No antigo Israel, os escravos hebreus, pagavam suas dívidas através do trabalho. A força, os sonhos, toda a vida era dedicada ao seu senhor. Em Êxodo, vemos uma determinação divina para que os escravos fossem libertos no sétimo ano de serviço: "Quando você adquirir um escravo hebreu, ele servirá seis anos; no sétimo ano ele sairá livre, sem pagamento." (Êxodo 21:2). O regime de escravidão no mundo hebreu, existia por dois principais motivos: pobreza extrema e dívidas.
Um detalhe, é que escravos hebreus nunca eram chamados de escravos, mas servos. Escravos, sem direito a liberdade eram os não judeus, especialmente os cananeus. Não se sabe ao certo porque as leis de escravidão eram mais rígidas para estrangeiros, o certo é que tanto judeus, como não judeus, falharam gravemente no modo de tratar seus servos e escravos. No livro do profeta Jeremias (Capitulo 34) Deus adverte: "Vós resistis em libertar seus servos".
O mundo físico e espiritual também forma seus escravos e resiste em libertá-los e Deus nos convida através de Seu Filho Jesus a sermos servos. Esta servidão é o oposto da escravidão que exaure as forças humanas em causa alheia. Entregamo-nos a Jesus, como Senhor porque Ele pagou nossas dívidas, nos tornando livres do opressor que aprisiona a alma causando infelicidade e morte. Jesus é a nossa liberdade. Não precisamos realizar grandes obras, ajuntar exorbitantes quantias, nos esmerar em ser o melhor ou o mais belo. O mérito dessa liberdade não é nosso, mas de Deus.
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