Deus criou o homem do barro e a ciência comprova



Wilma Rejane


A Bíblia não é uma fábula. Ela é o livro mais fantástico de todo o universo! É simplesmente maravilhoso saber que Deus providenciou esse tesouro que contêm os segredos da vida e da eternidade, a criação do homem, sua queda e redenção possível através do sacrifício de Jesus Cristo. Aqueles que compreendem e recebem a mensagem de Deus no coração tornam-se novos em espírito, nascidos de novo para uma nova e viva esperança presente na pessoa de Jesus. E essa mensagem que muitos definem como loucura ou fanatismo é  o desvelar do sentido da vida. Felizes os que crêem, pois somente se pode renascer pela dom da fé . 

"Para que a prova da vossa fé, muito mais preciosa do que o ouro que perece e é provado pelo fogo, se ache em louvor, e honra, e glória, na revelação de Jesus Cristo;Ao qual, não o havendo visto, amais; no qual, não o vendo agora, mas crendo, vos alegrais com gozo inefável e glorioso; Alcançando o fim da vossa fé, a salvação das vossas almas." I Pedro 1:7-9

A Palavra de Deus é revelação das coisas criadas, do amor Divino e do plano de Salvação. Contudo, Deus está para além de Sua palavra, pois, se revela de outras formas, no cotidiano da vida, de modo simples e tão elementar que muitos nem percebem. Atualmente existem inúmeros relatos de muçulmanos se convertendo através de sonhos, em lugares onde o Evangelho muitas vezes é proibido de entrar por qualquer meio ou via e Deus age.  A terra está cheia da glória do Senhor (Isaías 6:3) e por essa causa não fomos consumidos, pois ainda que o mal permaneça, o Bem já é vitorioso (Apocalipse 12:11).

Recordar o poder de Deus é fortalecedor. Trazer à memória Seu amor por nós é motivo de gratidão diária. E como forma de recordar é que trago(no artigo a seguir), modestos (porém grandiosos) aspectos da criação do homem. O artigo a seguir reúne fé e ciência, uma mistura que muitos não acatam por acreditar que são elementos distintos. Não creio dessa forma, penso que a ciência tem um método racional e sistemático e que de forma alguma contraria a fé; quem disse que a fé é cega? A fé considera, pondera, examina, é um exercício constante de diálogo com Deus e isso é feito pelo homem espiritual que tem seu aspecto de natural (inclusive). Temos aqui fé e razão unidos necessariamente.

Vamos ao artigo... 


Nove lições para aplicar em tempos de crise




Wallace Sousa

Eu estava meditando, já há alguns dias, que precisava escrever novamente sobre motivação. Apesar de gostar de escrever sobre vários assuntos, a motivação é algo que me traz muito prazer em escrever. Uma coisa que os leitores não devem fazer ideia ou ter noção é que nós que escrevemos… ops, não conheço outros que escrevem sobre motivação para falar em seu nome…

Reformulando: eu que escrevo sobre motivação também tenho meus momentos “down“, pra baixo. Inclusive, passei por períodos que praticamente desisti de viver, perdi o prazer de viver. Sim, é verdade, passei por isso, e olha que não é a primeira vez que sofro disso.

Mas, calma, não quis me suicidar, nada disso, apenas achei que a vida tinha perdido o sentido ou que ela não tinha mais atrativos para mim. Não é estranho isso? Tenho uma esposa maravilhosa, trabalho no órgão que queria, num cargo cobiçado e desejado, meu ambiente de trabalho é agradável, mas… pra mim, nada disso parecia ser relevante.

Você já experimentou a sensação [desagradável] de gostar de uma comida e, de repente, ela perder o sabor, como se o gosto dela sumisse? Pois é, pois foi, aconteceu comigo.

Certa feita, conversando com um colega que é professor de cursinho, bem requisitado e bem conceituado, comentei que estava meio desanimado. Então ele olhou pra mim com certo espanto (se não foi, fingiu bem) e soltou a bomba: “mas como uma pessoa que escreve sobre motivação pode ficar desmotivado?”.

De fato, a pergunta dele me pegou em cheio, mas… respondi: “e como vou escrever sobre como vencer o desânimo e a desmotivação se eu não passo por isso, pra saber como é?”. Xeque, chefe. Ele concordou, e eu fiquei pensando: será que sou minha própria cobaia de meus textos? Talvez sim.

