História real de como Deus transformou uma nação - Ilhas Fiji

Escrito na faixa: O céu é real - reunião cristã em Fiji


Por Wilma Rejane
Traduzido e adaptado

Fiji é um país constituído por 322 ilhas no Oceano Pacífico Sul, 18 graus ao sul do equador e 1.100 milhas ao norte da Nova Zelândia. Há duas ilhas principais e pouco mais de 100 outras ilhas habitadas. As maiores ilhas contem montanhas que se elevam até 4.000 pés. A chuva forte, até 120 "anualmente, cai no lado do sudeste do país, cobrindo essas partes das ilhas de floresta tropical densa, enquanto planícies nas partes ocidentais das ilhas têm estações secas favoráveis ​​para culturas como a cana de açúcar.


Os britânicos tomaram as ilhas em 1874, (cedida a eles pelos chefes) e permaneceram no controle até a independência em 1970. Desde então a história das ilhas ficou turbulenta, devido à desarmonia racial  impasse político e violência militar.  Nas ruas, houvia saques, vandalismo, tumultos e violência, com muitos estabelecimentos comerciais destruídos. A economia entrou em colapso. Houve um motim no exército. A perspectiva parecia muito sombrio. Governo e  presidente pareciam  impotentes. Porém, um Exame de consciência ocorreu entre os líderes. Eles sentiram que a desunião entre as igrejas era um fator que havia contribuido para as divisões na sociedade, de modo que o presidente chamou os líderes da igreja e disse-lhes isso.

Muitas igrejas e denominações tinham procurado renovação e renascimento, mas separadamente. Agora eles perceberam que tinham de se unir e buscar ao Senhor: A solução para os problemas de Fiji poderia vir de Deus. Então eles chamaram todos os membros de todas as igrejas a aceitarem  sua responsabilidade para com o estado e a nação, orar a Deus para mudar a situação. Em todos os lugares, as pessoas se uniram, se humilharam, viraram-se para o Senhor, oraram  e choraram diante dele, reconheceram  seus pecados, e que esta era a sua última chance, a última chamada de Deus para eles, clamaram por perdão e misericórdia.


Se uniram em oração e pediram a Deus para liberar Suas bênçãos sobre o país. O cerco do parlamento terminou de forma pacífica, e os sequestradores foram presos e condenados. Os líderes denominacionais ficaram juntos, tornando-se conhecidos como a Associação de Igrejas Cristãs do Fiji, (o ACCF),  e as pessoas continuaram a orar com eles e o Espírito Santo moveu os moradores chamando-os  para reuniões e cultos . Um forte desejo de Deus tomou conta do povo. O Primeiro-Ministro reconheceu mais tarde que  as orações dos cristãos haviam livrado o país  do desastre.


Limpar as redes, uma metáfora sobre mares e homens.




Wilma Rejane


Jesus viu à beira do lago dois barcos, deixados ali pelos pescadores, que estavam lavando as suas redes. Lucas 5:2

Os pescadores estavam no lago de Genesaré, era noite e as redes recolhidas da água indicavam fim de uma jornada frustrante de pesca:nenhum peixe. Pedro, Tiago, João e André faziam parte de uma cooperativa de pescadores e atravessavam um período econômico difícil, dias a fio sem sucesso com a pescaria. A noite era a melhor hora para pescar, mas as estratégias pareciam não valer para aqueles irmãos e companheiros de trabalho.

Até que Jesus aparece no lago e o que parecia ser o fim, na verdade era recomeço:

“Entrou num dos barcos, o que pertencia a Simão, e pediu-lhe que o afastasse um pouco da praia. Então sentou-se, e do barco ensinava o povo. Tendo acabado de falar, disse a Simão: "Vá para onde as águas são mais fundas", e a todos: "Lancem as redes para a pesca".  Simão respondeu: "Mestre, esforçamo-nos a noite inteira e não pegamos nada. Mas, porque és tu quem está dizendo isto, vou lançar as redes".  Quando o fizeram, pegaram tal quantidade de peixe que as redes começaram a romper.”  Lucas 5:3-6

A fé dos pescadores nas Palavras de Jesus, fez com que os resultados de suas ações fossem transformados: lucro abundante ao invés de prejuízos constantes.

