendweihe na sua época, como era comum.