Projeto Nacional de Evangelização 2018

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A Palavra de Deus
Por: João Cruzué
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Uma pessoa conhecida nossa presenciou, não faz muito tempo, uma cena lamentável. Achei o assunto oportuno, para um comentário da situação atual da Igreja Evangélica no Brasil. Se, por acaso, você gostar deste artigo, por favor, faça o seu projeto e passe adiante este texto, sendo que desta vez não precisa colocar meus créditos. Seguinte,  o Brasil precisa de Jesus dentro de cada lar, para iluminar a mente de cada ente na busca de solução urgente para os grandes problemas do cotidiano: problemas de saúde, dependência de drogas, depressão, desemprego, fome, alcoolismo e suicídio. 

Não devemos nos enganar, achando que projetos políticos vai trazer honra para a Igreja e a solução para os problemas do país, porque isto não vai acontecer.  Também não devemos nos iludir, esperando pelo dia em que nosso líder máximo de nossa Igreja vai chegar em nossa congregação com um plano abrangente de evangelização das almas perdidas que se encontram escravizadas pelo diabo. Respeitando as exceções,  pode ser que ele não ache isto prioritário...

Vamos a alguns fatos.

1) Recentemente, sofri a perda de um parente querido. Tive a oportunidade de visitá-lo no Hospital. Eu já havia trabalho seis anos em um deles. Sei muito bem o que esperar de um Hospital público, apesar do empenho da maioria de seus servidores. O que revi ali me deixou muito preocupado. Em poucas palavras, entre a vida de um velho e a de um jovem, dada a falta de quase tudo, os médicos  estão, a contragosto, escolhendo de quem vai viver e, por conseguinte, quem vai morrer.  Na balança das escolhas, os velhos sempre saem perdendo.

Pelos caminhos da vida...




Wilma Rejane

“E eis que no mesmo dia iam dois deles para uma aldeia, que distava de Jerusalém sessenta estádios, cujo nome era Emaús. E iam falando entre si de tudo aquilo que havia sucedido. E aconteceu que, indo eles falando entre si, e fazendo perguntas um ao outro, o mesmo Jesus se aproximou, e ia com eles. Mas os olhos deles estavam como que fechados, para que o não conhecessem. E ele lhes disse: Que palavras são essas que, caminhando, trocais entre vós, e por que estais tristes?” Lucas 24:13-17

Dois discípulos voltavam de Jerusalém: tristes, desesperançosos, decepcionados. Jesus havia ressuscitado e eles viram apenas o túmulo vazio. Não viram Jesus. Iam conversando pelo caminho, dispostos a abandonar tudo quanto criam, afinal, não fazia sentido seguir um morto. Mas Jesus também ia por aquele caminho com eles, interessado em seus sentimentos.

E ao reler essa passagem Bíblica, me ocorreu que aqueles dois discípulos já haviam transitado muitas vezes por aquele caminho de volta a Emaús: alegres, esperançosos, confiantes. Naquele dia os sentimentos eram diferentes, pois, em Jerusalém haviam deixado sua fé no Cristo ressuscitado. Cheios de dúvidas, apoiavam-se mutuamente, ambos eram testemunhas de um tempo glorioso com endereço no passado.

Aquele caminho em Emaús é o mesmo que passamos, por muitas vezes: tristezas, desesperanças, decepções. Buscando apoiar-se em pessoas, com interrogações não respondidas, sendo  Cristo considerado  uma fábula. Apesar da descrença, Jesus estava com eles. Sua morte era um marco, não  um fim. Um começo, recomeço de algo muito maior. 

Entre faróis e afundadores



Wilma Rejane


Os faróis foram criados com a finalidade de orientar os navegantes sobre direção, caminho seguro. São norteadores de que os marujos estão a se aproximar da terra firme, do destino almejado. Antigamente os faróis eram abastecidos com azeites de oliveira ou de baleia, assim podiam ficar acessos durante a noite. Atualmente, possuem eletricidade própria e avançados sistemas de sonorização que avisam sobre perigos de nevoeiro.

Com o intuito de enganar embarcações e atraí-las para zonas de perigo, surgem os afundadores. O que representam? São criadores de falsos faróis que conduzem as embarcações para o fundo do mar e as saqueiam, abandonando-as em destroços.

Faróis sempre me encantaram: A singularidade, a maneira solitária em que se destacam em meio às muitas águas, a utilidade e beleza das luzes que refletem nas águas, como se estrelas passeassem nas ondas. Faróis alegram embarcações, viajantes atribulados, navegantes cansados. Faróis de verdade, são como luz nas trevas, emanam esperança, certeza de novos horizontes, terra firme.