Eles pararam de limpar as redes e lançaram-nas ao mar alto, ao fundo,  foram adiante nas águas, dentro do barco, do mesmo barco que Jesus sentou para ensinar as pessoas que estavam na praia naquela  noite. É tão incrível  a recepção dos pescadores para com Jesus! Eles sabiam que já haviam feito o possível para encher as redes, sem sucesso e agora lhes restava acreditar no impossível e foi o que fizeram!


Abrigo nas tempestades



Wilma Rejane


Haverá  um abrigo e sombra para o calor do dia, refúgio e esconderijo contra a tempestade e a chuva.  Isaías 4:6

Profeta Isaías descreve o reinado do Messias como um abrigo, um lugar de refugio para dias de calor, frio, chuvas e tempestades. É uma metáfora sobre viver amparado pela graça Divina que sempre é suficiente para suprir as insuficiências humanas. Um dia de cada vez e pela manhã, um novo 'pote' de amor onde Deus coloca Suas mãos para servir-nos.

Era assim com os israelitas caminhando no deserto: “Partiram de Sucote, e acamparam-se em Etã, a entrada do deserto. E o Senhor ia adiante deles, de dia numa coluna  para os guiar pelo caminho, e de noite numa coluna de fogo para os alumiar, a fim de que caminhassem de dia e de noite. Não desaparecia de diante do povo a coluna de nuvem de dia, nem a coluna de fogo de noite." Êxodo 13:20-22.

Podemos ler tudo isso como um conto que não está a nosso alcance, como fatos históricos apenas, como sinais reservados a uma porção de escolhidos dos quais não fazemos parte. Ou se fazemos, não merecemos tamanho cuidado. É assim que funcionam nossos sentimentos em relação a vida. Nós 'sentimos' medo, solidão, tristezas, experimentamos dúvidas, fracassos, enfim: infelizes.

Mas além do que sentimos, existe aquilo que Deus transmite para nós com objetivo de salvação  que sustenta para fora dos limites da mente e do coração. É o que vem do Espírito de Deus, trazendo do que Lhe pertence e pela graça está disponível aos que crêem. E se fé é enxergar o invisível, a esperança não pode desfalecer no visível.

Bastidores de um blog evangélico, aliás de uma Tenda.




Wilma Rejane

Compartilho com os leitores um pouco do que acontece nos bastidores do blog A Tenda na Rocha.  Diariamente recebemos mensagens de leitores,  via e-mail ou através do formulário "fale conosco". São pedidos de oração, testemunhos e conversas que ficam em segredo, mas que comprovam resultados de um trabalho prestes a completar oito anos de existência.

Nem sempre é possível responder a todos que nos procuram, pedidos de materiais gratuitos para evangelização são constantes, de várias regiões do País. Contudo, embora a causa seja louvável, não temos como atender a demanda. São tantos e-mails nesse sentido que fico a meditar na carência da Igreja para essa situação. Estão faltando Bíblias e/ou Novos Testamentos para serem distribuídos sem custo em regiões carentes do Brasil.

E aqui, amados leitores, me permitam citar o exemplo admirável da Igreja Mórmom que doa O Livro de Mórmon e distribui Bíblias a preço quase zero para novos membros de suas igrejas. Enquanto isso, nós cristãos Evangélicos dependemos da aquisição de material para evangelização, na maioria das vezes, encontrado em altos preços nas livrarias e até mesmo distribuidoras.

Segue algumas das mensagens recebidas por nós:

Wallace,

Certamente você não me conheça mas talvez deva ter ouvido falar de mim. Eu fui um dos sorteados do blog "A Tenda na Rocha" para ganhar seu livro "Vou desistir...Não aguento mais!". Estou te escrevendo como forma de agradecimento, foi Deus que certamente me selecionou e colocou esse livro na minha vida.

A graça de Deus faz toda diferença




João Cruzué

Ontem estive com a família no culto da Santa Ceia do Senhor. Confesso com alegria que senti a presença do Senhor através do louvor de um grupo de jovens, e pude notar que o Espírito Santo assopra a presença de Deus começando por uma brasa. E hoje pela manhã, ao abrir a Bíblia para escrever, meus olhos foram conduzidos a João 21:3 - o encontro, a partir do qual a graça de Deus transformou para sempre a vida de um pescador comum.

Quando o grupo de jovens recebeu oportunidade para louvar a Deus no início da Ceia, não havia nenhuma aparência de que a graça de Deus estivesse com eles. mas, havia algo especial no líder do grupo, seus movimentos de regência não eram comuns. Eram movimentos largos, mas verticais. Não sei se ele sempre rege assim, mas havia algo especial nele - a presença do Espírito Santo e a graça de Jesus Cristo. O hino era "Tu és fiel Senhor" da Eyshila. A graça do Senhor tomou o maestro, tomou o grupo de jovens, e quando me vi - alegrei-me também no Espírito, e quando isto acontece meu coração aperta e as lágrimas começam a rolar pelo meu rosto. Quando comecei a limpá-las, notei que a mesma coisa acontecia com outros companheiros.


Os Croods, filosofia e arte para toda família!




Wilma Rejane

Croods é um fantástico filme de animação por computador para divertir toda a família. Aliás, há tempos não assistia um roteiro tão divertido sobre união familiar. Se você ainda não conhece ou acha que desenhos são infantis e servem somente para crianças, pense outra vez. 

A família Croods vive na era das cavernas, a única sobrevivente da região e para o patriarca Grug, isso ocorre graças ao medo do novo e a permanência na caverna: “O medo nos mantêm vivos. Nunca deixe de ter medo”. A luz, o sol no horizonte deveria ser evitado, representava perigo. Mas a vida dos Croods muda quando a filha mais velha Eep segue a luz para sair da caverna.

O roteiro mostra claramente a inspiração na Filosofia Grega, no Mito da Caverna, autoria do Platão. Escrevi sobre esse mito comparando a saída da caverna com o conhecimento da Verdade que é Cristo Jesus. Certamente a motivação de Platão não foi cristã, mas até mesmo o Teólogo Agostinho considerou  que em Platão existem  elementos que sustentam uma união entre cristianismo e Filosofia.

Jesus escreveu na areia




Wilma Rejane


O Evangelho de João relata um encontro peculiar entre Jesus e uma mulher adúltera. Ela não chegou até Ele por livre e espontânea vontade, foi carregada, conduzida de modo covarde. O objetivo dos que a conduziram era incriminar a Jesus por assassinato, pois, segundo o Antigo Testamento, quem fosse pego em adultério, deveria ser apedrejado (Levítico 20:10). Esperam que Jesus cumpra o que estava escrito.

Um grupo de anciãos, prestigiados entre a comunidade,  arma um flagrante. A mulher é a isca e o conluio é um grande cerco com aparência de justiça, mas de sentido criminoso. E com a mulher desarrumada nas vestes,  cabelos assanhados e face assustada, percorrem a cidade procurando por Jesus. Ela pede clemência e recebe escarnio, empurrões, palavras difamatórias.

Imaginem o desespero dessa mulher e a vergonha, anunciada para todos. E onde estava o que adulterou com ela? Foi protegido, escondido e absorvido pelos homens. Mas a mulher era empurrada pelas ruas sob olhares de censura. Até que encontram Jesus, o que mais queriam era ouvi-Lo. As pedras em punho, o “apedreja” nos lábios. Mas faltava Jesus dar o veredicto e se Ele conhecia bem a Lei, deveria cumpri-la: morte por apedrejamento.

A Passagem, João 8:3-11

E os escribas e fariseus trouxeram-lhe uma mulher apanhada em adultério;  E, pondo-a no meio, disseram-lhe: Mestre, esta mulher foi apanhada, no próprio ato, adulterando. E na lei nos mandou Moisés que as tais sejam apedrejadas. Tu, pois, que dizes?  Isto diziam eles, tentando-o, para que tivessem de que o acusar. Mas Jesus, inclinando-se, escrevia com o dedo na terra. E, como insistissem, perguntando-lhe, endireitou-se, e disse-lhes: Aquele que de entre vós está sem pecado seja o primeiro que atire pedra contra ela.


Sete lições do Centurião de Cafarnaum





Wallace Sousa

Por isso, nem me considerei digno de ir ao teu encontro. Mas dize uma palavra, e o meu servo será curado. Pois eu também sou homem sujeito a autoridade, e com soldados sob o meu comando. Digo a um: ‘Vá’, e ele vai; e a outro: ‘Venha’, e ele vem. Digo a meu servo: ‘Faça isto’, e ele faz”. Lucas 7:7-8

A história do centurião de Cafarnaum é bastante conhecida, não apenas no meio evangélico, mas em todo o mundo, cristão ou não. Por uma boa razão: é um exemplo prático de fé e como ela deve ser praticada. A história nos desafia a exercer um tipo de fé que, até aquela data, ainda não tinha parâmetro de comparação, visto que Jesus mesmo disse “que ainda não havia visto fé como aquela”. E, até hoje, é uma fé que não encontra rivais.