Uma releitura do encontro de Jesus com a mulher samaritana


Wilma Rejane


“Jesus deixou a Judeia, e foi outra vez para a Galileia. E era-lhe necessário passar por Samaria. Foi, pois, a uma cidade de Samaria, chamada Sicar, junto da herdade que Jacó tinha dado a seu filho José. E estava ali a fonte de Jacó. Jesus, pois, cansado do caminho, assentou-se assim junto da fonte. Era isto quase à hora sexta. Veio uma mulher de Samaria tirar água. Disse-lhe Jesus: Dá-me de beber.”João 4:3-7 

Já escrevi vários artigos sobre a passagem Bíblica do encontro de Jesus com a mulher samaritana, aqui, porém, pretendo transmitir alguns elementos que não constam nos estudos anteriores. E o que escrevo é resultado de releituras sobre a passagem. Releituras feitas com o objetivo de compreender melhor alguns aspectos, como por exemplo:   o fato daquela mulher ir pegar água no poço ao meio dia, um horário de alta temperatura e em que a cidade estaria um tanto deserta; o que justificaria tal ação? A samaritana era uma mulher de reputação maculada, mal falada pela sociedade e por isso procurava evitar as pessoas, o convívio social? Se ela era uma pessoa descredenciada, por que se torna uma missionária tão bem-sucedida? Não seria um contraste rotular de descredenciada uma mulher que em pouco tempo de convertida consegue conduzir muitos habitantes de Sicar a certeza de que Jesus era o Messias?

Tudo indica que Jesus foi a Samaria com o propósito de encontrar aquela mulher. O encontro não se configura como algo aleatório, imprevisto. O verso 4 do Evangelho de João 4 diz: “Era-lhe necessário passar por Samaria”. Jesus passou por Samaria para cumprir uma necessidade, que necessidade era essa? A necessidade não era física, nem sede, nem fome, nem cansaço. O cansaço foi uma consequência de sua ida a Sicar e assim também se entende sobre a sede. Fato é que Jesus naquele dia deixa de seguir a rota diária tomada por todos os judeus. O caminho mais curto da Judeia para Galileia compreendia passagem por Samaria, os judeus, contudo, para não atravessarem Samaria, percorriam uma rota por fora da cidade. Eram décadas de conflitos e por essa causa os povos se evitavam.

Origem dos Conflitos

Dados históricos revelam que depois da deportação das dez tribos de Israel para Assíria,  Samaria foi repovoada por colonizadores gentios de várias províncias, fugitivos da judeia e de outros lugares. Samaria se tornara em território pagão, muitos deuses eram adorados ali. Samaritanos tinham sua própria versão do Pentateuco e reivindicavam ascendência israelita.

Me pergunto até que ponto o fato de Samaria ter sido designada como cidade refúgio para homicidas (Josué 24:32), contribuiu para os conflitos  . Nenhuma referência a isto é feita nos Evangelhos e historiadores ainda hoje divergem sobre  o fato de Siquém (cidade refúgio para homicidas), ser a mesma Sicar. Algumas fontes, contudo, admitem ser Sicar a mesma Siquém. Se assim for, penso que a animosidade além de ter raízes religiosas e raciais tem também origem no fato dos judeus considerarem samaritanos impuros por serem descendentes de homicidas. Para mim essa hipótese faz sentido. Faz sentido também ter sido Samaria durante muito tempo habitada por cananeus, povo expressamente repreendido por Deus no Antigo Testamento, o julgamento em relação aos cananeus, no caso, seria a fonte dos conflitos.

Não sei se você já leu a respeito, mas na época que Jesus esteve em Samaria, a rejeição a samaritanos era tanta que qualquer alimento ou produto preparado por Samaritanos não era aceito por judeus. Os judeus compravam produtos de Samaria, por exemplo: frutas, cereais, pois diziam ter origem na natureza, mas se um samaritano manuseasse qualquer dos produtos, estes já seriam considerados impuros, proibidos para consumo. Agora imaginem Jesus, naquele poço, pedindo água para a mulher samaritana. Ele estava quebrando paradigmas! Estava a dizer que aquela mulher era digna para lhe dar água e a água era igualmente digna para se beber. Mas havia uma água melhor, e que faria aquela mulher se tornar pura. Ele não falava de coisas exteriores, falava de interior, de ser, de vida e não de costumes! 

Dez estudos Bíblicos sobre tempestades





Wilma Rejane


"Mestre, não se te dá que pereçamos?E ele, despertando, repreendeu o vento, e disse ao mar: Cala-te, aquieta-te. E o vento se aquietou, e houve grande bonança."Marcos 4:38-39

Não há como mensurar os efeitos de uma tempestade no momento em que ela ocorre. Na calmaria é que se poderá avaliar o que foi embora com o vento, o que ficou e o que chegou de novo. Jesus e os discípulos atravessaram uma tempestade quando se dirigiam a cidade de Gadara. Houve pânico e temor na tripulação, mas Jesus dormia naquele barco e fez com que todos chegassem do outro lado a salvos...

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A seguir 10 estudos Bíblicos sobre tempestades retirados de trechos diferentes da Bíblia. Tanto no Antigo Testamento quanto no Novo Testamento, há passagens sobre tempestades; o que Deus nos ensina através delas? O assunto não se esgota com esses artigos, mas os artigos têm por objetivo traduzir (em parte) as mensagens Bíblicas a fim de fortalecer nossa fé. 









Deus das montanhas e vales




João Cruzué

Uma das canções mais bonitas que grupo Diante do Trono já compôs é: Lugares altos. Eu gosto de música cristã; ela sempre me inspirou, enfim, além de ter servido nas cordas em bandas (guitarra) por 14 anos na Igreja. Vi muita gente sendo batizada, renovada, falando em novas línguas pelo mover do Espírito Santo, presente nas notas de canções de adoração. Tenho certeza que o próprio Espírito Santo se alegra com boa música de louvor. A música alegra o Espírito e o Espírito alegra os adoradores na Casa do Senhor. Faz algum tempo que não escrevo; hoje, quero deixar alguns parágrafos sobre os outros versos do Salmo que o compositor do DT não colocou em "Lugares Altos".

No Salmo 18 está escrito: [O SENHOR] faz os meus pés como os da corça, e põe-me nas alturas. Imagino que a letra de "Lugares Altos", deve ter sido inspirada neste Salmo de Davi, que naquele tempo estava em primeiros anos no trono de Israel. O jovem Rei Davi olhou para trás e viu todas as lutas e perseguições que sofreu a partir daquele dia que matou o gigante Golias.

Quero dedicar este texto aos leitores que pararam aqui para uma leitura cética. Afinal, que coisa boa poderia sair de um blog de crente? Bom, sou um cristão que passou por 11 anos de desemprego. Casado. Duas filhas. E, que antes desses dias ruins, tinha razoável conforto. Ano, após ano, as coisas foram piorando. Não vão caber neste post as referências a tantas privações que passei, as dores que senti e as palavras que ouvi durante todos aqueles anos. Hoje estou bem. Muitíssimo bem. Olhando para trás, eu também posso dizer que foi o Senhor que "Livrou-me do meu inimigo forte e dos que me aborreciam, pois eram mais poderosos do que eu".

A Esperança renascida no Vale de Ossos secos em Ezequiel



Wilma Rejane

Veio sobre mim a mão do Senhor, e ele me fez sair no Espírito  e me pôs no meio de um vale que estava cheio de ossos. E me fez passar em volta deles; e eis que eram mui numerosos sobre a face do vale, e eis que estavam sequíssimos. E me disse: Filho do homem, porventura viverão estes ossos? E eu disse: Senhor DEUS, tu o sabes. Então me disse: Profetiza sobre estes ossos, e dize-lhes: Ossos secos, ouvi a palavra do Senhor. Assim diz o Senhor DEUS a estes ossos: Eis que farei entrar em vós o espírito, e vivereis. E porei nervos sobre vós e farei crescer carne sobre vós, e sobre vós estenderei pele, e porei em vós o espírito, e vivereis, e sabereis que eu sou o Senhor.Então profetizei como se me deu ordem. E houve um ruído, enquanto eu profetizava; e eis que se fez um rebuliço, e os ossos se achegaram, cada osso ao seu osso. Ezequiel 37:1-7


A mensagem em Ezequiel fala literalmente sobre:

I-  A revitalização de Israel, pois, naquela época as tribos haviam se espalhado; Judá, Benjamin e Levi  levadas em cativeiro para Babilônia. Era tempo de angústia. Jerusalém estava em ruínas, as tribos espalhadas entre as nações, parecia o fim de um povo. O vale de esqueletos era como um raio x de Deus sobre Israel: um Israel triste e abatido. Deus, porém revigoraria Israel, transformando-o novamente em uma nação.

II- Também fala do Israel espiritual,  igreja de Cristo, composta por pessoas renovadas pelo Espírito Santo. Pessoas que outrora estavam perdidas, mortas em pecados, e atenderam ao chamado de arrependimento. Estes, em Cristo, venceram a morte. 

Delimitados os temas literais da mensagem em Ezequiel, podemos aqui abordar outros aspectos igualmente importantes presentes na passagem do Vale de Ossos secos. São observações que ampliam nosso olhar sobre a cena, a fim de aprendermos mais com Deus, fortalecendo-nos em fé e obediência.