O centurião era o oficial romano responsável pelo comando de uma guarnição de 100 homens, que geralmente ficavam aquartelados em cidades estratégicas, fosse pela importância ou pela localização geográfica. E, em Cafarnaum havia um centurião que se destacou não apenas pela competência profissional, mas também ficou conhecido pela empatia pessoal e por uma fé ímpar, especial. Um tipo especial de fé que nos desafia hoje, mesmo passados dois milênios.

Esse homem tinha a reputação similar à que hoje possui um delegado em cidade do interior. Ele era a “autoridade” ou, como dizem alguns, em avançado estágio de decomposição embriaguês: “seu dotô otoridade“. Mas, uma coisa que me chama atenção nesse homem sem nome, sem passado e sem história – mas que marcou a História -, é que ele, apesar disso, era um homem humilde e simples, que atentava para as necessidades das pessoas ao seu redor.

Ah, como homens desse naipe fazem falta nos dias atuais. Infelizmente, muitos hoje, mesmo em posições eclesiásticas, mal sobem um tijolo degrau e já se consideram superiores aos demais. E o que direi de políticos, empresários e até mesmo aqueles que foram nomeados para nos defenderem, agindo como crápulas e criaturas de baixeza tal que encontro dificuldades em encontrar um nome adequado para qualificá-los?

Em meus sonhos de pura fé infantil, me vejo rabiscando um rol de pessoas a quem desejo conhecer ao chegar no Céu (depois de dar aquele abraço apertado no Senhor, óbvio… risos). E, nessa singela lista, rabisco facilmente os nomes de Josué, o maior líder de torcida organizada de todos os tempos (ganhava o jogo no grito), Moisés, seu tutor e destruidor de tutancamões (ou algo parecido). Poderia citar Noé, aquele do “meu barquinho em alto-mar“, e não poderia deixar de fora, claro, Davi, o terror dos gigantes. Mas, nessa lista ainda incompleta, vou achar um jeito de incluir uma nota de rodapé: “não esquecer de procurar o centurião sem nome“.

Assim, peço que me acompanhe nessa agradável caminhada na qual vamos tentar abordar o que esse anônimo famoso tem a nos ensinar sobre fé, amizade, confiança, humildade e autoconhecimento. Vem comigo.

Lições de Atitude, Fé e Humildade


1. Ele se preocupava com quem lhe era sujeito

Infelizmente, hoje isso é raro: pessoas em elevada posição que se preocupam com quem está abaixo de si. É muito triste ver pessoas investidas de poder utilizando dessa autoridade para pisar e humilhar os mais humildes e menos favorecidos. Caso você seja ou venha a se tornar alguém de elevada posição, seja social, profissional, eclesiástica ou política, aprenda com o centurião de Cafarnaum a dar mais atenção a quem lhe serve. Fazendo assim, essa pessoa continuará a lhe servir cada vez mais e por mais tempo ainda.

Alpes da Fé e Antologia de Teatro Missionário

Ler é entender o silêncio das palavras


Wilma Rejane


Apresento-lhes dois lançamentos da Literatura Cristã, realizados por amigos e irmãos de blogosfera.   Alpes da Fé é uma compilação de devocionais de autoria do Presbítero Maurício Lino.  Paulista, natural de Campos do Jordão, Maurício é também leitor frequente do Tenda na Rocha faz alguns anos. Tive o privilégio de prefaciar a obra,  uma conquista para o autor que presenteia os leitores com mensagens de fé.

É interessante, tempos atrás, Pb. Maurício me pediu orientações sobre como escrever porque sentia dificuldades nessa área. Hoje, ai está, produzindo frutos para o Reino de Deus com vários outros livros publicados. Parabéns irmão!





Edição: (1) (2013)
Número de páginas : 137
Tópicos: Espiritualismo 
Formato: A5 148x210 
Coloração: Preto e branco 
Acabamento: Brochura c/ orelha 
Tipo de papel: Offset 75g



Outro lançamento: